Gláucia Figueiredo

Gláucia Figueiredo ❤ Sou Doutora em Educação, Doula, Educadora Parental e Nutricional. Trabalho com atendimentos presenciais e online. Consultorias Pedagógicas. Psicopedagogia.

Filosofia da educação. Consultora de amamentação e Slings (Carregadores de bebês). Técnica em perfuração de orelhas de bebês e crianças.

Quantas viagens intensivas (viajar sem sair do lugar) existem em uma viagem extensiva (viagem que se dá em deslocamento ...
10/04/2026

Quantas viagens intensivas (viajar sem sair do lugar) existem em uma viagem extensiva (viagem que se dá em deslocamento no espaço)? INFINITAS… Nesta primeira etapa de post da viagem em extensão (Portugal/Espanha/França) muitas emoções foram vividas… Comemorar os 12 da Emi, Reencontrar lugares em que vivi em Paris e Rouen, meus amigos e amigas daquela época, experienciar o “sonho infantil da Disney”, entrar em livrarias e museus, comer novas comidas, saborear receitas novas, sentir um frio distinto no corpo e um vento longo no rosto, mas acima de tudo, ativar no meu corpo a capacidade de me alegrar com os detalhes que habitam a experiência de viajar estando parada, minhas memórias todas tão vivas daqueles momentos tão felizes de uma juventude que extensiva ao meu momento atual vital me permite sentir e ver os “supostos mesmos” com outro corpo e outras miradas! Que lindo é saber/viver isso que defendeu Deleuze por toda sua vida: “Toda repetição como uma diferença pura”! ❤️

RE-existir tem sido uma expressão muito utilizada nos campos da Filosofia, Politica, Educação etc. Não me interessa aqui...
12/03/2026

RE-existir tem sido uma expressão muito utilizada nos campos da Filosofia, Politica, Educação etc. Não me interessa aqui explicar do que se trata, mas dizer qual a potência que esta ideia tem para mim no dia de hoje. Re-existir é recomeçar pelo meio. Estou recomeçando no “entre”. Passei em um concurso público para uma Universidade brasileira em 2010, me exonerei duas vezes para vivenciar a carreira fora do Brasil. A decisão de defender a Pedagogia e seus profissionais só fazia sentido para mim se eu estivesse atuando no meu país. Brasil, o único país da America Latina a ter este desenho de ofício, portanto, falar em Pedagogia e Pedagogas no Brasil é distinto da utilização dos mesmos termos fora de nosso território. Após duas maternagens intensivas (cuidado conectivo para além do assistencial) que duraram 10 anos, retomo minha carreira no meu país a duras penas… O ATO DE PUBLICAR COM QUALIDADE VIROU FERRAMENTA DE RE-existência ao quantitativismo academicista contemporâneo. Publico sobre um problema que acompanho há mais de 20 anos. Escrevo para existir de modo distinto, minhas palavras são expressões daquilo que me motiva todos os dias quando acordo: “defender as professoras-pedagogas-pesquisadoras de sua própria prática nas escolas públicas brasileiras”. Portanto, ainda há muito trabalho pela frente! ÚLTIMAS PUBLICAÇÕES DISPONÍVEIS NOS LINKS A SEGUIR: https://editora.fe.unicamp.br/index.php/fe/catalog/view/anais-x-paideia/anais-x-paideia/1147 e https://institutoquerosaber.org/editora232

MARCHA 8M nas ruas de Lisboa em 2026. Fiz parte deste AGENCIAMENTO COLETIVO DE ENUNCIAÇÃO e o que me emocionou sobremane...
10/03/2026

MARCHA 8M nas ruas de Lisboa em 2026. Fiz parte deste AGENCIAMENTO COLETIVO DE ENUNCIAÇÃO e o que me emocionou sobremaneira foi carregar no colo minha filha Malú que com seus 6 anos tocando seu mini ganzá lança a seguinte pergunta: “mãe por que temos que marchar pelas mulheres?” Ao ensaiar uma resposta sobre equidade e vida justa ela arremata: “mas quantas pessoas existem no mundo?” eu respondo: “muitas não é?” e ela: “sim e nenhuma delas existiria sem uma mulher” e começa a chorar… chorei com ela… chorei por perceber que estou fazendo bem um trabalho afetivo, vincular e filosófico que me propus quando fui mãe pela primeira vez há 11 anos… O mais interessante é que enquanto ela questionava eram várias respostas coletivas para aquele pequeno corpinho indignado, não foi e ???? Agradecimentos infinitos a todas minhas parceiras, irmãs e amigas que constroem ao meu lado a luta pelo CUIDADO CONECTIVO COLETIVO! AMOR SEMPRE! Porque como já se sabe - “ Para parir uma criança basta um corpo feminino, mas para cuidar toda uma COMUNIDADE”! É disso que se trata um agenciamento! Um agenciar! Vitalismo Puro! 🧡💜

12/01/2026
16/12/2025

PARTICIPAÇÃO NO CICLO DE ESTUDOS: GILBERT SIMONDON E COLÓQUIO SIMONDON XII. TECNOGEOGRAFIA, INFORMAÇÃO E ARTE (IHU/Unisinos). “À medida que lia pela primeira vez um conjunto de textos dedicados por Gilbert Simondon e Gilles Deleuze ao problema da individuação, sentia-me transformando em nuvem. Pior ou melhor, conforme o caso, era uma nuvem mais complicada que as do céu, poeira de palavras movendo-se ao sabor de um descontrole de ventos-frases. Ao reler o mesmo conjunto pela enésima vez, sinto que me recupero muito lentamente daquele caos, daquele estado de interfusões e extravios, daquele estado, digamos, de metaestabilidade, estado brumoso, enfim. “A bruma solar”, diz Deleuze a propósito da descrição que Thomas Edward Lawrence faz do deserto, “é o primeiro estado da percepção nascente”, a “miragem na qual as coisas sobem e descem” , como que indecisas quanto as suas próprias individualidades. Agora já percebo algumas direções marcadas pelos ventos. Vejo que certas palavras se atraem, reagrupando-se em cumplicidades conceituais, e isto acontecendo numa luta em que elas experimentam sua capacidade de erigir um domínio que outras palavras, distintamente imantadas, não teriam conseguido circunscrever. Que novo domínio estaria sendo traçado por esses textos, por essa nova maneira de dizer o problema da individuação?” (Professor Luiz Orlandi). Agradeço a .novaes79 pelo convite e ao pela receptividade.

10/12/2025

PARTICIPAÇÃO NO CANAL AGENCIAMENTOS “A pedagogia menor que se defende, desde então, e que deve ser continuamente anotada e construída possui características fundamentais. Ela pode ser entendida como:a) uma abordagem singular em educação, pois conviverá com a oficialidade da pedagogia maior;b) um tipo de cartografia, uma pedagogia menor cartografa;c) um saber modular porque opera (de)modulando e vai construindo uma espécie de autorregulação destes atos livres de aprendizar; ela vai expressando essa autoregulação;d) a pedagogia menor é hiper e trans conectividade entre saberes e disciplinas instituídas. Para acessar a conversa na íntegra: https://www.youtube.com/live/XZdCtAwzJkw.

Agradeço imensamente a Livraria Circulares .livros que propiciou o espaço para o lançamento do livro  “Emergências pós-p...
02/12/2025

Agradeço imensamente a Livraria Circulares .livros que propiciou o espaço para o lançamento do livro “Emergências pós-pandêmicas – Do cotidiano suspenso à intensidade contagiosa das experienci(ações) pedagógicas e filosóficas” publicado pela Editora Appris . Este livro faz parte da “Coleção Filosofia e Educação” que dirijo há 15 anos. De um projeto de internacionalização entre a Universidade de Brasília e a UdelaR (Universidad de la República/Uruguai) o livro não trata da pandemia em si, mas das transformações socioculturais, vitais e educativas que ela provocou em nossas formas de nos relacionar e experienciar. A obra discute como a pandemia negou a exposição e troca de experiências, gerando uma nova percepção sobre o ato de experienciar e uma necessidade urgente de reencontro com o vivido e o possível.Organizado por Benedetta Bisol e Gláucia Figueiredo, o livro é fruto de uma articulação entre teoria e prática nas universidades UnB (Brasil) e UdelaR (Uruguai), oferecendo um caminho para repensar a experiência educacional no pós-pandemia.Sobre as organizadoras:Benedetta Bisol é professora da Faculdade de Educação da UnB, com graduação em filosofia pela Università degli Studi di Padova e doutorado pela Universidade Ludwig-Maximilian. Seus interesses abrangem teorias e práticas pedagógicas sob perspectiva histórico-filosófica, considerando implicações estéticas, éticas e políticas da educação moderna e contemporânea. Gláucia Figueiredo é pedagoga, mestre e doutora em Filosofia da Educação pela Unicamp, com experiência docente e pesquisa na Unioeste, Unipampa, UnB e UdelaR. Atualmente, é professora credenciada da Unicamp/ Brasil.

No próximo dia 26/11, às 19h, a Livraria Circulares situada em Brasília .livros lança “Emergências pós-pandêmicas – Do c...
24/11/2025

No próximo dia 26/11, às 19h, a Livraria Circulares situada em Brasília .livros lança “Emergências pós-pandêmicas – Do cotidiano suspenso à intensidade contagiosa das experienci(ações) pedagógicas e filosóficas”. Este livro não trata da pandemia em si, mas das transformações socioculturais, vitais e educativas que ela provocou em nossas formas de nos relacionar e experienciar. A obra discute como a pandemia negou a exposição e troca de experiências, gerando uma nova percepção sobre o ato de experienciar e uma necessidade urgente de reencontro com o vivido e o possível. Organizado por Benedetta Bisol e Gláucia Figueiredo, o livro é fruto de uma articulação entre teoria e prática nas universidades UnB (Brasil) e UdelaR (Uruguai), oferecendo um caminho para repensar a experiência educacional no pós-pandemia.Sobre as organizadoras:Benedetta Bisol é professora da Faculdade de Educação da UnB, com graduação em filosofia pela Università degli Studi di Padova e doutorado pela Universidade Ludwig-Maximilian. Seus interesses abrangem teorias e práticas pedagógicas sob perspectiva histórico-filosófica, considerando implicações estéticas, éticas e políticas da educação moderna e contemporânea.Gláucia Figueiredo é pedagoga, mestre e doutora em Filosofia da Educação pela Unicamp, com experiência docente e pesquisa na Unioeste, Unipampa, UnB e UdelaR. Atualmente, é professora credenciada da Unicamp e diretora científica da coleção “Filosofia e Educação” da Editora Appris.Venha refletir conosco sobre os desafios e as possibilidades emergidas após a pandemia!

AMANHÃ ACONTECERÁ OUTRA CONVERSA MUITO ESPECIAL! Grata  pelo convite e parceria! “ O movimento Turbilhonar prática-teori...
12/11/2025

AMANHÃ ACONTECERÁ OUTRA CONVERSA MUITO ESPECIAL! Grata pelo convite e parceria! “ O movimento Turbilhonar prática-teoria-prática em Pedagogia é justamente este desconhecido, por isso deve ser explorado; não se deve mais pensar que o básico e fundamental em Pedagogia é a união da teoria e prática, essa é uma discussão que deve ser superada na e pela Pedagogia; há que se fazer viver o processo turbilhonar dessa união desconhecida, pois “[...] ele se aferra a seu ideal de união perfeita, de amor absoluto, ao passo que uma união verdadeiramente perfeita é aquela na qual cada um aceita que existam no outro grandes espaços desconhecidos [...].” (DELEUZE; GUATTARI, 2004b, p.59).
Esta reflexão é extremamente tocante e significativa, porque se deve apostar nesse desconhecido, naquilo que não tem uma explicação e justificativa lógica e plausível, acreditar naquilo que constitui a vida – os acontecimentos. Não existe prazer e muito menos crescimento, quando temos a medida exata das coisas, quando se tem a certeza daquilo que se conhece de maneira ‘profunda’ no outro; torna-se mais interessante nas relações pedagógicas acreditar naquilo que ainda se pode construir coletivamente, numa certa união de elementos que virão e se farão existir, e não na ação que se realiza a partir de pré-conceitos e julgamentos prévios.“ FIGUEIREDO, Gláucia. Traçados nômades da pedagogia. Appris, 2017. Para participar: Reunião grupo E-Labore (si) - Encontro com Glaucia
quarta-feira, 12 de nov. · 13:00 – 14:00
Como participar do Google Meet
Link da videochamada: https://meet.google.com/oja-bszr-swm
Mais números de telefone: https://tel.meet/oja-bszr-swm
Ou participe via SIP: sip:850745217568@vc.unesp.br

Grata pelo convite feito pela  para estar com conversando sobre um tema tão fundamental para o campo da educação brasile...
10/11/2025

Grata pelo convite feito pela para estar com conversando sobre um tema tão fundamental para o campo da educação brasileira hoje. “Compreendemos o cotidiano escolar como uma região fronteiriça em que se manifestam concomitantemente práticas maioritárias em educação e expressões minoritárias de educação. Quando ressaltamos as expressões é e sendo queremos problematizar essa concepção maniqueísta do mundo, dos espaços e das coisas e, por isso, realizamos um paralelo com os conceitos de maioridade e menoridade objetivando que o leitor possa compreender os processos de coabitação de ambos movimentos-conceitos. O maior e o menor não são proposições contrárias e opostas, mas co-funcionantes, ou seja, cada um se move em função de suas preocupações diferenciadas que são realizáveis, no mais das vezes, em consonância transversal.” GALLO, Silvio; FIGUEIREDO, Gláucia Maria. Entre maioridade e menoridade: as regiões de fronteira no cotidiano escolar. APRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação, [S. l.], v. 1, n. 14, 2018. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/aprender/article/view/3035. Acesso em: 10 nov. 2025. LINK DE ACESSO: Palestra da Glau - transversal, das 14h30 às 16h30. PPGEEs.
Terça-feira, 11 de nov. • 14:30 – 16:30
Como participar do Google Meet
Link da videochamada: https://meet.google.com/dhq-yymh-ctf

Agradeço ao querido .jardim38 coordenador do  pelo convite para realizar esta convers(ação) sobre minha pesquisa atual d...
04/11/2025

Agradeço ao querido .jardim38 coordenador do pelo convite para realizar esta convers(ação) sobre minha pesquisa atual desenvolvida na Faculdade de Educação da Unicamp. “O campo da filosofia da educação tornou-se extremamente fecundo para o desenvolvimento da pesquisa de doutorado porque o acervo teórico-conceitual da educação encontrava-se extremamente empobrecido no concernente a problemática identidade-diferença. Num segundo plano de análise, o trabalho se justificou não somente em função da ausência de pesquisas que analisavam a questão identitária da pedagogia e dos(as) pedagogos(as) a partir deste prisma teórico-conceitual (filosofia da diferença) mas também por imprimir um outro olhar às outras formas de abordagem, retirando delas perspectivas e leituras ainda impensadas no campo da educação. A questão da(s) identidade(s), através do pensamento de Deleuze e Guattari, era reconhecida devido a concepções que foram historicamente compreendidas, mas jamais experienciadas por uma geografia. A proposta apresentada foi a de abandonar uma herança histórica e apostar numa Geopedagogia – uma ‘pedagogia menor’. […] a atual proposição de pesquisa demonstra que não basta a explicitação de algumas pistas sobre o funcionamento das aberturas modulares da Pedagogia há que desenvolver um estudo sobre os efeitos dos encontros propiciadores desta dinâmica de modulação pedagógica, ou seja, não apresenta as problematologias próprias de uma pedagogia que não ocupa, mas se localiza no entre vincular e relacional”. Fragmentos do texto: FIGUEIREDO, G. Brindar Deleuze é (P)ovo(Ar): “o mundo inteiro é um ovo”. Revista DIAPHONÍA, [S. l.], v. 11, n. 3, p. 549–568, 2025. DOI: 10.48075/rd.v11i3.36019. Disponível em: https://saber.unioeste.br/index.php/diaphonia/article/view/36019.

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