29/04/2026
O magnésio virou tendência.
E quando algo vira tendência, normalmente perde-se o critério.
Aqui não estamos a falar de mais um suplemento “da moda”. Estamos a falar de um mineral com impacto direto no cérebro.
Um estudo com mais de 6.000 pessoas associou maior ingestão de magnésio a maior volume cerebral, menos lesões relacionadas com o envelhecimento e menor risco de declínio cognitivo.
E há um detalhe relevante: o efeito foi mais evidente em mulheres, especialmente após a menopausa.
Mas o ponto mais importante não está no estudo. Está no dia-a-dia.
Muita gente anda com sinais clássicos de défice sem perceber: sono leve, irritabilidade, fadiga persistente, tensão muscular, dificuldade de foco.
E tenta resolver com mais café, mais estímulos, mais força de vontade.
O problema pode ser outro.
O magnésio está envolvido na regulação do sistema nervoso, na produção de energia e na qualidade do sono. Quando falha, o corpo sente.
Idealmente começa-se pela base: alimentação: sementes, frutos secos, leguminosas, cacau puro, vegetais verdes.
Mas nem sempre chega. E quando se fala em suplementação, entra outro erro comum: usar “qualquer magnésio”.
A forma faz diferença.
L-treonato, acetil-taurato, bisglicinato, têm efeitos distintos e objetivos diferentes.
Não é apenas sobre tomar mas sim perceber o que faz sentido para o teu contexto.
Lê o artigo com a explicação completa dos diferentes tipos: https://medicina-integrada.pt/tipos-de-magnesio-beneficios/
E se precisares de orientação ou referência de um magnésio adequado, fala comigo que posso partilhar os que já testei e/ou uso.