12/05/2020
6º EncontroOnline Caminhemos juntos!
Tema: ESPERANÇA
Inscrições:
https://www.cognitoforms.com/Amara1/_6ºEncontroCaminhemosJuntos
"Podemo-nos perguntar como dar esperança ao outro quando não temos uma solução. Mas será que somos nós que damos esperança ao outro? E será que dar esperança ao outro necessita mesmo da resolução do problema? Ou será que a esperança nasce na comunhão e verdadeira conexão com o outro? No saber que não estamos sós?
Poder exprimir todo o meu leque de emoções com alguém que me acolhe, sem julgar, sem querer emendar nada e com apreço pela pessoa que sou, traz esperança. Não é o desespero que tira a esperança, mas a alienação e o cinismo.
Quando perdemos a necessidade de esconder a nossa vulnerabilidade, estaremos numa posição de providenciar um terreno fértil para o outro mostrar a sua vulnerabilidade e expressar o seu desespero. Da nossa escuta e a comunhão nascerá no outro, como diz Jürgen Moltmann, “o sentido do possível”, sementes regadas que irão crescer em direcção à luz.
E como atender ao sofrimento do mundo? Como diz Madre Teresa: “uma pessoa de cada vez.”
E ao ver a esperança nascer no outro, também podemos compreender que isso será possível para nós. Como? Deixar-se ser acolhido e ajudado, e....caminhar um dia de cada vez, sabendo que isso também passará."
Carol Costeloe
Inscrições: https://www.cognitoforms.com/Amara1/_6ºEncontroCaminhemosJuntos
(após a inscrição receberá o link para o encontro)
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6º EncontroOnline Caminhemos juntos!
Tema: ESPERANÇA
Inscrições:
https://www.cognitoforms.com/Amara1/_6ºEncontroCaminhemosJuntos
"Podemo-nos perguntar como dar esperança ao outro quando não temos uma solução.
Mas será que somos nós que damos esperança ao outro?
E será que dar esperança ao outro necessita mesmo da resolução do problema?
Ou será que a esperança nasce na comunhão e verdadeira conexão com o outro?
No saber que não estamos sós?
Poder exprimir todo o meu leque de emoções com alguém que me acolhe, sem julgar, sem querer emendar nada e com apreço pela pessoa que sou, traz esperança.
Não é o desespero que tira a esperança, mas a alienação e o cinismo.
Quando perdemos a necessidade de esconder a nossa vulnerabilidade, estaremos numa posição de providenciar um terreno fértil para o outro mostrar a sua vulnerabilidade e expressar o seu desespero.
Da nossa escuta e a comunhão nascerá no outro, como diz Jürgen Moltmann, “o sentido do possível”, sementes regadas que irão crescer em direcção à luz.
E como atender ao sofrimento do mundo? Como diz Madre Teresa: “uma pessoa de cada vez.”
E ao ver a esperança nascer no outro, também podemos compreender que isso será possível para nós.
Como? Deixar-se ser acolhido e ajudado, e....caminhar um dia de cada vez, sabendo que isso também passará."
Carol Costeloe
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(após a inscrição receberá o link para o encontro)
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