Edgar Fialho Costa Psicologia/Psicoterapia

Edgar Fialho Costa Psicologia/Psicoterapia Fazer psicoterapia não é reflexo de fraqueza ou loucura.

Antes pelo contrário, revela força e determinação para mudar o que nos provoca sofrimento e impede de ser feliz.

A saúde mental é a base do nosso bem-estar, da nossa capacidade de enfrentar desafios e de encontrar equilíbrio. Neste D...
10/10/2024

A saúde mental é a base do nosso bem-estar, da nossa capacidade de enfrentar desafios e de encontrar equilíbrio. Neste Dia Mundial da Saúde Mental, faça uma pausa para refletir sobre como cuida de si e dos outros. Procurar ajuda é um sinal de força, e todos merecemos esse cuidado.
Cuide de si, faça psicoterapia.
💬🧠

A saúde mental é a base do nosso bem-estar, da nossa capacidade de enfrentar desafios e de encontrar equilíbrio. Neste D...
10/10/2024

A saúde mental é a base do nosso bem-estar, da nossa capacidade de enfrentar desafios e de encontrar equilíbrio. Neste Dia Mundial da Saúde Mental, faça uma pausa para refletir sobre como cuida de si e dos outros. Procurar ajuda é um sinal de força, e todos merecemos esse cuidado.
Cuide de si, faça psicoterapia.
💬🧠

19/09/2024

“Ele precisa de controlar a sua raiva…” é uma expressão cada vez mais comum em muitas mães. E traduz a perplexidade e a impotência com que elas vivem os episódios de ira descontrolada dos seus filhos. Daqueles em que eles parecem ficar “cegos de raiva”. E, como vulcões em erupção, batem com os pés, batem com as portas, gritam, esbracejam, ficam vermelhuscos e explosivos e se transfiguram. E parecem ser capazes de levar por diante todos e quaisquer obstáculos que se coloquem à sua frente.

Será a raiva desmedida uma nova epidemia atípica das crianças mais pequenas? Ou, por outras palavras, porque é que há cada vez mais crianças que pedem ajuda para controlarem a sua raiva?

A raiva é tão natural como a sede. Na verdade, a raiva é o melhor ansiolítico e o melhor antidepressivo do mundo. Sempre que uma criança está assustada ou muito embrulhada com as suas tristezas a raiva é um “sai-me da frente!”. Que funciona um bocadinho como um aguaceiro que limpa o céu e torna o tempo mais ameno. Que alívio!

Todas as crianças têm raiva. Aquelas que fazem um esforço maior para ser controladas e atiladas são as que a vivem de forma mais impulsiva e mais “descontrolada”. Outras, viram a raiva para dentro. Mas ficam sorumbáticas e amuam. Outras, ainda, encontram um pequeno pretexto para os seus vómitos de raiva, e fazem birras.

A raiva é a outra face da paixão. Crianças sem raiva são crianças encolhidas. Um bocadinho adoentadas. A precisar dum safanão de vida.

As crianças que usam a raiva num repente de “mau feitio”; aquelas que a transportam para as ganas com que vivem um jogo; as que têm “mau perder”; as que a transformam em garra; ou as que a vivem na paixão com que brincam, são as mais saudáveis.

As crianças só parecem ter, hoje, mais episódios de raiva porque as obrigamos a estar muito mais quietas e caladas. Porque passam a vida a controlar-se. E correm pouco, brincam de forma mais apertada e sujam-se de menos. Porque convivem quase nada umas com as outras. Porque fazemos demais de seus polícias da brincadeira. E porque, como pais, as queremos mais exemplares, mais sossegadinhas e menos barulhentas do que elas precisam de ser para serem crianças.

19/06/2023
Façam psicoterapia. A saúde mental é fundamental para sermos felizes.
15/12/2022

Façam psicoterapia. A saúde mental é fundamental para sermos felizes.


Há sinais preocupantes de mal-estar entre as crianças e adolescentes portugueses. Um quarto dos mais novos, entre os 11 e os 15 anos, já se feriu de propósito para lidar com emoções negativas, revela estudo da Organização Mundial da Saúde.

Leia mais em https://swki.me/slPpJO4Y

Partilhem comigo as vossas opiniões.
12/07/2022

Partilhem comigo as vossas opiniões.

Respeito, Confiança e Afecto.Deparei-me com uma notícia no outro dia, que captou a minha atenção e posterior reflexão. U...
27/04/2022

Respeito, Confiança e Afecto.
Deparei-me com uma notícia no outro dia, que captou a minha atenção e posterior reflexão. Um professor (Koldo Ansa) de uma escola espanhola, emocionado pela ovação que recebeu dos seus alunos no seu último dia de aulas após se reformar. Centenas de alunos e outros professores juntaram-se nos corredores da escola aplaudindo o professor de filosofia. Pensei sobre a notícia, associando com a parentalidade e suas semelhanças. Afirma este professor que a relação entre ele e os seus alunos não era uma relação de amigos mas sim uma relação vertical, de respeito e empatia.
Associei a notícia à parentalidade, pensando nos jovens (crianças e adolescentes) com quem trabalho, mas também pensando na forma como é vivida, por uma franja enorme de pais, a relação pais-filhos. O desejo contraproducente dos pais serem os melhores amigos dos filhos, desvirtuando por completo a relação, com consequências profundas no desenvolvimento emocional das crianças. Pais, os filhos não são vossos amigos. São vossos filhos. E este laço é muito mais forte e importante que o da amizade – e tem, portanto, muito mais responsabilidade. Como afirma este professor, nunca foi um colega dos seus alunos defendendo a verticalidade (a hierarquização) da relação. E é neste ponto que muitos pais falham. Acham que se mantiverem esta relação de melhores amigos com os pais, que os filhos os vão amar, que se vão manter próximos – porque estes pais, na realidade, não se sentem próximos dos seus próprios pais, acreditando que o que lhes faltou foi esta relação de amizade. Mas não foi. Como diz o professor, o que alimentou esta relação com os seus alunos foi o respeito, a confiança e o afecto. E os seus alunos reconheceram-no por isso.
E são estes os três pilares da parentalidade. Se basearem a relação com os vossos filhos nestes três pilares, os vossos filhos estarão sempre emocionalmente ligados convosco.
Não queiram ser os melhores amigos dos vossos filhos. Sejam os seus pais.
https://www.publico.pt/2022/04/13/impar/noticia/aplauso-centenas-alunos-professor-hora-despedida-licao-2002519

A Birra, um pedido de ajudaAté adquirirem a fala, é através do choro que os bebés revelam a sua frustração ou desconfort...
22/03/2022

A Birra, um pedido de ajuda

Até adquirirem a fala, é através do choro que os bebés revelam a sua frustração ou desconforto. À medida que vão adquirindo a fala, essa forma de comunicação tende a diminuir. Mas, muitas vezes mantém-se. São as chamadas birras, muitas vezes incompreendidas pelos pais. São uma manifestação à frustração. É a criança a dizer “não sei lidar emocionalmente com isto”. É uma reacção emocional descontrolada. Foquemo-nos nesta última frase. Porque, muitas vezes, a resposta dos pais a esta reacção emocional descontrolada é… também uma reação emocional descontrolada. A birra da criança provoca a fúria, a irritação, o descontrolo nos pais. Estes pais sentem estas birras como um ataque pessoal da criança. Mas não é. É a criança a dizer que não sabe lidar com aquela frustração. À reacção emocional descontrolada da criança, os pais devem reagir de forma emocionalmente controlada. Se os pais não conseguem controlar as suas emoções, como podemos esperar que as crianças consigam? Bem sei que muitas vezes não é nada fácil fazê-lo. Nessas alturas poderá ser importante dar um passo atrás, respirar e perceber que a criança precisa de uma resposta calma e sensata para sair daquele estado descontrolado. Mas atenção, com isto não digo que devem ceder à birra da criança, até porque dessa forma estão a reforçar a birra como instrumento para a criança obter o que quer. Lembre-se que as regras são fundamentais para a estabilidade emocional de uma criança (mas por favor, não confundir regras com autoritarismo). Mas muitas vezes, o melhor a fazer é confortar a criança, e quando esta estiver mais calma, conversar com ela de forma empática.

Há realmente, e de uma forma generalizada, uma resistência em iniciar um processo terapêutico. Mas não é por falta de ne...
21/02/2022

Há realmente, e de uma forma generalizada, uma resistência em iniciar um processo terapêutico. Mas não é por falta de necessidade. Mais de 1/5 da nossa população sofre de perturbação psiquiátrica (das percentagens mais altas da europa)*.
Já abordei noutro texto o estigma associado ao tratamento e à saúde mental. Foco-me agora noutra resistência fortíssima. O preço das consultas. As pessoas não querem gastar dinheiro com a sua saúde mental. Precisamente porque sentem que estão a gastar e não a investir. Ainda por cima não é um bem palpável. Gastamos dinheiro e os resultados não são imediatos (a mudança é um processo que leva algum tempo), nem são particularmente visíveis (como uma compra de roupa ou de um telemóvel). E muitas vezes gastamos dinheiro nessas “felicidades” momentâneas e esporádicas, como jantar fora, a compra de roupa ou de gadgets, que também têm a sua importância, mas depois abdicamos do investimento na felicidade mais constante, mais prolongada, que uma psicoterapia oferece. Quanto vale afinal a nossa saúde mental? E saúde mental não é apenas a ausência de sintomas, mas sim um estado de bem-estar geral. Quanto vale esse estado de bem-estar? Através da psicoterapia podemos alcançar esse bem-estar generalizado, mas leva algum tempo. Por isso é um investimento. É um investimento em nós. Num investimento, esperamos retorno. Num gasto, não. E a psicoterapia tem um retorno. Seja esse retorno um bem-estar generalizado, seja a mudança de comportamentos e emoções não desejadas, mas há um retorno. Por isso a psicoterapia é um investimento. E tal como na saúde, também na saúde mental, escolhemos um profissional competente, não o mais barato. Um profissional que investiu bastante na sua formação. Porque esse profissional está mais capacitado para o ajudar.
Invista em si, faça psicoterapia.

* dados da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental

Ano novo, vida velhaSempre que termina um ano e iniciamos outro criamos objectivos e fazemos promessas de mudança que, n...
05/01/2022

Ano novo, vida velha

Sempre que termina um ano e iniciamos outro criamos objectivos e fazemos promessas de mudança que, normalmente não são concretizadas. Porque uma coisa é querer e outra é mudar de facto. As mudanças, primeiro, têm de ser internas. Temos de desejar realmente mudar. Senão vamos estar constantemente a adiar. E não é o novo ano que impedirá novo adiamento. Porque querer é diferente de desejar. O querer é consciente e o desejo é algo mais inconsciente. Por exemplo, posso querer perder peso, mas não desejo fazer exercício ou uma dieta. O querer está mais focado no resultado final. O desejo está mais relacionado com o processo, com o caminho.
Por isso, querer mudar e conseguir mudar são duas coisas distintas. A mudança não está numa data (no novo ano, por exemplo) mas sim dentro de nós (no desejo). Porque se na realidade não conseguimos mudar, não é o novo ano que vai, per si, provocar essa mudança. E isso provoca um constante adiamento dessa mudança.
Queremos mudar mas não queremos ou conseguimos percorrer o caminho para essa mudança. Por isso, a primeira mudança tem de ser interna. E a melhor forma de nos conhecermos para podermos mudar é pela psicoterapia. A psicoterapia promove o autoconhecimento, a mudança e consequentemente, o crescimento.
Invista em si, faça psicoterapia.

O Natal é uma festa de todos, cristãos e não cristãos. É uma festa de família (considero que os amigos também são famíli...
24/12/2021

O Natal é uma festa de todos, cristãos e não cristãos. É uma festa de família (considero que os amigos também são família, num sentido afectivo, porque nem todos passam o Natal com os familiares de sangue). É uma festa de amor e de amizade. De partilha e de trocas. De estarem todos juntos a festejar a família e o amor que as une. As prendas são um símbolo desse afecto, não um substituto. O principal é o amor que une as pessoas.
Desejo a todos um Natal com muito amor, junto das vossas famílias.

Eu gosto de mimInvestirmos tempo e energia em nós próprios não é egoísmo. É essencial. Essa “aliança” connosco é fulcral...
26/11/2021

Eu gosto de mim
Investirmos tempo e energia em nós próprios não é egoísmo. É essencial. Essa “aliança” connosco é fulcral para o nosso bem-estar e saúde mental. Antes do outro, estamos nós.
Só assim poderemos estar verdadeiramente disponíveis para o outro - porque estamos bem connosco.
Crescemos a ouvir que pensarmos em nós próprios é egoísmo. Mas isso não é verdade. Egoísta é aquele que pensa apenas (e este apenas é chave) em si, sem consideração pelo outro e pelas emoções do outro. Pensarmos em nós próprios, dedicarmos tempo e energia para nós não é egoísmo. Porque não tem de ser o Eu ou o Outro. Pode, e deve ser, o Eu e o Outro. Nunca se esqueçam nem do Eu, nem do Outro. Porque você é importante.
A psicoterapia fortalece essa “aliança” (um Ego forte e equilibrado). E a ausência dessa “aliança” causa depressão.
Tome conta de si, faça psicoterapia.

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Avenida De Roma Nº3 2ºesq
Lisbon
1000-260

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