Associação Portuguesa de Geógrafos

Associação Portuguesa de Geógrafos Muito do que pode interessar a geógrafos

❗📄 Chamada para resumos!A Rede Internacional de Pesquisa Turismo e Dinâmicas Socioterritoriais Contemporâneas, criada no...
16/03/2026

❗📄 Chamada para resumos!
A Rede Internacional de Pesquisa Turismo e Dinâmicas Socioterritoriais Contemporâneas, criada no Brasil em 2020 e com cerca de 130 membros distribuídos pelo Brasil, Argentina, Moçambique, México, Portugal e Espanha, irá realizar o seu V Seminário em Lisboa (Portugal), entre 24 e 29 de agosto .
Este encontro, dedicado ao debate crítico cientificamente informado sobre o turismo na contemporaneidade, está organizado em cinco Sessões Temáticas, para as quais se convidam investigadores/as interessados/as, membros e não membros da RIP Turismo e Dinâmicas Socioterritoriais Contemporâneas, a apresentarem resumos de comunicações.
📅 Os resumos (até 500 palavras), a submeter até 3 de abril, devem explicitar a questão de investigação, enquadramento teórico, metodologia e principais resultados ou contributos esperados.

https://www.igot.ulisboa.pt/eventos/v-seminario-da-rede-internacional-de-pesquisa-turismo-e-dinamicas-socioterritoriais?fbclid=IwY2xjawQksmRleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFmNFJhdlEyaVJWc3VGT3Jsc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHmoffsBXdwgyfKApz3ZmqnfYChxeeWuVZ2O3gJ4BZHKXp4EC4Tf2OgCyVreV_aem_tZl-SysYTd8kD0SUnzdbhw

Apresentação

A relação da geografia da energia com a economia e a política mundial.Os dados mostram que a União Europeia depende fort...
14/03/2026

A relação da geografia da energia com a economia e a política mundial.

Os dados mostram que a União Europeia depende fortemente de importações energéticas. No petróleo, destacam-se como principais fornecedores a Noruega, os EUA e o Cazaquistão, enquanto a Arábia Saudita representa cerca de 7% do valor importado. Já no gás natural, a Noruega assume uma posição dominante, seguida pelos EUA, com a Rússia ainda a manter um peso relevante.

Ao mesmo tempo, observa-se uma reorganização dos fluxos energéticos globais. O Qatar direciona grande parte das suas exportações de GNL para a Ásia, com a China, a Índia e a Coreia do Sul entre os principais destinos. Este padrão evidencia como o crescimento energético asiático está a redesenhar os mercados.

A leitura geográfica destes dados mostra três tendências fundamentais: diversificação das fontes energéticas europeias, crescente importância do gás natural liquefeito no comércio global e deslocação do centro da procura energética para a Ásia.

O Grupo de Trabalho da América Latina da Associação Espanhola de Geografia (AGE) anuncia a realização do XII Congresso I...
12/03/2026

O Grupo de Trabalho da América Latina da Associação Espanhola de Geografia (AGE) anuncia a realização do XII Congresso Internacional de Geografia da América Latina.

📍 Local: Faculdade de Turismo e Geografia, Vila-Seca (Tarragona, Espanha)
📅 Datas: 27, 28 e 29 de janeiro de 2027

Convidamos a comunidade académica a participar ativamente nas temáticas propostas e a divulgar esta informação nas suas redes e contactos internacionais. A diversidade de contributos será fundamental para enriquecer os debates e ampliar o alcance do encontro.

🔗 Mais informações e atualizações na página oficial:

El XII Congreso Internacional de Geografía organizado por la Asociación Española de Geografía de América Latina (AGE-AL) tendrá lugar en Vila-Seca (Tarragona, España) del 27 al 29 de enero 2027.

Provas de Agregação de António Bento-Gonçalves | Presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos entre 2020 e 2022. Tiv...
11/03/2026

Provas de Agregação de António Bento-Gonçalves | Presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos entre 2020 e 2022.

Tiveram lugar, no dia 10 de março, na Sala de Atos do ICS, as provas de agregação em Geografia, (especialidade em Geografia Física e Estudos Ambientais) de António José Bento Gonçalves, com a a apreciação da lição intitulada “Geografia dos incêndios florestais: Os incêndios florestais no território português, antes de 1960”.

O júri foi presidido por Ana Paula Marques, Presidente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, e composto por:

-Lúcio Sobral da Cunha, Professor Catedrático Jubilado e Professor Emérito da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra;
-José Luís Zêzere, Professor Catedrático do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa;
-Ana Maria Sousa, Professora Catedrática do Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto;
-Maria José Roxo, Professora Catedrática do Departamento de Geografia e Planeamento Regional da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa;
-Paula Remoaldo, Professora Catedrática do Departamento de Geografia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho;
-Xavier Úbeda Cartañá, Professor Catedrático da Faculdade de Geografia e História da Universidade de Barcelona.

Inundações: é preciso identificar onde podem ocorrer vítimas | Bruno Carmo e Pedro Pinto SantosNo entanto, os episódios ...
11/03/2026

Inundações: é preciso identificar onde podem ocorrer vítimas | Bruno Carmo e Pedro Pinto Santos
No entanto, os episódios de cheias que marcaram os meses de janeiro e fevereiro deste ano demonstraram que o problema não se limita a essas zonas. Existem áreas que ainda não estão classificadas no âmbito da diretiva comunitária onde a exposição de pessoas e bens é elevada e onde os impactos podem ser igualmente graves. Outro ponto de melhoria seria também incorporar na metodologia a qualidade dos edifícios (material de construção) e não apenas o número de andares.

https://www.publico.pt/2026/03/10/azul/opiniao/inundacoes-preciso-identificar-onde-podem-ocorrer-vitimas-2167308?fbclid=IwY2xjawQcz5tleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAwzNTA2ODU1MzE3MjgAAR5isUkIUZwDiM5vZQxwd8CUQ0F9EnQguhOB5KE2_o9WP80pxH08QIhxWxt9Yg_aem_D8G_AELDj-a7CgaEyfri5A

"A Arábia Saudita, um dos maiores produtores de petróleo do mundo e historicamente um travão à ação climática, está a ac...
10/03/2026

"A Arábia Saudita, um dos maiores produtores de petróleo do mundo e historicamente um travão à ação climática, está a acelerar a aposta na energia solar: quer chegar aos 50% de eletricidade renovável até 2030 e já lançou um boom de megacentrais no deserto, num movimento impulsionado sobretudo pelos baixos custos e pela procura interna crescente."

https://cnnportugal.iol.pt/arabia-saudita/acao-climatica/este-pais-rico-em-petroleo-tem-travado-a-acao-climatica-esta-discretamente-a-construir-um-imperio-de-energia-limpa/20260307/698b73a2d34e92a34498b1b6?utm_term=Autofeed&utm_source_platform=EB&utm_campaign=ed-cnnportugal&utm_medium=social&fbclid=IwY2xjawQcuqtleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEepHCNEvYu1xenoaXB-5a0akvfb1E2etbAQX95cPXbOghX9PygELY1j0Z2MEU_aem_xf3sivHEE43oCu7zbohf5Q =1773130237

Dia da Geografia Portuguesa em Ponte da BarcaNo dia 25 de fevereiro comemorou-se o Dia da Geografia. Celebrar este dia é...
09/03/2026

Dia da Geografia Portuguesa em Ponte da Barca
No dia 25 de fevereiro comemorou-se o Dia da Geografia. Celebrar este dia é uma oportunidade para refletir sobre o papel desta ciência na compreensão do território, especialmente o território português, as suas dinâmicas naturais e humanas e a promoção de um desenvolvimento sustentável, entre sociedade, ambiente, economia e cultura.

Celebrar o Dia da Geografia é reconhecer a relevância desta ciência na formação de cidadãos críticos, informados e responsáveis, capazes de interpretar o território, valorizar o património e desenvolver estratégias de proteção ambiental face aos desafios naturais e humanos contemporâneos.

Para assinalar este dia foi realizada uma exposição no átrio do Bloco C, onde foram divulgados poemas sobre a Geografia, bem como uma mensagem do Professor Doutor Norberto Santos sobre a importância desta disciplina.

Durante a primeira aula da manhã, foi lido um texto em todas as turmas que permitia aos alunos refletir sobre a importância da disciplina.

No Programa Leituras e Companhia os alunos leram poemas sobre temas de Geografia, e, para assinalar o dia, as turmas A e B do 7.º ano efetuaram uma pesquisa sobre geógrafos nacionais e internacionais.

Para envolver os alunos nas atividades deste dia, cada turma referiu o que representa para si a Geografia.

Realizou-se ainda uma nova dinâmica: Globão da Geografia. Nas turmas com a disciplina de Geografia, os alunos votaram nas seguintes categorias: Fenómeno Geográfico; Palavra relacionada com a Geografia; Objetivo de Desenvolvimento Sustentável e Instrumento utilizado em Geografia, para proceder à atribuição dos prémios.

Apurados os votos, o vencedor do Globão da Geografia de Fenómeno Geográfico foi Sismo; o Globão da Geografia da palavra relacionada com a Geografia foi País; o Globão da Geografia do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável foi atribuído ao objetivo n.º 5, Igualdade de Género; e o Globão da Geografia na categoria Instrumento utilizado em Geografia foi atribuído a Bússola.

O grupo de Geografia agradece o auxílio do 12.º C na montagem e desmontagem da exposição.

O grupo disciplinar de Geografia

https://www.avepb.pt/portal/index.php/agrupamento/noticias/noticias-do-agrupamento-2025-2026/146-noticias-gerais-2025-2026/3506-dia-da-geografia-2026?fbclid=IwY2xjawQbm8pleHRuA2FlbQIxMQBicmlkETFxVUM3QU5velo1eUd2NTBHc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHiBy7hpaJ9hviBYoQWhFJLwHn6dYDdUK2WajiQ03ONtwZX_A-F_DEXyEQrRm_aem_VqItMWjATrEdXMnsZB7Gtg

No dia 25 de fevereiro comemorou-se o Dia da Geografia. Celebrar este dia é uma oportunidade para refletir sobre o papel desta ciência na compreensão do território, especialmente o território português, as suas dinâmicas naturais e humanas e a promoção de um desenvolvimento sustentável, en...

Entrevista APG | Mafalda Bastos de Moura"A ação climática está num impasse: por um lado, multiplicam-se as promessas int...
06/03/2026

Entrevista APG | Mafalda Bastos de Moura

"A ação climática está num impasse: por um lado, multiplicam-se as promessas internacionais e os planos técnicos; por outro, a realidade dos territórios continua a agravar-se, com comunidades cada vez mais expostas, perda de meios de subsistência, dos seus recursos e do património. O problema já não está na falta de conhecimento científico, mas na distância entre as decisões políticas e as vivências locais.
A ação climática não pode ser desenhada apenas em gabinetes técnicos ou em fóruns distantes que favorecem quem tem mais recursos económicos. Precisa de nascer na sociedade, pelas ruas, nas escolas, nas conversas entre cidadãos que sentem, dia após dia, ano após ano, os impactos concretos da crise climática. É aí que se percebe quem é mais vulnerável, onde falham os serviços, onde faltam planos, quando as promessas se esvaziam e as ferramentas de resiliência demoram a chegar. E é aí, sobretudo, que se descobre que soluções fazem sentido no contexto local. As áreas rurais, muitas vezes esquecidas pelo Governo central, são um exemplo urgente. Isoladas geograficamente e problemas de esvaziamento pela migração para as cidades, enfrentam riscos crescentes, mas também guardam um potencial enorme: comunidades com forte ligação à terra, ecossistemas resilientes e saberes tradicionais que são fundamentais para uma transição justa, segurança climática e sumidouros de carbono. Apoiar estas regiões não é só uma questão de equidade, é uma estratégia essencial para um futuro integrado, justo e sustentável.
Para isso também exige mais mecanismos de participação e capacitação que vão além da consulta simbólica: orçamentos participativos climáticos, comissões mistas com cidadãos (pedidas pela Lei de bases do Clima), acesso aberto a dados espaciais, formação em literacia climática e, sobretudo, vontade política para ouvir e entregar.
Mas ouvir não basta se a comunidade não tem meios de agir. É urgente investir mais em capacitação local: desenvolver empregos verdes acessíveis, oferecer formações práticas em economia circular, gestão florestal e agrícola ecológica, adaptação e energia renovável e descentralizada, e garantir que essas oportunidades cheguem também às regiões mais isoladas.
Além disso, os eventos e fóruns sobre clima precisam ser descentralizados, não podem concentrar-se sempre nas grandes cidades. Só assim conseguiremos recolher recomendações autênticas, ouvir os desafios reais do interior e construir políticas que reflitam a diversidade territorial de Portugal.
É através da Geografia que aprendemos a analisar as dinâmicas e a distribuição de recursos no território, a fundamentar diagnosticamente os problemas e as vulnerabilidades, e a mapear não só os riscos climáticos, mas também a exposição real das comunidades. Essa leitura só faz sentido se for completa, integrando dados técnicos, saberes locais, indicadores de exposição e justiça social. E só assim pode-se orientar uma educação e cidadania ambiental crítica, capaz de transformar o território. Por fim, uma resposta climática só será eficaz se tiver uma base geográfica situada, contextualizada e justa.
A ação climática deve ser entendida, antes de mais, como resposta preventiva e estruturante para reduzir danos e impactos, e não apenas como uma reação posterior aos desastres. Eventos recentes, como as tempestades e precipitações extremas ou os incêndios florestais recorrentes, demonstram que continuamos a atuar sobretudo após a ocorrência, mobilizando milhões de euros em respostas de emergência e reconstrução, esquecendo a urgência a longo prazo."

https://apgeo.pt/117-mafalda-moura

Dia da Geografia Portuguesa nas EscolasNo dia 25 de fevereiro de 2026 comemorou-se o Dia da Geografia Portuguesa. Vários...
05/03/2026

Dia da Geografia Portuguesa nas Escolas
No dia 25 de fevereiro de 2026 comemorou-se o Dia da Geografia Portuguesa. Vários agrupamentos de escolas do país o assinalaram com diversas atividades, que em muito enriquecem e promovem a Geografia enquanto área do saber fundamental para uma cidadania ativa, participada e responsável.
A exemplo, o Agrupamento de Escola de Ermesinde, em que o grupo de Geografia desenvolveu várias atividades junto dos alunos e dos colegas docentes, também disseminadas à comunidade em geral.
Promoveu-se: a realização e divulgação de vídeos (por ano de escolaridade) acerca da importância da Geografia com o contributo das várias turmas dos 7º, 8º, 9º e 11º anos de escolaridade que foram divulgados nas páginas do agrupamento e às turmas; aulas interativas com dinâmicas alusivas à Geografia; duas tertúlias com o Professor Doutor Pedro Chamusca “À conversa com…” acerca da Geografia e da sua utilidade no dia a dia para os sétimos e nonos anos respetivamente; comemoração nas salas dos professores com um “momento doce com a Geografia” e uma memória descritiva numa moldura acerca do Dia da Geografia; atuação de uma turma do sétimo ano com música e coreografia – A Rosa dos Ventos e decoração dos espaços nas escolas com uma tela com um globo.
Os alunos envolveram-se ativamente nestas atividades, o que foi francamente positivo para incutir o seu gosto pela disciplina e pela compreensão e perceção acerca da sua utilidade na sociedade em geral. A Geografia numa perspetiva mais subjetiva (mas real!) com os seus contributos ajuda a sociedade em geral a ser mais feliz!
Se tens curiosidade sobre esta atividade consulta o site do Agrupamento de Escolas de Ermesinde nos seguintes links:

https://novo.aeermesinde.net/wp/dia-da-geografia-portuguesa-2/
https://novo.aeermesinde.net/wp/dia-da-geografia-portuguesa-3/

Saudações Geográficas!

Geógrafos no terreno: O geógrafo na administração local | Sofia Bernardino, Técnica Superior na Câmara Municipal de Cond...
04/03/2026

Geógrafos no terreno: O geógrafo na administração local | Sofia Bernardino, Técnica Superior na Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova

A Geografia, enquanto ciência do território, capaz de articular compreensão teórica e intervenção prática, desempenha um papel fundamental no contexto da administração local. O geógrafo não se limita a observar ou descrever o espaço. Analisa dinâmicas, interpreta relações e participa ativamente na construção de decisões que estruturam o desenvolvimento territorial.
Ao longo de 13 anos em funções na Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, no Departamento do Urbanismo, Ambiente e Desenvolvimento, a aplicação do conhecimento geográfico tem-se materializado na implementação e gestão do Sistema de Informação Geográfica Municipal, instrumento estruturante para a organização, análise e disponibilização da informação territorial.
A recolha e tratamento de dados, a produção de cartografia temática, a análise de processos urbanísticos e o apoio aos instrumentos de gestão territorial constituem algumas das expressões concretas de uma prática que transforma dados dispersos em conhecimento integrado e fundamentado, essencial à tomada de decisão.
Planear e ordenar o território exige compreender a sua complexidade e antecipar os efeitos das intervenções. O geógrafo, ao estruturar informação, fundamentar pareceres e apoiar a elaboração de instrumentos de gestão territorial e demais planos, participa ativamente na construção de políticas públicas mais conscientes das especificidades locais.
Deste modo, a Geografia afirma-se não apenas como conhecimento do espaço, mas como prática responsável de organização do território, orientada para a sustentabilidade, a coesão e o bem comum.

https://apgeo.pt/o-geografo-na-administracao-local-sofia-bernardino

Geógrafos no Terreno | Ser Geógrafo: Um CompromissoAdriano Nave - Unidade de Ambiente e Proteção Civil da Comunidade Int...
03/03/2026

Geógrafos no Terreno | Ser Geógrafo: Um Compromisso
Adriano Nave - Unidade de Ambiente e Proteção Civil da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões
Na última aula de 2001, o Professor Fernando Rebelo despediu-se da turma com uma frase que nunca mais me abandonou: “A partir de agora, vocês estão licenciados para aprender. É esse o significado de ser licenciado.”
Ora, o percurso profissional que iniciei em 2002 não podia ter sido mais revelador da força daquela afirmação. A transversalidade científica da Geografia e a densidade do pensamento geográfico obrigam-nos a uma aprendizagem permanente. Só assim conseguimos estar preparados para integrar projetos multidisciplinares que partilham objetos e objetivos comuns, mas recorrem a metodologias distintas.
Os anos que trabalhei na administração local, no município de Mangualde, trouxeram-me o território concreto, as pessoas, os constrangimentos reais e a responsabilidade de transformar análise espacial em apoio à decisão.
Hoje, na Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, trabalho numa escala supramunicipal, onde a visão estratégica, a articulação entre municípios e a coerência territorial são desafios permanentes. Trabalhar a região é ainda mais exigente.
A prevenção estrutural de incêndios rurais e os sistemas de informação geográfica, sempre foram para mim, as áreas de maior interesse. Mais recentemente, a credenciação em fogo prescrito para gestão de paisagem e a utilização de ferramentas de análise e simulação do comportamento do fogo possibilitaram uni-las na perfeição.
Em suma, o maior valor do geógrafo reside na sua capacidade de traduzir complexidade em soluções, apoiar decisões, qualificar políticas e servir os cidadãos. E essa responsabilidade faz-me regressar frequentemente àquela última aula.

https://apgeo.pt/ser-geografo-um-compromisso-adriano-nave

📘 Lançamento da Inforgeo 28 (2026) | Geografia das MobilidadesJá se encontra disponível, desde o 25 de fevereiro de 2026...
02/03/2026

📘 Lançamento da Inforgeo 28 (2026) | Geografia das Mobilidades
Já se encontra disponível, desde o 25 de fevereiro de 2026 - Dia da Geografia Portuguesa - a nova edição da Inforgeo, dedicada ao tema “Geografia das Mobilidades”, editada pela Associação Portuguesa de Geógrafos.

Este número reúne contributos científicos que analisam migrações, transportes, fluxos de capital, mobilidades digitais e políticas públicas, evidenciando o papel central das mobilidades na organização do território — do local ao global.

Uma edição atual, crítica e essencial para compreender os desafios do século XXI. 🌍

https://apgeo.pt/lancamento-da-revista-inforgeo-28-2026

Endereço

Instituto De Ciências Sociais, Avenida Professor Aníbal Bettencourt, N. º 9
Lisbon
1600-189LISBOA

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