Mil Folhas, Livraria e Papelaria

Mil Folhas, Livraria e Papelaria Livraria e Papelaria
Promoção do livro e da leitura

O novíssimo espaço comercial designado “Mil Folhas Livraria & Papelaria” localiza-se na freguesia de Vila Nova de Tazem, uma pequena vila do interior do país, no sopé da Serra da Estrela, a mais alta montanha de Portugal continental. A única vila do concelho de Gouveia, inserida numa zona privilegiada em termos naturais, culturais e gastronómicos, carecia de um espaço comercial dedicado à promoção e divulgação da escrita, dos livros e dos seus autores, a par com a disponibilização aos seus clientes de artigos conexos de papelaria. O ponto de venda físico é um espaço moderno que mistura apontamentos de estilo industrial e vintage e disponibiliza aos seus clientes um ambiente acolhedor e sofisticado.

SinopseChegou uma nova rapariga a esta cidade que vive para o Natal - e tem tudo a provar. Um rival local com um sorriso...
20/01/2026

Sinopse
Chegou uma nova rapariga a esta cidade que vive para o Natal - e tem tudo a provar. Um rival local com um sorriso provocador que é sinónimo de problemas… Quem vai ganhar a batalha natalícia do ano? Descobre nesta história de amor totalmente viciante na nossa pequena cidade favorita!

Cassidy vai finalmente abrir a sua loja de chocolates de sonho, inspirada pela sua querida avó, que fazia o melhor chocolate quente de sempre. Agora, tudo o que ela quer no Natal é ganhar o prémio de loja mais bem decorada e mostrar que pertence à pequena cidade de Maple Falls. Mas terá de dar tudo de si para vencer o belíssimo e adorável Grinch do outro lado da rua…

Liam odeia a época natalícia - lembra-o de um desgosto do passado. Mas, para manter de pé o santuário de lamas da sua família, está determinado a decorar a sua loja com verdadeiro espírito natalício e ganhar o prémio. E é então que ele a vê: bochechas manchadas de chocolate, grandes olhos azuis e o sorriso mais caloroso. E vai enfrentar a pessoa mais fofa e obcecada pelo Natal que jamais existiu…

A rivalidade entre os dois aquece à medida que a cidade se divide entre a equipa Cassidy e a equipa Liam. Mas, com os flocos de neve a cair e as suas lojas com um ar alegre e luminoso, será que a magia da época os vai mesmo unir?

Cisnes Selvagens, publicado originalmente em 1991, marcou uma geração. Era a história pessoal épica de Jung Chang, da su...
07/01/2026

Cisnes Selvagens, publicado originalmente em 1991, marcou uma geração. Era a história pessoal épica de Jung Chang, da sua mãe e da sua avó - «três filhas da China». O livro começa com o nascimento - e o enfaixamento dos pés - da sua avó em 1909, quando a China ainda vivia no império, e acompanha o período de Mao e a Revolução Cultural, quando os pais de Jung foram sujeitos a provações dolorosas. Termina em 1978, quando a era Mao terminou oficialmente e Deng Xiaoping deu início ao tempo das «reformas».

Quase meio século depois, a China passou de um país pobre e de um Estado decrépito e isolado a uma potência mundial, desafiando a posição dominante dos EUA. Ao longo destas décadas, a vida de Jung esteve intimamente ligada à sua terra natal. As suas experiências nesses anos foram ricas e complexas - tanto mais que todos os seus livros foram (e são) proibidos.

Este livro é a continuação de Cisnes Selvagens e atualiza a história da família de Jung - e também a da China. De certo modo é uma carta de amor de Jung à sua mãe. Inevitavelmente, fala também da sua avó e do seu pai, ambos mortos tragicamente na Revolução Cultural.

A China encontra-se agora noutro momento decisivo: o presidente Xi Jinping procura fazer com que o país regresse aos velhos tempos maoístas e construir um Estado comunista com características capitalistas. Esta nova era Xi está a afetar profundamente a vida de Jung e a da sua mãe. Ao longo das vidas de ambas, ela oferece um relato complexo, intenso, profundamente comovente e inesquecível do que é viver numa ditadura comunista e das ameaças que a China moderna representa para a ordem mundial. Tudo contado como a história de uma família.

Em 1865, Charlotte e Henrietta Stevenson, filhas de um juiz do Supremo Tribunal de Massachusetts, alcançaram tudo o que ...
06/01/2026

Em 1865, Charlotte e Henrietta Stevenson, filhas de um juiz do Supremo Tribunal de Massachusetts, alcançaram tudo o que lhes era permitido como mulheres. Exasperadas com essas limitações e inspiradas pelas obras de Jane Austen, iniciam uma troca de correspondência com Sir Francis Austen, o último irmão vivo da escritora. Ele envia-lhes uma carta escrita pela irmã e convida-as a visitá-lo em Inglaterra.

Em Filadélfia, Nicholas e Haslett Nelson — irmãos solteiros, veteranos da Guerra Civil e alfarrabistas de obras raras — também se correspondem com Sir Francis Austen, que os atrai igualmente até Inglaterra com a promessa de um artefacto raro de Jane Austen.

As irmãs Stevenson conseguem escapar-se sem acompanhante para embarcar rumo a Inglaterra. No mesmo navio seguem os irmãos Nelson. Será que uma viagem pode mudar radicalmente a vida de todos? E que papel terá nesse destino o amor pela literatura e pela própria Jane Austen?

Dois escritores rivais. Uma mansão isolada no Natal. Um mistério que têm de resolver... antes que se matem (ou se beijem...
05/01/2026

Dois escritores rivais. Uma mansão isolada no Natal. Um mistério que têm de resolver... antes que se matem (ou se beijem!)

«Faltam três dias para o Natal. A ponte está cortada. Os telefones não funcionam. E a escritora de mistério mais famosa do mundo acabou de desaparecer de um quarto trancado por dentro.»

Conhece Maggie Chase e Ethan Wyatt: ela é a nova rainha dos mistérios mais cozy; ele é o mestre dos thrillers cheios de ação. Ela não o suporta; ele insiste em chamá-la "Marcie" (apesar de ela já o ter corrigido umas cinquenta vezes).

Quando ambos aceitam um convite misterioso para passar o Natal numa mansão inglesa isolada, não estão à espera de que a anfitriã seja ninguém menos do que Eleanor Ashley — a lendária «Duquesa da Morte».

Mas, nessa noite, a tempestade desaba… e, na manhã seguinte, Eleanor desapareceu. De uma sala trancada. Terá sido raptada? Ou será tudo parte de um jogo engenhoso?

E o que é, afinal, Ethan Wyatt — rival, cúmplice… ou o único em quem Maggie pode confiar?

À medida que a neve se acumula e as pistas se tornam cada vez mais perigosas, Maggie e Ethan vão ter de trabalhar lado a lado (e talvez coração com coração) para resolver o mistério — e sobreviver ao Natal.

Isso, claro, se não se matarem um ao outro primeiro.

Um dos mais notáveis portugueses revisita os momentos marcantes de uma vida intensa, que se construiu numa simbiose ínti...
04/01/2026

Um dos mais notáveis portugueses revisita os momentos marcantes de uma vida intensa, que se construiu numa simbiose íntima com o mundo, e partilha agora o muito do tanto que ensinou e aprendeu.

Alexandre Quintanilha é um cientista de uma curiosidade imensa, com investigação transversal, da Física à Biologia. Político comprometido, foi deputado e empenhado autor de propostas legislativas em temas como a morte assistida, as alterações climáticas ou a toxicodependência.

Filho de mãe alemã e de pai português, nasceu em Moçambique em 1945, num tempo em que Portugal empurrava para as colónias os que ousavam pensar de forma diferente, como Aurélio Quintanilha, seu pai, saneado da Universidade de Coimbra.

Depois de Moçambique, Alexandre Quintanilha estudou e doutorou-se na África do Sul, onde também foi au-pair. A carreira como investigador teve em Berkeley, Universidade da Califórnia, o seu epicentro, mas o grande terramoto foi o encontro, do outro lado da Baía de S. Francisco, com Richard Zimler, com quem vive há mais de 40 anos. No início dos anos 90, o casal trocou os Estados Unidos pelo Porto, onde o cientista passou a lecionar no ICBAS, anos antes de fundar o Instituto de Biologia Molecular e Celular e o i3S.

Nesta Última Lição, Alexandre Quintanilha recorda as pessoas que o ajudaram a crescer e os lugares que o edificaram como um ser livre; reitera a ligação entre saber e liberdade e declara o seu amor pela ciência, música, literatura, pintura, filosofia, política e ainda pela espiritualidade, assumindo-se como um diletante que tem como valor maior a dignidade humana.

Londres, 2012. Os olhos do mundo estão postos na Grã-Bretanha enquanto o país se prepara para receber os Jogos Olímpicos...
03/01/2026

Londres, 2012. Os olhos do mundo estão postos na Grã-Bretanha enquanto o país se prepara para receber os Jogos Olímpicos…

Mas o brilho dos holofotes faz de Londres um alvo para algumas das pessoas mais perigosas do mundo. E, no momento em que a candidatura do comité olímpico é coroada vitoriosa, uma conspiração internacional é posta em marcha com o objetivo de desencadear um ataque devastador que deixará a cidade, e o mundo, entregues ao caos.

Um homem está entre o triunfo e o desastre: o comandante William Warwick, que lidera a equipa de elite da Scotland Yard. Mas ao dar caça a uma organização obscura, Warwick dará também início a um jogo mortal do gato e do rato que o levará das ruas movimentadas de Londres até aos corredores ocultos do poder. Conseguirá Warwick deter o assassino antes que o maior espetáculo do mundo se transforme numa catástrofe?

Marta Martins Silva regressa a África e leva-nos numa viagem que se conta pelas histórias dos que lá nasceram ou viveram...
02/01/2026

Marta Martins Silva regressa a África e leva-nos numa viagem que se conta pelas histórias dos que lá nasceram ou viveram quando o «Império português» se estendia àquela terra que se pinta de tons ocre e onde o horizonte se mistura com um céu como não há igual.

Num caleidoscópio emocional, portugueses de todas as geografias recordam o absoluto deslumbramento perante os costumes, as cores e a alegria exuberantes de um continente tão diferente da bafienta metrópole. Relembram também a vida que se fazia de misturas descomplexadas, de tempo e de liberdade, partilhando ainda a perda de quem deixou tudo de um dia para o outro e a resignação - único caminho possível - para tantos que tiveram de recomeçar num Portugal que lhes era estranho, sabendo-se «amputados» nas vistas e no coração.

Revisitando marcos tão importantes da nossa História, como a Guerra Colonial e a Descolonização, a autora, num equilíbrio entre a acutilância experimentada do jornalismo e a sensibilidade da palavra literária, traz-nos relatos extraordinários de mulheres e homens que não resistiram ao apelo da terra-mãe e de outros que, passados tantos anos, continuam a alimentar a esperança de regressar a esta África-casa, um encontro, para muitos, continuamente adiado. Porém, quando a memória os convida, embarcam numa ponte aérea emocional que os leva a esta África (para sempre) deles e que agora partilham nestas páginas.

Continuação de Eusébio Macário, esta é uma obra que narra a história do padre Justino e da família do próprio Eusébio Ma...
01/01/2026

Continuação de Eusébio Macário, esta é uma obra que narra a história do padre Justino e da família do próprio Eusébio Macário, que pertence agora a um estatuto social superior. Através destas personagens, Camilo Castelo Branco tece uma sátira social que reflete a degradação dos costumes e a hipocrisia da sociedade do século XIX, como a corrupção, o adultério e o anticlericalismo.

O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. Incendiou as ideias dos filósofos e colocou a Ciência nos carris do progr...
31/12/2025

O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. Incendiou as ideias dos filósofos e colocou a Ciência nos carris do progresso. E da resposta ao Terramoto saiu uma das mais controversas figuras da história europeia, o Marquês de Pombal. Entre a grande catástrofe de 1755 e o questionar do mito dos grandes homens, Mariana, a narradora desta visita ao Quake - Museu do Terramoto de Lisboa, retoma as pistas deixadas pelo avô. E o fascínio por esse momento terrível e traumático do passado transforma-se numa luta contra o tempo.

Recordar 1755 conta a história do Terramoto como nunca foi contada, num panorama total: os vestígios da cidade antiga; o quotidiano dos lisboetas, das peixeiras às rainhas; a mais atualizada ciência sismológica; a polémica sobre as perdas e os impactos; as intrigas entre aristocratas, empenhados em salvar Lisboa projetando as suas carreiras políticas; os debates científicos do século XVIII e a épica e atribulada decisão de reconstruir Lisboa. Mas é também a crónica comovente de uma vocação, um ensaio sobre os limites da historiografia e a memória de uma cientista, Mariana, a contas com o seu próprio passado. Dos terrores da infância aos mistérios das grandes questões da História, nasce o sonho de um lugar onde seja possível conhecer, experimentar e questionar o grande Terramoto de Lisboa.

Smita tinha 14 anos quando ela e a sua família tiveram de deixar a Índia em circunstâncias dramáticas. Nesse dia, promet...
30/12/2025

Smita tinha 14 anos quando ela e a sua família tiveram de deixar a Índia em circunstâncias dramáticas. Nesse dia, prometeu a si própria nunca mais voltar. E tentou, a partir dos Estados Unidos, proteger o seu coração da saudade causada pelas recordações dos crepúsculos em tons laranja e do aroma das bancas de comida de rua onde o seu pai costumava fazer compras.

Anos mais tarde, porém, é forçada a cobrir uma história em Mumbai para o jornal onde trabalha. F**a a conhecer a história de Meena, uma jovem que foi vítima de violência por parte dos irmãos e da rejeição dos vizinhos após a descoberta do seu casamento com um homem de uma religião diferente. Smita reencontra-se então com as suas origens, uma sociedade de cristal onde a tradição tem mais peso do que o coração das pessoas, e com uma história que ameaça expor os segredos do seu passado. Enquanto o destino de Meena está em jogo, as defesas de Smita começam a enfraquecer, as memórias a ressurgir e a paixão reencontrará o seu caminho.

Num país das maravilhas suspenso entre a modernidade e o obscurantismo, duas mulheres corajosas e rebeldes enfrentam as consequências da liberdade.

Jekabs é uma criança. Os pais dele são cegos.Jekabs é filho de pais cegos, e cresce vendo o mundo por eles, interpretand...
23/12/2025

Jekabs é uma criança. Os pais dele são cegos.

Jekabs é filho de pais cegos, e cresce vendo o mundo por eles, interpretando-o e narrando acontecimentos na primeira pessoa, com honestidade e coragem, mas também com sagacidade e humor, encaixando no seu amadurecimento a vida quotidiana da família, absorvendo problemas, desafios e, à medida que vai entrando na adolescência, desejos; sobretudo um: ser apenas uma criança normal e poder dar-se a loucuras sem se importar com responsabilidades.

Este admirável romance da letã Rasa Bugavicute-Pece, carregado de emocionantes contrastes sobre parentalidade, deficiência e sociabilidade, ora na perspetiva de uma criança que quer ajudar os pais, ora na perspetiva da mãe, assustada e corajosa, que quer apoiar o filho, é uma viagem ao coração e à humanidade de qualquer leitor.

Ele tem de ver pelos pais. Mas tem de viver por ele.

Enfrentando perda de memória aos 93 anos, bem como as consequências de uma pandemia global que transferiu grande parte d...
22/12/2025

Enfrentando perda de memória aos 93 anos, bem como as consequências de uma pandemia global que transferiu grande parte da vida quotidiana para o mundo digital, o psicoterapeuta e autor bestseller Irvin Yalom viu-se forçado a reconsiderar a natureza das suas sessões. Em vez de desistir perante as adversidades, enfrentou as limitações impostas por esta nova realidade, e revolucionou a sua abordagem, concentrando-se num trabalho intenso, realizável numa única sessão de uma hora entre terapeuta e paciente.

Neste livro, Yalom relata algumas destas consultas intensas e transformadoras, explorando uma diversidade de dilemas humanos, e o seu próprio desenvolvimento neste fim de carreira como terapeuta. Ao recontar estas sessões, demonstra como a disposição de um terapeuta para ser genuinamente aberto ajuda o paciente a baixar a guarda, criando uma ligação mais imediata, essencial para alcançar profundas conclusões em apenas sessenta minutos.

A Hora do Coração ensina-nos a relacionarmo-nos melhor no presente, com mais honestidade e vulnerabilidade. Essa hora de conexão, que decorreu, para tantos, num período de isolamento e de luto, ajudou a suster tanto os pacientes como o terapeuta, enriquecendo a visão de Yalom sobre o que a psicoterapia pode oferecer.

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