Filipa Jardim da Silva - Psicóloga Clínica

Filipa Jardim da Silva - Psicóloga Clínica Psicóloga Clínica, Autora e Formadora. Fundadora e CEO da Academia Transformar www.transformar.pt Porque para gerar mudança há que ousar também mudar.

De uma paixão em promover mais saúde e bem-estar, nasce este projecto. Se é particular aqui poderá encontrar serviços de Psicoterapia Individual (presencial ou online), Avaliação Psicológica, Coaching, Intervenção em Grupo e Cursos Formativos (presenciais e online). Se integra uma empresa poderá interessar-lhe o portfólio de serviços na área de Coaching, Formação e Consultoria. Sendo cada pessoa única, são propostas soluções personalizadas e actualizadas cientif**amente para se potenciar a mudança pretendida. Considerando que empresas com bons programas de saúde aumentam a produtividade e saúde dos seus colaboradores, tendo assim menos custos médicos e maiores lucros, são desenhadas intervenções tailor made ajustadas às realidades específ**as de cada organização. Comece a potenciar hoje a sua mudança comigo.

Num mundo que acelera, racionaliza e exige produtividade emocional, esquecemo-nos de algo essencial: o luto não se resol...
18/02/2026

Num mundo que acelera, racionaliza e exige produtividade emocional, esquecemo-nos de algo essencial: o luto não se resolve, não se ultrapassa, não se supera. O luto atravessa-se.
A ciência mostra-nos que o corpo precisa de participar na integração da perda. Falar ajuda. Nomear regula. Mas sentir é o que transforma.
E talvez seja esse o convite:
menos explicações imediatas, mais presença
menos anestesia, mais humanidade
menos pressa, mais tempo

Porque ninguém sofre por luto se não tiver amado profundamente. E isso, apesar de tudo, é uma das maiores provas de saúde emocional.

13/02/2026

Não consegui f**ar indiferente a partilha nos últimos dias do e da reação obtida por algumas figuras públicas em televisão nacional, tão bem captada e refletida pelo .

A Depressão não tem uniforme.
Não tem um rosto específico, idade, género, profissão. E não precisa de se parecer “grave” para ser real.
Como psicóloga clínica, vejo diariamente pessoas altamente funcionais, produtivas e sorridentes que vivem um sofrimento profundo e invisível.
O cérebro humano não entra em colapso apenas quando tudo para.
Muitas vezes entra em modo sobrevivência enquanto a agenda continua cheia. De resto, quantos suicídios já se deram de “pessoas aparentemente felizes com vidas perfeitas”?

O Sofrimento não é uma equação matemática nem uma competição.
Comparar dores só acrescenta culpa e vergonha, dois dos maiores fatores de risco para agravamento de quadros depressivos.

Na psicologia do trauma sabemos que o impacto não depende apenas do evento, mas da forma como o sistema nervoso o processa.
E isso é individual e único.

A doença mental não é fraqueza.
Não é dramatização a procura de likes.
Não é ingratidão.
É uma questão de saúde.
E enquanto continuarmos a exigir que alguém “pareça mal” ou tenha determinadas circunstâncias de vida para merecer ajuda, vamos continuar a falhar enquanto sociedade.
Validar e respeitar não é exagerar. É prevenir.

04/02/2026

A ingratidão não surge do nada.
Do ponto de vista psicológico, está muitas vezes associada a mecanismos de defesa como a negação, a projeção e a desresponsabilização.
Quando alguém sente que deve algo que não consegue ou não quer integrar, o cérebro tende a reescrever a história.
Minimiza o que recebeu.
Desvaloriza quem ajudou.
Ataca quem lembra limites ou responsabilidade.
É uma forma inconsciente de aliviar culpa e preservar uma imagem interna de controlo.

Estudos em psicologia social mostram que pessoas com menor tolerância à frustração e menor autorregulação emocional têm maior dificuldade em reconhecer contributos externos, sobretudo quando estão em fases de mudança ou ascensão.
Chamamos liberdade a este movimento. Mas muitas vezes é fuga.
Chamamos autoproteção. Mas muitas vezes é agressão.
Manter coerência, ética e consciência emocional num contexto assim exige maturidade psicológica e liderança interna.
A gratidão não é uma questão de educação.
É um indicador de saúde emocional.
E continuar a escolhê-la, mesmo quando custa, é um ato profundamente humano.

Aceitar as pessoas como elas são não signif**a dar-lhes acesso ilimitado à tua vida, às tuas decisões ou à tua energia.S...
02/02/2026

Aceitar as pessoas como elas são não signif**a dar-lhes acesso ilimitado à tua vida, às tuas decisões ou à tua energia.
Signif**a ver com clareza quem cada pessoa é hoje, o que consegue oferecer e até onde pode ir contigo.
Nem toda a gente merece o mesmo lugar.
Nem toda a gente deve ter o mesmo poder de influência.
Nem toda a gente tem um crescimento na mesma direção do que tu.
Ser o CEO da tua vida implica escolhas difíceis e conscientes.
Implica contratar quem acrescenta, promover quem cresce contigo e despedir, sem culpa excessiva, quem já não está alinhado com a tua saúde emocional, valores ou futuro.
Isto não é frieza. É maturidade emocional.
É autocuidado com responsabilidade.

♥️ Gerir bem a tua vida assenta muito em gerires bem as tuas relações.

27/01/2026

Quando o desrespeito é normalizado em público, ele aprende-se em privado.
Nas escolas.
Nos locais de trabalho.
Em casa.

As palavras nunca são “só expressões”.
São permissões emocionais.
Modelam o que é aceitável dizer, sentir e fazer.
Quem tem visibilidade tem responsabilidade.
Figuras públicas e Líderes não devem reproduzir o que recebem mas sim escolher o que pretendem devolver à sociedade.

Isto não é sobre ser sensível. É sobre ser humano.
E cuidar da saúde mental coletiva começa por aqui: na forma como falamos uns com os outros.
Porque quando não fazemos o bem que podemos, estamos sim, a fazer mal.

Este vídeo é a prova de que política não é só política.O discurso de um governante não f**a num debate, num tweet ou num...
22/01/2026

Este vídeo é a prova de que política não é só política.
O discurso de um governante não f**a num debate, num tweet ou numa assembleia. Entra nas casas, nas escolas, nos espaços de trabalho.
Modela o que achamos aceitável dizer.
Define o que é “normal” sentir.
E, aos poucos, contamina o que somos.

Quando o poder legitima a humilhação, o preconceito e o “volta para a tua casa”, esse poder está a ensinar-nos a desumanizar.
Mas a casa é a mesma, o mundo é um só.
O ódio é a doença que mais rápido se propaga quando o medo ganha voz.

Enquanto sociedade, ganhamos quando nos protegemos mutuamente, não quando nos combatemos como se fôssemos de espécies diferentes.
A empatia é o maior ato político do nosso tempo. Aplica-o no teu dia-a-dia.

20/01/2026

Teres razão não chega.
Às vezes, até atrapalha.

No futebol, como na liderança e na vida, perdermo-nos num lance, numa discussão ou na nossa razão, pode ter um custo elevado.

Virar costas, gritar ou abandonar o campo raramente nos leva mais longe.
O que faz a diferença é a capacidade de manter o foco no objetivo maior, e regular as emoções mesmo quando a reatividade e os impulsos puxam para outro lado.

As chamadas soft skills não são soft.
São competências de alto rendimento e de liderança.

Porque no fim, não é um momento que f**a na memória. É a postura ao longo do tempo. E o resultado final.

Liderar é saber o que ignorar, para proteger o que importa.

15/01/2026

Há algo que raramente se diz sobre liderança consciente e humanista: a empatia não nos protege de tudo. E liderar com valores não nos livra de comportamentos desleais.

Ao longo do meu percurso enquanto líder e no trabalho com muitos líderes, tenho aprendido algumas verdades difíceis.

No fim de tudo, que tenhamos presentes que liderar com consciência não é evitar conflito. É saber atravessá-lo sem perder o centro.

👉 E tu, já tiveste alguma aprendizagem dura na liderança e gestão de pessoas?

Quando o mundo pesa demais. Quando se vive de luzes apagadas. A depressão continua a ser uma das condições de saúde mais...
13/01/2026

Quando o mundo pesa demais. Quando se vive de luzes apagadas.

A depressão continua a ser uma das condições de saúde mais subestimadas e, paradoxalmente, uma das mais comuns.

Em Portugal, estima-se que mais de 700 mil pessoas vivam com sintomas depressivos, muitas sem diagnóstico nem acompanhamento.
A OMS estima que a depressão será a doença mais comum em 2030, atingindo 44% da população mundial, com Portugal entre os países com o número mais elevado da União Europeia.
A OCDE estimou que, desde 2000 a 2020, houve um aumento de 304% no consumo de antidepressivos em Portugal, ocupando atualmente a 5ª posição na União Europeia.

O género feminino está duas vezes mais passível de ter depressão mas o número de suicídio é três vez maior no género masculino.

A depressão não é sinal de fraqueza, é uma doença. É o sistema humano a dizer que já não consegue resistir ao ritmo, às exigências, à desconexão, a desilusão, a dificuldade. É a genética a encontrar terreno fértil em circunstâncias de vida.

Cuidar da saúde mental é tão vital como cuidar do coração.
O cérebro também precisa de nutrientes, de descanso de qualidade, de movimento e segurança emocional.

Por isso, a recuperação passa por uma abordagem integrativa:
- Alimentação que apoia o equilíbrio neuroquímico.
- Movimento, sono e respiração consciente para regular o corpo.
- Psicoterapia para compreender e mudar padrões de pensamento e comportamento, desenvolver autoconhecimento e competências emocionais
- Acompanhamento psiquiátrico e medicação ajustada, sobretudo em casos moderados e graves.
- Relações seguras que suscitem pertença e suporte.
- Uma rotina diária que energize, satisfaça e promova a sensação de propósito cumprido e de respeito.

No Dia Mundial de Combate à Depressão, o meu apelo é simples:
📣 Falar é o primeiro tratamento.
A vergonha, a culpa, o estigma e a falta de literacia em saúde são os grandes inimigos de uma prevenção ef**az, de uma deteção precoce e de uma intervenção adequada.

12/01/2026

Podem dizer-te que não és boa o suficiente,
que não tens suficiente talento,
que não tens um perfil adequado,
que não tens a idade certa,
que não te encaixas.

É muito importante que nesse momento respeites essa opinião mas não a confundas com a verdade nem com o futuro.
Nesse momento deves ouvir-te sobretudo e tornar essa rejeição numa oportunidade de reconfirmares se é mesmo esse caminho que queres seguir. E se for, essa rejeição será só um redirecionamento para uma jornada com persistência, resiliência e trabalho.
Não é sobre dares ou não dares razão aos outros.
É sobre te cumprires e te respeitares.

Escrevo este post não como análise política, mas como reflexão sobre o que nos torna humanos.Ao acompanhar as notícias r...
08/01/2026

Escrevo este post não como análise política, mas como reflexão sobre o que nos torna humanos.
Ao acompanhar as notícias recentes da tragédia da mulher, mãe e poetisa americana nos EUA à crescente agressividade no debate público em Portugal, sinto a urgência de nos perguntarmos: que humanidade estamos a cultivar?
Enquanto psicóloga, sei que a desumanização do ‘outro’ é o primeiro passo para a perda da nossa própria liberdade. Quando deixamos de sentir empatia baseados em etiquetas, nacionalidades ou ideologias, estamos a construir uma sociedade cega e perigosa.

Como vamos explicar este mundo as nossas crianças?
Como as protegemos da revolta sem as privar da consciência crítica?
A resposta não está na destruição, mas na capacidade de recuperarmos o respeito, o diálogo e a segurança psicológica.

É tempo de acordar.
A liberdade não se perde de repente; perde-se no silêncio perante a injustiça ao lado.

🫂 Partilha esta reflexão se também acreditas que a humanidade tem de vir sempre primeiro.

06/01/2026

Não é tarde. Não estás atrasado/a.
Esquece o mito dos 21 dias.

A mudança real precisa de espaço, repetição e consistência, não pressão ou precipitação.

♥️ Salva este reel para reveres sempre que sentires que estás “atrás do plano” ou que “já deitaste tudo a perder neste novo ano”.

Endereço

Avenida António Augusto De Aguiar 17 , 5o Dto
Lisbon
1050-012

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 21:00
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Sexta-feira 09:00 - 21:00
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A promover a mudança, todos os dias.

De uma paixão em promover mais saúde e bem-estar, nasce este projecto. Porque para gerar mudança há que ousar também mudar. Se é particular aqui poderá encontrar serviços de Psicoterapia Individual (presencial ou online), Avaliação Psicológica, Coaching, Intervenção em Grupo e Cursos Formativos (presenciais e online). Se integra uma empresa poderá interessar-lhe o portfólio de serviços na área de Coaching, Formação e Consultoria. Sendo cada pessoa única, são propostas soluções personalizadas e actualizadas cientif**amente para se potenciar a mudança pretendida. Considerando que empresas com bons programas de saúde aumentam a produtividade e saúde dos seus colaboradores, tendo assim menos custos médicos e maiores lucros, são desenhadas intervenções tailor made ajustadas às realidades específ**as de cada organização. Comece a potenciar hoje a sua mudança comigo.