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24/01/2026

A Tríade Pós-Kardec: A Verdade Nua sobre Denis, Delanne e Flammarion janeiro 24, 2026 Após a desencarnação de Allan Kardec em 1869, o Espiritismo correu um risco real de fragmentação e esquecimento. Sem a mão firme do mestre, o movimento precisava de pilares que sustentassem o edifício dout...

24/01/2026

A Verdade Técnica: Porque "O que é o Espiritismo" Não é um Pilar da Doutrina janeiro 24, 2026 É frequente, entre simpatizantes e neófitos da Doutrina Espírita, a confusão terminológica acerca da constituição da obra fundamental de Allan Kardec. Existe a crença errónea de que o opúsculo...

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Em 1973, algo profundamente inquietante aconteceu nos Estados Unidos: oito pessoas perfeitamente saudáveis atravessaram, por vontade própria, as portas de hospitais psiquiátricos — e deixaram de ser vistas como pessoas no mesmo instante.

Elas não estavam doentes.
Mas ninguém lá dentro conseguiu enxergar isso.

A experiência ficou conhecida como o Experimento de Rosenhan, conduzida pelo psicólogo David Rosenhan, que partiu de uma pergunta simples e devastadora:
o sistema de saúde mental é realmente capaz de distinguir a sanidade da loucura?

Para descobrir, ele recrutou oito voluntários comuns: um pintor, uma dona de casa, um pediatra, um estudante universitário. Gente real, vidas normais. Eles mentiram sobre apenas uma coisa. Disseram ouvir vozes. Nada dramático. Nada violento. Apenas três palavras vagas e abstratas: “vazio”, “oco”, “golpe surdo”.

Só isso.

Após a internação, pararam imediatamente de fingir. Agiram normalmente. Foram educados, cooperativos, lúcidos. Conversaram, dormiram, comeram, pediram alta. Não apresentaram qualquer sintoma de doença mental.

Mesmo assim, ninguém acreditou neles.

A partir daquele momento, deixaram de ser indivíduos e passaram a ser diagnósticos ambulantes. Tudo o que faziam era reinterpretado à luz do rótulo imposto. Tomar notas virou comportamento obsessivo. Caminhar pelos corredores virou sinal de ansiedade patológica. Ser calmo virou “controle típico do transtorno”. A normalidade, ali dentro, era impossível.

O veredito foi implacável:
sete receberam diagnóstico de esquizofrenia.
um, de transtorno maníaco-depressivo.
nenhum foi considerado saudável.

O detalhe mais perturbador veio de onde menos se esperava.

Foram os pacientes reais que perceberam o erro.

Em voz baixa, alguns se aproximaram e disseram:
“Você não é como nós.”
“Você não deveria estar aqui.”

Aqueles que o sistema classificava como doentes conseguiram enxergar a sanidade que os especialistas não viram.

A internação durou, em média, 19 dias. Um dos voluntários permaneceu 52. E todos só conseguiram sair após aceitarem um diagnóstico que sabiam ser falso — com a observação de que a doença estava “em remissão”. Mesmo ao dizer a verdade, a verdade não bastava.

Quando Rosenhan publicou o estudo, intitulado Sobre a Sanidade em Lugares Loucos, o impacto foi devastador. A psiquiatria reagiu com indignação. Um hospital desafiou o pesquisador publicamente: se ele enviasse novos impostores, seriam facilmente identificados.

Rosenhan aceitou o desafio.

Meses depois, o hospital anunciou ter detectado 41 falsos pacientes.

Rosenhan não havia enviado nenhum.

A lição foi impossível de ignorar.

O diagnóstico, muitas vezes, não se baseava em fatos objetivos, mas no contexto. Uma vez rotulada, a pessoa ficava presa a uma narrativa quase impossível de desfazer — mesmo estando saudável, mesmo dizendo a verdade, mesmo provando coerência.

O experimento provocou mudanças importantes na psiquiatria moderna. Mas deixou, acima de tudo, um aviso incômodo e atual:

a percepção pode distorcer a realidade mais do que a própria doença.
E, às vezes, a ilusão mais perigosa não é a de quem duvida —
mas a de quem tem certeza absoluta de que está sempre certo.

Em 1973, oito pessoas saudáveis entraram em hospitais psiquiátricos.
Elas saíram com uma verdade que o mundo não pôde mais ignorar.

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01/01/2026

De laatste dag van het jaar draagt een stille kwaliteit.
Alsof de tijd zelf even vertraagt en ons uitnodigt om niet vooruit te kijken, maar naar binnen.

In die ruimte werd ik de afgelopen weken opnieuw geroepen.
In de stilte hoorde ik de stem van mijn gids.
Helder. Zacht. Onvermijdelijk.

Onze dialoog ging over iets dat zó eenvoudig is en tegelijk zó diep vergeten. Dat ieder mens een innerlijke heler draagt.
Niet als rol. Niet als gave voor enkelen.
Maar als een oeroude herinnering die in ieder lichaam leeft.
We zijn het alleen vergeten.

En terwijl die woorden in mij resoneerden, begon het veld zich te openen.
Alsof iets al wist wat er wilde ontstaan: een frequentie die deze herinnering niet uitlegt maar activeert.

Want wij worden niet ziek omdat we “fout” zijn.
We raken uit balans wanneer we zijn gaan leven vanuit overtuigingen die niet waar zijn.

Gedachten die ons klein houden.
Verhalen die we zijn gaan geloven alsof ze ons lot zijn.
Het lichaam luistert naar alles.
Elke gedachte.
Elke overtuiging.
Elke innerlijke houding.
Het lichaam gelooft wat we herhalen.

En precies daarom zag ik deze frequentie als een geometrische resonantie: een veld dat niet alleen het bewustzijn aanspreekt, maar het onderbewuste herinnert aan wat altijd al aanwezig was.

In de laatste nachten van december heb ik eraan gewerkt.
Lijn voor lijn.
Punt voor punt.
Tot de geometrie begon te ademen.
En nu is ze er.

✨ The Inner Healer Frequency
Een veld dat je niet vertelt wat je moet doen, maar je herinnert aan wat je bent.

Op 8 januari deel ik deze nieuwe activatie in een gratis live webinar.
Ik neem je mee in het verhaal, het veld en de transmissie, zodat jouw eigen Inner Healer zich kan herinneren.

Als je dit leest en iets in je voelt bewegen, dan is dat geen toeval.
Dat is de herinnering die al klopt.
Je bent welkom. Je hoeft niets te fixen. Je hoeft alleen thuis te komen in vertrouwen.
🌀 Doe gratis mee op 8 januari
https://www.janosh.com/inner-healer/

Van hart tot hart,
Janosh

01/01/2026

Marco Aurélio

01/01/2026

RETROSPECTIVA 2025! 🚨Ney Matogrosso, mandando boas energias pra esse ano que começa! ❤⭐

01/01/2026

Nenhuma queima de fogos vai iluminar o meu futuro. Nenhum ponteiro batendo à meia-noite transforma, por mágica, os meus desejos em realidade. Nenhum ano novo me entrega uma vida nova prontinha. Se o meu coração quer mudanças, eu sei que preciso trocar mais do que o calendário.
Preciso deixar os medos para trás e encarar os desafios de frente. Dar um drible nos velhos hábitos e me permitir novos voos. Parar de esperar que os próximos meses me surpreendam e começar a surpreender a mim mesma.
Acreditar e seguir. Sonhar e ousar! É o que desejo para mim e para você também! 🫵🏻✨
Feliz Ano Novo!
Luciana Saba

22/12/2025


22/12/2025

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