16/05/2026
Hoje assinala-se o Dia Internacional da Doença Celíaca e estive no Diário da Manhã, da , a falar sobre esta doença autoimune que provoca inflamação das vilosidades intestinais e pode comprometer seriamente a absorção de nutrientes.
Apesar de cada vez se falar mais sobre glúten, continua a existir muita confusão entre:
doença celíaca ≠ sensibilidade ao glúten ≠ tendência alimentar.
E isso é importante, porque retirar glúten sem necessidade não signif**a automaticamente uma alimentação mais saudável. Em alguns casos, pode até dificultar o diagnóstico, gerar restrições desnecessárias ou aumentar ansiedade alimentar.
Muitas pessoas vivem anos com sintomas vagos: fadiga, anemia persistente, desconforto digestivo, distensão abdominal… sem perceberem a verdadeira causa.
Quando o diagnóstico finalmente chega, já existem muitas vezes défices importantes de ferro, vitamina D, cálcio ou vitaminas do complexo B, consequência de um intestino que passou demasiado tempo com dificuldade em absorver nutrientes.
Outro desafio muito atual? A falsa ideia de que “sem glúten” é sempre melhor. Muitos produtos ultraprocessados sem glúten têm pior qualidade nutricional do que as versões convencionais.
Por isso, mais do que seguir tendências, é fundamental aprender a ouvir os sinais do corpo e procurar um diagnóstico adequado 🤍
A alimentação deve trazer saúde, não medo.