19/05/2026
📢 Nova Orientação da DGS destaca a Oxigenoterapia Tópica no tratamento do Pé Diabético
A recente Orientação n.º 005/2025 (11/11/2025) da Direção-Geral da Saúde, dedicada à Prevenção, Diagnóstico e Tratamento da Pessoa com Pé Diabético, vem reforçar a importância de abordagens inovadoras no tratamento de feridas crónicas.
🔍 Um dos pontos de destaque é a inclusão da oxigenoterapia tópica como opção terapêutica diferenciada. De acordo com a norma, pessoas com úlceras cuja cicatrização não evolui favoravelmente após seis semanas de tratamento otimizado — e após avaliação multidisciplinar — devem ser consideradas terapias avançadas, incluindo:
➡️ Dispositivos de libertação de oxigénio tópico
📊 Contexto que reforça a urgência:
- Em 2024, a diabetes afeta cerca de 589 milhões de pessoas no mundo (11,1% da população entre os 20-79 anos)
- Em Portugal, a prevalência estimada atinge 10,5%, o valor mais elevado registado até à data
⚠️ O pé diabético continua a ser uma das complicações mais graves:
- Principal causa de internamentos prolongados em pessoas com diabetes
- Responsável por cerca de 70% das amputações não traumáticas dos membros inferiores
💡 A abordagem eficaz passa por:
✔️ Rastreio regular
✔️ Estratégias contínuas de prevenção
✔️ Equipas multidisciplinares especializadas
✔️ Aplicação de princípios fundamentais como desbridamento e preparação do leito da ferida
✔️ Integração de tecnologias inovadoras que promovam a cicatrização
PRÁTICA BASEADA NA EVIDÊNCIA:
As mais recentes orientações baseadas na evidência destacam a utilização da Oxigenoterapia Tópica e reconhecem o elevado nível de evidência que suporta esta tecnologia. As diretrizes atualizadas da Wound Healing Society (WHS) elevaram a TOT para “Evidência de Nível 1” nas suas recomendações atualizadas para o tratamento da Úlcera do Pé Diabético.
Neste contexto, importa destacar que a Daylife disponibiliza o sistema NATROX® Wound Care, uma solução de Oxigenoterapia Tópica Contínua portátil, concebida para promover a cicatrização de feridas crónicas através da libertação contínua de oxigénio diretamente no leito da ferida, alinhando-se com as recomendações agora evidenciadas pela DGS.