Eduardo Omeltech - Espaço Holome

Eduardo Omeltech - Espaço Holome 💡Psicanálise | Neurociência | Espiritualidade - PUCRS
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Muita gente confunde cura com docilidade.Como se evoluir fosse virar alguém que aceita tudo, entende tudo, suporta tudo....
14/02/2026

Muita gente confunde cura com docilidade.
Como se evoluir fosse virar alguém que aceita tudo, entende tudo, suporta tudo.
Mas isso não é cura. Isso é repetição da ferida com aparência de maturidade.
A pessoa curada continua sensível, continua amorosa, continua humana.
Só que ela para de negociar a própria dignidade para manter vínculos.
E quem estava acostumado com a sua submissão
vai chamar seu limite de frieza.
Nem toda mudança é perda.
Às vezes, é só o começo do seu respeito por si.
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Quando você começa a negociar seus limites para ser amado, algo muito sutil acontece por dentro. Você até acha que está ...
13/02/2026

Quando você começa a negociar seus limites para ser amado, algo muito sutil acontece por dentro. Você até acha que está tentando manter o vínculo, preservar a relação, evitar a perda. Mas, aos poucos, quem vai sendo perdido é você.

Limite não é rigidez. Limite é memória de si. É o ponto onde o corpo, a emoção e a consciência dizem: até aqui eu vou sem me trair. Quando esse ponto vira moeda de troca, o afeto deixa de ser encontro e vira sobrevivência.

Muita gente chama de amor aquilo que, na prática, é medo de ficar só. Medo de desagradar. Medo de ser abandonado. E, por causa desse medo, aceita o que dói, silencia o que incomoda, normaliza o que machuca. Não por fraqueza, mas por ferida antiga.

Só que nem toda guerra foi feita para ser vencida com insistência. Existem batalhas em que permanecer é continuar sangrando em nome de algo que nunca se sustentou de verdade. Nessas horas, sair não é fuga. É lucidez. É maturidade emocional. É respeito próprio.

Ir embora também pode ser um ato de amor. Amor por você. Amor pela sua história. Amor pelo que ainda pode nascer quando você para de se abandonar para caber no outro.

Nem toda porta que se fecha é perda. Algumas são libertação.

Tem abusador que não parece perigoso.Parece gentil. Presente. Confiável.E é exatamente por isso que consegue se aproxima...
12/02/2026

Tem abusador que não parece perigoso.
Parece gentil. Presente. Confiável.
E é exatamente por isso que consegue se aproximar.

O abuso raramente começa com violência.
Ele começa com atenção excessiva, segredos, favores, isolamento emocional.
Começa devagar, silencioso, quase invisível para quem não sabe o que observar.

Consciência não é paranoia.
É proteção.

Uma criança protegida não é aquela que nunca vê o mal.
É aquela que tem adultos atentos o suficiente para perceber quando algo não está certo.

Falar sobre isso incomoda.
Mas o silêncio protege quem fere, não quem precisa de cuidado.

Que esse conteúdo sirva como alerta, presença e responsabilidade coletiva.
Proteger uma criança nunca será exagero.

Se esse tema faz sentido para você, compartilhe.
Quanto mais consciência, menos espaço para o abuso existir.

Porque eu entendi que não foi apenas abandono.Foi revelação.Revelação das ilusões que eu sustentava.Revelação das expect...
11/02/2026

Porque eu entendi que não foi apenas abandono.
Foi revelação.

Revelação das ilusões que eu sustentava.
Revelação das expectativas que eu colocava onde não havia presença real.
Revelação das partes minhas que ainda imploravam por amor, mesmo quando o amor já não estava ali.

Quem não ficou, me mostrou onde eu ainda me prendia.
Quem não sustentou, me ensinou a sustentar a mim mesmo.
E essa é uma das dores mais bonitas que alguém pode atravessar…
a dor que quebra a dependência e devolve você para dentro de si.

Liberdade, às vezes, não chega como luz.
Chega como decepção.
Chega como silêncio.
Chega como o fim de algo que você jurava que era para sempre.

Mas é justamente aí que nasce a consciência.
No momento em que você para de implorar por presença…
e começa, finalmente, a escolher paz.

E quando a paz vira escolha,
quem vai embora já não leva você junto.

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Fracassar não é o oposto de vencer.
É o lugar onde as fantasias sobre quem você deveria ser começam a cair.Enquanto tudo...
10/02/2026

Fracassar não é o oposto de vencer.
É o lugar onde as fantasias sobre quem você deveria ser começam a cair.
Enquanto tudo funciona, você se confunde com desempenho, aprovação, imagem.
Mas quando algo quebra, sobra só você… sem roteiro, sem aplauso, sem máscara.
E é justamente aí que alguma verdade pode nascer.
A psicanálise entende o fracasso como um encontro com o limite do ego.
A neurociência mostra que é nesses momentos de ruptura que o cérebro pode reorganizar sentido, criar novos caminhos, sair do automático.
Ou seja, aquilo que você chama de queda muitas vezes é o início de consciência.
O problema não é fracassar.
É passar a vida inteira tentando parecer invencível
e nunca se encontrar de verdade.
Tem fracassos que humilham.
Mas existem fracassos que libertam da prisão de ter que dar certo o tempo todo.
E talvez crescer seja isso:
parar de usar o sucesso para fugir de si
e começar a usar as quedas para finalmente se enxergar.
Se esse texto te atravessou, salva para lembrar nos dias em que tudo parecer desmoronar.
Às vezes não é o fim.
É só você nascendo sem fantasia.
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