Dr Alexandre Freitas

Dr Alexandre Freitas Dr Alexandre Freitas - Médico Pediatra

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Novo "mobiliário"
14/02/2025

Novo "mobiliário"

Há 25 anos soltei amarras e ancorei neste espaço que as minhas princesas e os meus príncipes adoram.Ao longo destes 25 a...
14/02/2025

Há 25 anos soltei amarras e ancorei neste espaço que as minhas princesas e os meus príncipes adoram.
Ao longo destes 25 anos, vi crescer muitos bebés, crianças, adolescentes e muitos pais.
Entre marcos importantes e pequenas conquistas. crescemos em conjunto.
Hoje celebramos juntos estes 25 anos.
Obrigado por continuarem desse lado e me confiarem os vossos marcos importantes e as vossas pequenas conquistas.
E obrigado por também celebrarem as minhas.
Obrigado por me confiarem os vossos filhos.

Alexandre Freitas

02/01/2025

PREÇO DA CONSULTA
Após 10 anos sem aumento do preço da consulta, decidimos um pequeno aumento.
A partir de hoje os Honorários passam para 65.00€.
Obrigado.

Desejo a todos um Feliz Ano Novo com Muita Saúde e Paz, e que os nossos "diabinhos" continuem a crescer saudáveis e feli...
31/12/2024

Desejo a todos um Feliz Ano Novo com Muita Saúde e Paz, e que os nossos "diabinhos" continuem a crescer saudáveis e felizes. Bem hajam 🙏

24/12/2024
Parabéns ao melhor pai, ao melhor marido e, mais recentemente, ao melhor e mais babado avô! Há 60 anos nasceu o melhor P...
08/01/2024

Parabéns ao melhor pai, ao melhor marido e, mais recentemente, ao melhor e mais babado avô! Há 60 anos nasceu o melhor Pediatra do mundo. És o nosso herói ❤️

Alexandre e Maria Inês

FELIZ NATAL
23/12/2023

FELIZ NATAL

ESPASMOS DE CHOROSão episódios de choro em que a criança sustém a respiração involuntariamente, podendo ocorrer perda da...
22/02/2023

ESPASMOS DE CHORO

São episódios de choro em que a criança sustém a respiração involuntariamente, podendo ocorrer perda da consciência por breves segundos. Embora sejam benignos e transitórios, estes episódios podem ser assustadores, pelo que é essencial compreender o que são e como agir nestas situações.

Podem afetar até 5% das crianças. Geralmente o primeiro episódio acontece a partir dos 6-18 meses e desaparecem até aos 5-6 anos de idade.

São provocados por sustos ou emoções negativas (medo, raiva, frustração ou dor). A falta de ferro e a história familiar estão associados a um aumento da frequência destes episódios.

Os espasmos de choro costumam durar menos de 1 minuto e a sua frequência é muito variável, podendo acontecer várias vezes por dia, ou apenas uma vez por ano. Estes espasmos podem ser divididos em dois tipos:

Espasmos de choro cianóticos: é o tipo de espasmo mais comum (cerca de 85% de todos os episódios), mais frequente em crianças enérgicas, sendo desencadeados por estímulos como a frustração e a raiva. A criança chora de forma intensa, seguindo-se uma paragem brusca na respiração. A cor da pele f**a azulada (cianótica), os músculos f**am rígidos, e pode inclusivamente perder os sentidos durante uns segundos.
Espasmos de choro pálidos: mais comum em crianças tímidas e impressionáveis, o estímulo costuma ser um susto ou dor súbita. Neste caso a criança chora de forma muito ténue, ou até mesmo de forma inaudível, f**a pálida e perde os sentidos.

Em ambos os casos, a criança geralmente desperta e recupera a respiração normal em menos de um minuto. Por vezes o episódio pode apresentar características de ambos os tipos, sendo chamados de episódios mistos.

Os espasmos de choro não provocam sequelas e a criança desperta sem qualquer necessidade de intervenção. Muito raramente, a perda de consciência pode ser seguida de uma convulsão, o que deve motivar a ida ao Médico, para despiste de patologias mais graves.

Habitualmente, o diagnóstico de espasmo do choro faz-se apenas com base na história clínica, uma vez que a sequência de eventos costuma ser muito típica nestas situações. Quando a história suscita dúvidas ou as queixas são muito exuberantes, o médico assistente pode sentir necessidade de esclarecer melhor a situação com exames adicionais.

O espasmo de choro é uma experiência angustiante, frequentemente aterradora, pelo que é muito importante manter a calma e agir de forma adequada. Deve-se: deitar a criança de lado, num local seguro; não abanar a criança, não colocar nada dentro da boca nem lhe atirar água; permanecer com a criança, garantindo que não se magoa e retomar as atividades normalmente após o episódio, sem alarmar a criança.

Embora os espasmos de choro estejam associados a experiências e emoções negativas (dor, medo ou frustração) convém salientar que estes episódios são mecanismos involuntários, pelo que não se tratam de atos deliberados ou formas de manipulação. No entanto, muitas vezes os Pais e cuidadores destas crianças evitam repreendê-las, com medo que isso despolete um novo episódio, o que pode conduzir a problemas de comportamento no futuro.

É IMPORTANTE QUE OS PAIS COMPREENDAM, QUE O ESTABELECIMENTO DE REGRAS E LIMITES APROPRIADOS É FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO NORMAL DA CRIANÇA, PELO QUE NÃO DEVEM DEIXAR DE AS REPREENDER QUANDO NECESSÁRIO, NEM CEDER A"BIRRAS" OU COMPORTAMENTOS DESADEQUADOS.

Devem, por isso, manter a assertividade na sua educação, de forma calma e segura, procurando que a criança se saiba acalmar perante a frustração, antes de chegar a um estado opositivo que despolete um espasmo de choro. É importante aprender a redireccionar a atenção da criança quando se encontra num estado emocional que possa precede um espasmo de choro.

Não existe nenhum tratamento para prevenir ou “curar” os espasmos de choro, sendo que estes tendem a desaparecer de forma espontânea com o avançar da idade. No entanto, nos casos em que os espasmos de choro estão relacionados com a anemia por deficiência de ferro, a suplementação reduz a frequência e a intensidade destes episódios.

Os espasmos de choro não trazem consequências para a saúde ou o desenvolvimento das crianças, sendo o seu prognóstico extremamente favorável. A frequência dos espasmos de choro diminui com a idade, costumando desaparecer de forma espontânea por volta dos 5-6 anos.

Apesar dos espasmos de choro poderem ser experiências assustadoras para quem assiste, é importante que os Pais e cuidadores mantenham a calma, compreendendo que se trata de um mecanismo involuntário, transitório e benigno.

Apesar de serem muitas vezes despoletados por emoções negativas (como a raiva e a frustração) é crucial que os Pais e cuidadores mantenham a sua assertividade no processo de educação das crianças, para que estas não desenvolvam perturbações do comportamento no futuro.

Adaptado de Teresa Sarmento de Beires e Andreia Eires (Pedipedia)

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