João Pires - Psicólogo Clínico

João Pires - Psicólogo Clínico Consultório de Psicologia Clínica em Lisboa, Consultas de Psicoterapia para Ansiedade, Depressão, Na Psicoterapia poderá falar sobre as coisas que o incomodam.

No consultório proporciono-lhe um espaço seguro, confidencial e onde poderá falar sobre si e sobre a sua vida. Encontrará uma oportunidade para pensar e falar sobre as suas preocupações de uma forma que muitas vezes não é possível com a família e amigos. Escutarei a maneira como se sente e como isso o afecta a si e às pessoas que o rodeiam. No meu consultório será aceite e respeitado tal como é, sem ser julgado. Vou apoiá-lo a conseguir fazer as mudanças que gostaria que acontecessem. Se está insatisfeito com a sua vida, provavelmente já tentou encontrar soluções sozinho. No entanto, falar sobre o que o preocupa com um psicólogo que conhece as diversas formas de funcionamento mental permite encontrar novas perspetivas de mudança.

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5 MENTIRAS QUE O MANTÊM PRESO À SUA ZONA DE CONFORTOÀ primeira vista, tudo pode parecer grande, mas o fato é que a perma...
20/11/2017

5 MENTIRAS QUE O MANTÊM PRESO À SUA ZONA DE CONFORTO

À primeira vista, tudo pode parecer grande, mas o fato é que a permanência dentro da nossa zona de conforta não é uma garantia de felicidade e não garante que no final da vida não terá arrependimentos.

Na verdade, ficar na zona de conforto limita-o, porque não permite que descubra nada de novo. Lembre-se de que a vida começa, muitas vezes, onde termina a sua zona de conforto.

No entanto, há um círculo muito maior, composto por realidades que não conhece, os seus sonhos, novos conhecimentos, novos lugares… É o círculo da aprendizagem, onde ocorre a expansão.

Quer gostemos ou não, a capacidade de deixar conscientemente a nossa zona de conforto e nos atrevermos a descobrir novos horizontes e a realizar os nossos sonhos é o que nos torna diferentes dos outros; é o que nos permite ter novas experiências que enriquecem e dão sentido às nossas vidas.

Infelizmente, a maioria das pessoas prefere ficar na sua zona de conforto, o espaço em que se sentem mais ou menos confortáveis e seguras.

Para muitas pessoas, dar esse salto assusta demasiado, porque não sabem o que vão encontrar no outro círculo, de modo que colocam em prática um mecanismo de auto sabotagem, para permanecerem onde estão e não serem forçadas a sair.

1 - “Eu não tenho que fazer isso”

É verdade, ninguém o pode empurrar para fora da sua zona de conforto e não é obrigado a sair, mas se permanecer dentro da bolha, não irá crescer.

Não crescemos simplesmente pelo passar dos anos, mas pelos desafios que enfrentamos.

Quando pensa num projeto que representa um grande desafio e de repente a sua voz interior lhe diz que não tem porque o fazer, na realidade está a expressar uma resistência à mudança, porque uma parte de si deseja ficar dentro dos limites do conhecido.

No entanto, se pensar que não há nenhuma razão para realizar algo novo, lembre-se simplesmente que o fato de crescer e descobrir, são razões mais do que suficientes.

2 - “Não é o momento certo”

Condições perfeitas para empreender algo raramente ocorrem, mas perseguir um sonho significa lutar contra ventos e marés, criando condições ao longo do caminho.

Quando diz a si próprio que não é o momento certo, está a ativar o medo; provavelmente um intenso medo do fracasso.

Claro, não se trata de iniciar a uma aventura sem avaliar os prós e contras, mas se realmente quisermos levantar voo devemos ser conscientes que não podemos ficar parados, precisamos ir em pequenos passos.

E quando percebemos, já estamos a caminhar melhor.

3 - “Vou começar quando…”

Esta é uma das desculpas mais comuns para ficarmos seguros na nossa zona de conforto. Na prática, é o engano perfeito, porque não estamos a desistir do sonho ou do projeto que temos em mente, mas apenas colocando-o de lado até que determinada situação ocorra.

O problema é que essa desculpa leva diretamente à procrastinação. Por isso é provável que quando a condição exigida seja atingida, cria-se outra, e outra e mais outra...

Desta forma, mantemos a esperança viva, mas ao mesmo tempo, temos que trabalhar muito para tornar esse sonho numa realidade.

4 - “Não é para mim”

Basicamente, por trás desta frase há a ideia de que nós não somos suficientemente bons ou capazes. É uma desculpa usada pelo medo que temos do mundo.

Na verdade, é provável que em mais de uma ocasião já tenha pensado que algo não foi feito para si, mas depois de experimentar, até apreciou e ficou entusiasmado com a nova situação.

Portanto, não se feche para novas experiências, nem se limite como pessoa.

5 - “Eu não sei como fazer”

As coisas novas podem assustar, então uma das desculpas que inventamos para ficarmos na nossa zona de conforto é dizer que não sabemos como enfrentar o desafio.

Podemos pensar que não temos habilidades ou que nunca podemos desenvolver.

É verdade, para realizar determinados projetos a preparação é necessária, mas isso não significa que não o pode fazer, significa apenas que levará mais tempo ou precisa de alguém para ajudá-lo.

Será que quer ficar a vida toda onde está?

Ficar na zona de conforto é fácil, apetecível e é um processo natural. Já aceitar a mudança e o desafio é um processo desconfortável, difícil e doloroso.

Mas será menos desagradável, difícil e doloroso ver os anos a passar e a vida exatamente no mesmo sítio ou lutar todos os dias para aprender, crescer e evoluir?

8 ATITUDES TÍPICAS DE PESSOAS QUE TÊM DEPRESSÃO, MAS NÃO DEMONSTRAM:Medo ou desconhecimento?Conheça 8 sintomas das pesso...
18/11/2017

8 ATITUDES TÍPICAS DE PESSOAS QUE TÊM DEPRESSÃO, MAS NÃO DEMONSTRAM:

Medo ou desconhecimento?

Conheça 8 sintomas das pessoas que vivem com o que é chamado de “depressão mascarada”, uma doença em que tentam esconder ou não sabem que a têm.
Embora a sociedade atual demonstre, de modo geral, um maior conhecimento sobre a depressão, o que se vê, muitas vezes, é uma compreensão equivocada desta doença e dos seus sintomas.
Por tratar-se de uma doença marcada por um estigma, nem sempre conseguimos identificar familiares ou pessoas próximas que estão a lutar contra a depressão. Pior ainda: devido às conceções erradas sobre os diferentes modos de manifestação da doença, e o tipo de ajuda a ser procurado, muitos indivíduos que sofrem de depressão não recebem o devido diagnóstico.
O resultado disso é que muitos indivíduos convivem com uma depressão mascarada – ou seja, invisível para as pessoas que os rodeiam, ou mesmo para eles próprios. Além disso, nos casos em que não recebeu o diagnóstico adequado, o indivíduo tenderá a lidar com os seus problemas de modo a esconder a depressão, e terá dificuldades para reconhecer os verdadeiros sintomas da doença.
É preciso deixar de lado a conceção de que o sofrimento é sempre visível. Deste modo, será possível compreender melhor e oferecer ajuda aos que lutam contra as doenças não manifestas. Enumero a seguir, alguns sinais de uma pessoa que talvez sofra de uma depressão mascarada.
1. A pessoa “não parece deprimida”
Influenciados por estereótipos culturais e veiculados pelos media, muitos têm uma imagem falseada do comportamento e da aparência do indivíduo com depressão. Na visão do senso comum, esta pessoa raramente sai do seu quarto, veste-se com desleixo, e parece estar sempre triste. Porém, nem todos os que sofrem de depressão têm o mesmo comportamento.
Claro que as pessoas são diferentes, assim como variam os sintomas e a capacidade de cada um de lidar com a doença. Muitos conseguem exibir um “verniz” de boa saúde mental – como mecanismo de autoproteção –, mas o fato de serem capazes de o fazer não significa que eles sofram menos. Do mesmo modo, as pessoas incapazes de mostrar tal “verniz” não são mais “fracas” que as demais.
2. A pessoa pode parecer exausta, ou queixar-se de um cansaço constante
Um efeito colateral da depressão é um cansaço permanente. Embora este sintoma não se manifeste em todos os que sofrem de depressão, ele é muito comum. Em geral, é um dos piores efeitos colaterais desta doença.
Além disso, se o indivíduo não recebeu o diagnóstico de depressão, a causa deste cansaço pode ser uma incógnita. Mesmo que ele durma um número suficiente de horas à noite, talvez acorde na manhã seguinte como se tivesse dormido pouco. Pior do que isso: talvez se culpe a si próprio, atribuindo isso à preguiça ou então a algum defeito da sua personalidade que lhe está a causar esta sensação de fraqueza e falta de energia.
Este sintoma também acaba por se tornar uma dificuldade para quem recebeu o diagnóstico de depressão, mas tenta ocultá-la dos amigos e colegas. Isso porque esta sensação de cansaço afeta o seu ritmo de trabalho e também os seus relacionamentos pessoais.
3. Ela poderá ficar mais irritadiça
O comportamento de uma pessoa com depressão pode ser interpretado, equivocadamente, como melancolia. É muito comum que a pessoa deprimida fique mais irritadiça, e que isso não seja interpretado como um sintoma da doença. Isso é compreensível, já que a depressão não é um problema de saúde visível, e não pode ser medido com precisão – o que dificulta o combate à doença.
Além disso, o esforço constante exigido do indivíduo para lidar, ao mesmo tempo, com as inúmeras exigências da sua vida quotidiana, e com a depressão, absorve as suas energias, deixando-o impaciente e incapaz de ter a compreensão exata sobre as coisas.
Se o seu amigo ou conhecido têm o diagnóstico de depressão, e partilham essa informação consigo, uma dificuldade poderá surgir, caso o comportamento destas pessoas não corresponda à imagem (equivocada) que se tem de uma pessoa com depressão: uma pessoa tímida e calada. A tendência a ter “pouca paciência” e a irritar-se com facilidade é, na verdade, um efeito colateral da depressão.
4. Para a pessoa pode ser difícil corresponder ao afeto e preocupação das pessoas à sua volta.
A ideia errada mais comum em relação à depressão, sugerida nos parágrafos acima, é que ela causa um sentimento de tristeza. Pelo contrário: muitas vezes, o indivíduo com depressão não sente nada; ou então vive as emoções de modo limitado ou passageiro. Depende de cada caso, mas muitos relatam um sentimento parecido com o “torpor”, e o mais próximo que chegam de uma emoção é uma espécie de tristeza, ou irritação. Deste modo, o indivíduo terá dificuldade em corresponder de modo adequado a gestos ou palavras afetuosas. Ou então nem se dará ao trabalho de manifestar qualquer reação.
Talvez demonstre uma irritação nada racional: é possível que tenha dificuldades para processar e corresponder a atitudes afetuosas.
5. Talvez recuse a participar em atividades de que gostava muito
Uma atípica falta de interesse em participar de atividades – e durante um longo período – pode ser um sinal de depressão. Conforme mencionado acima, esta doença drena a energia tanto no plano físico quanto no mental – o que afeta a sua capacidade de sentir prazer com as atividades quotidianas.
Uma pessoa com depressão talvez não se sinta mais atraído por atividades que adorava no passado, pois esta doença acaba por dificultar o desfrutar de tais atividades, que já não o satisfazem mais. Se não há nenhum outro sinal visível que possa explicar o interesse cada vez menor do indivíduo por estas atividades, este talvez seja um sintoma de depressão clínica.
6. Talvez passe a ter hábitos alimentares incomuns
O indivíduo deprimido desenvolve hábitos alimentares incomuns por duas razões: como um modo de lidar com a doença, ou como um efeito colateral da ausência do cuidado consigo mesmo. Comer pouco ou em demasia é um sinal comum de depressão. A ingestão excessiva de alimentos é vista como vergonhosa, e neste caso a comida talvez seja a principal fonte de prazer da pessoa com depressão, o que a faz comer além do necessário.
Quando o indivíduo depressivo come pouco, em geral é porque a doença está afetando o seu apetite, transformando o ato de comer em algo desagradável. Isso também pode ser uma necessidade subconsciente de controlar algo, já que ele não é capaz de controlar a sua depressão. Se a pessoa não recebeu o devido diagnóstico, ou se omitiu diante das pessoas o fato de estar deprimida, elas poderão considerar que os hábitos alimentares “errados” se devem a um defeito de personalidade, e tal “julgamento” fará com que o indivíduo deprimido se sinta ainda pior.
7. Os outros talvez passem a exigir mais de você
Naturalmente, as funções vitais de uma pessoa com depressão não podem ser as mesmas de alguém com boa saúde mental. Haverá coisas que ele não será mais capaz de fazer com a mesma frequência, ou abandonará de vez. Perturbá-lo ou fazer com que ele se envergonhe por causa disso só tende a causar mágoas, em vez de ajudar. Se a depressão é um assunto que ele tem tido dificuldade de abordar, será igualmente difícil para ele lidar com alguém que fique irritado diante de sua incapacidade de agir do mesmo modo que uma pessoa mentalmente saudável.
Por isso, convém sempre ser compreensivo com as pessoas, seja de seu círculo profissional ou do pessoal. Não há como saber se um indivíduo está simplesmente “desacelerando”, ou se está enfrentando um verdadeiro problema de saúde.
8. Ela poderá ter dias maus, e dias “melhores”
Trata-se de uma doença com altos e baixos. Se o indivíduo sofre de uma depressão mascarada, ou não diagnosticada, pode parecer que as suas flutuações de humor sejam aleatórias, dependendo da regularidade da sua depressão. Para si (e mesmo para ele, no caso de ele não ter recebido um diagnóstico), talvez não haja uma motivação para as alterações de humor, mas esta é simplesmente a maneira como a depressão se manifesta em algumas pessoas.
Se conhece alguém que sofre de depressão, poderá ter a falsa impressão de que ele, tendo passado por uma sequência de dias “bons”, está definitivamente curado. O fato de ele ter passado um dia melhor do que na véspera pode ser excelente, mas convém que lhe peça para que ele deixe claro o que consegue ou não fazer, e em que momentos.
Concluir que o indivíduo que sofria de depressão está plenamente recuperado, ou forçá-lo a retomar rapidamente a rotina normal poderá sobrecarregá-lo, e fazer com que ele se retraia novamente.
Ofereça apoio ao amigo ou familiar com depressão, peça a ajuda de um psicólogo, mas deixe que ele tome as decisões necessárias.

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