Miguel Figueiredo

Miguel Figueiredo Página de Miguel Figueiredo, Health Coach, Alimentação Funcional, Lifestyle Medicine
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Medicina Integrada Funcional e Medicina de Estilos de Vida (Lifestyle Medicine)

O magnésio virou tendência.E quando algo vira tendência, normalmente perde-se o critério.Aqui não estamos a falar de mai...
29/04/2026

O magnésio virou tendência.
E quando algo vira tendência, normalmente perde-se o critério.

Aqui não estamos a falar de mais um suplemento “da moda”. Estamos a falar de um mineral com impacto direto no cérebro.

Um estudo com mais de 6.000 pessoas associou maior ingestão de magnésio a maior volume cerebral, menos lesões relacionadas com o envelhecimento e menor risco de declínio cognitivo.
E há um detalhe relevante: o efeito foi mais evidente em mulheres, especialmente após a menopausa.

Mas o ponto mais importante não está no estudo. Está no dia-a-dia.

Muita gente anda com sinais clássicos de défice sem perceber: sono leve, irritabilidade, fadiga persistente, tensão muscular, dificuldade de foco.

E tenta resolver com mais café, mais estímulos, mais força de vontade.

O problema pode ser outro.
O magnésio está envolvido na regulação do sistema nervoso, na produção de energia e na qualidade do sono. Quando falha, o corpo sente.

Idealmente começa-se pela base: alimentação: sementes, frutos secos, leguminosas, cacau puro, vegetais verdes.

Mas nem sempre chega. E quando se fala em suplementação, entra outro erro comum: usar “qualquer magnésio”.

A forma faz diferença.
L-treonato, acetil-taurato, bisglicinato, têm efeitos distintos e objetivos diferentes.

Não é apenas sobre tomar mas sim perceber o que faz sentido para o teu contexto.

Lê o artigo com a explicação completa dos diferentes tipos: https://medicina-integrada.pt/tipos-de-magnesio-beneficios/

E se precisares de orientação ou referência de um magnésio adequado, fala comigo que posso partilhar os que já testei e/ou uso.

Este é sempre o Webinar mais procurado e a última turma deste webinar esgotou rapidamente. E isso diz mais do que qualqu...
27/04/2026

Este é sempre o Webinar mais procurado e a última turma deste webinar esgotou rapidamente. E isso diz mais do que qualquer promessa. 😉

A maioria das pessoas já percebeu que a saúde não se resolve só com suplementos, planos genéricos ou “truques rápidos”. Resolve-se com aquilo que se faz todos os dias, várias vezes ao dia. E isso começa na cozinha.

Mas há um problema: Saber “o que comer” não chega.
É preciso perceber como escolher, como combinar, como preparar e até como preservar os alimentos para que eles realmente façam diferença na fisiologia.

É aqui que tudo muda.
Neste webinar vamos direto ao essencial:

• O impacto real dos alimentos na prevenção e na recuperação
• O que são alimentos funcionais e como usá-los no dia a dia
• Como pequenas decisões na cozinha alteram energia, saciedade e inflamação
• Erros comuns que estão a destruir o valor nutricional das refeições
• Estratégias práticas que consegues aplicar no dia seguinte

Sem extremismos. Sem modas.
Com lógica, contexto e aplicação real.

Se sentes que já tens informação mas falta clareza e estrutura, isto é para ti.

A cozinha pode ser apenas um lugar onde cozinhas…ou pode ser uma das ferramentas mais poderosas que tens para cuidar da tua saúde.
A escolha, como sempre, não está no conhecimento. Está na aplicação.

📌 15 de maio das 20 às 22h ou podes assistir depois à gravação por 30 dias.
📲 Mais informações aqui: https://medicina-integrada.pt/webinar-fazer-da-cozinha-uma-farmacia/

Arroz ou massa?Nenhum deles é propriamente um alimento com elevada densidade nutricional.São, acima de tudo, fontes de h...
27/04/2026

Arroz ou massa?

Nenhum deles é propriamente um alimento com elevada densidade nutricional.
São, acima de tudo, fontes de hidratos de carbono, pensadas para fornecer energia.

E isso não é um problema. O problema começa quando são tratados como a base nutricional da refeição… em vez de apenas uma parte dela.

Se olharmos aos números, a massa acaba por ter alguma vantagem:
mais proteína, mais minerais e um perfil ligeiramente mais interessante do ponto de vista nutricional.

Mas há um ponto que pode ser relevante para algumas pessoas: o glúten.
Nem toda a gente tem doença celíaca, mas isso não signif**a que toda a gente tolere bem a massa.

Distensão abdominal, desconforto digestivo, sensação de peso… são mais comuns do que se pensa.

Ou seja, não é só sobre nutrientes mas sim sobre resposta individual.
Na prática, a diferença entre arroz e massa é pequena.
Aquilo que realmente muda o jogo é o que colocas ao lado: proteína, vegetais, qualidade dos alimentos.

E é aqui que entra um conceito que quase ninguém considera: densidade nutricional. Le o artigo sobre a Densidade Nutricional. https://medicina-integrada.pt/densidade-nutricional-porque-e-importante/

Qual o teu favorito? Eu gosto de ambos mas uso bastante mais a batata-doce e a branca pois oferecem muito mais nutrientes pela mesma porção.

Se quiseres perceber como estruturar refeições que realmente controlem o apetite, estabilizem a energia e façam sentido para o teu objetivo, fala comigo. Mostra-me como estás a comer atualmente e eu ajudo-te a ajustar o que realmente faz diferença.✉️

Fala-se muito em calorias…mas quase ninguém fala daquilo que realmente determina se vais conseguir manter uma alimentaçã...
26/04/2026

Fala-se muito em calorias…mas quase ninguém fala daquilo que realmente determina se vais conseguir manter uma alimentação consistente: a saciedade.

E isso tem consequências diretas no dia a dia.

A maioria das pessoas não falha porque “come demais”.
Falha porque as refeições não saciam o suficiente.
E quando isso acontece, o corpo responde como seria de esperar: mais fome, mais vontade de petiscar, mais dificuldade em parar.

Não é falta de disciplina.
É uma resposta fisiológica.

A proteína entra aqui como uma das ferramentas mais ef**azes para controlar o apetite.

Não porque “emagrece”, mas porque ajuda a regular hormonas, aumentar a saciedade e reduzir o impulso de comer constantemente.

E há um detalhe que quase ninguém valoriza: é muito mais fácil exagerar em alimentos pobres em proteína do que em alimentos ricos em proteína.
Não é por acaso.

Se queres melhorar o controlo alimentar, começa por aqui. Não compliques antes de resolver o básico.

Explora os artigos completo onde explico como ajustar na prática: https://medicina-integrada.pt/?s=proteina

Antes que comecem as guerras ideológicas, isto não é um post pró-leite.É um post pró-evidência, pró-contexto e pró-bom s...
26/04/2026

Antes que comecem as guerras ideológicas, isto não é um post pró-leite.
É um post pró-evidência, pró-contexto e pró-bom senso.

“Somos o único mamífero que consome leite em adulto.”

A frase repete-se vezes sem conta, mas quase nunca é questionada.
E esse é o problema.

Não, o leite não é essencial.
E sim, há pessoas que não o toleram bem.

Mas isso não o transforma num problema universal, nem justif**a a demonização simplista que se vê por aí.

O que realmente importa aqui não é o leite mas sim a forma como se constroem argumentos.

Usar o comportamento de outros animais como referência para decisões alimentares humanas não é ciência. É uma analogia fraca que soa bem… mas não se sustenta.

E depois há o clássico: “o leite é inflamatório”. Quando se pergunta que marcadores foram avaliados, quase sempre aparece silêncio.

Porque inflamação não é uma opinião, mas sim algo que se mede.
E a evidência, em indivíduos saudáveis, está longe de sustentar essa narrativa generalista.

Uma alimentação bem estruturada não se constrói com frases feitas. Constrói-se com contexto, individualização e pensamento crítico.

Agora quero saber de ti:
Consumes leite ou derivados? E como te sentes com isso?

Lê no meu blog os artigos mais completos do blog sobre este tema, com base científ**a e aplicação prática:

- https://medicina-integrada.pt/o-mito-do-unico-mamifero-que-consome-leite-de-outra-especie/
- https://medicina-integrada.pt/e-o-leite-inflamatorio/
- https://medicina-integrada.pt/laticinios-vaca-cabra-ovelha/

E se queres ir mais fundo no tema dos mitos, dia 22 de maio vou dar um Webinar sobre mitos alimentares, onde vamos desmontar muitas destas ideias que parecem óbvias… mas não são. Mais informações: https://medicina-integrada.pt/webinar-mitos-alimentares/

Todos os dias me perguntam quantas vezes se pode comer ovos, carne vermelha ou queijo.E quase ninguém fala das vezes que...
25/04/2026

Todos os dias me perguntam quantas vezes se pode comer ovos, carne vermelha ou queijo.

E quase ninguém fala das vezes que come bolachas, bebidas alcoólicas, chocolates, refrigerantes, nuggets, massas instantâneas ou fast food.

E isso não é inocente. É hábito.
Durante anos, criámos medo à volta de alimentos simples, enquanto normalizámos produtos altamente processados, desenhados para serem fáceis de consumir, difíceis de parar e pobres em nutrição.

O problema raramente está na comida de verdade. Está naquilo que vem com listas longas de ingredientes, combinações artificiais e baixa densidade nutricional.

Não é sobre cortar tudo. É sobre saber priorizar e distinguir os alimentos da nutrição dos alimentos da diversão (e que também fazem parte).

Comer bem não é viver a contar calorias. É perceber o que realmente nutre o corpo e o que só cria satisfação momentânea.

A maioria das pessoas não precisa de mais regras.Precisa de mais clareza.
E a clareza começa no básico.

Regra simples: Se tem uma lista longa de ingredientes, não deve ser a base da alimentação. Se o nutriente é o alimento, provavelmente é uma boa escolha.

A maioria das pessoas come brócolos, mas quase sabe tirar  verdadeiro partido deles.E não, não é uma questão de quantida...
25/04/2026

A maioria das pessoas come brócolos, mas quase sabe tirar verdadeiro partido deles.

E não, não é uma questão de quantidade, mas sim uma questão de como os preparas.

Podes estar a consumir um dos vegetais mais interessantes do ponto de vista metabólico…ou simplesmente a destruí-lo no processo sem perceber.

O problema não está no alimento mas sim nos detalhes que quase ninguém te explica: Tempo de cozedura, temperatura, combinação de alimentos e até o momento em que cortas faz diferença.

E é aqui que a alimentação deixa de ser básica e passa a ser estratégica.
Não se trata de complicar mas de perceber o suficiente para não desperdiçar aquilo que já estás a fazer bem.

Se queres aprofundar este tipo de abordagem prática, aplicada ao dia a dia e com base fisiológica, não percas:
📅 Webinar: Fazer da Cozinha uma Farmácia, já a 15 de maio das 20 às 22h ou podes assistir à gravação depois por 30 dias. Mais informações aqui: https://medicina-integrada.pt/webinar-fazer-da-cozinha-uma-farmacia/

Se queres ajuda para transformar a intenção em ação, apresenta-me os teus objetivos e eu explico-te, sem compromisso, como te posso ajudar.✉️

A maioria das pessoas preocupa-se com o que come.Quase ninguém pensa como cozinha. E é aqui que se perde uma parte silen...
25/04/2026

A maioria das pessoas preocupa-se com o que come.

Quase ninguém pensa como cozinha. E é aqui que se perde uma parte silenciosa do valor nutricional.

Brócolos não são todos iguais no prato.
Podem ser uma fonte rica em compostos bioativos…ou apenas mais um vegetal sem impacto relevante.

Demasiado tempo a ferver, temperatura errada, textura destruída…e aquilo que era para proteger as tuas células acaba por se perder na água.

E depois há o detalhe que quase passa ao lado: o sulforafano. Um dos compostos mais interessantes destes vegetais, com impacto na inflamação, na microbiota e nos mecanismos de defesa celular. Mas é sensível.

Depende da forma como cortas, cozinhas e combinas os alimentos. Ou seja, não chega “comer saudável”. É preciso saber usar os alimentos.

Se queres começar a olhar para a alimentação de forma mais estratégica, prática e com base fisiológica, tenho um webinar onde explico isto de forma simples e aplicável no dia a dia.

💥Garante a tua vaga no Webinar: Fazer da Cozinha uma Farmácia, já a 15 de maio das 20 às 22h ou podes assistir à gravação depois por 30 dias. Segue o link: https://medicina-integrada.pt/webinar-fazer-da-cozinha-uma-farmacia/

Há aqui um erro comum que pouca gente questiona.As pessoas continuam a tentar resolver comportamentos complexos com solu...
24/04/2026

Há aqui um erro comum que pouca gente questiona.

As pessoas continuam a tentar resolver comportamentos complexos com soluções simples demais.

“Tenho de ter mais disciplina.”
“Tenho de fechar a boca.”
“Tenho de controlar melhor.”

Mas ninguém pergunta: controlar o quê, exatamente, quando o corpo já vem em défice há horas?

O que muitos interpretam como falta de controlo é, na prática, uma resposta fisiológica previsível.

Baixa energia disponível, oscilações glicémicas, sobrecarga cognitiva e fadiga emocional acumulada.

Isto não é falta de força de vontade. É biologia a fazer o seu trabalho.

E aqui está o ponto que quase ninguém quer ouvir: quanto mais tentares “apertar” no controlo, mais aumentas a probabilidade de falhar.

Porque estás a lutar contra o estado interno, em vez de o corrigir.

O foco devia ser outro.
Menos obsessão com o que acontece à noite. Mais atenção ao que estás a construir ao longo do dia.

Porque o comportamento não começa no momento da decisão.
Começa muito antes disso.

E se isto te fez pensar um pouco mais fundo sobre o que te acontece no dia a dia, então já valeu a pena.

Se queres ajuda para transformar este padrão em algo mais estável e previsível, apresenta-me os teus objetivos e eu explico-te, sem compromisso, como te posso ajudar.✉️

Curioso como algumas pessoas queixam-se que os ovos estão a 3,5 € a dúzia…mas não hesitam em dar o mesmo por uma “barra ...
24/04/2026

Curioso como algumas pessoas queixam-se que os ovos estão a 3,5 € a dúzia…mas não hesitam em dar o mesmo por uma “barra proteica” que, na maioria dos casos, nem sequer entrega o mesmo valor nutricional.

Um ovo tem proteína completa, elevada biodisponibilidade, micronutrientes relevantes e um efeito de saciedade real.

A tal barra “prática” muitas vezes traz proteína, muito adoçantes, emulsif**antes e uma promessa de conveniência que acaba por sair cara, em dinheiro e em qualidade.

Não é uma questão de demonizar produtos. Podem ser práticos.
É uma questão de perceber o que se está a trocar.

Estamos a substituir comida por produtos. E depois surpreendemo-nos quando a saciedade falha, a fome volta rápido e a alimentação f**a cada vez mais dependente de soluções embaladas.

O problema não é falta de opções. É a forma como estamos a priorizar.

Se o objetivo é facilitar o dia a dia, controlar o apetite e melhorar a composição corporal, simplif**ar costuma ser mais ef**az do que sofisticar.

O ovo continua a fazer o que sempre fez. Sem marketing, sem alegações e sem distrações.

Se queres ajuda para sair do ruído e estruturar uma alimentação que funcione mesmo na prática, apresenta-me o teu caso e eu explico-te, sem compromisso, como te posso ajudar.

A alimentação não afeta só o corpo. Afeta também as emoções e o humor.Este estudo internacional com 15.262 participantes...
22/04/2026

A alimentação não afeta só o corpo. Afeta também as emoções e o humor.

Este estudo internacional com 15.262 participantes mostra isso de forma clara.

Os investigadores analisaram padrões alimentares reais e observaram associações consistentes entre maior consumo de ultraprocessados e maior probabilidade de depressão major, sobretudo em faixas etárias mais jovens.

E o ponto mais importante aqui não é criar medo.
É criar consciência.

Porque isto reforça uma verdade simples: o cérebro não vive fora do corpo.

O estado emocional, a energia, a clareza mental e a capacidade de lidar com stress dependem de vários fatores, mas a alimentação é um deles, e é dos poucos que podes ajustar todos os dias, com efeito cumulativo.

Não se trata de culpar alimentos.
Trata-se de perceber que escolhas repetidas moldam a biologia.

E quando alguém diz “estou bem, só ando mais em baixo”, a pergunta útil pode não ser apenas “o que aconteceu”, mas também “como tenho vivido”.

Se queres ajuda para transformar a intenção em ação, apresenta-me os teus objetivos e eu explico-te, sem compromisso, como te posso ajudar.

A maioria das pessoas vive em modo constante de alimentação.- Pequeno-almoço- Lanche- Almoço- Lanche- Jantar- CeiaE no m...
21/04/2026

A maioria das pessoas vive em modo constante de alimentação.
- Pequeno-almoço
- Lanche
- Almoço
- Lanche
- Jantar
- Ceia

E no meio disto tudo… o corpo nunca pára. Nunca entra em modo de reparação. Nunca “respira” metabolicamente. E depois surge a dúvida: “Porque é que faço tudo certo e não vejo resultados?”

A resposta pode ser desconfortável, mas não é só o que comes, mas também quando comes.

Vivemos numa era de excesso, mas o corpo humano não foi desenhado para funcionar assim. Quando há energia em excesso todos os dias:
- As células não descansam.
- A autofagia diminui.
- A inflamação aumenta.
- Os danos acumulam-se.

Agora o contrário. Quando dás espaço ao metabolismo:
- A energia torna-se mais eficiente.
- A composição corporal melhora.
- A mente ganha clareza.
Os marcadores metabólicos equilibram-se.

E não, isto não é passar fome. É criar condições para o corpo fazer aquilo que já sabe fazer: Regular, eparar. e adaptar.

Mas há um erro que vejo constantemente: Pessoas a tentar fazer jejum… sem perceber o que estão realmente a fazer. Sem estrutura, sem estratégia e sem contexto mas depois dizem que “não funciona”.

O problema não é o jejum, mas sim a forma como está a ser aplicado.
É exatamente isso que vou explicar no webinar sobre jejum intermitente.

📌 No dia 24, no Webinar das 20 às 22h, vou aprofundar os benefícios do Jejum e restrição calórica, e como podemos utilizar como estratégia de promoção da saúde e longevidade. Mais informações: https://medicina-integrada.pt/webinar-jejum-intermitente/

📄Para ler o artigo "Jejum Intermitente: Benefícios, Como Fazer, Riscos e Guia Completo" segue o link: https://medicina-integrada.pt/jejum-intermitente-beneficios-como-fazer/

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