Inês Ribeiro Psicóloga

Inês Ribeiro Psicóloga 💫 Desde 2011 a Transformar Pessoas na sua melhor Versão
🎠Cura da Criança Interior e Resgate da tua Verdade🧭
Somática e Transgeracionalidade🌳 Formação:

Explicações escolares

Consultas: Psicologia para adultos / Psicologia infantil Terapia de casal/ psicologia familiar Coaching Hipnoterapia, Astrologia Numerologia Baralho cigano

29/04/2026

A forma como te amas hoje não nasceu do nada.
Muitas vezes, ela foi moldada pela tua ferida materna — por ausências, por palavras que não vieram ou por um amor que não chegou como precisavas.
Reconhecer isso não é culpa, é consciência. E consciência muda padrões.

Na psicologia do desenvolvimento e nas teorias de vínculo, a ferida materna pode aparecer de forma discreta, mas constante: dificuldade em reconhecer o próprio valor sem validação externa, tendência a relações emocionalmente indisponíveis, autocrítica elevada, medo de rejeição, dificuldade em receber afeto e a sensação de nunca ser suficiente.

A tua história explica muitos dos teus padrões — mas não precisa continuar a defini-los. 🤍

ENG

The way you love yourself today didn’t come from nowhere.
It was often shaped by your maternal wound — by absence, unspoken words, or love that didn’t arrive as you needed.
Recognizing this is not blame, it’s awareness. And awareness changes patterns.

In developmental psychology and attachment theory, the maternal wound can show up subtly but consistently: difficulty recognizing self-worth without external validation, attraction to emotionally unavailable relationships, high self-criticism, fear of rejection, difficulty receiving affection, and a persistent sense of not being enough.

Your story explains many of your patterns — but it doesn’t have to define them anymore. 🤍



24/04/2026

Sentir raiva, apego ou até idealização pelo terapeuta pode parecer estranho… mas é mais comum do que pensas.

Na terapia, essas emoções não são um problema — são um caminho.
Um caminho para compreender padrões, relações e, acima de tudo, a ti mesmo(a). 🤍



ENG

Feeling anger, attachment, or even idealization toward your therapist might seem strange… but it’s more common than you think.

In therapy, these emotions aren’t a problem — they’re a path.
A path to understanding patterns, relationships, and most importantly, yourself. 🤍

Às vezes, aquilo que sentimos com alguém não fala apenas sobre essa pessoa… fala também sobre nós.O que te incomoda, o q...
22/04/2026

Às vezes, aquilo que sentimos com alguém não fala apenas sobre essa pessoa… fala também sobre nós.
O que te incomoda, o que te atrai, o que te ativa emocionalmente — nem sempre é “sobre o outro”. Muitas vezes, são histórias antigas, emoções e experiências que são reativadas no presente sem que te apercebas.

No processo terapêutico, é comum perceber como certas emoções podem ser “projetadas” ou “vividas no outro”, quando na verdade pertencem a partes nossas que ainda precisam de atenção e cuidado.
E isto não é culpa — é consciência.

Quando começas a reconhecer isto, deixas de reagir no automático e começas a compreender-te de forma mais profunda.
Já te aconteceu sentir algo muito intenso por alguém e depois não conseguires explicar bem porquê?

Partilha nos comentários ou guarda este post para refletires mais tarde. 🤍



ENG

Sometimes what we feel about someone is not only about them… it’s also about us.
What triggers, attracts, or emotionally activates you is not always “about the other person”. Often, it’s old stories, emotions, and experiences being reactivated in the present without you even realizing it.

In therapy, it’s common to notice how certain feelings get “projected” onto others, when in reality they belong to parts of ourselves that still need attention and care.

This is not about blame — it’s about awareness.
When you start recognizing this, you stop reacting on autopilot and begin to understand yourself on a deeper level.
Have you ever felt something so strongly about someone and couldn’t quite explain why?

Share in the comments or save this post for later reflection. 🤍

19/04/2026

Nem toda reação é sobre o presente.
Na maioria das vezes, é ativada por memórias emocionais que ainda não foram integradas.

Rejeição, abandono, humilhação, traição e injustiça são feridas que podem influenciar a forma como pensas, sentes e te relacionas.
Na psicologia, olhar para estas feridas não é reviver a dor — é dar-lhe significado.

Qual destas feridas mais ressoa contigo neste momento?
Comenta “ferida” 👇 para receberes um auto-teste sobre a tua ferida dominante e guarda este post para voltares a ele quando precisares. 🤍



ENG

Not every reaction is about the present.
Most of the time, it’s triggered by emotional memories that haven’t been fully processed.

Rejection, abandonment, humiliation, betrayal and injustice are wounds that can shape how you think, feel, and relate to others.
In psychology, looking at these wounds isn’t about reliving pain — it’s about giving it meaning.

Which of these wounds resonates with you the most right now?
Comment “wound” 👇 to receive a self-test about your dominant wound and save this post for when you need it. 🤍

O que não foi processado… continua a repetir-se.Muitas das nossas reações no presente não nascem do momento, mas de feri...
15/04/2026

O que não foi processado… continua a repetir-se.
Muitas das nossas reações no presente não nascem do momento, mas de feridas emocionais que ainda não tiveram espaço para ser sentidas, compreendidas e integradas.

Padrões que se repetem, emoções que parecem desproporcionais, relações que seguem o mesmo ciclo — tudo isto pode ser um reflexo de experiências passadas que continuam ativas dentro de nós.

No processo terapêutico, não se trata de apagar o que aconteceu, mas de dar significado, regular o que sentimos e criar novas formas de nos relacionarmos connosco e com os outros.
Porque quando as feridas são cuidadas, o ciclo deixa de se repetir — e abre-se espaço para viver com mais consciência e liberdade. 🌱



ENG

What is not processed… tends to repeat itself.
Many of our present reactions are not about the moment itself, but about emotional wounds that have not yet been felt, understood, and integrated.

Recurring patterns, intense emotional responses, and familiar relationship cycles often reflect past experiences that are still active within us.

In therapy, the goal is not to erase what happened, but to make sense of it, regulate emotions, and develop new ways of relating to ourselves and others.
When wounds are acknowledged and cared for, the cycle can finally break — creating space to live with more awareness and freedom. 🌱

Às vezes, o processo não alivia de imediato — ele aprofunda. E é justamente aí que algo começa a mudar por dentro. 🌿Nem ...
07/04/2026

Às vezes, o processo não alivia de imediato — ele aprofunda. E é justamente aí que algo começa a mudar por dentro. 🌿

Nem todo desconforto é sinal de retrocesso. Em muitos casos, é o início de um encontro mais honesto contigo mesmo: com histórias, emoções e partes que antes não tinham espaço.

Permitir-se atravessar isso, no teu tempo e com cuidado, também é parte do caminho.



ENG
Sometimes the process doesn’t bring immediate relief — it goes deeper. And that’s exactly where something begins to shift within you. 🌿

Not every discomfort is a sign of setback. In many cases, it marks the beginning of a more honest encounter with yourself: with stories, emotions, and parts of you that previously had no space.

Allowing yourself to move through this, at your own pace and with care, is also part of the journey.

01/04/2026

O “Dia das Mentiras” — é uma boa oportunidade para olhar, com mais cuidado, para alguns mitos persistentes sobre psicoterapia 👇

❌ “O terapeuta avalia ou julga o paciente”
➡️ A prática clínica assenta em não julgamento, segurança psicológica, aliança terapêutica e confidencialidade.

❌ “Não vou conseguir mudar”
➡️ É compreensível sentir isso. A evidência mostra que a relação terapêutica — baseada em confiança, validação e colaboração — é um dos principais factores que promove um sentido de mudança no cliente e facilita processos reais de transformação.

❌ “É necessário atingir um nível elevado de sofrimento para procurar ajuda”
➡️ A intervenção precoce está associada a melhores outcomes terapêuticos e maior prevenção de agravamento.

❌ “Recorrer à terapia é sinal de fragilidade”
➡️ Procurar apoio psicológico envolve consciência, insight e capacidade de auto-observação — indicadores de adaptação e não de fraqueza.

Cuidar da saúde mental é um processo de autenticidade para contigo. 🤍



ENG

Today, April 1st — commonly known as “April Fools’ Day” — is a moment to gently challenge some persistent misconceptions about psychotherapy 👇

❌ “The therapist judges the patient”
➡️ Clinical practice is grounded in non-judgment, psychological safety, therapeutic alliance, and confidentiality.

❌ “I won’t be able to change”
➡️ It’s understandable to feel this way. Research shows that the therapeutic relationship — built on trust, validation, and collaboration — is a key factor in fostering a client’s sense of change and enabling meaningful transformation.

❌ “You need to be in extreme distress to seek help”
➡️ Early intervention is associated with better therapeutic outcomes and prevention of symptom escalation.

❌ “Going to therapy is a sign of weakness”
➡️ Seeking psychological support reflects self-awareness, insight, and adaptive functioning — not fragility.

Mental health care is an act of authenticity towards yourself. 🤍

Desmistificar a terapia não é simplificar 🧠Não é só “desabafar” — é um processo com técnicas e métodos baseados em ciênc...
31/03/2026

Desmistificar a terapia não é simplificar 🧠
Não é só “desabafar” — é um processo com técnicas e métodos baseados em ciência, teorias e sobretudo relação terapêutica.

Não é sobre consertar, é sobre entender padrões, acolher emoções e crescer contigo mesmo 💡



ENG

Demystifying therapy isn’t about simplifying 🧠
It’s not just “venting” — it’s a process with techniques and science-backed methods, theories and mainly therapeutic Alliance.

It’s not about “fixing,” it’s about understanding patterns, embracing emotions, and growing with yourself 💡

28/03/2026

O silêncio nem sempre é paz… às vezes é onde escondemos aquilo que evitamos ouvir dentro de nós. 🌫️

Mas é também no silêncio que a verdade sussurra — e que começa a coragem de sentir. 🌿

No contexto terapêutico, não precisas de "saber tudo" o que dizer e como dizer. Podes estar em silêncio e no teu tempo, o silêncio poderá ganhar forma em palavras e assim a tua história ser processada, integrada e transformada. 🧠

ENG

Silence isn’t always peace… sometimes it’s where we hide what we avoid hearing within ourselves. 🌫️
Yet, it’s in the quiet that truth whispers — and where the courage to feel begins. 🌿

In a therapeutic context, you don’t need to “know everything” — what to say or how to say it. You can simply be silent, in your own time. 🧠
That silence can eventually take shape in words, allowing your story to be processed, integrated, and transformed.

O silêncio na terapia não é vazio — é espaço. 🌿É onde as emoções ganham forma, onde o não dito encontra voz e onde a cur...
24/03/2026

O silêncio na terapia não é vazio — é espaço. 🌿
É onde as emoções ganham forma, onde o não dito encontra voz e onde a cura começa, sem pressa. 🤍

ENG

Silence in therapy isn’t empty — it’s space. 🌿
It’s where emotions take shape, where the unspoken finds a voice, and where healing begins, gently. 🤍

Endereço

Rua Francisco Lucas Pires
Lisbon
2735-088

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 10:00 - 20:00
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