Centro de Psicologia e Osteopatia Integradas

Centro de Psicologia e Osteopatia Integradas *ERS registos E179463, E179339, E179462
*Psicóloga Dra Susana Melo (CédulaOPP022821)
*Osteopata Dr RuiMelo (CédulaACSS0032656)

Consulta de Psicologia presencial ou online.
04/02/2026

Consulta de Psicologia presencial ou online.

28/01/2026
https://www.facebook.com/share/p/1CA7TzJ7UA/
23/01/2026

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Como funciona meu trabalho como assessora de amamentação.

O meu trabalho tem por base a criação com apego, a empatia e o respeito pelas emoções.

Através de evidências científicas relacionadas com o processo de amamentação vou acolhendo e orientando a mãe, o pai e outros membros da família directamente ligados ao bebé.

Utilizo técnicas práticas para guiar a mãe, de modo respeitoso, através de um processo de amamentação eficiente.

Amamentar pode não ser tão simples como se idealiza.

Pode ser necessário mais do que colocar o bebé na mama

Amamentar não tem que ser doloroso, nem sofrido!

É possível amamentar sem dor, sem medo, sem insegurança....

É possível amamentar exclusivamente até os 6 meses de vida do bebe e ir mais além (segundo as recomendações da OMS) ❤️

Seria óptimo se todas as mulheres tivessem um atendimento especializado em amamentação logo após o parto e sempre que necessário.

O sucesso da amamentação seria muito superior

Contratar o serviço de uma assessora de lactação é mais barato que a despesa com leites artificiais.

Estou disponível na zona do Porto ou aqui on-line.

Além do atendimento de amamentação, estou ainda disponível para qualquer outros assuntos inerentes ao comportamento, emoções e vivências em consulta de psicologia e abordagens terapêuticas.

Caso precise de mais informações ou marcação de consultas pode enviar mensagem privada.

Marque aqui as amigas grávidas ou mamã para que elas saibam que existe meios técnicos e atualizados de amamentar de forma eficiente e sem dor.

Estou por aqui 👶

Assessora de lactação e Psicóloga
Susana

12/01/2026

Autismo pode ser fruto da evolução biológica do cérebro humano, dizem cientistas

A compreensão científica sobre o transtorno do espectro autista (TEA) passa por uma reavaliação importante. Por décadas, o autismo foi interpretado predominantemente como um conjunto de alterações neurológicas associadas a dificuldades de interação social e comunicação. No entanto, pesquisas recentes sugerem que o TEA pode estar ligado a processos evolutivos do cérebro humano, sendo mantido — e possivelmente favorecido — pela seleção natural.

Estudos nas áreas da Psicologia Evolucionista e da Genética de Populações indicam que características associadas ao autismo, como alta capacidade de sistematização, foco intenso e reconhecimento de padrões, podem ter desempenhado papéis relevantes no desenvolvimento da cognição humana. Apesar das dificuldades sensoriais e sociais frequentemente presentes, essas habilidades seriam vantajosas em determinados contextos históricos e tecnológicos.

Essa hipótese foi reforçada por uma pesquisa conduzida por Starr e Fraser, da Universidade de Stanford, publicada na revista científica Molecular Biology and Evolution. O estudo analisou neurônios excitatórios do neocórtex — região essencial para funções cognitivas complexas — e constatou que essas células evoluíram de forma acelerada na linhagem humana quando comparadas a outros primatas.

Os pesquisadores observaram ainda que essa evolução rápida coincidiu com a redução da expressão de genes cuja baixa atividade está estatisticamente associada a um maior risco de diagnóstico de TEA. Para os cientistas, o achado sugere que traços hoje classificados dentro do espectro autista podem estar diretamente ligados à própria evolução do cérebro humano.

Especialistas ressaltam que a nova abordagem não elimina a necessidade de apoio, inclusão e políticas públicas para pessoas com TEA, mas amplia o debate ao reconhecer o autismo como parte da diversidade neurológica humana, e não apenas como uma condição patológica.

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17/12/2025

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Ela pensava que estava a estudar o leite.
O que descobriu foi uma conversa.
Em 2008, Katie Hinde trabalhava num laboratório de investigação de primatas na Califórnia, diante de dados que se recusavam teimosamente a comportar-se como os modelos científicos estabelecidos previam.
Analisava o leite materno de fêmeas de macaco-rhesus — centenas de amostras, milhares de medições. E, repetidamente, surgia um padrão que não podia ser explicado pelas antigas regras da ciência.
As mães com crias machos produziam um leite mais rico em gorduras e proteínas.
As mães com crias fêmeas produziam um maior volume de leite, mas com proporções nutricionais diferentes.
Não era coincidência.
Era adaptação.
Os colegas descartaram os resultados.
Erro de medição.
Ruído nos dados.
Acaso.
Mas Katie confiou nos números.
E os números diziam algo radical.
O leite não é apenas alimento.
É informação.
Durante décadas, a ciência tratou o leite materno como combustível — calorias entram, crescimento sai. Um mecanismo simples.
Mas, se fosse assim, por que razão a composição do leite mudaria consoante o s**o do bebé?
Katie decidiu aprofundar.
Analisou o leite de mais de 250 mães ao longo de mais de 700 sessões de recolha. E a história tornou-se cada vez mais complexa.
As mães jovens, de primeira viagem, produziam um leite com menos calorias, mas com níveis significativamente mais elevados de cortisol — a hormona do stress.
Os bebés alimentados com esse leite cresciam mais rapidamente, mas eram também mais vigilantes, mais ansiosos e menos confiantes.
O leite não construía apenas corpos.
Moldava o temperamento.
Depois surgiu uma descoberta que surpreendeu até os céticos.
Durante a amamentação, quantidades microscópicas de saliva do bebé regressam através do mamilo ao tecido mamário da mãe. Essa saliva transporta sinais sobre o estado do sistema imunitário do bebé.
Se o bebé começa a adoecer, o corpo da mãe deteta-o.
Em poucas horas, a composição do leite muda.
O número de glóbulos brancos aumenta rapidamente.
Os macrófagos multiplicam-se.
Aparecem anticorpos direcionados.
E, quando o bebé recupera, o leite regressa ao seu estado original.
Não era acaso.
Era resposta.
A saliva do bebé diz à mãe o que está errado.
O corpo da mãe produz exatamente o “medicamento” necessário.
Um diálogo biológico — antigo, preciso, invisível à ciência durante séculos.
Em 2011, Katie juntou-se a Harvard e observou o panorama da investigação de forma mais ampla. O que encontrou foi inquietante.
Havia o dobro de estudos sobre disfunção erétil do que sobre a composição do leite materno.
O primeiro alimento de todo o ser humano — a substância que moldou a nossa espécie — tinha sido amplamente ignorado.
Assim, Katie fez algo ousado.
Criou um blogue com um nome deliberadamente provocador: “Mammals Suck… Milk!”.
Em menos de um ano, atraiu mais de um milhão de leitores — pais, médicos, cientistas e pessoas que começaram a fazer perguntas que a investigação tinha ignorado.
E as descobertas continuaram.
A composição do leite muda ao longo do dia — o teor de gordura atinge o pico no final da manhã.
O leite inicial difere do leite final — uma ma**da mais longa fornece um leite mais rico.
O leite humano contém mais de 200 oligossacarídeos que os bebés não conseguem digerir, porque existem para alimentar bactérias intestinais benéficas.
O leite de cada mãe é tão único como uma impressão digital.
Em 2017, Katie levou esta história ao palco do TED perante milhões de espectadores.
Em 2020, explicou-a ao mundo na série da Netflix “Babies”.
Hoje, no Comparative Lactation Lab da Universidade do Estado do Arizona, a doutora Katie Hinde continua a investigar como o leite molda o desenvolvimento humano desde as primeiras horas de vida — influenciando os cuidados neonatais, melhorando a nutrição infantil e transformando as políticas de saúde pública a nível mundial.
As implicações são profundas.
O leite evolui há mais de 200 milhões de anos — muito antes de os dinossauros caminharem pela Terra.
Aquilo que a ciência durante muito tempo considerou “nutrição simples” é, na realidade, um dos sistemas de comunicação mais sofisticados alguma vez produzidos pela biologia.
Katie Hinde não estudou apenas o leite.
Revelou que a forma de nutrição mais antiga é também uma das mais inteligentes — uma conversa viva e responsiva entre dois corpos, que nos molda antes mesmo de pronunciarmos a primeira palavra.
Tudo isto porque uma cientista se recusou a aceitar que metade da história fosse apenas um “erro de medição”.
Por vezes, as maiores revoluções começam ao escutar aquilo que todos os outros ignoram.
Este material tem caráter exclusivamente informativo e artístico. Em caso de questões adicionais, recomenda-se a consulta de especialistas qualificados. A menção de marcas comerciais não constitui publicidade nem colaboração. Podem ser utilizadas fontes abertas e elementos criados com o auxílio de .

17/12/2025

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