Fundada em 1926, a APDP é uma instituição particular de solidariedade social que presta educação, apo
A APDP é uma instituição de solidariedade social, que desde a sua fundação em 1926, se dedica ao apoio às pessoas com diabetes. A sua evolução ao longo dos tempos, não apenas na vertente associativa, mas também de caráter cientifico-assistencial permitiu que em 2009 fosse reconhecida pela Federação Internacional de Diabetes como Centro de Educação, tendo merecido ainda a menção de ser a primeira organização a merecer tal distinção em todo o mundo. Em 2011 foi também reconhecida como clínica de referência para o tratamento de crianças e jovens.
09/03/2026
A APDP esteve presente no 22.º Congresso Português de Diabetes, uma iniciativa da , que teve lugar entre 5 e 7 de março, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura, reunindo profissionais e investigadores dedicados à área da diabetes.
Durante o evento, vários elementos da equipa da APDP apresentaram trabalhos e partilharam conhecimento com a comunidade médica e científica.
Destacamos a distinção atribuída a Rita Andrade, investigadora da APDP, vencedora do Prémio Melhor Poster – Investigação Clínica 🏆 com o trabalho coletivo:
“Edent1fi: Diabetes tipo 1 em estádio precoce na população pediátrica portuguesa”.
Este reconhecimento reforça a importância da investigação nacional e o contributo da APDP para o avanço do conhecimento e da deteção precoce da diabetes tipo 1.
Parabéns à investigadora e a toda a equipa envolvida.
04/03/2026
Hoje assinala-se o Dia Mundial da Obesidade.
Este ano a mensagem, é clara: há 8 bilhões de razões para agir.
A obesidade não é apenas uma questão de peso. É uma questão de saúde e está fortemente ligada à diabetes tipo 2.
Mais de 80% das pessoas com diabetes tipo 2 vivem com excesso de peso ou obesidade. E sabemos hoje que tratar a obesidade pode ser um passo decisivo para alcançar a remissão da diabetes tipo 2.
Mesmo uma perda de peso moderada pode:
✔️ Melhorar o controlo da glicemia
✔️ Reduzir a resistência à insulina
✔️ Diminuir, ou até suspender, a medicação
Perder entre 10 a 15% do peso corporal pode ser suficiente para mudar o curso da doença.
Combater a obesidade é uma das ferramentas mais poderosas para combater a diabetes tipo 2.
02/03/2026
Barcelos recebeu o Dedo Que Adivinha este fim de semana.
Em conjunto com a equipa da ULS Barcelos/Esposende, realizámos 337 rastreios à diabetes tipo 1 a crianças e jovens dos 3 aos 17 anos.
Seguimos juntos na promoção da saúde infanto-juvenil 💙
26/02/2026
Um clássico reinventado com cuidado e sabor: Grande Gâteau de Chocolate, numa receita desenvolvida em parceria com a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal. 🍫
Intenso, equilibrado e pensado para que o prazer à mesa possa ser vivido com consciência.
Se reside na região de Barcelos ou Esposende, esta informação é para si.
A Unidade Local de Saúde Barcelos/Esposende associou-se à APDP para realizar rastreios à diabetes tipo 1 a crianças e jovens entre os 3 e os 17 anos.
A deteção precoce permite agir antes do aparecimento de sintomas - e isso pode mudar tudo.
Como marcar o rastreio?
Para agendar o rastreio na ULS Barcelos/Esposende, um dos pais ou tutores legais deve:
1. Preencher o formulário de consentimento informado 👉 https://bit.ly/4aJwwQj
2. Submeter o pedido.
3. Aguardar o nosso contacto para confirmação e agendamento.
19/02/2026
A sua experiência conta: participe no estudo sobre diabetes e trabalho
Queremos conhecer o impacto que os ambientes de trabalho têm na vida das pessoas com diabetes.
Milhões de pessoas enfrentam desafios diários no local de trabalho, desde a gestão da diabetes até situações de estigma, discriminação e exclusão. Estas realidades afetam o bem-estar e o controlo da doença.
Em 2025, a Federação Internacional da Diabetes destacou o tema “Saber mais e fazer mais pela diabetes no trabalho”.
A APDP, em parceria com o Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis, da Universidade Lusófona, está a desenvolver um estudo para compreender melhor esta realidade no nosso país.
Participe neste estudo, preenchendo o questionário na ligação abaixo e contribua para ambientes de trabalho mais inclusivos e saudáveis para as pessoas com diabetes.
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Em Portugal, a luta contra a diabetes está desde o início ligada à Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP). O seu fundador, Ernesto Roma, acabara de concluir um estágio de especialização nos Estados Unidos da América, tendo aí assistido aos primeiros ensaios clínicos nos quais, pela primeira vez, se administrou a insulina, recentemente descoberta, no tratamento das pessoas com diabetes tipo 1. Ficou tão impressionado com os excelentes resultados obtidos que logo em 1926 fundou em Lisboa aquela que viria a ser a primeira Associação de Diabéticos do mundo, a Associação Protectora dos Diabéticos Pobres, com o objetivo primeiro de fornecer insulina gratuita às pessoas indigentes com diabetes.
No entanto, estas preocupações filantrópicas cedo se acompanharam de outras, nomeadamente no tocante à educação da pessoa com diabetes. Ficaram célebres as palestras que Ernesto Roma ministrava aos doentes na sala de espera da Associação enquanto aguardavam pela consulta. Nestas palestras focavam-se aspetos como a dieta, cuidados podológicos, autocontrolo, entre outros.
Por esta altura, poucos anos depois da sua fundação, a APDP não só prestava assistência às pessoas pobres com diabetes, sem meios para adquirirem insulina, como a todas as pessoas com diabetes que procurassem os cuidados médicos da associação.
Sentiu-se também a necessidade de informar a opinião pública sobre a diabetes e as formas de a prevenir bem, como de fazer a prevenção das suas manifestações tardias. Simultaneamente, alertava-se a população para a importância da integração das pessoas com diabetes, na sociedade, sem discriminações sociais e/ou profissionais.
Em 1931 o número de utentes assistidos na Associação rondava os 1.000. Este número eleva-se hoje a mais de 30.000. Sempre se notou uma correlação direta entre o aumento da doença em Portugal e o número de pessoas com diabetes inscritas na APDP.
Entre 1926 e 1973 a Associação foi-se desenvolvendo com maiores ou menores dificuldades, conhecendo diversas sedes, tendo inclusive passado por uma experiência de delegações em Coimbra e no Porto.
Em 1973 alterou o seu nome de Associação Protectora dos Diabéticos Pobres para um nome mais consentâneo com a verdadeira vocação da instituição, com a sua modernização e desenvolvimento e com a nova realidade do país: ASSOCIAÇÃO PROTECTORA DOS DIABÉTICOS DE PORTUGAL – PORTUGUESE DIABETES ASSOCIATION.
De uma Associação com fins essencialmente caritativos e filantrópicos, a APDP transformou-se numa instituição de saúde moderna, de referência, sendo simultaneamente uma Associação vocacionada para a defesa dos direitos das pessoas com diabetes e para uma correta integração das pessoas com diabetes na sociedade e uma clínica prestadora de cuidados médicos integrados e diferenciados, sem descurar os aspetos formativos e de investigação inerentes à excelência dos serviços prestados.