Rita Barros Terapeuta

Rita Barros Terapeuta Terapeuta Transpessoal e de Medicina Tradicional Chinesa, Consteladora Familiar e Organizacional e Mentora Fénix com marca registada.

Especialista em transformar as dores em Força para avançar em direção ao propósito da Alma e DEUS Transformo a tua Dor na tua FORÇA! Há mais de 15 anos a transformar Vidas
Mentoria Fénix™

Era uma vez uma meninaque cresceu numa casa onde os gritos eram mais altos do que o silêncio.Ela viu coisas que não sabi...
07/01/2026

Era uma vez uma menina
que cresceu numa casa onde os gritos eram mais altos do que o silêncio.

Ela viu coisas que não sabia nomear.
Sentiu medos que não sabia explicar.
E aprendeu cedo que defender-se
nem sempre era possível.

Então fez o que qualquer criança faria
quando não há braços suficientes para a segurar.

Endureceu.

Criou uma capa dura à sua volta.
Uma armadura invisível.
Não para afastar os outros,
mas para conseguir f**ar de pé.

Essa capa partia muitas vezes.
E cada vez que partia,
ela colava.
Remendava.
Ajustava.
E seguia.

Até que um dia, já crescida,
percebeu que estava cheia de fissuras.
E que por baixo daquela frieza
existiam feridas abertas
que nunca tinham sido vistas.

Foi aí que ela entendeu algo importante:
a frieza que tantos apontavam
não era rejeição.
Era proteção.

Fechar essas feridas levou tempo.
E ainda leva.
Porque há dores que não desaparecem —
aprendem-se a cuidar.

E a menina, agora mulher,
aprendeu devagar
que não precisava de mais armadura.
Precisava de presença.

Se esta história te tocou,
talvez haja em ti uma ferida
que não precise de ser escondida.

Talvez precise apenas
de ser vista.

O lugar onde se aprende a brincarEla não podia brincar com segurança.O pai não estava.A mãe estava ocupada.E não existia...
06/01/2026

O lugar onde se aprende a brincar

Ela não podia brincar com segurança.
O pai não estava.
A mãe estava ocupada.
E não existia ninguém que lhe dissesse: aqui é seguro.

Ninguém que lhe transmitisse que lá fora não havia perigo iminente.
Ninguém que a segurasse enquanto explorava o mundo.

E, por isso, cresceu.

Cresceu sem aprender a brincar na vida.
Não porque lhe faltasse vontade,
mas porque lhe faltou chão.

Tinha medo de dar um passo.
Medo de voar.
Medo de movimentos bruscos.
Medo de andar de bicicleta.

Não porque não quisesse experimentar,
mas porque nunca aprendeu que o corpo podia confiar.

A vida passou.
E ela tornou-se uma mulher fechada.
Uma mulher zangada.
Uma mulher sem prazer.
Uma mulher que não sabia do que gostava.
Uma mulher que não conseguia distinguir
se os outros brincavam ou se apenas criticavam.

Até que, num belo dia, o corpo pediu outra coisa.

Ela tocou na terra.
Não para a trabalhar,
mas para a sentir.

Tocou na água.
Não para lavar,
mas para contemplar.

Deixou o sol bater-lhe no rosto.
Não para queimar,
mas para perceber a sua intensidade na pele.

E algo acendeu-se.

Sentiu vontade de saltar.
Vontade de correr.
Vontade de f**ar no chão.

Em contacto com a terra,
com a areia,
com o mar.

Com o vento,
com o calor,
com o frio,
com a chuva.

E ali, sem perceber como,
aprendeu a brincar.

Desde esse dia,
esta mulher não é mais a mesma.

Não porque mudou o rosto,
mas porque devolveu vida à criança.

Porque brincar não é apenas mexer em brinquedos.
Brincar é aprender a tocar a vida.

E quando a criança volta a brincar,
a vida deixa de ser ameaça.

Se esta história te tocou,
talvez seja porque a tua criança também procura um lugar seguro.

A Comunidade é esse lugar.
Um espaço onde a criança pode voltar a brincar
sem ter de se defender.

Havia alguém que aprendeu muito cedoque, para ter valor, precisava de ajudar.Ajudar a mãe.Ajudar o pai.Ajudar a amiga.Só...
05/01/2026

Havia alguém que aprendeu muito cedo
que, para ter valor, precisava de ajudar.

Ajudar a mãe.
Ajudar o pai.
Ajudar a amiga.

Só assim seria amada.

E então ela ajudava,
mesmo quando ninguém pedia.
Fazia,
mesmo quando não era chamada.
Limpava,
mesmo quando não era para limpar.
Alimentava,
mesmo quem não tinha fome.

Ela estava sempre disponível.
Sempre pronta.
Sempre atenta às necessidades dos outros.

Até que um dia,
alguém lhe pediu ajuda como realmente precisava de ser ajudado.
Não para ser salvo,
mas para ser escutado.

E ela respondeu:
“Eu não tenho paciência para ti.
Eu não quero saber da tua história.”

Não porque fosse má.
Mas porque estava exausta.
Sobrecarregada.
Vazia.

Na verdade,
ninguém a quem ela ajudava queria saber dela.
Porque ninguém lhe tinha pedido ajuda.

E quando alguém finalmente pediu,
ela já não tinha espaço.
Nem disponibilidade.
Nem presença.

Porque ela só sabia ajudar
ao jeito dela.

Muitas vezes,
a salvadora que quer ajudar os outros
é alguém profundamente desconectado de si própria
e do mundo.

Porque aprendeu que,
para ser amada,
precisava de se abandonar.

E talvez,
se esta história te tocou,
não seja o mundo que precise de ser salvo.

Talvez exista alguém dentro de ti
à espera de ser visto.
À espera de ser escutado.
À espera de ser cuidado.

Se isto te tocou, talvez não seja para responder.
Talvez seja para escutar.

Um dia, lá atrás,ela começou a fazer tudo direitinhopara garantir um lugar.Primeiro tentou corresponder aos pais.Depois ...
04/01/2026

Um dia, lá atrás,
ela começou a fazer tudo direitinho
para garantir um lugar.

Primeiro tentou corresponder aos pais.
Depois aos professores.
Mais tarde a um chefe,
a uma entidade,
a um sistema que precisava reconhecê-la.

Aprendeu a não falhar.
A não incomodar.
A não desiludir.

Houve um tempo em que escolheu caminhos
que faziam sentido para os outros,
mesmo quando já não faziam sentido para ela.

Depois vieram as relações.
O esforço para agradar.
Para manter a paz.
Para garantir amor.

Até com os amigos
tentou ser aquilo que mantinha tudo equilibrado.
Aquilo que não cria conflito.
Aquilo que não perde lugar.

Durante muito tempo confundiu amor com garantia
e cuidado com controlo.

Só que o seu estado interior
nem sempre acompanhava essa exigência.
E mesmo assim, continuou a forçar-se.

Até que um dia — não tão lá atrás assim —
percebeu que estava a tentar controlar a vida
para garantir um lugar no olhar dos outros.

Foi então que compreendeu
aquilo que Jesus sempre ensinou:

a vida não dá para controlar.
Dá para viver.
Dá para sentir.
Dá para seguir.

Com amor.
Com verdade.
Com quem somos, de facto.

Talvez esteja na hora de perceber
que o controlo que tentas exercer
não cria segurança.

Cria apenas mais vazio.

E há caminhos que só começam
quando o controlo termina.

Se isto ressoou em ti, f**a por aqui.
Há caminhos que só se revelam quando o controlo começa a cair.
🤍

2026 não pede mais esforço.Pede mais verdade.A renovação espiritual não acontece quando lutamos mais,mas quando vemos, a...
04/01/2026

2026 não pede mais esforço.
Pede mais verdade.

A renovação espiritual não acontece quando lutamos mais,
mas quando vemos, atravessamos, descansamos
e cuidamos da nossa criança interior.

Nada cura enquanto não é visto.
Tudo o que passa pelo fogo transforma-se.
A força nasce no descanso, não na resistência.
E a alma cresce quando a criança é amada.

Renovar é regressar ao essencial.
A ti.

Um domingo de integração,
sem pressa, sem exigência.
🤍

Durante muito tempo achei que sabia o que era fé.Achei que a urgência era discernimento.Que a pressão era direção.Hoje s...
03/01/2026

Durante muito tempo achei que sabia o que era fé.
Achei que a urgência era discernimento.
Que a pressão era direção.

Hoje sei que não.

Deus não se manifesta como pressão.
Deus não fala em formato de medo.
Não fala em perturbação constante.
Não fala em obsessão.

Aquilo que pressiona, que acelera, que exige, que violenta o corpo,
não é fé.

A fé não empurra.
Não confunde.
Não ameaça.

Foi quando deixei de ter medo de parar,
quando deixei de ter medo de sentir,
quando deixei de ter medo de que “não corresse bem”,
que percebi algo simples e profundo:
estava a correr bem.

Porque quando nos permitimos viver em fé, não esperamos por ela.
A fé não vem de fora.
Ela já está cá dentro.

E é nesse lugar que percebemos outra coisa:
o nosso caminho não é o que a mente planeia,
é o caminho que a vida tem para nós —
mesmo quando não coincide com o que queríamos.

O corpo avisa. Sempre avisou.
E quando é condução, o corpo reconhece:
não pesa, não pressiona, não violenta.

Hoje sei.
Ser conduzida é diferente de ser arrastada.

Isto também é fé.

🤍
02/01/2026

🤍

Havia uma menina que gostava de estar.Não de correr muito.Não de fazer muito.Gostava de f**ar.Ficava debaixo das árvores...
01/01/2026

Havia uma menina que gostava de estar.
Não de correr muito.
Não de fazer muito.
Gostava de f**ar.

Ficava debaixo das árvores,
deitada num baloiço que segurava o corpo inteiro,
a sentir o vento devagar.

Às vezes, chupava flores azedas
e ria-se com outra criança
sem precisar de inventar nada.

Ela não sabia explicar,
mas ali sentia-se inteira.

O problema foi quando lhe disseram
que f**ar não era suficiente.
Que era preciso fazer.
Mexer.
Provar.
Ajudar.
Andar mais depressa.

E a menina, com medo de não caber,
aprendeu a levantar-se.

Aprendeu a servir.
Aprendeu a insistir.
Aprendeu a procurar o lugar
correndo atrás dele.

Durante muitos anos esqueceu-se do baloiço.
Das árvores.
Do corpo inteiro apoiado.
Esqueceu-se de como era simplesmente estar.

Até que um dia, já cansada,
sentou-se outra vez.

Não porque desistiu.
Mas porque o corpo lembrou-se.

E quando ficou,
sentiu algo muito antigo voltar.

Não era preguiça.
Não era fuga.
Era casa.

Ali não precisava de agradar.
Ali não precisava de provar.
Ali alguém já estava com ela.

E a menina entendeu, finalmente,
o que ninguém lhe tinha sabido dizer:

não era para insistir.
era para f**ar.

Ficar onde sempre esteve.
Ficar como sempre foi.

É assim que se vive em Deus.
Não correndo para Ele.
Mas f**ando.

Se esta história tocou em algum lugar teu,f**a um pouco aí.
E, se quiseres, deixa-me um 🤍 para eu saber que não f**aste sozinha.

O ano não termina quando o calendário muda.Termina quando algo dentro de nós se organiza.2025 foi um ano de sobrevivênci...
31/12/2025

O ano não termina quando o calendário muda.
Termina quando algo dentro de nós se organiza.

2025 foi um ano de sobrevivência para muitos.
De atravessar.
De sustentar.
De não desistir, mesmo cansadas.

Antes de pedires algo à vida, escuta o que a vida te pede agora.
Talvez não seja mais força.
Talvez seja mais verdade.
Mais presença.
Mais fidelidade a quem tu já és por dentro.

2026 não te vai pedir pressa.
Vai pedir profundidade.
E isso só floresce quando deixas para trás o que já não te serve.

Hoje, no fecho deste ano, escolhe com consciência:
o que levas contigo
e o que deixas f**ar.

Se este carrossel te tocou, pára um momento.
Respira.
E escreve nos comentários uma palavra que queres levar contigo para 2026.
Só uma. A que for verdadeira agora.

Estou aqui.
Seguimos juntas.
🤍

Havia uma vez uma aldeia onde as pessoas acreditavam que a sua vida estava sempre nas mãos de alguém.Quando algo corria ...
30/12/2025

Havia uma vez uma aldeia onde as pessoas acreditavam que a sua vida estava sempre nas mãos de alguém.

Quando algo corria mal, diziam que tinha sido o vento.
Quando o coração doía, diziam que tinha sido o vizinho.
Quando a casa tremia, diziam que alguém tinha mexido nos alicerces durante a noite.

Na aldeia vivia uma criança que observava tudo em silêncio.

Via adultos a irem de porta em porta à procura de culpados.
Via pessoas a pedirem mapas, sinais, explicações.
Via outras a dizerem:
— Eu até f**ava, mas não sei por quanto tempo.
— Eu até quero, mas não agora.
— Eu até sinto, mas não consigo decidir.

Um dia, a criança cansou-se de ouvir histórias sobre monstros invisíveis.

Pegou numa lanterna, entrou na própria casa e acendeu a luz.

Não encontrou monstros.
Não encontrou magia.
Não encontrou culpados.

Encontrou apenas um lugar vazio à espera de ser habitado.

Nesse dia, a criança sentou-se no chão, colocou as mãos no peito e disse em voz baixa:
— A casa é minha. A história é minha. E eu fico.

Desde esse dia, algumas pessoas afastaram-se da aldeia.
Outras aproximaram-se em silêncio.
E houve quem f**asse incomodado com a luz acesa.

Mas a criança cresceu.
E tornou-se guardiã da própria história.

E aprendeu algo simples, que nunca mais esqueceu:
a vida começa quando alguém decide f**ar no seu lugar.

Se esta história te tocou, f**a.
Se ainda precisas acreditar que os problemas da tua vida são culpa dos outros, então não fiques.
Este lugar não é para ti.

Havia um jardim muito bonito.Tinha flores, árvores, um banco de madeira e um portão azul.Todos os dias passavam pessoas ...
29/12/2025

Havia um jardim muito bonito.
Tinha flores, árvores, um banco de madeira e um portão azul.

Todos os dias passavam pessoas por aquele jardim.
Algumas entravam logo, outras f**avam à porta a olhar.

Um dia, duas pessoas aproximaram-se do mesmo jardim.

A primeira entrou depressa.
Viu as flores e começou logo a endireitá-las.
— “Assim f**a melhor”, dizia.
Regou mesmo as que não tinham sede.
Apanhou folhas do chão, mesmo as que estavam ali a descansar.
Sentou-se no banco e chamou as flores para mais perto.
— “Venham, venham. Estou aqui.”

Ela amava muito aquele jardim.
Amava tanto… que não sabia parar.

A segunda pessoa entrou devagar.
Parou à porta.
Olhou.
Respirou.

Viu flores abertas e flores fechadas.
Viu sombras e sol.
E não mexeu em nada.

Sentou-se no banco, sem chamar ninguém.
E ficou.

O jardim continuou a crescer.
Algumas flores aproximaram-se sozinhas.
Outras f**aram onde estavam.

A segunda pessoa sorriu.
Não porque o jardim fosse perfeito.
Mas porque estava vivo.

E o jardim, se pudesse falar, teria dito isto:

— “Há quem ame ocupando espaço.
E há quem ame respeitando.”

A Comunidade Fénix nasce neste lugar.
Um espaço onde não é preciso forçar
para pertencer.

Endereço

Rua João Ovarense Nr 590
Gulpilhares
4405-653

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00
Sábado 09:00 - 18:00

Telefone

+351919910712

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Rita Barros Terapeuta publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Rita Barros Terapeuta:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria