Psicóloga Elisabete Santos Pereira

Psicóloga Elisabete Santos Pereira Psicóloga Clínica. Mudar pensamentos, transformar a vida e descobrir como pequenos pensamentos geram grandes mudanças.

O meu objetivo concretizou-se ao tornar-me numa psicóloga eficiente e sempre pronta para atuar. Continuar a sentir-me feliz e realizada e manter a minha evolução como pessoa...Por onde andei a trabalhar na área foram mais valias para o meu futuro enquanto profissional de saúde. Ajudou-me a consolidar itens já aprendidos e poder juntar valências ás já adquiridas. Ensinaram-me profundamente como lidar na intervenção em crise, com o luto e com perturbações a nível da personalidade e ansiedade. Apta a trabalhar com grupos terapêuticos com patologias especificas ou generalizadas.

11/03/2026

Psicóloga Elisabete Santos Pereira

Amar um filho é uma das experiências mais profundas da vida. Mas amar não é fechar os olhos, nem transformar o filho num...
11/03/2026

Amar um filho é uma das experiências mais profundas da vida. Mas amar não é fechar os olhos, nem transformar o filho numa exceção às regras da vida.
Quando um filho é colocado num pedestal, deixa de aprender algo essencial: que todos somos responsáveis pelos nossos actos.
Proteger não é o mesmo que encobrir.
Compreender não é o mesmo que justificar tudo.
Apoiar não é o mesmo que permitir que tudo passe sem consequência.
Quando os pais desculpam constantemente, minimizam erros ou culpam sempre os outros para defender o filho, podem estar a transmitir uma mensagem perigosa: a de que ele nunca precisa de olhar para si próprio.
E sem esse espelho, não há crescimento.
Também é importante lembrar algo fundamental: não fazer todas as vontades de um filho não significa amá-lo menos. Pelo contrário.
Um “não” dado com amor educa.
Um limite dado com firmeza protege.
Uma consequência justa ensina.
O amor verdadeiro não se mede pela quantidade de permissões, mas pela coragem de orientar, corrigir e ajudar o filho a tornar-se alguém responsável e consciente dos seus actos.
Porque um dia, aquele menino ou menina cresce.
Torna-se adolescente.
Depois adulto.
E quando já é adulto, com a sua própria casa, a sua própria vida e até a sua própria família, aquilo que aprendeu — ou não aprendeu — continua a acompanhá-lo.
Se nunca foi ensinado a reconhecer erros, a assumir responsabilidades ou a respeitar limites, esses padrões não desaparecem apenas porque o tempo passou. Muitas vezes, repetem-se nas relações, no trabalho e na nova família que constrói.
E há algo que também precisa de ser compreendido: quando os filhos seguem a sua vida, os pais não podem continuar a encobrir, a justificar ou a resolver tudo por eles.
Fazer isso não é proteger — é prolongar um erro que impede o crescimento.
Amar um filho, mesmo quando já é adulto, é manter a honestidade, a coerência e os valores.
Às vezes, amar é apoiar.
Outras vezes, amar é dizer a verdade.
E outras ainda, amar é permitir que o outro assuma as consequências das suas escolhas.
Porque o verdadeiro amor não cria dependência nem cegueira.
Cria adultos capazes de viver com responsabilidade, consciência e respeito pelos outros.

10/03/2026

Respire. Solte. Sinta o seu corpo relaxar.
A terapia de relaxamento guiado ajuda a reduzir a ansiedade, libertar tensões e dormir melhor.
Porque o seu bem-estar merece atenção.
Psicóloga Elisabete Santos Pereira

“Nem tudo o que pesa no coração precisa de ser carregado em silêncio.”
08/03/2026

“Nem tudo o que pesa no coração precisa de ser carregado em silêncio.”

08/03/2026

“Não precisa de esperar que tudo piore para começar a cuidar de si.”
Psicóloga Elisabete Santos Pereira

Não tens de provar nada a ninguém.Vivemos num mundo que parece exigir explicações constantes: provas de valor, de beleza...
08/03/2026

Não tens de provar nada a ninguém.
Vivemos num mundo que parece exigir explicações constantes: provas de valor, de beleza, de sucesso, de felicidade. Como se a nossa existência tivesse de passar por um exame permanente para merecer reconhecimento. Como se tivéssemos de corresponder a expectativas, caber em padrões, seguir modas que mudam todos os dias.
Mas a verdade é outra.
Tu não tens de provar nada a ninguém. Nem justificar quem és, nem pedir permissão para existir exatamente como és.
És suficiente.
E, mais do que isso, és muito mais do que suficiente.
És mais do que os padrões de beleza que a sociedade inventa. Mais do que as comparações que tantas vezes te fazem duvidar de ti. Mais do que as vozes exteriores que tentam dizer-te quem devias ser.
A tua beleza não vive apenas no que se vê. Vive na tua sensibilidade, na forma como olhas o mundo, na empatia que ofereces, na força silenciosa com que te levantas depois de dias difíceis. Vive na tua história, nas tuas cicatrizes, nas tuas aprendizagens, no caminho que percorreste para te tornares quem és hoje.
As modas passam.
Os padrões mudam.
As opiniões dos outros oscilam.
Mas aquilo que és na tua essência permanece.
A verdadeira beleza nasce quando alguém vive em coerência com a sua própria verdade. Quando não se apaga para caber em lugares onde não cabe. Quando deixa de se comparar e começa a reconhecer o valor único da sua própria existência.
Por isso, lembra-te:
Não tens de provar o teu valor.
Não tens de convencer ninguém da tua beleza.
Não tens de corresponder a expectativas que não são tuas.
Tu já és suficiente! Profundamente suficiente!
E dentro de ti existe muito mais do que aquilo que alguma vez te pediram para demonstrar.
A tua beleza está na tua autenticidade.
Na tua humanidade.
Na tua plenitude.
E isso… nenhuma moda poderá alguma vez definir.

O perigo de minimizar os sentimentos do outroHá frases que parecem pequenas, mas que podem ferir profundamente:“Não é as...
07/03/2026

O perigo de minimizar os sentimentos do outro

Há frases que parecem pequenas, mas que podem ferir profundamente:
“Não é assim tão grave.”
“Estás a exagerar.”
“Isso passa.”
“Há quem esteja pior.”
Muitas vezes estas palavras não nascem de maldade. Surgem do desconforto que sentimos perante a dor do outro, da vontade de ajudar rapidamente ou até da tentativa de aliviar o sofrimento. Mas, na prática, o efeito pode ser o contrário.
Quando os sentimentos de alguém são minimizados, a pessoa não se sente compreendida. Sente-se sozinha dentro daquilo que está a viver. E essa solidão emocional pode ser mais dolorosa do que o próprio problema.
Na psicologia sabemos que as emoções precisam, antes de tudo, de ser reconhecidas. Quando alguém diz “isto está a ser difícil para mim”, não está necessariamente à procura de uma solução imediata. Muitas vezes precisa apenas de ouvir:
“Percebo que isto te esteja a custar.”
“Imagino que esteja a ser pesado.”
“Queres falar mais sobre isso?”
Validar um sentimento não significa concordar com tudo, nem incentivar o sofrimento. Significa reconhecer a experiência emocional daquela pessoa. É um gesto simples, mas profundamente reparador.
Quando alguém se sente escutado sem julgamento, algo importante acontece: o sistema emocional acalma-se. A pessoa sente-se segura para organizar os pensamentos, compreender melhor o que sente e, gradualmente, encontrar caminhos para lidar com a situação.
Pelo contrário, quando as emoções são desvalorizadas repetidamente, muitas pessoas aprendem a calar aquilo que sentem. Guardam, acumulam, reprimem. E o que não é escutado acaba muitas vezes por aparecer de outras formas: ansiedade, irritabilidade, tristeza persistente ou sensação de vazio.
Escutar verdadeiramente alguém não exige respostas perfeitas.
Exige presença.
Exige humanidade.
Às vezes, o maior cuidado que podemos oferecer é simplesmente dizer:
“O que estás a sentir importa.”
Porque quando um sentimento é acolhido, deixa de ser um peso solitário e passa a ser uma experiência humana partilhada. E é nesse espaço de compreensão que muitas feridas começam, finalmente, a sarar.

07/03/2026

Psicóloga Elisabete Santos Pereira
Consultas online ou presencias.
Quando as palavras encontram espaço seguro, a vida começa a reorganizar-se.

Menopausa e Andropausa: semelhanças e diferençasO corpo humano não muda de um dia para o outro: transforma-se lentamente...
06/03/2026

Menopausa e Andropausa: semelhanças e diferenças
O corpo humano não muda de um dia para o outro: transforma-se lentamente ao longo da vida. A menopausa nas mulheres e a andropausa nos homens fazem parte dessas transições naturais. São fases muitas vezes envolvidas em silêncio, dúvidas ou até algum receio, mas compreender o que acontece pode trazer tranquilidade e permitir viver este período com mais consciência e cuidado.
O que têm em comum
Tanto a menopausa como a andropausa estão ligadas a alterações hormonais associadas ao envelhecimento.
Em ambos os casos podem surgir mudanças físicas e emocionais, como:
maior cansaço
alterações do sono
diminuição da energia ou da libido
irritabilidade ou mudanças de humor
alguma dificuldade de concentração ou memória
Estas mudanças podem surpreender e, por vezes, fazer a pessoa sentir que já não reconhece o próprio corpo ou as próprias emoções. No entanto, são respostas naturais do organismo a uma nova fase da vida.
Também em ambos os casos o estilo de vida ganha ainda mais importância: sono, alimentação, movimento, relações e bem-estar emocional tornam-se pilares fundamentais para atravessar esta fase com mais equilíbrio.
As principais diferenças
Apesar das semelhanças, há diferenças importantes.
Menopausa
Na mulher, a menopausa acontece quando os ovários deixam de produzir óvulos e ocorre a cessação da menstruação. É uma transição relativamente definida no tempo.
Podem surgir sintomas como:
afrontamentos
suores noturnos
alterações do sono
secura vaginal
maior sensibilidade emocional
Para muitas mulheres, é também um momento de reflexão sobre o corpo, a identidade e as mudanças da vida.
Andropausa
Nos homens, a chamada andropausa não acontece de forma tão súbita nem tão marcada. Trata-se de uma diminuição gradual da testosterona ao longo dos anos.
As mudanças costumam ser mais lentas e podem incluir:
diminuição da energia
redução da massa muscular
menor desejo sexual
maior fadiga ou irritabilidade
Muitos homens nem identificam claramente esta fase, porque as alterações são progressivas.
O lado emocional destas transições
Mais do que alterações hormonais, estas fases podem despertar perguntas internas importantes:
Quem sou nesta nova etapa?
O meu corpo está a mudar, como posso cuidar dele agora?
Quando estas mudanças são compreendidas com naturalidade, deixam de ser apenas perdas e podem transformar-se em oportunidades de reajuste. É um tempo para escutar mais o corpo, respeitar novos ritmos e cuidar da saúde física e emocional.
Uma mensagem final de esperança
A menopausa e a andropausa não são o fim de nada importante, são apenas uma nova etapa da vida. Uma etapa que pode trazer mais maturidade, mais consciência e uma forma diferente de olhar para si próprio e para o mundo.
Homens e mulheres continuam a ter dentro de si a mesma capacidade de amar, aprender, criar e recomeçar. O corpo muda, sim, mas a força interior, a sabedoria da experiência e a possibilidade de viver com sentido permanecem.
Com informação, cuidado e coragem para escutar o próprio corpo, esta fase pode transformar-se num tempo de renovação.
Porque a vida não perde valor com os anos, muitas vezes ganha profundidade. E há sempre caminho para continuar a crescer.

05/03/2026

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