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- Acompnhamento psicológico/psicoinclusivo a crianças, jovens e adultos
- Acompanhamento psiológico de atletas
- Prestação de consultoria a IPSS
- Apoio a gestão de equipas

Uma “epidemia” de saúde mental entre os adolescentes21/11/2024Temos cada vez menos adolescentes. E cada vez melhores pai...
22/11/2024

Uma “epidemia” de saúde mental entre os adolescentes
21/11/2024
Temos cada vez menos adolescentes. E cada vez melhores pais. Os adolescentes têm cada vez mais oportunidades educativas. E mais fontes informativas. Dispõem de mais recursos e têm cada vez melhor qualidade de vida. E são cada vez mais protegidos. Mas, apesar disso e a propósito deles, o presidente da Sociedade Europeia de Psiquiatria da Infância e da Adolescência fala, de uma epidemia de doença mental. Referindo que há mais comportamentos de risco nos adolescentes. Mais comportamentos aditivos. Mais depressão e mais ansiedade. Mais violência. E mais bullying. Apontando como causas possíveis para tudo isso a crise da família, a propósito da banalização do divórcio. As crises financeiras, pandémica e ambiental. E a revolução digital. Mas será que é assim? Se têm mais escola e mais família, onde estará tudo a falhar?

A adolescência é, hoje, muito diferente. Os adolescentes têm pouco tempo para ser adolescentes, como tiveram menos oportunidades do que deviam para serem crianças. Vivem a escola como uma prioridade mais importante que a família ou o brincar. São muitíssimo mais digitais; na forma como aprendem, como se informam, como se deixam condicionar e como se socializam. Ousam e arriscam de menos. Crescem demasiado protegidos e muito rodeados de controle. E de um ideal de segurança que contribui para uma “imunodeficiência adquirida” ao erro, ao insucesso, ao fracasso e à dor. Têm uma atitude mais racional e, aparentemente, menos afetiva com o amor, com os sonhos e com o futuro. Não têm a precocidade de aceder às relações amorosas e à sexualidade da geração dos seus pais. Manifestam um anseio de afirmação pela diferença e de notoriedade exagerados. E parecem ter como aspiração fundamental tornarem-se “grandes”, terem muita carreira e muita vida, muito sucesso e muito dinheiro. Muito depressa.

Estes adolescentes tiveram uma vida mais fácil que os seus pais. E, por vezes, tão mais fácil, que quando não têm sucesso “de caras” e “à primeira” desistem muito facilmente. Não tendo quem lhe recorde que o fácil exige muito tempo e muito trabalho. E que seja o que for que não consigam desde logo, isso não significa que o fácil, quando não é logo fácil, se torne impossível.

São adolescentes talvez um bocadinho mais egocêntricos, mais egoístas, mais individualistas e mais imediatistas. E menos autónomos! Que cresceram em famílias mais democráticas, mas que, todavia, comprometem o exercício da autoridade parental com a forma um bocadinho medricas como lhes dizem: “não!”.

Que, porque são mais protegidos, são, potencialmente, mais frágeis e vivem a infância durante muito mais tempo. Por mais que, para consumo de pornografia, violência, populismo ou jogos de azar se tornem, digitalmente, “maiores” aos 10, aos 11 ou aos 12.

Porque estes adolescentes vivem sob uma aspiração de controle exagerado que os leva a confundir, dominar sentimentos com pensar, tomam, muitas vezes, o nervoso miudinho, o medo ou a ansiedade como ataques de pânico.
Porque tiveram (felizmente) pouca exposição à dor, correm o risco de baralhar tristeza com depressão.
Porque crescem com muitos tempos de autogestão, escorregam mais facilmente para a ânsia, para a aflição, para o desamparo e para a solidão.
Porque correram pouco, andaram pouco à bulha e não aprenderam a ser agressivos com lealdade, com urbanidade e com maneiras, têm mais ataques de raiva e mais episódios de violência.
E porque cresceram com demasiadas expectativas sobre si, vivem engasgados por uma autoestima frágil e num medo enorme de errar e de não cumprirem as expectativas dos seus pais.

Mas pode tudo isto transformar-se numa epidemia de doença mental entre os adolescentes? Não! Aliás, não há uma epidemia de doença mental nos adolescentes! Ou, melhor, há uma “epidemia”, sim, mas de saúde mental entre os adolescentes. Porque apesar de todos os constrangimentos que o futuro lhes parece reservar; apesar do stress com que vivem todos os seus dias; e apesar das exigências que têm sobre si, não deixam de ser miúdos luminosos, vivaços, equilibrados e sensatos.

Ainda assim, existem, hoje, mais adolescentes com problemas graves de saúde mental?
Existem muitos adolescentes a precisar de ajuda. Cujo colorido sintomático que manifestam tem uma influência enorme pela sua exposição desregrada às redes sociais. Mas não existem, hoje, mais adolescentes doentes. Pelo contrário! Se bem que a adolescência tenha sido, desde sempre, acompanhada por sintomas de sofrimento psíquico e por perturbações de comportamento. Muitos, aliás, que por falta de abordagens clínicas atempadas, comprometeram o futuro de inúmeros adolescentes, trazendo-lhes um “antes” e um “depois” da adolescência, que pontuou mudanças profundas de personalidade com custos, muitas vezes, exorbitantes para o seu desenvolvimento.

Por outro lado, alguma doença psicológica na adolescência é consequência das transformações da própria adolescência e dos desafios que o crescimento lhe traz. O que equivale a oscilações de humor, a estados transitórios de mal-estar ou de alguma perturbação. Regra geral, mais ou menos passageiros. Aquilo que os pais descrevem como “uma fase”.

Mas essas manifestações, mais ou menos transitórias, podem fazer com que muitos “vícios de forma” de comportamento das crianças, que tivessem estado disfarçados pelos seus resultados escolares ou pela forma como foram sendo tomados como manifestações de “personalidade” ou de “mau feitio”, por força das transformações da própria adolescência, acabem a evoluir para distúrbios psicológicos ou perturbações do comportamento. Que passam a sinalizar um mal-estar ou um sofrimento que vão para além do razoável. Mas, todavia, esses sintomas do adoecer psicológico dos adolescentes não são, unicamente, uma consequência da adolescência. Não havendo uma epidemia de doença mental na criança, talvez fosse sensato que, a exemplo daquilo que se faz com a pediatria, a saúde mental das crianças seja, ciclicamente, monitorizada.

Seja como for, há uma leitura um bocadinho precipitada das manifestações adoentadas do comportamento dos adolescentes, que leva a que sejam sempre tomadas só como “uma fase”. Sendo acompanhadas pela convicção de que “passam com o tempo” ou que se “resolvem com a idade”. Mas a doença psicológica dos adolescentes tem, também, as suas “gripes” ou os seus “episódios inflamatórios”. Por mais que, muitíssimas vezes, sejam vividos, ao contrário da saúde física, como se tudo isso se fosse resolvendo, espontaneamente. O que não é verdade! Quando os sinais que vão dando não veem resolvidas as questões que lhes estão subjacentes, eles terão tendência a tornar-se mais exuberantes, a partir do momento que o desenvolvimento lhes coloca, pela frente, desafios de complexidade crescente. Melhor: tirando algumas inibições mais superficiais e mais circunscritas, os sintomas e os sinais de alguma oscilação da saúde mental que os adolescentes vão dando não têm uma remissão súbita sem uma intervenção, antes de mais, muito focada e muito metódica sobre as atitudes dos seus pais.

Mas a doença mental dos adolescentes não é, hoje, nem maior nem mais irreparável. Os adolescentes são mais saudáveis! Podem ter, na expressão da sua doença mental, manifestações diferentes. Pode haver alguns adolescentes muito doentes. E a doença mental na adolescência pode manifestar-se com menos traços de inibição cognitiva, ao contrário do que sucedia. Mas ela continua a expressar-se através do comportamento. Sendo que os adolescentes têm, hoje, mais espaço e mais cuidados para expressarem o seu sofrimento psíquico duma forma mais verbal. E têm pais mais atentos e mais comprometidos com a sua saúde mental. O que, à primeira vista, pode levar a que surjam mais queixas de doença mental e que isso leve a que se suponha que existe uma “explosão” de doença mental.

Por outro lado, é verdade que há inúmeros adolescentes em acompanhamento psicoterapêutico e a prescrição de psicofármacos para adolescentes não pára de aumentar. Seja como for, isso não traz respaldo à ideia duma epidemia e doença mental. Pode, num caso e noutro, levar-nos a questionar os critérios elegíveis para que esses tipos de intervenções não deixem de se dar. No entanto, nem sempre mais intervenção clínica significará, por inerência, mais gravidade no âmbito da saúde mental. Por vezes, pode querer dizer que os pais, duma forma muito mais interventiva do que dantes se observava, promovem a saúde mental antes, ainda, dela resvalar para a doença psicológica.

Todavia, nada disto afasta a urgência de refletirmos sobre a promoção da saúde mental entre os adolescentes! Eles não podem continuar a ter cargas de trabalho exorbitantes como têm. Uma pressão exagerada sobre todos os seus desempenhemos, como têm. Muito pouco tempo para terem uma vida para além dos horários insanos de trabalho, como têm. Uma precocidade no acesso a dados móveis e uma autogestão digital, como têm. Não podem ter uma escola mais focada em rankings do que nas suas aprendizagens, como têm. Não podem ter da nossa parte uma condescendência exagerada perante a necessidade de terem regras, ritmos e rotinas sensatos, como têm. Não podem ter-nos a confundir a saudável necessidade de estarem sós com a solidão, como têm. Nem nos terem a imaginar que o tempo, melhor que nós, resolverá as dificuldades psicológicas que eles têm. Porque, à medida que elas se avolumam, as dificuldades psicológicas dos adolescentes transformam-se em perturbações de personalidade que escondem alguma doença psicológica. Depois, vão-se manifestando em sintomas que se podem instalar, progressivamente. E, mais tarde, em obstáculos que os tornam doentes. E os condicionam e prejudicam gravemente

A questão que se coloca talvez se possa resumir a uma pergunta: não havendo uma epidemia, como não há, será que os adolescentes serão hoje tão saudáveis como poderão ser? Não. E os melhores pais que a Humanidade já produziu podem, ainda assim, produzir adolescentes um bocadinho doentes. É um risco, claro. Mas podem, sim. Por distrações sucessivas. Algumas em resultado de leituras alarmistas, de intervenções precipitadas e do muito “lixo” digital sobre a saúde mental que leem a propósito das crianças e dos adolescentes.

Seja como for, contando com tudo o que eles têm de muito saudável, se lhes dermos mais tempo para serem adolescentes; se viverem sob menos controle; com menos expectativas exorbitantes sobre si; com menos dependência digital e, claro, sempre com melhores pais, a saúde mental que os adolescentes já têm será, seguramente, melhor.
Por Eduardo Sá

30/04/2024
Por um mundo de iguais em que possamos escolher ser diferentes. Por um mundo simétrico onde já não sejam precisas lutas ...
08/03/2021

Por um mundo de iguais em que possamos escolher ser diferentes.
Por um mundo simétrico onde já não sejam precisas lutas pela paridade e nos concentremos a louvar a diversidade.
Pelo que nos une e pelo que nos separa.
A todos os homens e mulheres incriveis que lutam por esse mundo, Feliz dia Internacional da mulher!

🔸Dicas (continuação):🔸7. Organize(-se) Há sempre uma gaveta que acumula “tralhas”, um conjunto de peças de roupa no seu ...
01/03/2021

🔸Dicas (continuação):🔸

7. Organize(-se)

 Há sempre uma gaveta que acumula “tralhas”, um conjunto de peças de roupa no seu roupeiro que já não usa, um armário de tupperwares por organizar, uma pilha de documentos por destruir... É normal todos nós termos estes pendentes que nos aliviam de uma avaliação e tomada de decisões regular e que acabam por ficar à espera de um momento mais oportuno ou que rejeitamos simplesmente porque não temos disponibilidade (física ou mental) para o fazer. Até àquele dia em que já não aguentamos mais ter esse assunto pendente e dedicamos-lhe tempo e esforço. Geralmente assim que essa tarefa está terminada há um sentimento de conquista e de libertação. Reconhece-se nesta situação?  Tem algum destes pendentes? Dedique algum tempo a essa tarefa e vai ver que vai sentir-se mais satisfeito assim que a terminar e vai perceber que organizar esse espaço vai ser também um meio para ir organizando os seus pensamentos e a sua mente.

 

8. Experimente  

 Há sempre algo que nunca fizemos, nunca comemos, nunca vimos, nunca experienciamos... E é ótimo que assim seja. Nessa novidade está todo um potencial de descoberta de novas realidades e de novas coisas que nos podem fazer bem e felizes. Quando experimentamos coisas novas abrimos os nossos horizontes, alargamos as nossas experiências, aperfeiçoamos as nossas opiniões e até nos conhecemos melhor e percebemos com mais clareza o que gostamos e o que não gostamos. Experimente um alimento novo (ou dê uma segunda oportunidade àquele que acha que não gosta), oiça um tipo de música diferente do que está habituado, faça uma aula virtual de uma modalidade nova, aprenda algumas palavras de uma língua nova.... Experimente e experimente-se. 

E assim termino esta rúbrica de dicas. Espero que lhe tenham sido úteis e que lhe estejam a ajudar a lidar com estes tempos dificeis . Se quiser partilhe, comente ou se tiver alguma dúvida sinta-se à vontade para enviar uma mensagem direta.  


🔸Culpa🔸A culpa é uma experiência emocional que aparece quando acreditamos, ou percebemos, que comprometemos os nossos pa...
22/02/2021

🔸Culpa🔸

A culpa é uma experiência emocional que aparece quando acreditamos, ou percebemos, que comprometemos os nossos padrões de conduta, que desrespeitámos padrões morais universais ou que causámos um sofrimento involuntário a outra pessoa. A culpa está intimamente associada ao conceito de remorso.

Habitualmente sente-se culpa por algo que se fez, mas pode igualmente sentir-se culpa pelo que se pensou, pelo que se desejou fazer e até pelo que não se fez (e por vezes ainda não se fez nada, mas já se sente culpa).

Como lidar com o sentimento de culpa?

1. Avaliar. Para lidarmos com os nossos sentimentos precisamos de estar disponíveis para exercícios de autorreflexão e para desenvolver a nossa inteligência emocional.

Experimente pensar nos sentimentos de culpa e de angústia. Como reage a esses sentimentos? Quais são os pensamentos que lhe surgem? Existe sentimento de culpa?

Se sim, é importante desenvolver a capacidade de observar de forma atenta como esse sentimento desagradável aparece. Mesmo quando a culpa não aparece, reflita sobre os seus pensamentos perante diferentes situações. Ao fazer esse exercício com regularidade vai conhecer os seus conflitos emocionais e a razão para alguns sentimentos.

2. Aceitar e pedir desculpa. Precisa pacificar-se com esse sentimento. Para além de um exercício interno de aceitação, falar com o outro pode ajudar nesse processo (e muitas vezes até pode descobrir que a outra pessoa não o culpa).

3. Partilhar a dor. Verbalize o que estiver a sentir com alguém de confiança ou com um profissional. Essa partilha pode contribuir para travar pensamentos culpabilizantes recorrentes e trazer novas perspetivas. Lembre-se que passar pela experiência negativa de culpa pode ser uma oportunidade para alterar comportamentos.

🔸Dicas (continuação):🔸5. Descanse sem sentir culpaPermita-se ter momentos de descanso e de autocuidado quando sentir nec...
18/02/2021

🔸Dicas (continuação):🔸

5. Descanse sem sentir culpa
Permita-se ter momentos de descanso e de autocuidado quando sentir necessário. Ainda que pareça complicado com crianças em casa ou com o ritmo do teletrabalho, procure conceder a si próprio umas horas ou um dia em que se concentre em descansar o máximo possível. Pode precisar de estratégias para consegui-lo no mesmo espaço onde agora se habituou a trabalhar e a estar mais ativo, mas experimente nesses momentos tornar o ambiente mais acolhedor, acendendo uma vela, colocando música… Você sabe quando precisa de descanso e também sabe que será mais produtivo depois de o ter por isso não se sinta culpado por investir em si (certamente que será recompensado na sua produtividade futura).

6. Colecione afirmações positivas
Há dias difíceis, negativos, em que tudo é custoso e nada parece estar bem. Mas também há dias que são leves e fáceis e que alimentam o espírito de energia positiva (às vezes basta-nos ir à janela e ver um dia de sol para nos sentirmos logo melhor). Num destes dias “bons” aponte algumas afirmações positivas ou dicas para si próprio para que possa voltar a essas anotações nos dias difíceis. Podem ser lembretes simples (“nunca te esqueças o quanto te amam”), estratégias de enfrentamento (“sai por 10 minutos e vai fazer uma caminhada”) ou até letras de músicas das quais goste e lhe concedam energias positivas.
Isso vai ajudá-lo quando precisar de sair de uma espiral de pensamentos negativos.

🔸AMOR🔸O dia de hoje é conhecido como sendo o dia de S. Valentim, dia dos Namorados e dos apaixonados. Eu, pessoalmente, ...
14/02/2021

🔸AMOR🔸

O dia de hoje é conhecido como sendo o dia de S. Valentim, dia dos Namorados e dos apaixonados. Eu, pessoalmente, gosto mais de o ver como o dia do amor.

Hoje celebra-se o Bispo Valentim que no dia de hoje foi morto, a mando do imperador Cláudio II, que havia proibido a celebração de casamentos por acreditar que os solteiros tinham maior desempenho nas batalhas, e Valentim, desobedecendo, celebrou muitos casamentos às escondidas. Será que o amor nos enfraquece nas batalhas? Ou nos fortifica nas guerras?

Amar e ser amado, nas suas diferentes formas, é o grande propósito do ser humano, até porque o amor apresenta imensos benefícios psicológicos e físicos, pois a felicidade produz a tão conhecida serotonina provocando a sua renovação no organismo.

No entanto, para amar o outro é fundamental amarmo-nos a nós próprios. E retirando o cliché da expressão, o amor próprio é verdadeiramente a base. É como nos sentimos connosco, como aceitamos como realmente somos, as nossas fragilidades, as nossas limitações e como lidamos com isso. Quando atingimos essa aceitação e esse amor, a nossa conduta reflete-se também na relação com os outros, pois estamos mais capazes de compreender e amar.

Admire-se e ame-se. Ame e admire.
“Amar é admirar com o coração. Admirar é Amar com o cérebro” Theophile Gautier

🔸Dicas (continuação):🔸3. AgradeçaProcure sentir gratidão pelo que tem e pelo que lhe é dado e, se quiser e se lhe fizer ...
12/02/2021

🔸Dicas (continuação):🔸

3. Agradeça
Procure sentir gratidão pelo que tem e pelo que lhe é dado e, se quiser e se lhe fizer sentido, expresse-a. Vivemos tempos tão conturbados e indefinidos que nos levam a valorizar cada vez mais aquilo que até então dávamos como garantido. Quando nos sentimos gratos criamos compaixão e isso humaniza-nos e liga-nos ao momento presente e aos que nos rodeiam. Hoje quando se deitar procure identificar três coisas positivas que aconteceram no seu dia, vai ver que se vai sentir melhor (e se gostar da experiencia tente manter um diário de gratidão onde anote três coisas positivas que aconteceram a cada dia).

4. Quebre a rotina
Até mesmo nesta nova realidade de confinamento todos nós já desenvolvemos algumas rotinas o que permite contribuir para lhe introduzir certo nível de normalidade. Contudo, o cansaço face a esta situação vai levá-lo a querer procurar alguma evasão. Para este fim-de-semana pense em algo que só faz quando está de férias e tente introduzir nos seus planos (pode ser, por exemplo, preparar umas panquecas para o pequeno almoço, comprar uma revista ou jornal diferente ou experimentar uma receita mais exótica, o importante é que a sua mente associe esse ato a memórias felizes).

🔸Solidão🔸 Sentimento complexo, sem causa única, mas universalmente sentido (ainda que de modo variável de pessoa para pe...
10/02/2021

🔸Solidão🔸 

Sentimento complexo, sem causa única, mas universalmente sentido (ainda que de modo variável de pessoa para pessoa).

 As causas da solidão são tão variadas quanto a sua intensidade e duração.

Tanto pode sentir solidão uma criança na integração na sua nova escola, como um adulto no fim de um relacionamento. Note que a pessoa que sofre de solidão muitas vezes encontra-se fisicamente acompanhada por outras pessoas, mas internamente sente-se completamente só, indesejada e com uma sensação de vazio.

 Independentemente da causa, a solidão afeta consideravelmente o bem-estar, a autoestima, a autoconfiança e a rotina do dia a dia de quem dela sofre.

 A situação pandémica e o confinamento que se vive é um impulsionador sem precedentes para o sentimento de solidão, tendo em conta a falta de interações presenciais, o distanciamento físico e a falta de abraços e de aconchego (tão essenciais para o bom desenvolvimento e estabilidade física e psicológica do ser humano).

 Esteja atento, reconheça os sinais, procure a causa. Aceite e defina estratégias para ultrapassar o mais rapidamente possível esse estado emocional.

Se não encontrar causa aparente para o sentimento de solidão, se a tristeza e a desmotivação são permanentes e condicionam o seu dia a dia, talvez a situação esteja a ganhar proporções que precisem da intervenção de um técnico.

O mote é ACREDITAR. Em si, nos que o rodeiam e no que o futuro lhe pode trazer.

Saúde mental é bem mais do que apenas a ausência de doença. É um bem-estar generalizado. Seguindo a ideia de que cuidar ...
10/02/2021

Saúde mental é bem mais do que apenas a ausência de doença. É um bem-estar generalizado.
Seguindo a ideia de que cuidar da nossa saúde mental é um imperativo e deverá ser uma preocupação de todos, nas próximas semanas irei apresentar algumas dicas fácies de implementar no seu dia-a-dia que lhe vão permitir melhorar a sua saúde mental e toda a sua qualidade de vida. Espero que goste e que lhe sejam úteis!

🔸Dicas:🔸

1. Construa bons relacionamentos
Ter boas relações com os outros é um fator importante que contribui para uma sensação de bem-estar. Isso pode incluir familiares, amigos, colegas de trabalho e outras pessoas da comunidade.
Pertencer a um grupo é muito importante para o ser humano e é por isso que não deve cortar o contacto com as pessoas que lhe são importantes. Aproveite e ligue ou mande uma mensagem para aquele amigo com quem já não fala há uns tempos. Vai ver que isso vai fazer-lhe a si e a ele sentirem-se melhor!

2. Exercite-se e mantenha-se saudável
Uma boa saúde física está relacionada com uma melhor saúde mental. O exercício físico regular gera a sensação de bem-estar, reduzindo os sintomas de depressão e ansiedade. Não precisa de adotar uma rotina de treino intenso, mas apenas tenha o cuidado de não ficar parado. O corpo precisa de movimento, sobretudo quando limitamos as nossas deslocações por força das restrições do isolamento. Então escolha um exercício ou atividade física que goste, ponha uma aula online a dar, uma música a tocar e dedique alguns minutos do seu dia a cuidar do seu corpo e com isso também a apostar na sua mente.
Aceita o desafio?

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