09/09/2021
No outro dia li um texto que transmitia a ideia da “mulher guerreira”. Ao lê-lo, recordei-me com intensidade de tudo o que temos cá dentro e de como atraímos para nós aquilo que somos.
Se temos dor, atraímos mais dor.
Se temos paz, atraímos mais paz.
Se nos vemos como guerreiras atraímos guerra, luta, força, dificuldade.
O que somos então sem luta? O que é um guerreiro sem guerra?
E se nos vemos como amantes, atraímos amor, suavidade, paz.
Claro que com ação, pois o amor também age.
E é assim também com a sexualidade ferida, magoada.
A sexualidade faz parte de nós por inteiro.
É mais do que um ato. Faz parte de quem somos.
Se a sexualidade está ferida, magoada, uma parte da vida está ferida e magoada. E isso vai criar mágoa e dor.
Como o passar dos anos, cria uma dormência, e para afastar a dor pensamos que já não queremos mais s**o. Que estamos bem sem s**o, sem relacionamentos, ou com relacionamentos mais pobres.
E isso está certo, se for a partir de uma decisão consciente e alinhada com uma grande verdade interior.
Mas normalmente, na minha experiência com pessoas, o que vejo é que esse abandono nasce a partir da dor, do evitar mais dor.
🌸 Uma sexualidade feliz é uma vida mais rica.
Sermos mulheres inteiras é sermos fortes, amantes, guerreiras, sábias, rainhas, poetas, criadoras.
Tudo isso nos faz mulheres inteiras. E a nossa sexualidade é, também, uma dimensão inteira de nós, que nos faz ser completas.
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