Gabinete de Assistentes Sociais Privados

Gabinete de Assistentes Sociais Privados Este é um gabinete de AS privados que trabalham para e com a população que deles necessita.

A Revista Sábado divulgou uma notícia com a manchete: “Conflitos familiares e falta de respostas sociais mantêm doentes ...
12/03/2026

A Revista Sábado divulgou uma notícia com a manchete: “Conflitos familiares e falta de respostas sociais mantêm doentes com alta clínica no hospital”. Entre os motivos apontados pelas famílias para a não colaboração no processo de alta destacam-se, entre outros, os conflitos familiares.

Esta notícia vem demonstrar a importância do papel da Mediação Familiar em meio hospitalar, ao nível da gestão e resolução de conflitos, contribuindo para ultrapassar situações difíceis e, consequentemente, para a diminuição do número de doentes com alta clínica que permanecem internados.

Se necessita de apoio para resolver conflitos familiares, recorra à Mediação Familiar, um meio eficaz, célere, acessível e que promove a sua participação ativa na construção de soluções para os seus conflitos.

Se necessitar de mais informações contacte 938 156 075

A fotografia retrata momentos, ocasiões especiais e vai muito além do que guardar recordações.A fotografia conta a nossa...
09/03/2026

A fotografia retrata momentos, ocasiões especiais e vai muito além do que guardar recordações.

A fotografia conta a nossa história, a nossa identidade, a evolução da nossa vida e as grandes conquistas.

As Pessoas Seniores costumam guardar em dezenas de álbuns, os momentos que marcaram a sua vida e que merecem ser memorizados, guardados e lembrados.

Se por um lado, visualizar as fotografias a preto e branco nos traz a nostalgia da reminiscência, por outro lado, as memórias são contadas às gerações seguintes e ganham vida novamente, para uma próxima geração.

E que atividades se podem realizar com a fotografia, no domicílio?

-Apresentar as famílias e os amigos enquanto solteiros;

-Recordar as atividades laborais e de lazer, como a tropa, os trabalhos domésticos de antigamente, as almoçaradas, as tardes animadas de dança e de namoriscos;

-Reler postais, cartas de amor e receitas anexadas a fotografias;

-Reavivar os bons momentos do casamento;

- Recordar o nascimento dos filhos, os primeiros anos de escola, e o crescimento de cada um deles, e posteriormente, os seus netos;

-Reviver férias em família, entre amigos e após a reforma.

E no exterior, em caminhadas pela aldeia, pela cidade, a fotografia é uma forma de registar os momentos presentes.

A perfeição da fotografia está na capacidade de parar o tempo e respeitar a efemeridade da vida.

A Maedra Sénior humaniza o cuidado, centrando-se na Pessoa Maior e tendo em conta os gostos e interesses de quem nos procura.

Contacte a Dra. Marta Branco através da página Maedra Sénior - Mafra
Marta Branco | Assistente Social | OAS nº 398

☎️91 307 24 77
✉️Maedrasenior.mafra@gmail.com

https://www.maedra.pt/aess/gasp/marta-branco

Envelhecer traz desafios que vão muito além do corpo.Surgem a dor, o cansaço, o medo e, muitas vezes, a solidão. Quando ...
03/03/2026

Envelhecer traz desafios que vão muito além do corpo.

Surgem a dor, o cansaço, o medo e, muitas vezes, a solidão. Quando a cura já não é possível, continua a existir algo fundamental a oferecer: conforto, dignidade, escuta e presença. É neste momento que os cuidados paliativos São essenciais.

Os cuidados paliativos destinam-se não só mas também a idosos com doenças avançadas, crónicas ou incuráveis e têm como objetivo aliviar o sofrimento e controlar sintomas, promovendo conforto físico, emocional e social.

Médicos, enfermeiros, assistentes sociais e outros profissionais de saúde trabalham continuamente para controlar sintomas como dor, falta de ar, fadiga ou ansiedade, e oferecem apoio emocional e social ao idoso e à família.

O apoio social é um pilar fundamental dos cuidados paliativos. Ajuda a reorganizar rotinas, orientar a família, facilitar o acesso a recursos e apoiar na tomada de decisões difíceis, reduzindo assim o isolamento, oferecendo suporte emocional e criando um ambiente seguro, adaptado e humanizado.

A humanização dos cuidados está presente em cada gesto. O olhar atento, o toque, a palavra e a postura empática são formas essenciais de comunicação e conforto, reforçando a sensação de segurança, reduzindo a ansiedade e promovendo uma relação de proximidade com profundo valor terapêutico.

A presença das pessoas significativas para o doente é indispensável. O carinho, a voz familiar, a rotina partilhada e pequenos gestos ajudam o idoso a sentir-se reconhecido e acompanhado, tornando esta fase mais serena e menos solitária.

Os cuidados paliativos podem ser prestados no domicílio, em instituições ou em unidades de saúde.

Mais do que tratar sintomas, os cuidados paliativos cuidam da pessoa na sua totalidade, garantindo conforto, dignidade e humanidade.

Procure aconselhamento de um profissional:
Dr.ª Sophie Soares – Projeto Aidda Aidda
932 499 764
projetoaidda@gmail.com

O aumento dos divórcios e das separações tem vindo a originar novos modelos de organização familiar. As famílias recompo...
27/02/2026

O aumento dos divórcios e das separações tem vindo a originar novos modelos de organização familiar. As famílias recompostas inserem-se neste contexto, apresentando desafios e problemáticas próprias, decorrentes da sua natureza complexa. Considera-se família recomposta aquela que se forma após uma separação ou divórcio, em que um ou ambos os adultos têm filhos de relações anteriores, podendo existir também filhos em comum.
No seio das famílias recompostas surgem frequentemente desafios associados à integração de novos papéis familiares, como os de padrasto, madrasta, enteados ou meios-irmãos, bem como diferenças nos estilos parentais e nas rotinas diárias. A estes juntam-se histórias familiares prévias, sentimentos de ciúme, conflitos de lealdade dos filhos em relação ao progenitor ausente, questões de ordem financeira e expectativas irrealistas de afeto imediato. Perante este enquadramento, torna-se fundamental promover a comunicação, a negociação e a paciência, reconhecendo que a construção de vínculos é um processo gradual e que deve respeitar a história individual de cada elemento.
A mediação familiar é uma forma alternativa de resolução de litígios onde o mediador, apoia as partes na identificação conjunta de soluções, procurando alcançar a resposta mais adequada para toda a família.
No contexto das famílias recompostas, a mediação familiar centra-se na gestão de conflitos associados à reestruturação familiar, como a regulação das responsabilidades parentais, as pensões de alimentos e as novas dinâmicas entre padrastos, madrastas e irmãos não biológicos. Este processo contribui para a clarificação e redefinição de papéis, bem como para a construção de uma nova identidade familiar, promovendo a reorganização das vidas pessoais e familiares. Durante as sessões, são aplicadas técnicas e metodologias que permitem às partes identificarem conjunto o problema e alcançar uma solução consensual para o conflito.
Se necessitar de um Mediador Familiar contacte a Dra Sandra Bagulho Mediação Familiar e de Conflitos- Assistente Social Autónoma
.
fortes resolvem conflitos com diálogo!

Tal como na medicina, no direito ou na área financeira, também no Serviço Social a consulta é um espaço privilegiado de ...
25/02/2026

Tal como na medicina, no direito ou na área financeira, também no Serviço Social a consulta é um espaço privilegiado de escuta, análise e tomada de decisão, onde a pessoa é acolhida, compreendida e acompanhada nas suas necessidades, desafios e projetos de vida.
A Consulta de Serviço Social privada é uma resposta profissional especializada, realizada por um Assistente Social em regime autónomo ou liberal. Trata-se de uma intervenção individualizada, confidencial e centrada na pessoa, dirigida a quem procura apoio social de forma voluntária.
Destina-se a indivíduos, famílias ou grupos que vivem situações de vulnerabilidade, mudança, incerteza ou que necessitam de esclarecimento, orientação e apoio para tomar decisões mais conscientes e seguras.
Esta consulta assenta numa prática humana, ética e profissional, que inclui atendimento personalizado e empático, relação de ajuda baseada na confiança e no respeito, avaliação e diagnóstico social rigorosos, orientação técnica especializada sobre direitos, apoios e recursos, definição de um plano de intervenção ajustado a cada situação e acompanhamento social sempre que necessário.

A intervenção é exercida de forma legal, autónoma e responsável, de acordo com os princípios éticos e o Código Deontológico do Serviço Social, garantindo a confidencialidade, o respeito pela dignidade humana e a promoção dos direitos sociais.
📌 Para mais informações e apoio personalizado contacte a Dra Lília Mendes
📞 928 065 535
📧 lmassistentesocial24@gmail.com
📍 Atendimento em Farmácia Alfeirão, Vila Nova de Milfontes

“O Amor move montanhas”, lá diz o ditado popular. E não poderia estar mais certo!O Amor é uma força, uma energia, algo q...
23/02/2026

“O Amor move montanhas”, lá diz o ditado popular. E não poderia estar mais certo!
O Amor é uma força, uma energia, algo que nos move e nos dá motivação. O Amor confere um propósito à nossa vida.

Sentir Amor, por nós próprios, por alguém, por um projeto, por uma causa ou por uma profissão, permite-nos olhar para o mundo de outra perspetiva e desperta sensações de bem-estar, segurança, conforto e conexão connosco próprios e com os outros.

D. Rosa tem demência e deixou de reconhecer o marido. Todos os dias, Sr. José entrega-lhe uma rosa. Diz que a conquistou com um ramo de rosas há 65 anos. São o amor um do outro. D. Rosa sorri quando recebe a flor e encosta a cabeça no ombro dele por uns breves minutos. Nesses minutos Sr. José sabe que ela o reconhece e nesses minutos voltam a ser o casal mais apaixonado do mundo. São estes minutos que fazem o Sr. José continuar a viver.

Sr. Carlos foi médico a vida toda. Era apaixonado pela Medicina e reconhecido como um excelente profissional. Tem 95 anos, doença de Alzheimer e vive numa Instituição. Todos os dias ao ser levado para a sala de estar, Sr. Carlos repete o mesmo comportamento várias vezes ao dia: senta-se ao lado de alguns residentes e verifica-lhes o pulso. Faz a contagem das pulsações em voz alta. O Amor pela profissão não desapareceu com a demência e, em algumas situações, o seu gesto serviu de alerta aos profissionais da Instituição.

Estas duas histórias demonstram que o Amor está presente em todas as fases da nossa vida e que as pessoas maiores precisam de continuar a senti-lo.
Qual de nós não tem presente a sensação deste poderoso sentimento? Para o Amor não existe idade nem doença. É uma ferramenta excelente para estagnar doenças, promover bem-estar e felicidade e para estimular a mente e o corpo.

No mês do Amor, cabe a nós, como cuidadores formais e informais, continuar a proporcionar este sentimento às pessoas de quem cuidamos, através da escuta ativa, do cuidado humanizado e promovendo espaços seguros e acolhedores e dando à Pessoa Maior a liberdade e a confiança necessárias para expressar e vivenciar os seus sentimentos.

Se quer saber como o pode fazer, contate: eucuido.te@gmail.com

As saídas ao exterior para alguns Seniores podem ser verdadeiras aventuras que exigem uma preparação detalhada. À primei...
20/02/2026

As saídas ao exterior para alguns Seniores podem ser verdadeiras aventuras que exigem uma preparação detalhada. À primeira vista é uma atividade aparentemente simples, mas não o é, porque envolve uma série de cuidados planeados para garantir a sua segurança, conforto e bem-estar da Pessoa Sénior.

As saídas programadas com antecedência e ao pormenor, podem transformar-se em momentos de grande satisfação e benefício para as Pessoa Sénior, ajudando a promover o seu bem-estar físico, mental e social.

A Dona Lurdes aguardava há muito pela convocatória para exame médico para a verificação de dependência, sendo que já recebe apoio de outras pessoas para satisfazer as suas necessidades básicas da vida quotidiana, como a realização dos serviços domésticos, apoio na alimentação, na locomoção, nos cuidados de higiene e entre outros apoios de forma a diminuir ou colmatar as necessidades do dia-a-dia.

A Dona Lurdes há muitos meses que não saía de casa, e foi essencial o seu envolvimento neste plano de saída, além de um propósito claro. É imprescindível que as atividades sejam todas do interesse da Pessoa Sénior e que promovam momentos de socialização e estímulo cognitivo.

O dia da saída chegou e a ansiedade da Dona Lurdes rapidamente aumentou, mas, bem acompanhada, os imprevistos foram devidamente controlados e tudo correu como planeado em família.

Foi um dia de chuva e muito frio, e depois de se apresentar no Centro Distrital de Lisboa à hora prevista, foi aconchegada por um quentinho chá e um bolo tradicional na pastelaria que a Dona Lurdes elegeu para lanchar.

Por fim, a Dona Lurdes foi ao talho, tal como anteriormente combinado e escolheu ao pormenor o tipo e a quantidade de carne que desejava levar para casa e pagou a respectiva conta.

Manter a autonomia da Pessoa Sénior e a gestão financeira sempre que possível, é uma prioridade.

Se pretende que o seu familiar tenha acompanhamento humanizado, não hesite em contactar a Dra. Marta Branco através da página Maedra Sénior - Mafra

Marta Branco | Assistente Social
📱91 307 24 77
📧Maedrasenior.mafra@gmail.com
🌐https://www.maedra.pt/aess/gasp/marta-branco

Ao tomar um café mais demorado, acabei por escutar a conversa entre duas pessoas adultas maiores que comentavam a situaç...
18/02/2026

Ao tomar um café mais demorado, acabei por escutar a conversa entre duas pessoas adultas maiores que comentavam a situação de uma amiga.

“No hospital, depois de tantas horas sozinha para exames, horas à espera de resultados e mais horas à espera do médico para os ver, acabaram por a chamar e pedir que o filho também entrasse. Ficou contente por finalmente o terem deixado entrar, mas depois percebeu que apenas o chamaram para a ignorar.

A informação foi dada ao filho, à sua frente, sem se dirigirem a ela. Foram dadas orientações e recomendações sobre os cuidados que deveria adotar e as mudanças que teriam de providenciar.

A amiga, contou-lhes que ficou muito irritada, mas decidiu esperar para falar.

O filho escutava com atenção e tirou as suas dúvidas, atentamente como quem recebe uma missão que não pode falhar. Depois olhou para a mãe, e disse “quer perguntar alguma coisa mãe?”

A amiga, com a tranquilidade e sabedoria de quem já não tem de se preocupar com o que pensam de si, tomou a palavra e disse:

- Obrigada filho por estares aqui, por me acompanhares e estares atento à minha situação. Agora Sr. Dr. gostaria que repetisse a consulta comigo!

O médico meio confuso referiu que já tinha falado… e que o filho sabia de tudo!

E aí a senhora aproveitou para dizer:

- Falou sim, mas de mim e não para mim. Se é sobre mim, deve falar comigo. Eu consigo ouvir, compreender, questionar e decidir. Sou mais velha, estou acompanhada mas não deixei de ser pessoa, ter capacidades e acima de tudo, mantenho os meus direitos!

Compreenda esta oportunidade para se lembrar, que se tudo correr bem para si, também chegará à minha idade! Pense e reflita no seu dia a dia, como será que vai querer ser tratado! Ser velho, não é ser tonto!

As senhoras comentavam com orgulho a atitude da amiga!

Sorri também e agradeci sozinha a capacidade e autodeterminação desta amiga desconhecida em fazer valer esta reflexão.

Dora Dias - Assistente Social

É urgente repensar a forma como a nossa sociedade responde ao envelhecimento. Durante décadas, os lares foram encarados ...
18/02/2026

É urgente repensar a forma como a nossa sociedade responde ao envelhecimento.

Durante décadas, os lares foram encarados como a solução natural quando a idade avança e a autonomia diminui. No entanto, esta resposta não deve ser a primeira opção, mas sim o último recurso. O envelhecimento em casa, no seio do ambiente familiar e comunitário, deve ser promovido de forma clara, estruturada e consistente.

A casa não é apenas um espaço físico. É o lugar da memória, da identidade e da história de vida. É onde cada pessoa construiu rotinas, afetos e um sentimento de pertença. Retirar um idoso desse espaço significa, muitas vezes, quebrar laços emocionais profundos e provocar uma sensação de perda difícil de quantificar, mas fácil de reconhecer.

Nos lares, por maior qualidade que possam apresentar, a pessoa é frequentemente obrigada a partilhar um quarto com alguém que não conhece, com quem pode não ter afinidade, hábitos ou valores semelhantes. A intimidade é reduzida, as escolhas pessoais tornam-se limitadas e o controlo sobre a própria vida diminui. Esta realidade, ainda que muitas vezes normalizada, pode gerar sofrimento emocional, solidão e sentimentos de despersonalização.

Promover o envelhecimento em casa é promover dignidade, autonomia e bem-estar. Com adaptações habitacionais adequadas e respostas de apoio — como o serviço de apoio domiciliário, a frequência de Centro de Dia, a presença de cuidadora no domicílio ou o reforço das redes de suporte comunitário — é possível garantir segurança e qualidade de vida, sem afastar a pessoa do seu espaço e da sua identidade.

Os lares devem existir, mas como resposta de fim de linha, reservada para situações em que a permanência em casa já não é possível ou segura, e nunca como solução automática ou imposta pela falta de alternativas.

Se pretende obter mais informações sobre o envelhecimento em casa e as respostas sociais disponíveis, agende uma consulta de Serviço Social através dos contactos:
Restartclinic – Rua Vasco da Gama, 14ª Loures
Marcações: 935480340
social.maisproximo@gmail.com

Tabu que limita vidasA sexualidade é um direito humano essencial, mas frequentemente negado ou silenciado.Tratar adultos...
13/02/2026

Tabu que limita vidas

A sexualidade é um direito humano essencial, mas frequentemente negado ou silenciado.
Tratar adultos como assexuados ou incapazes de desejo rouba-lhes dignidade plena. Pessoas com deficiência amam, desejam e constroem intimidade como qualquer pessoa. No entanto, a sociedade assume-as "eternas crianças", ignorando direitos a relacionamentos, parentalidade e prazer.
Esta visão paternalista perpetua o isolamento e reforça o capacitismo.
Mitos comuns a desconstruir
"Não sentem desejo" - Sentem, escolhem e merecem viver plenamente a sua sexualidade.
"Precisam de proteção eterna" - É possível adaptar e trabalhar na autonomia, informação e apoio adequado.
"Não podem ser pais" - Pode ser possível construir família com as adaptações que respeitam competências.
Direito à expressão plena e Inclusão real só existe se for reconhecido que a sexualidade é parte da identidade adulta.
É necessário educação sexual acessível, consentimentos respeitados, liberdade de escolha, adaptações de acordo com cada situação específica.

Mais informações sobre este e outros temas relacionados com a Diversidade Funcional:

Dra Ana Sofia Mota
Seres Brilhantes

A nutrição na terceira idade é um determinante para a prevenção de doenças e preservação saúde e funcionalidade. O envel...
11/02/2026

A nutrição na terceira idade é um determinante para a prevenção de doenças e preservação saúde e funcionalidade. O envelhecimento está associado a alterações fisiológicas que podem comprometer o estado nutricional. A ingestão inadequada de proteínas e a redução da atividade física contribuem significativamente para a perda de massa e força muscular.

Neste contexto, a adaptação das consistências assume grande importância. Dietas moles, pastosas ou líquidas são frequentemente necessárias em situações de dificuldade de mastigação, problemas dentários, próteses mal adaptadas, disfagia ou outros estados clínicos.

A escolha da consistência deve ser criteriosa e individualizada e feita por um terapeuta da fala, uma vez que consistências inadequadas podem aumentar o risco de engasgamento, aspiração alimentar e pneumonia por aspiração, com consequências graves para a saúde.

Alimentos líquidos podem ser difíceis de controlar enquanto alimentos com grumos ou texturas mistas podem aumentar o risco de aspiração. Por outro lado, dietas demasiado restritivas ou pouco variadas, podem comprometer o aporte nutricional, reduzir o prazer alimentar e agravar a recusa alimentar.

Quando bem planeadas, as dietas podem ser nutricionalmente completas, seguras e adequadas. Sopas enriquecidas, purés bem confeccionados, refeições trituradas com textura homogénea, papas fortificadas, iogurtes enriquecidos e batidos nutricionalmente equilibrados permitem assegurar um aporte adequado de energia. A apresentação dos alimentos e o tempero adequado são igualmente importantes para estimular o apetite e promover uma ingestão regular.

O contexto em que as refeições ocorrem tem um impacto significativo. Um ambiente tranquilo, refeições em companhia e o envolvimento ativo de cuidadores e familiares favorecem a adesão alimentar e reduzem o risco de isolamento e negligência nutricional.

Para mais informações:
Dr.ª Sophie Soares
Projeto Aidda Aidda
📞 932 499 764
✉️ projetoaidda@gmail.com

Tratar uma pessoa com deficiência como uma criança ( independentemente da sua idade, capacidades, potencialidades, sonho...
30/01/2026

Tratar uma pessoa com deficiência como uma criança ( independentemente da sua idade, capacidades, potencialidades, sonhos e objetivos) é uma forma de desvalorização que passa muitas vezes despercebida. É uma barreira invisível mas gigante para a inclusão.

Chama-se infantilização e manifesta-se em pequenos gestos e palavras: falar num tom condescendente, usar diminutivos, assumir que precisam sempre de ajuda ou falar

Esta atitude, ainda que muitas vezes bem-intencionada, reduz as pessoas com deficiência à sua condição e nega-lhes o direito à autodeterminação, à intimidade e à participação plena na sociedade. Quando falamos por alguém em vez de falar com ela, estamos a reforçar a ideia de que não é capaz de pensar, sentir ou escolher por si. Quando damos diminutivos e não reconhecemos a idade cronológica mesmo que achemos que não tem impacto, esse impacto existe porque a pessoa nunca deixa de se reconhecer como criança e não vê margem nem necessidade de mudar.

A infantilização não protege, limita! Ao colocarmos barreiras simbólicas à autonomia, impedimos a construção de relações de respeito e igualdade, eliminamos margem de evolução, influenciamos o desenvolvimento.

Promover a inclusão passa por reconhecer as pessoas com deficiência como adultas, cidadãs e protagonistas das suas próprias histórias. Isso implica escutar, respeitar escolhas, reconhecer competências e usar uma linguagem que reflita dignidade e igualdade.

Combater a infantilização é um passo essencial para uma sociedade verdadeiramente inclusiva — uma sociedade que valoriza cada pessoa pelo que é, e não pelas suas limitações.

Endereço

Rua José Maria Da Costa Nº 43, 1ºesq
Mafra
2640-496

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Gabinete de Assistentes Sociais Privados publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram