Diana Marcelino - Psicologia

Diana Marcelino - Psicologia Aqui falamos de prevenção do abuso sexual e maus tratos, por uma infância com dignidade

Se cresceste num ambiente onde a agressividade era proibida, ignorada ou punida, é natural que o contacto com ela hoje e...
09/03/2026

Se cresceste num ambiente onde a agressividade era proibida, ignorada ou punida, é natural que o contacto com ela hoje em dia te possa desorganizar. Educar uma criança implica, inevitavelmente, revisitar a nossa infância.

Quantas vezes já deste por ti numa situação destas? Partilha comigo 🫂

A criança não precisa de um adulto que não falhe, mas antes de um que funcione como continente das suas emoções intensas...
26/02/2026

A criança não precisa de um adulto que não falhe, mas antes de um que funcione como continente das suas emoções intensas; que receba o caos, o transforme e devolva o significado.

Se sentes que estes momentos te ativam mais do que gostarias, a consulta de aconselhamento psicológico parental pode ajudar. Podes marcar através do link na bio.

A criança não precisa de vigilância moral constante. Precisa de adultos emocionalmente disponíveis e capazes de não proj...
19/02/2026

A criança não precisa de vigilância moral constante. Precisa de adultos emocionalmente disponíveis e capazes de não projetar nos corpos pequenos o que ainda não foi resolvido nos seus.

E isto, sim, é proteção.

Se precisas de ajuda neste caminho, a consulta de aconselhamento parental pode ajudar.

O link para marcações está na bio.

Brincar é ciência pura, construção interna e a vida psíquica a organizar-se de dentro para fora.E tu, ainda te permites ...
12/02/2026

Brincar é ciência pura, construção interna e a vida psíquica a organizar-se de dentro para fora.

E tu, ainda te permites brincar?

Se a criança não está a gostar, não é brincadeira! Mesmo que ria, ou que não chore.Brincar é um encontro onde existe uma...
02/02/2026

Se a criança não está a gostar, não é brincadeira! Mesmo que ria, ou que não chore.

Brincar é um encontro onde existe uma troca, um acordo implícito e, acima de tudo, onde há a possibilidade de parar. Brinca-se quando se pode entrar e sair sem medo.

Quando a criança não pode sair, mudar de ideias ou dizer “já não quero” sem medo de perder o lugar ou o amor do outro, deixou de estar a brincar e passou a adaptar-se.

Ensinar - sobretudo na prática - isto às crianças é profundamente protetor: que pode dizer não, parar a meio, simplesmente porque deixou de querer brincar. Sem estas possibilidades, deixa de ser uma brincadeira.

É urgente ensinar aos adultos que nem tudo o que parece inofensivo é vivido como tal e que nem todo o riso ou ausência de um “não quero, pára!” é sinal de prazer ou de consentimento.

Onde não há prazer, reciprocidade e liberdade para entrar e para sair, não há brincadeira.

Num “porta-te bem” cabe um pedido silencioso de adaptação, contenção e apagamento.E muitas crianças aprendem cedo que se...
26/01/2026

Num “porta-te bem” cabe um pedido silencioso de adaptação, contenção e apagamento.

E muitas crianças aprendem cedo que ser amadas passa por não incomodar e fazem-no bem de mais porque querem ser amadas, pertencer e não perder o vínculo que precisam para sobreviver.

Se precisares de ajuda para pensar limites sem apagar quem a criança é, as consultas de aconselhamento parental estão abertas.

Link na bio .psi

Tudo o que é falado torna-se humano para a criança. Tudo o que é silenciado mantém-se num estado que não se integra.Há d...
22/01/2026

Tudo o que é falado torna-se humano para a criança. Tudo o que é silenciado mantém-se num estado que não se integra.

Há dores que só aprendem a existir quando são nomeadas. E não, não é preciso grandes discursos, nem explicações perfeitas. Basta não tentar apagar ou anestesiar; não dizer que não foi nada quando o corpo lhe diz que foi.

Cuidar e educar é emprestar palavras enquanto a criança ainda não as tem e sustentar emoções sem pressa de as corrigir.

Se sentes dúvidas sobre como acolher o que a tua criança sente sem cair no exagero ou no silêncio, o aconselhamento parental pode ajudar-te a olhar para estas situações com mais clareza, segurança e respeito.

O link para marcação está na bio!
psi

E se te reconheces aqui, talvez não seja apenas sobre a criança que estás a ver agora.Talvez seja também sobre a criança...
16/01/2026

E se te reconheces aqui, talvez não seja apenas sobre a criança que estás a ver agora.

Talvez seja também sobre a criança que foste. Porque as marcas da parentificação não desaparecem com a idade.

Aprendemos a chamá-las por outros nomes: responsabilidade, autonomia, força.

Mas o corpo lembra-se.

O desfralde precisa de tempo, maturação, segurança e vínculo.E o amor que tem de ser conquistado através do desempenho, ...
26/12/2025

O desfralde precisa de tempo, maturação, segurança e vínculo.

E o amor que tem de ser conquistado através do desempenho, não é amor.

O desafio é devolver a estas crianças o lugar que lhes pertence, para que possam voltar a brincar, a sentir, a existir n...
16/12/2025

O desafio é devolver a estas crianças o lugar que lhes pertence, para que possam voltar a brincar, a sentir, a existir no seu próprio tempo.

Há uma diferença profunda entre um corpo que descobre e um corpo que é empurrado a fazer - não só no desfralde, mas na v...
01/12/2025

Há uma diferença profunda entre um corpo que descobre e um corpo que é empurrado a fazer - não só no desfralde, mas na vida.

Quando coloco uma criança sentada na sanita antes do tempo interno estar pronto, deixa de ser um gesto de imitação, curiosidade e pertença, mas um treino.

O processo deixa de vir de dentro. Acontece fora do tempo, do ritmo, da maturação e passa a ser uma coreografia forçada que desrespeita a ordem pela qual o corpo humano aprende a habitar-se.

O corpo amadurece por camadas. Primeiro percebe sensações, reconhece padrões; mais tarde coordena músculos e só então consegue conter, decidir, largar.

São processos paralelos, finos e lentos, e antecipá-los ou trocar-lhes a ordem natural aumenta episódios de retenção e disfunções vesicais e intestinais.

Quando o desfralde se torna numa tarefa a cumprir, a criança não aprende a controlar, mas a reter. F**a em permanente vigilância interna, a musculatura aperta, o corpo enrijece. A sanita torna-se num palco onde se tenta cumprir expectativas, não um lugar de prazer e descoberta.

E um corpo que vive para corresponder perde a possibilidade de sentir o seu próprio ritmo.

Perde a confiança e, consequentemente, perde-se de si mesmo.

O desfralde respeitador acontece quando o adulto troca pressa por presença, observa sinais em vez de os impor e lê o a criança em vez de a treinar.

Se precisas de ajuda neste processo, a consulta de aconselhamento psicológico parental pode ajudar.

O link para marcares está na bio.

A criança não é uma bolinha verde, amarela ou vermelha. É um ser em construção, com emoções que pedem nome e impulsos qu...
26/11/2025

A criança não é uma bolinha verde, amarela ou vermelha. É um ser em construção, com emoções que pedem nome e impulsos que precisam de legenda e contenção.

E floresce quando o comportamento deixa de ser categorizado num sistema de cores e passa a ser um convite ao olhar atento.

Vamos olhar além das cores e ver a criança inteira? 💛

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