Inês Chiote Rodrigues - Psicóloga Clínica

Inês Chiote Rodrigues - Psicóloga Clínica - Acompanhamento psicológico individual
- Avaliação psicológica
- Workshops
- Orientação vocacional
- Formação para empresas

Desde cedo escrevia histórias onde personif**ava objetos e sentimentos. Nunca mais me esqueço de uma peça de teatro que escrevi em que as personagens principais eram a alegria e a tristeza. Foi a partir dessa peça que comecei a refletir sobre o papel das emoções na nossa vida. A partir desta reflexão, surge uma vontade maior de entender o Ser humano, contribuindo para o desenvolvimento de cada um. É então, aos 15 anos que percebo que quero ser Psicóloga. Ao longo do meu percurso profissional, fui notando como a área da Psicologia é um mundo e como me entusiasma poder aprender mais um pouco todos os dias sobre o funcionamento do Ser Humano. Fui reparando como me sentia em pleno e realizada antes, durante e, sobretudo, depois das sessões com os meus pacientes. O Projeto Traços do Ser nasce da união entre a Arte e a Psicologia. Na dupla que forma a equipa do Traços do Ser acabava sempre por surgir esta união, resultando numa partilha motivadora e diferente da área da Psicologia. Desta forma, é na arte da escrita que irei contribuir mais neste Projeto, tentando que o leitor se identifique na simplicidade das palavras. Olho para o trabalho em Psicologia Clínica como um meio para a Pessoa viver melhor, de acordo com as suas necessidades e o que mais lhe faz sentido. Acredito que cada Pessoa é única e que a sua singularidade faz dela um Ser com potencialidades, livre para escolher o seu caminho. Como tal, no trabalho que desenvolvo procuro que cada Pessoa sinta confiança suficiente para poder Ser, descobrindo e fortalecendo os seus recursos, ao mesmo tempo que lida com as suas fragilidades. Ser é viver e Liberdade é poder escolher, por isso, procurar ajuda num momento em que algo não está bem possibilita a construção de uma vida em pleno.

Fecho o ano com esperança...Continua a ser curioso como o ser humano é tão simples naquilo de que mais precisa e, ao mes...
31/12/2025

Fecho o ano com esperança...

Continua a ser curioso como o ser humano é tão simples naquilo de que mais precisa e, ao mesmo tempo, tão complicado na forma como se expressa e comporta.

Relembro que todos precisamos de amor. E observo que é tão mais fácil apontar o dedo, destilar ódio, passar por cima uns dos outros... Tudo para chegar ao centro da necessidade "sou importante", expressando tanto desamor.
Diria que amar não é um campeonato, ser importante muito menos, mas que ultimamente andamos todos numa corrida desenfreada para chegar e caber num lugar que nem sabemos qual é.

Acredito que o mundo digital não ajude, com a sua montra de exemplos bonitos de como se faz e de como tudo corre na perfeição. Estamos sobrestimulados de informação e aquilo que nos deveria ajudar, muitas vezes, torna-nos mais doentes. Mentalmente. Fisicamente. Num todo.

Pensemos: o que mais nos aproxima uns dos outros? Muito provavelmente a vulnerabilidade! Aquilo que de mais bonito têm as relações humanas é o expressar dessa vulnerabilidade e o ser acolhido. É amor, verdade? Tão simples e tão difícil.

Deste lado, fecho o ano com esperança de que o desejo e ação para a mudança de cada um de nós vá tornando menos difícil relacionarmo-nos connosco próprios e uns com os outros. Com a vida. Sabermos viver e cada vez melhor. Saborear!

Agradeço também pela minha saúde e dos meus e, depois, a oportunidade que a vida me deu e eu me dei de continuar em transformação, permitir-me estar em lugares dolorosos, procurando sempre os sentidos de tudo isto. Ao mesmo tempo que acompanho tantas pessoas corajosas em transformação e que me acrescentam todos os dias.

Seguimos juntos nesta viagem que é a vida!

Bom ano de 2026!🤍

#2026

Nesta época em que se desejam normalmente boas festas ou um feliz natal, relembro o quão é difícil para grande parte das...
24/12/2025

Nesta época em que se desejam normalmente boas festas ou um feliz natal, relembro o quão é difícil para grande parte das pessoas viver este período.

Seja pela tristeza dos que já partiram do plano terrestre, seja pela tristeza do que não se consegue viver e gostaria com os que ainda cá estão, seja pelos padrões familiares tóxicos que se ativam ainda mais nestes encontros e que tiram a crosta às feridas internas e que as fazem sangrar novamente.

Por isso, mais do que tentar viver uma felicidade que pode não corresponder à verdade, aceitemos e abracemos cada emoção e sentimento. O que sente merece ser acolhido!

Que neste Natal possamos validar todos os tipos de Natal que existem, sobretudo, dentro de cada um de nós. Com respeito e empatia!

Um abraço e votos de um natal o mais pacífico possível!🤍

Recebe-se um positivo e tudo muda a partir dali. Mesmo que se saiba que ainda é muito cedo e que pode não correr bem . M...
30/10/2025

Recebe-se um positivo e tudo muda a partir dali. Mesmo que se saiba que ainda é muito cedo e que pode não correr bem . Mesmo que se faça um esforço para não ter expectativas!

Com um positivo nasce uma esperança, criam-se histórias, montam-se cenários, surgem mil perguntas e medos.

Seja às 8, 11, 15, 20, 24, 36 semanas ou até logo após o nascimento, a perda gestacional e neonatal dói!
São muitas perdas numa só! Um embrião ou feto que se perde; as histórias de futuro que já não vão acontecer; o sonho de um papel de mãe e pai roubado pouco depois de acontecer; as crenças de que algo que parece tão fácil e normal poder não ser; a mulher nova que nasce e que não vai mais viver futuras gravidezes (se as tiver) da mesma forma,... No fundo perde -se tudo aquilo que a partir daquele positivo começou, não só dentro da mulher, como também, no coração e mente da mãe, do pai e da família.

Por isso, dizer que é normal pode não ajudar, dizer que ao menos a mulher sabe que é fértil muito menos, e muitas outras coisas que tais. Dar espaço para esta dor, reconhecendo a perda e a tristeza que dela vem pode ser suficiente. Mais do que mil palavras, vale o aconchego de um abraço e a validação de todas essas perdas. Lembrando que aquele bebé, com poucas ou muitas semanas, existiu e existirá sempre!

Pela consciencialização da perda gestacional e neonatal, assinalada a 15 de outubro 🤍

**to

Para muitos, Setembro é o início do ano, de mais uma volta! Depois de possíveis excessos/loucuras/faltas de rotina do ve...
15/09/2025

Para muitos, Setembro é o início do ano, de mais uma volta! Depois de possíveis excessos/loucuras/faltas de rotina do verão, vêm promessas de mudança "Agora é que é!". 

Pois bem sabemos como pode funcionar o ser humano, certo? Ou usa essas promessas como combustível de organização e estrutura rumo aos objetivos, ou sofre os efeitos colaterais de expectativas irrealistas e exigências sem fim! Com qual se identif**a? Diga-me nos comentários! 👇

Por aqui deixo a nota: de uma forma ou de outra, que os recomeços sirvam, acima de tudo, para sabermos parar, escutar, identif**ar necessidades, deixando ir o que não interessa. Porque no final do dia, a maior mudança faz-se cá dentro, naquilo que cada um de nós verdadeiramente sente e precisa!

Cada bebé é um bebé, cada pós-parto é um pós-parto, cada mãe é uma mãe...Também a mãe de dois volta a ter que se reinven...
22/07/2025

Cada bebé é um bebé, cada pós-parto é um pós-parto, cada mãe é uma mãe...

Também a mãe de dois volta a ter que se reinventar e a conhecer-se num papel que não é novo mas com um filho novo!

Também a mãe de dois volta a sentir-se confusa sobre quem é agora, como encaixará este papel novo "não novo" na sua rotina e dinâmicas familiares e relacionais.

Também a mãe de dois se sente cansada, culpada e angustiada. Não há pausas entre cuidar da necessidade de um filho, e correr para cuidar da necessidade do outro. Parece que não se é por inteiro em lado nenhum!

Também a mãe de dois continua a fazer parte de um casal que agora, mais uma vez, se reorganiza, dividindo-se entre um filho e outro.

Também a mãe de dois sente saudades da vida antes, do que já tinha conquistado, ao mesmo tempo que sente alegria e gratidão pelo que tem agora.

E no pouco ou nenhum tempo que sobra para a mãe cuidar de si, lembre-se que pedir ajuda é o primeiro grande passo!

Quem por aí se sente nesta viagem?

03/07/2025
Digo muitas vezes, sem qualquer pretensão, que a maternidade vive-se, mais do que se explica! A teoria pode ajudar-nos m...
04/05/2025

Digo muitas vezes, sem qualquer pretensão, que a maternidade vive-se, mais do que se explica! A teoria pode ajudar-nos muito (e se ajuda!)! Mas parece ser, sobretudo, a vivência e sentimento de pertença e identif**ação que apaziguam a culpa e solidão que da maternidade podem vir!

Uma mãe que ouve "não precisas de explicar, eu senti essa escuridão no pós-parto" ou "não és uma má mãe porque pensas determinadas coisas, nós mães também pensamos" respira de alívio. Porque entende que não é a única que viaja do romance ao terror num ápice, sem que isso diga algo de errado sobre si!

Aproveitemos as nossas vivências intensas enquanto mães para nos julgarmos menos e nos abraçarmos mais umas às outras!

Que falemos mais e romantizemos menos, esse pode ser o colo que tantas mães precisam! E que paremos de confundir sentimentos e de compartimentalizar tudo! Alguém pode querer muito ser mãe e sentir-se triste com vivências desse papel, sem ser uma má mãe! Alguém pode amar os seus filhos e querer ser outros papéis para além de mãe, sem ser uma má mãe! Alguém pode querer ser "só" mãe para se sentir realizada, sem ser "poucochinha" ou então a mãe ideal! Não há melhores nem piores mães, tão pouco estamos num campeonato!

A vocês, mães, dou-vos um grande abraço com todo o respeito e admiração do mundo pelo que só vocês sabem que conseguem fazer enquanto mães! Essa força que não se explica e os tantos silêncios que engolem muito em prol de tudo e todos! Não se é mais mulher por se ser mãe, mas, sem dúvida, que este é um papel transformador para uma mulher!

E dou também um grande abraço a vocês, mulheres, mães, de colo vazio ou que querem muito viver este papel mas ainda não conseguiram! E um abraço especial a quem já não tem a sua mãe neste plano terrestre ou que sentem a sua ausência mesmo na sua presença! E ainda às Mães que são pais e aos pais que são mães!

À minha mãe... Um GRANDE obrigada 🤍

Aos meus filhos... Que me ensinam todos os dias a ser mãe 🤍

Ser Pai...Uma verdadeira responsabilidade! Um viva a todos os Pais que se esforçam por sê-lo no seu todo! No tempo que d...
19/03/2025

Ser Pai...

Uma verdadeira responsabilidade! Um viva a todos os Pais que se esforçam por sê-lo no seu todo! No tempo que dedicam aos seus filhos, no tempo que investem em evoluir e quebrar padrões tóxicos, no tempo que sabem ser o bem mais precioso. O tempo, aquele que não volta para trás, e que é a base das memórias que nutrem e f**arão para sempre!

Um viva aos Pais capazes de mostrar que este também é um papel determinante na vida de um filho e que se há coisas que "só cabem" a uma Mãe, também há coisas que "só cabem" a um Pai. E que tudo f**a em harmonia!

Um viva aos Pais que têm a humildade de olhar para dentro, para esse Pai que outrora foi criança , e que escolhem cuidar dessa criança para melhor cuidar dos seus filhos.

E um abraço a todos os que gostariam de viver este papel mas que ainda não conseguiram; aos que sentem a ausência de um Pai mesmo na sua presença, aos que já não o têm neste plano terrestre, aos Pais que são Mães e às Mães que são Pais!

E claro, um grande obrigada ao meu Pai e outro grande obrigada ao Pai dos meus filhos ❤️

Ser mulher...Não se resume a tomar conta da casa;Não se limita a andar bem arranjada;Não signif**a ser maior por ser mãe...
08/03/2025

Ser mulher...

Não se resume a tomar conta da casa;

Não se limita a andar bem arranjada;

Não signif**a ser maior por ser mãe;

Não é ser mais digna por ser submissa;

Não é "ser uma senhora" porque cala a sua voz;

Não é ser mais ou menos respeitada consoante a quantidade de parceiros que tem;

Não é ter sucesso apenas porque é bonita!

Ser mulher deveria signif**ar apenas ser, livremente, independentemente do género. Que continuemos a lutar pela igualdade, pois ainda há muito por fazer!
E lembremo-nos que o preconceito começa, muitas vezes, dentro de cada uma de nós! E do nosso mundo interior podemos nós cuidar!

Um abraço a todas as mulheres 🤍

Com a chegada de um primeiro filho, queremos controlar tudo e é um mundo de frustrações quando nos apercebemos que o que...
19/02/2025

Com a chegada de um primeiro filho, queremos controlar tudo e é um mundo de frustrações quando nos apercebemos que o que idealizamos é muitas vezes diferente do que é possivel na prática. Isto pode ajudar muito com a chegada do segundo filho, em que se navega mais ao sabor do vento, flexibilizando e relativizando muito mais, em prol do bem estar de todos.

Por outro lado, com a chegada do segundo filho, toda a estabilidade emocional e familiar que já estava estabelecida, volta a sofrer um reboliço. Afinal, o irmão mais velho perde a atenção de filho único, a mãe perde a possibilidade de estar 100% para um, sentindo que tudo o que faz parece ser pela metade, o casal enquanto pai e mãe divide-se entre os dois filhos para lhes garantir todos os cuidados. Como f**arão todas as relações desta dinâmica? Serei eu a mesma mãe? Sequer a mesma mulher e pessoa?

Voltam as dúvidas e o desafio maior: sensação de falha. E também a frustração em relação ao que a teoria diz e ao que é possível na prática:

- Proporcionar momentos de filho único ao mais velho. Como? Se há um recém nascido 100% dependente !

- Dar atenção sobretudo ao mais velho que é quem sente mais. Então e o mais novo? Quem lhe garante todos os cuidados, sabendo que numa fase inicial é a mãe que lhe garante, pelo menos, a alimentação (no caso de amamentar, claro)

E muitas mais outras coisas poderia falar e hei-de falar. Mas acima de tudo dizer que a dúvida não é no amor que se sente pelos dois, mas na capacidade para o demonstrar justamente.

Este ano não vos desejei um feliz natal, pois estava concentrada no meu maior presente de natal: a chegada do meu segund...
31/12/2024

Este ano não vos desejei um feliz natal, pois estava concentrada no meu maior presente de natal: a chegada do meu segundo filho.

Aproveito agora o mote da entrada para um novo ano, para refletir, agradecer e deixar as minhas intenções.

Refletir sobre este ano que passou: Num mundo em guerra e num país caótico na gestão de várias áreas tão importantes, como por exemplo, a saúde, não darmos realmente nada como garantido. Pouco é o que controlamos e aceitarmos esta nossa condição é meio caminho andado para vivermos um dia de cada vez com aquilo que ele tem para nos dar. E, claro, usarmos a nossa autodeterminação para traçarmos o nosso caminho de acordo com o que precisamos e nos faz sentido.

Agradecer por aquilo que valorizamos e que lá está, por vezes damos como garantido. No meu caso, agradeço ter saúde, assim como os meus. Agradeço ter uma casa, viver num cantinho sem guerra, ter a minha família por perto, bons amigos e a profissão que sempre me apaixonou.

Quanto às minhas intenções: a vocês vos desejo que ,mais do que uma viragem do ano com promessas e objetivos irrealistas, sigam o vosso caminho tendo-vos como centro para não perderem o norte. O nosso coração diz tudo, basta sabermos escutá-lo, ampará-lo e traduzi-lo.

E se tivermos dificuldade nessa escuta e leitura, podemos sempre pedir ajuda de alguém que nos guie nessa jornada.
Bom ano e até breve ♥️

Sentir remete-me para os nossos sentidos, pelo que podemos sentir através de tantas pistas! O que vemos, o que cheiramos...
19/11/2024

Sentir remete-me para os nossos sentidos, pelo que podemos sentir através de tantas pistas! O que vemos, o que cheiramos, o que ouvimos, o que tocamos, o que saboreamos. No fundo, tudo sentimos através do nosso corpo!

Tendencialmente procuramos o agradável e evitamos o desconforto. E com o nosso corpo não é exceção! Contudo, lembremo-nos que é no sentir, mais ou menos agradável, que se encontra a lupa para o nosso coração. Coração esse que se limita a expressar o que precisa na forma do sentir.

Então, ao invés de artificializarmos o sentir, quer seja pelas anestesias ao desagradável, quer seja pela potência máxima ao agradável, que sejamos capazes de acolher o sentir por si só. Ele é o nosso melhor conselheiro! Só precisa de ser acolhido e acalmado para, depois, juntamente com o pensar, listar as nossas necessidades e tomar decisões.

E por aí, como está o seu sentir?

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