14/02/2026
Muita gente confunde cura com docilidade.
Como se evoluir fosse virar alguém que aceita tudo, entende tudo, suporta tudo.
Mas isso não é cura. Isso é repetição da ferida com aparência de maturidade.
A pessoa curada continua sensível, continua amorosa, continua humana.
Só que ela para de negociar a própria dignidade para manter vínculos.
E quem estava acostumado com a sua submissão
vai chamar seu limite de frieza.
Nem toda mudança é perda.
Às vezes, é só o começo do seu respeito por si.
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