Joana Nunes Antunes Rebelo

Joana Nunes Antunes Rebelo O corpo guarda o que a vida cala. Através da presença e do toque consciente,
acompanho mulheres cansadas de viver desconectadas de si. Olá!

O meu nome é Joana Rebelo, tenho 34 anos e sou massoterapeuta. Acredito que o AMOR move montanhas e que quando se faz o que se gosta o coração fala por nós e é com AMOR e por AMOR que contribuo para o bem-estar geral de cada um que me procura. Sou grata ao universo por tudo o que me tem oferecido e acredito em pleno que:

“Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz." Madre Teresa de Calcutá

Sejam Bem-Vindos!!!

Há mulheres que dizem que querem mais.Mais presença.Mais respeito.Mais reciprocidade.Mas continuam a aceitar migalhas.Pe...
23/04/2026

Há mulheres que dizem que querem mais.

Mais presença.
Mais respeito.
Mais reciprocidade.

Mas continuam a aceitar migalhas.

Pequenas coisas do dia a dia que parecem “normais”:

* mensagens sem resposta;
* falta de atenção;
* relações onde dão mais do que recebem;
* silêncio quando algo incomoda.

E o problema não é só o outro dar pouco.

É continuares a aceitar.

Porque cada vez que aceitas menos do que mereces, estás a ensinar o outro como te tratar.

E, mais importante ainda, estás a ensinar a ti mesma que isso chega.

Mas não chega.

E no fundo, tu sabes disso.

𝐎𝐧𝐝𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐚 𝐭𝐮𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚́𝐬 𝐚 𝐚𝐜𝐞𝐢𝐭𝐚𝐫 𝐦𝐞𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞𝐬?

Não estás só cansada.Estás cansada de te adaptares.Cansada de estares sempre disponível para tudo e para todos.Cansada d...
22/04/2026

Não estás só cansada.

Estás cansada de te adaptares.
Cansada de estares sempre disponível para tudo e para todos.
Cansada de te colocares em último lugar… mesmo quando sabes que isso te está a custar.

O teu cansaço não vem só do que fazes.

Vem da forma como vives.

De cada vez que dizes “sim” quando querias dizer “não”.
De cada vez que ignoras o que sentes.
De cada vez que te ajustas para não desagradar.

E com o tempo, isso acumula.

No corpo.
Na energia.
Na forma como te olhas.

Até ao ponto em que já nem sabes bem onde f**as tu no meio de tudo.

Isto não é falta de descanso.

É falta de te escolheres.

𝐃𝐢𝐳-𝐦𝐞: 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐭𝐞𝐮 𝐝𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐢𝐬𝐬𝐨?

Hoje a minha prima enviou-me uma fotografia do filho dela a dormir.E houve um detalhe que me fez parar.Ele estava exatam...
21/04/2026

Hoje a minha prima enviou-me uma fotografia do filho dela a dormir.

E houve um detalhe que me fez parar.

Ele estava exatamente na mesma posição em que eu durmo.Na mesma em que a minha filha dorme.Na mesma em que ela própria dorme.

Podia ser coincidência.

Mas quando começamos a olhar com mais profundidade para a nossa história deixamos de ver só coincidências e começamos a ver ligações.

O corpo guarda.O corpo aprende.O corpo repete.

Mesmo quando nunca nos foi ensinado de forma consciente.

É assim que a nossa história se vai transmitindo — em pequenos gestos, em formas de estar, em escolhas que parecem “nossas”… mas que, muitas vezes, começaram antes de nós.

E isto não é para nos limitar.É para nos dar consciência.

Porque quando vemos… podemos escolher diferente.

E é aqui que o meu trabalho ganha ainda mais sentido.Não é só sobre aliviar o corpo.É sobre escutar o que ele está a tentar dizer.

Agora diz-me:

𝐉𝐚́ 𝐫𝐞𝐩𝐚𝐫𝐚𝐬𝐭𝐞 𝐞𝐦 𝐚𝐥𝐠𝐨 𝐞𝐦 𝐭𝐢 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐯𝐢𝐫 “𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚́𝐬” 𝐦𝐚𝐬 𝐧𝐮𝐧𝐜𝐚 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐢𝐨𝐧𝐚𝐝𝐨?

Confesso-vos que, neste momento, olho para o espelho e, por vezes, não me reconheço na mulher que sou. E não, não é uma ...
19/04/2026

Confesso-vos que, neste momento, olho para o espelho e, por vezes, não me reconheço na mulher que sou. E não, não é uma crise de identidade, mas sim um convite profundo para uma nova fase.

Até aqui, a minha energia esteve muito focada na minha profissão e na educação da minha filha. E fiz isso com todo o amor e dedicação. Mas agora que ela está prestes a completar 15 anos, sinto que chegou a minha vez. A hora de olhar para mim, de honrar a mulher plena que sou e que ainda estou a descobrir.

Foi por isso que iniciei um processo de emagrecimento. Não um programa rápido, de dietas restritivas, mas um caminho consciente. Voltei a olhar para a minha alimentação, para a minha hidratação, para os meus hábitos, com uma nova consciência. É um processo de escuta, de respeito pelo meu corpo e pelo meu tempo.

E porque vos partilho isto? Porque a vida é um processo contínuo de transformação, até ao último dia da nossa existência. E eu, que vos convido a voltar para a vossa raiz, a deixar de viver em migalhas, também estou neste caminho. A minha vulnerabilidade é a minha força, e é a partir dela que vos estendo a mão.

Este meu processo pessoal só reforça a minha convicção sobre a importância de criarmos espaços seguros onde podemos ser quem somos, sem máscaras, e onde somos sustentadas para florescer. É isso que estou a construir no círculo de mulheres.

Se esta mensagem ressoou contigo, se sentes que também é a tua hora de voltar para ti e de te honrares, envia-me a palavra RAIZ por mensagem privada. Em maio, abriremos as inscrições para as mulheres fundadoras deste espaço, com condições muito especiais. Quero que faças parte desta jornada de transformação.

Com carinho e em processo,

18/04/2026

Não é só cansaço. É o peso de te adaptares constantemente a tudo e a todos, menos a ti mesma.

Durante anos, vi mulheres a tentarem resolver este “cansaço” com mais organização, mais esforço, mais informação.
Mas o que o corpo pede não é que faças mais.
É que voltes para ti.

Ontem partilhei um texto importante sobre a decisão que tomei na forma como trabalho e sobre o novo espaço que estou a criar para mulheres que querem deixar de viver em migalhas.

Vai ler o meu último post. Se sentires o chamado, envia-me a palavra RAIZ por mensagem privada.

𝐓𝐨𝐦𝐞𝐢 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚𝐨 𝐧𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨…Depois de mais de uma década a trabalhar com o corpo feminino, comecei a ver al...
17/04/2026

𝐓𝐨𝐦𝐞𝐢 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚𝐨 𝐧𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨…

Depois de mais de uma década a trabalhar com o corpo feminino, comecei a ver algo que mudou completamente a forma como olho para o que as mulheres vivem.

Há mulheres que não se permitem receber.

Não se permitem parar.
Não se permitem ocupar espaço.
Não se permitem escolher-se.

E isso não f**a só na forma como pensam ou sentem.

F**a no corpo.

Na forma como se anulam sem perceber.
Na forma como aceitam menos do que merecem.
Na forma como se adaptam a tudo menos a si mesmas.

Chegou um ponto em que percebi: já não fazia sentido continuar a trabalhar na superfície.

O que estas mulheres precisam não é de mais informação.

É de transformação na forma como vivem dentro de si — e isso precisa de tempo, compromisso e presença.

Por isso criei um novo formato de trabalho, em grupo muito reduzido, com acompanhamento ao longo de 6 meses.

Um espaço onde não vens aprender a ser diferente.

Vens deixar de viver em migalhas e começar a viver a partir de ti.

Ao longo deste processo, vais começar a notar mudanças reais na tua forma de viver:

vais olhar para o espelho e reconhecer-te com mais verdade.
vais conseguir dizer “não” sem culpa e sem te abandonares.
vais deixar de aceitar menos do que mereces nas tuas relações.
vais começar a construir relações mais sólidas, onde te sentes vista e respeitada.
vais voltar a ti nas tuas escolhas diárias, sem te adaptares constantemente aos outros.

Não é um processo leve.

É um processo de responsabilidade.

Porque não é sobre te compreenderes mais.

É sobre deixares de te trair na forma como vives hoje.

Este espaço é limitado a 10 mulheres.

E neste momento ainda não abri oficialmente as vagas.

Se sentes que isto te tocou e queres saber mais, envia-me mensagem privada com a palavra 𝙍𝘼𝙄𝙕.

Vou conversar individualmente com cada mulher que sentir este chamado, para perceber se este espaço é para ti.

Hoje não me apetecia aparecer aqui.E durante muito tempo, eu simplesmente desaparecia nesses dias.Hoje já não.Hoje eu re...
09/04/2026

Hoje não me apetecia aparecer aqui.

E durante muito tempo, eu simplesmente desaparecia nesses dias.

Hoje já não.

Hoje eu reconheço o que sinto… mas não me abandono.

E é exatamente isso que ensino às mulheres que chegam até mim.

Não é sobre estares sempre bem.
É sobre saberes sustentar-te quando não estás.

É aqui que começa a verdadeira transformação.

Se sentes que te tens perdido de ti, eu posso ajudar-te — através do corpo ou de um processo mais profundo como a mentoria VOAR.

Ontem trouxe comigo uma reflexão profunda.No meu  grupo de networking, a  falou  sobre comunicação e sobre como a forma ...
08/04/2026

Ontem trouxe comigo uma reflexão profunda.

No meu grupo de networking, a falou sobre comunicação e sobre como a forma como comunicamos na nossa intimidade é exatamente a forma como nos mostramos ao mundo.

E isso fez-me olhar para a minha própria história.

Estou com o mesmo parceiro desde os 14 anos.
Hoje tenho 43.

Crescemos juntos.
Construímo-nos juntos.
E, acima de tudo, fomos espelho um do outro ao longo de todas as fases da vida.

Durante muito tempo, vi a minha forma de estar como estruturada, consistente, até inflexível por vezes.
E continuo a ver valor nisso.

Mas hoje vejo mais fundo.

Percebo que foi precisamente este relacionamento — estável, presente, contínuo que me obrigou a olhar para mim vezes sem conta.

Porque quando f**as…
não há para onde fugir.

Não há distrações novas.
Não há recomeços fáceis.

Há apenas o outro a refletir-te.
E a vida a pedir-te crescimento.

E talvez seja por isso que hoje faço o trabalho que faço.

Porque vejo tantas mulheres a evitarem esse encontro consigo mesmas.
A mudarem de cenário mas a levarem-se sempre com elas.

Sem escuta.
Sem presença.
Sem verdade.

O relacionamento certo não é o que te evita conflitos.
É o que te convida a crescer dentro deles.

E isso exige estrutura, sim…
mas também exige consciência.

Hoje, mais do que nunca, sei que não se trata de mudar tudo lá fora mas de aprofundar o que vive cá dentro.

E talvez a verdadeira pergunta não seja sobre a tua relação…
mas sobre ti dentro dela.

Estás a crescer ou apenas a repetir-te?

07/04/2026

Uma mensagem para ti mulher que faz tudo para os outros.

Hoje deixo-te um pequeno exercício ❣️

Há uma fase da vida em que já não dá para continuar igual.Não porque tudo esteja mal…mas porque tu já não cabes na mulhe...
03/04/2026

Há uma fase da vida em que já não dá para continuar igual.

Não porque tudo esteja mal…
mas porque tu já não cabes na mulher que foste.

E isso vê-se no corpo.

No cansaço que não passa.
Na irritação sem motivo claro.
Na sensação de estares desconectada de ti… mesmo quando aparentemente está tudo “bem”.

Isto não é confusão.

É um renascimento a começar.

Mas ninguém nos ensina esta parte.

A parte em que dói largar.
A parte em que não sabes bem quem estás a tornar-te.
A parte em que és chamada a parar… quando sempre aprendeste a continuar.

No meu trabalho, eu não acelero processos.

Eu sustento mulheres neste espaço.

Entre o que já não são e o que ainda está a nascer.

Através do corpo.
Da escuta.
Da verdade que muitas vezes foi silenciada.

Porque renascer não é uma decisão mental.

É um processo que o corpo já começou… mesmo que tu ainda não saibas.

Continuar igual também é uma escolha.
Mas não te iludas — o corpo vai continuar a falar até tu ouvires.





Há algo que a maternidade me ensinou…e que mudou completamente a forma como acompanho mulheres.Hoje, ao olhar para a min...
30/03/2026

Há algo que a maternidade me ensinou…
e que mudou completamente a forma como acompanho mulheres.

Hoje, ao olhar para a minha filha, senti um orgulho profundo.
Mas mais do que isso, senti confiança.

Confiança no caminho dela.
Mesmo sem controlar. Mesmo sem saber tudo.

E foi aí que me lembrei:

A fé que vivemos em família não é sobre certezas.
É sobre presença, consistência e confiança no invisível.

E é exatamente isso que falta a muitas mulheres que chegam até mim.

Mulheres que:
• vivem desconectadas do corpo
• duvidam constantemente das suas decisões
• procuram respostas fora… porque deixaram de confiar dentro

O meu trabalho não é “ensinar” o caminho.

É devolver estrutura, consciência e segurança interna
para que cada mulher volte a confiar em si — tal como eu confio na minha filha.

Porque quando uma mulher se reconecta com o seu corpo ela deixa de viver em esforço e começa a viver com direção.

E isso muda tudo:
relações, trabalho, energia, identidade.

A fé, no fundo, não é algo distante.

É algo que se constrói — no corpo, nas escolhas e na forma como nos sustentamos todos os dias.

E é exatamente aí que eu entro.

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