Sara Coutinho Varino, SCV - Psicologia & Coaching

Sara Coutinho Varino, SCV - Psicologia & Coaching Seja a mudança que deseja na sua vida. Consultas de Psicologia presenciais e online Sou menina, mulher, humana.

Desde criança que acho, e tenho cada vez mais a certeza, que fui abençoada com uma (várias) estrela protetora. Sempre fui uma criança de medos e fragilidades, que muitas vezes me deram tanto jeito para fazer a fita de não ir á escola num dia de maior preguiça (um bem que me assiste em demasia de vez em quando, mas que é tão bom…). Mas também fui a criança que se aventurou, que brincou, que amou e encantou e que cresceu feliz. Sempre tive esta predisposição para amar, e ou amo de corpo inteiro e alma cheia, ou fico-me pelo gostar aos pedaços – hoje sim, amanhã já não. Talvez por isso tenha batido de cabeça vezes sem conta, mas, também por isso, tenha feito alguém bater com a mesma força que eu. Uma coisa que sempre foi intermitente - hoje sim, amanhã não – enquanto crescia, foi o amor-próprio, até que me anulei já em adulta e passei a não me amar (tudo sim a toda a gente, tudo não a mim própria), e perdi-me num baralhar de sentimentos onde me convencia que essa era a pessoa que era e era a essa que eu alimentava os pesares. Hoje sou uma adulta de amor-próprio sempre – hoje sim, amanhã também – e feliz (tão feliz), tenho as minhas lutas diárias, como qualquer pessoa, sempre com a convicção que sou muito mais forte e tudo se ultrapassa com amor, paciência e paz. O meu caminho ainda à pouco começou, sinto-me tão criança como quando brincava no quintal dos avós a tomar banho de mangueira, mas tão adulta quanto as responsabilidades que me cabem e que ás vezes não me apetecia ter. Tenho uma capacidade gigante de sorrir e amo fazer sorrir. Na vida tudo me move, principalmente a vontade de sorrir sempre mais, e fazer sorrir sempre mais. Crescer comigo e com os outros e ter como vocação apoiar, guiar para caminhos mais calmos e jardins cheios de flores coloridas quem me escolher para o acompanhar nessa sua jornada de se encontrar.

17/03/2026

Ontem, quando divulguei esta petição, tinha dez (sim: 10) assinaturas.

Em 24 horas, mais de 11 mil pessoas mostraram de forma inequívoca que querem que o pagamento a 100% do Subsídio de Doença (Baixa) para Doentes Oncológicos volte a ser discutido e votado na Assembleia.

Que quem foi eleito pelas pessoas saiba interpretar o que querem as pessoas que os elegeram: eis tudo o que peço.

Obrigado a todos. Por favor, não deixem de fazer este número subir.

Assinem aqui:
https://peticaopublica.com/?pi=PT129784

12/03/2026


09/03/2026
Ser mulheré carregar histórias no corpomesmo quando ninguém as vê.É ter dentro de sia memória silenciosa de muitas outra...
08/03/2026

Ser mulher
é carregar histórias no corpo
mesmo quando ninguém as vê.

É ter dentro de si
a memória silenciosa de muitas outras:
mães, avós, bisavós…
mulheres que caminharam antes,
que resistiram, cuidaram, recomeçaram.

Ser mulher
é aprender a ser força e delicadeza
no mesmo gesto.
É cair e voltar a levantar-se
com o coração um pouco mais sábio.

É ter uma coragem tranquila
que muitas vezes não faz barulho,
mas transforma o mundo todos os dias
em pequenos gestos invisíveis.

Hoje celebramos as mulheres.
As que lutam, as que cuidam,
as que sonham, as que recomeçam.
As que falam alto
e as que mudam tudo em silêncio.

E neste dia
também há um agradecimento simples
aos homens que caminham ao nosso lado
com respeito e consciência.

Aos que escutam,
aos que honram,
aos que sabem que força não é dominar,
mas saber cuidar e proteger
sem nunca apagar a luz de quem têm ao lado.

Porque quando mulheres e homens
se encontram nesse lugar de respeito,
o mundo f**a um pouco mais inteiro.

E ser mulher
continua a ser isto:
uma história antiga
que todos os dias
volta a nascer.

07/03/2026

A morte assistida não é uma discussão sobre morrer.
É uma discussão sobre sofrimento.

Sobre limites.
Sobre autonomia.
Sobre até onde pode, ou deve ir a intervenção humana quando a vida já não é vivida, mas suportada.

Reduzir este tema a slogans morais é falhar com quem vive dores que não cabem em argumentos simples.

Como profissional, sei que nem todo o sofrimento é físico.
Há dores que não aparecem em exames.
Há perdas de dignidade, de identidade, de sentido que corroem mais do que a doença em si.

Mas também sei isto:
o desejo de morrer raramente nasce do nada.
Nasce do desespero.
Da solidão.
Do medo de ser um peso.
Da ausência de cuidado continuado e humano.

Por isso, falar de morte assistida obriga-nos a falar primeiro de vida assistida.

De cuidados paliativos acessíveis.
De acompanhamento psicológico real.
De presença.
De alívio da dor.
De escolhas informadas, livres de pressões subtis.

A autonomia é um valor central.
Mas autonomia sem alternativas não é liberdade, é abandono com verniz ético.

Há pessoas que pedem para morrer porque ninguém lhes ensinou como continuar a viver com dignidade naquela condição.

E há outras que, mesmo com todo o cuidado, continuam a pedir.

É aí que o debate se torna verdadeiramente difícil.
Quando não há romantização possível.
Quando não há respostas universais.

A morte assistida não deve ser banalizada.
Nem instrumentalizada.
Nem transformada em solução rápida para falhas estruturais do sistema de saúde.

Mas também não pode ser discutida ignorando a voz de quem sofre em silêncio
e sente que já não tem lugar neste mundo.

Talvez a pergunta mais honesta não seja “és a favor ou contra?”
Mas sim:
que tipo de sociedade estamos a construir quando alguém sente que morrer é a única forma de recuperar controlo sobre a própria existência?

Porque antes de decidir sobre o direito a morrer, temos de garantir, sem hipocrisia,
o direito a viver com dignidade até ao último instante.

05/03/2026
22/02/2026


É assim foi passado o fim de semana, rodeada de pessoas com o mesmo interesse, aprender para melhor ajudar, apoiar, guia...
26/01/2026

É assim foi passado o fim de semana, rodeada de pessoas com o mesmo interesse, aprender para melhor ajudar, apoiar, guiar quem nos procura. Obrigada por tanta partilha e espírito de camaradagem. Obrigada ao formador pela generosidade e imensa sabedoria. Estou de coração e alma cheia. Obrigada também a minha amiga Marta e ao Hugo por me receberem de braços abertos. Obrigada a vida pela oportunidade de me expandir e crescer. 🙏🏻🫶🙏🏻

29/12/2025

Natal: Entre Portos e FaróisNesta época do ano, para muitos, o Natal surge como um verdadeiro porto de abrigo. Depois de...
24/12/2025

Natal: Entre Portos e Faróis
Nesta época do ano, para muitos, o Natal surge como um verdadeiro porto de abrigo. Depois de um ano de navegação por águas, por vezes turbulentas, é o momento de atracar, baixar as velas e sentir a terra firme da família e dos amigos. É o cais iluminado onde partilhamos histórias, rimos juntos e reabastecemos o coração com o calor dos laços que nos unem, preparando-nos para a nova jornada que se avizinha.
Mas e se o porto não for seguro?
E se, em vez de abrigo, ele trouxer consigo a tempestade?
Para quem enfrenta relações familiares difíceis, o Natal pode signif**ar navegar por águas turbulentas de expectativas e desviar-se de rochas afiadas de memórias dolorosas. E para quem não tem um porto para atracar, a época pode ser como ver, ao longe, os outros barcos festejarem, enquanto o seu permanece no silêncio do mar aberto, sentindo o frio da solidão e da ansiedade. Se este é o seu caso, talvez o seu Natal não precise de ser um porto. Talvez o seu Natal seja um farol. Não um lugar para atracar com outros, mas uma luz solitária e firme no meio da escuridão. Um farol não oferece uma festa, mas oferece orientação. Não promete companhia, mas lembra-lhe da sua própria força para navegar na tempestade ou na solidão. O seu farol pode ser um livro, um passeio na natureza, o abraço de um amigo que se tornou família, ou simplesmente o ato de se permitir sentir o que quer que precise de sentir, sem julgamento. É sobre encontrar a sua própria luz e usá-la para se guiar.
Que neste Natal, cada um de nós encontre o seu lugar de paz. Seja ele um porto movimentado e cheio de amor, ou um farol solitário e firme que ilumina o seu próprio caminho.
Que a sua luz interior seja o seu guia e o seu refúgio seguro.

18/12/2025

Amor… 🥰

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