Be Senior

Be Senior Garantimos um envelhecimento ativo e seguro, no conforto do lar. Um serviço de cuidados domiciliários que apoia, sempre com respeito pela individualidade.

Qualidade de vida e autonomia. Cuidados especializados e humanizados. Fale connosco!

O processo de envelhecimento afeta os sentidos de formas que muitas vezes passam despercebidas e que, quando não são rec...
06/05/2026

O processo de envelhecimento afeta os sentidos de formas que muitas vezes passam despercebidas e que, quando não são reconhecidas, podem ser confundidas com outros problemas.

O paladar e o olfato alteram-se, o que pode levar a uma perda de apetite ou ao uso excessivo de sal e açúcar para compensar a falta de sabor. A audição deteriora-se gradualmente: a televisão f**a mais alta, palavras são trocadas, ambientes ruidosos tornam-se difíceis de gerir. A visão muda a perceção de distâncias e profundidades, o que aumenta o risco de quedas. O tato pode deixar de registar estímulos que antes seriam dolorosos, tornando mais difícil identif**ar situações de desconforto ou lesão.

A maioria destas alterações tem uma explicação: a diminuição progressiva do número de neurónios sensoriais. Não são caprichos nem birras. São mudanças reais, com impacto real no dia-a-dia.

Compreendê-las ajuda a adaptar o ambiente e a forma como se cuida, sempre com respeito pela pessoa. Já reparou nalguma destas alterações?

Fale connosco para saber mais.

Ter um diagnóstico de demência não apaga quem a pessoa é. A sua história de vida, as suas preferências, os seus interess...
05/05/2026

Ter um diagnóstico de demência não apaga quem a pessoa é.

A sua história de vida, as suas preferências, os seus interesses, o que a faz sentir bem: tudo isso continua a existir, e continua a importar.

Kitwood, em 1997, identificou que no centro das necessidades das pessoas com demência está o amor, rodeado por outras cinco necessidades que se interligam: identidade, vínculo, inclusão, ocupação e conforto. São necessidades humanas fundamentais que não desaparecem com o diagnóstico.

Uma abordagem centrada na pessoa parte precisamente daqui: conhecer quem ela é antes e para além da doença, valorizar o que ainda consegue fazer, e criar condições para que continue a desfrutar a vida. Mesmo que no dia seguinte não se recorde do que fez, o que f**a é o sentimento e a satisfação daquele momento.

É uma forma diferente de pensar o cuidado, mas é o que faz sentido para nós na Be Senior.

Contacte-nos sem compromisso.

À medida que a demência progride, a capacidade de comunicar através da linguagem vai diminuindo. O que muitas vezes se c...
29/04/2026

À medida que a demência progride, a capacidade de comunicar através da linguagem vai diminuindo.

O que muitas vezes se chama de "comportamento difícil" pode ser, na verdade, a forma que a pessoa encontrou para dizer o que não consegue expressar com palavras.
A agitação, a recusa, a resistência ao cuidado, podem ser sinais de desconforto, de dor, de medo, ou simplesmente de uma necessidade que não está a ser reconhecida. Compreender o comportamento como mensagem, em vez de como problema a resolver, muda a forma como se cuida.
Não é uma abordagem fácil. Exige treino, paciência e conhecimento da história de vida de cada pessoa. Mas tende a fazer uma diferença real, tanto para quem é cuidado como para quem cuida.
Já experienciou situações assim com um familiar ou conhecido?

Nós temos uma equipa de ajudantes familiares que selecionamos, formamos e coordenamos para um cuidado com nome, rosto e história.
Vamos conversar?

Há ideias sobre a demência que circulam há muito tempo e que merecem ser revisitadas."Demência é normal quando se envelh...
28/04/2026

Há ideias sobre a demência que circulam há muito tempo e que merecem ser revisitadas.

"Demência é normal quando se envelhece" — não é. É sempre uma doença. Muitas pessoas chegam aos 90 e 100 anos com a mente completamente preservada.

"Se os meus pais tiveram, eu vou ter", a maioria das demências não é hereditária. Apenas alguns tipos raros o são verdadeiramente.

"Se tiver demência, não há nada a fazer", há medicação que pode atrasar a progressão, e há cuidados que fazem uma diferença signif**ativa na qualidade de vida.

"As pessoas com demência não percebem nada", percebem muito mais do que frequentemente se assume. Mantêm sentimentos, emoções, e podem ter momentos de lucidez mesmo em fases mais avançadas.

Conhecer a realidade por trás dos mitos ajuda a tomar melhores decisões.

Temos vários conteúdos sobre demência já publicados e estamos sempre disponíveis para ajudar. Saiba mais.

O bem-estar de uma pessoa com demência não depende apenas do estado da doença. Depende muito do que a rodeia.A investiga...
27/04/2026

O bem-estar de uma pessoa com demência não depende apenas do estado da doença. Depende muito do que a rodeia.
A investigação sugere que uma parte signif**ativa do mal-estar experienciado pelas pessoas com demência não resulta diretamente da doença, mas das atitudes e práticas de quem cuida, muitas vezes sem intenção, e sem sequer ter consciência disso.

Não dar tempo suficiente, infantilizar, ignorar, não reconhecer o que a pessoa ainda consegue fazer, são comportamentos que têm impacto real no bem-estar de quem é cuidado.
O oposto também é verdade.

Reconhecer, validar, colaborar, celebrar pequenos momentos, são atitudes que tendem a promover bem-estar, mesmo em fases mais avançadas da doença.
O cuidado que faz diferença não é apenas técnico. É também relacional. E essa dimensão nem sempre recebe a atenção que merece.

É por isso que, as nossas ajudantes familiares são escolhidas criteriosamente para as familias de quem cuidamos. E é-lhes proporcionada formação adequada e coordenação constante.

Cuidar com nome, rosto e história. Saiba mais.

A demência é uma alteração no cérebro que vai dificultando progressivamente a memória, o pensamento e o comportamento, c...
24/04/2026

A demência é uma alteração no cérebro que vai dificultando progressivamente a memória, o pensamento e o comportamento, com impacto na vida diária da pessoa. Não é uma consequência inevitável do envelhecimento: é uma doença.
A distinção importa, porque há sinais que fazem parte do processo natural de envelhecer: esquecer um nome ocasionalmente mas lembrar-se depois, demorar mais tempo a aprender algo novo, procurar uma palavra para se expressar. Estes são processos normais.
O que merece atenção é diferente: esquecer eventos recentes importantes, como a visita do neto na véspera; perder-se em locais conhecidos; ter dificuldade em tarefas que sempre se soube fazer; ou mudanças de personalidade que não fazem sentido para quem conhece a pessoa.
A diferença está no impacto. O esquecimento que não interfere com o dia-a-dia é, na maioria das casos, parte do envelhecimento. Quando começa a interferir, vale a pena falar com um médico.

Já viveu alguma vez esta dúvida com um familiar? Na Be Senior temos uma equipa capacitada para identif**ar e agir perante situações de demência. Fale connosco.

Retirar um idoso de sua casa é sempre uma decisão complexa, e raramente tomada de ânimo leve. Há circunstâncias em que é...
23/04/2026

Retirar um idoso de sua casa é sempre uma decisão complexa, e raramente tomada de ânimo leve. Há circunstâncias em que é a resposta certa, e há famílias que chegam a ela depois de muito ponderarem.

No entanto existem evidências de que a deslocalização pode trazer consigo consequências que merecem ser avaliadas: perda de relações sociais, alteração das rotinas diárias e do estilo de vida, e muitas vezes redução da independência.

Goffman, em 1961, descreveu este processo como uma "perda do eu", em que o tempo e as decisões tendem a deixar de pertencer ao indivíduo.
Não se trata de julgar escolhas, mas acreditamos que todos deverão ter informação para as fazer com mais consciência.

Na Be Senior disponibilizamos serviços, no Porto e em Lisboa, que permitem a pessoa continuar a viver na sua casa, da forma que lhe faz mais sentido.

Gostava de saber mais sobre este tema?

Reconhece-se na Geração Sanduíche?Em Portugal, a esperança média de vida situa-se nos 85,19 anos. As mulheres têm filhos...
22/04/2026

Reconhece-se na Geração Sanduíche?

Em Portugal, a esperança média de vida situa-se nos 85,19 anos. As mulheres têm filhos cada vez mais tarde, com a média atual nos 31,7 anos. Dois números que, juntos, descrevem uma realidade que afeta cada vez mais famílias portuguesas.

Há uma geração de pessoas entre os 40 e os 60 anos que gere, em simultâneo, filhos menores em casa, pais idosos com algum grau de dependência e uma vida profissional a tempo inteiro.

É o que se chama Geração Sanduíche, e os desafios que enfrenta são, na maior parte das vezes, invisíveis. Não têm nome nas políticas públicas, raramente são reconhecidos no contexto laboral, e acumulam-se em silêncio no interior de cada família.
É uma realidade crescente, e vale a pena olhar para ela com mais atenção.

Projetos como a Be Senior existem para dar uma resposta a este e outros desafios das famílias. Venha conhecer melhor o nosso trabalho e como podemos ajudar.

*Ageing in Place* é uma expressão que descreve a capacidade e o desejo de continuar a viver em casa e na comunidade ao l...
21/04/2026

*Ageing in Place* é uma expressão que descreve a capacidade e o desejo de continuar a viver em casa e na comunidade ao longo do tempo, com segurança e de forma independente. É um conceito que tem ganho crescente interesse a nível internacional e que começa a entrar na conversa em Portugal.

Mas é também um desejo: o de envelhecer num ambiente familiar, sem abdicar do estilo de vida que se construiu ao longo de décadas.

Vários estudos sugerem que permanecer em casa tende a promover maior autonomia, maior estabilidade emocional e um sentimento de pertença difícil de replicar noutros contextos. Em situações de demência, a familiaridade do ambiente e a manutenção das rotinas parecem ter impacto positivo na preservação de competências e na qualidade de vida quotidiana.

É um conceito que merece entrar na conversa: nas famílias, nos serviços de saúde, na sociedade. O que signif**a para si e para a sua família poder envelhecer no seu ambiente?

Se gostava de conhecer as nossas soluções no Porto e em Lisboa, contacte-nos.

No passado dia 11/04, a nossa cofundadora, Ana Rita Dias, esteve com o  e o  para uma conversa que nos é muito próxima: ...
20/04/2026

No passado dia 11/04, a nossa cofundadora, Ana Rita Dias, esteve com o e o para uma conversa que nos é muito próxima: como é que envelhecemos, onde queremos fazê-lo, e o que precisamos para que isso seja possível.

Falámos sobre Ageing in Place, sobre demências, sobre a Geração Sanduíche e sobre o que signif**a, na prática, cuidar de alguém com nome, rosto e história. Foi uma sala atenta, com perguntas genuínas e uma vontade real de perceber melhor um tema que afeta cada vez mais famílias portuguesas.

Acreditamos que esta conversa precisa de acontecer em cada vez mais contextos. Obrigada pelo convite e pela forma como nos receberam.

Se este tema lhe interessa a si ou à família e quer saber mais sobre como podemos ajudar, estamos disponíveis para conversar. 💙

Nos próximos dias iremos desenvolver alguns posts sobre os temas abordados na palestra. Fique por aí e partilhe!

A experiência de acompanhar um familiar que precisou de cuidados deixa marca. E é natural que, a partir dessa experiênci...
08/04/2026

A experiência de acompanhar um familiar que precisou de cuidados deixa marca. E é natural que, a partir dessa experiência, se tire conclusões sobre o que se quer — ou não quer — para si próprio.

Mas há uma diferença entre o que existe e o que se conhece. O mercado de cuidados domiciliários em Portugal mudou. Há mais opções, mais profissionalismo, mais formas de estruturar apoio em casa do que existia há dez ou quinze anos.

Algumas pessoas também chegam a nós com más experiências depois de anos a tentarem recrutar a título particular. O que descobrem, muitas vezes com surpresa, é que o problema não estava na solução em si, mas na forma como foi executada.

Ficar em casa com apoio profissional bem estruturado é uma experiência diferente do que a maioria imagina antes de a conhecer.

Não é uma solução provisória nem uma forma de adiar o inevitável. É a forma de continuar a viver nos próprios termos, com a estrutura certa por baixo.

Vale a pena conhecer o que existe antes de decidir. Estamos disponíveis para ajudar.
Venha conhecer-nos no Porto e em Lisboa.

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Lisbon
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