Pausa Para Sentir

Pausa Para Sentir Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Pausa Para Sentir, Psicólogo/a, Rua Augusto Simões, número 1474, rés do chão, loja 0. 3, Maia.

Camaleónicas.Talvez seja mesmo essa a palavra que melhor descreve tantas mulheres.Porque ser mulher, é tantas vezes, ada...
08/03/2026

Camaleónicas.
Talvez seja mesmo essa a palavra que melhor descreve tantas mulheres.

Porque ser mulher, é tantas vezes, adaptar-se.
É mudar de papel sem aviso.
É encontrar força em lugares onde ninguém imagina que ela exista.
É continuar — mesmo quando o corpo e a mente pedem uma pausa.
É cuidar — mesmo quando também se precisa de cuidado.

E talvez por isso esta palavra nos faça tanto sentido.

No Pausa Para Sentir temos o privilégio de caminhar ao lado de 12 mulheres camaleónicas.

Mulheres diferentes, com histórias diferentes, mas com algo em comum: uma capacidade incrível de escutar, cuidar e estar presentes para os outros.

Hoje celebramos cada uma delas.

E celebramos também todas as mulheres que, todos os dias, encontram forma de continuar — mesmo quando ninguém vê o esforço que isso exige.

Feliz Dia da Mulher 🤍

O divórcio não é apenas mais um momento na nossa vida. É um processo que pode impactar profundamente a vida dos pais e f...
05/03/2026

O divórcio não é apenas mais um momento na nossa vida. É um processo que pode impactar profundamente a vida dos pais e filhos.

Muitas vezes, aquilo que mais afeta as crianças não é a separação em si — mas o conflito prolongado entre os pais.
A mediação familiar surge como um espaço estruturado de diálogo, onde é possível reconstruir a comunicação, clarificar responsabilidades e encontrar acordos que protejam o bem-estar de todos, sobretudo das crianças.

No novo artigo do nosso blog, a psicóloga Benedita Silva Pereira explica o papel da mediação familiar neste processo e como pode ajudar a transformar conflito em cooperação.

Saiba mais no nosso novo artigo de blog. O link está na bio.

Há crianças que sentem tudo com intensidade. Que se frustram e não sabem explicar porquê. Que querem ser ouvidas, mas ai...
03/03/2026

Há crianças que sentem tudo com intensidade. Que se frustram e não sabem explicar porquê. Que querem ser ouvidas, mas ainda estão a aprender como falar do que vai cá dentro.

As Oficinas da Páscoa do Pausa Para Sentir nascem exatamente para isso.
Durante dois dias — 2 e 9 de abril, das 9h30 às 12h30 — criamos um espaço seguro, acolhedor e intencional, onde trabalhamos a escuta ativa, a empatia e resiliência, a cooperação e a comunicação emocional. Tudo através de jogos, desafios criativos e reflexão guiada.

Não são atividades apenas para “ocupar as férias”. Queremos oferecer ferramentas para a escola, para casa e para a vida.

Quando uma criança aprende a reconhecer o que sente, ganha confiança.
Quando aprende a escutar, melhora as suas relações.
Quando desenvolve resiliência, cresce com mais segurança.

Se sente que o/a seu/sua filho/a beneficiaria deste espaço, as inscrições já estão abertas.
🔗 Inscrições aqui: https://forms.gle/oaisyCUsLevoLZSp8 ou no link da nossa bio.

Nesta Páscoa, ofereça algo que não se embrulha:
Confiança. Consciência emocional. Ferramentas para a vida 🤍
*As Oficinas realizam-se mediante número mínimo de inscrições.
Caso não seja atingido, o valor será reembolsado na totalidade.

Nem todos os conflitos precisam de terminar em guerra.A mediação familiar existe para quando comunicar já não é simples…...
25/02/2026

Nem todos os conflitos precisam de terminar em guerra.

A mediação familiar existe para quando comunicar já não é simples… mas continuar em conflito também não é opção.

Não é sobre ganhar. É sobre proteger pessoas, relações e, muitas vezes, crianças.

Às vezes, o caminho mais responsável não é insistir sozinho.
É pedir ajuda para fazer diferente.

E se o problema nunca tiver sido falta de força de vontade?E se o problema for termos aprendido a cuidar de nós só quand...
23/02/2026

E se o problema nunca tiver sido falta de força de vontade?

E se o problema for termos aprendido a cuidar de nós só quando estamos bem — e a abandonar tudo quando estamos cansados?

Talvez não seja preciso mais motivação.
Talvez seja preciso uma relação diferente com o corpo e com a comida.
Menos exigente. Mais real.

Porque a vida não acontece em “dias perfeitos”.
E o cuidado que só funciona nesses dias… não é um cuidado sustentável.

A saúde mental não é um campo de te**es. Nem um espaço para improviso.Nem uma questão para ser resolvida por tentativa e...
19/02/2026

A saúde mental não é um campo de te**es. Nem um espaço para improviso.
Nem uma questão para ser resolvida por tentativa e erro.

Ferramentas de inteligência artificial não são acompanhamento psicológico.
Não avaliam risco.
Não reconhecem sinais clínicos graves.
Não têm responsabilidade ética.
Não sabem quando é preciso parar, encaminhar, proteger.

E sim, já existiram consequências reais. Casos graves. Situações de risco. Resultados catastróficos.

Não porque a tecnologia seja “má”.
Mas porque não foi feita para isto.

Um psicólogo não dá respostas automáticas.
Escuta o que é dito — e o que não é.
Avalia contexto, história, vulnerabilidade, risco.
Trabalha com ética, supervisão e responsabilidade clínica.

Quando alguém procura ajuda, está num lugar sensível.
E nesse lugar, não podem haver atalhos.

A inteligência artificial não deve, em circunstância alguma, substituir acompanhamento psicológico ou aconselhamento clínico.

Com saúde mental, não se br**ca.
E no Pausa Para Sentir, isso não é negociável.

Há formas de estar na vida que aprendemos muito cedo.Tão cedo que nunca as questionámos.Ideias sobre esforço, sobre o si...
16/02/2026

Há formas de estar na vida que aprendemos muito cedo.
Tão cedo que nunca as questionámos.

Ideias sobre esforço, sobre o silêncio, sobre o amor, sobre a culpa.
Sobre o que é “normal”. Sobre o que é certo ou errado. Sobre o que é esperado de nós.

Crescemos dentro dessas referências e, muitas vezes, passamos anos a viver assim — não porque escolhemos, mas porque foi o que nos ensinaram a acreditar.

Nem sempre é óbvio que estamos a repetir padrões Às vezes parece apenas “a nossa maneira de ser”.
Outras vezes, parecem a única forma possível de sobreviver, pertencer ou ser aceites.

Só mais tarde, quando algo nos começa a pesar, a cansar ou a doer, é que surge a pergunta:
isto é mesmo meu?

Reconhecer padrões herdados não é rejeitar a nossa história.
É compreendê-la melhor.
É perceber de onde vêm certas crenças, certos medos, certas exigências internas. E decidir, com cuidado, o que ainda faz sentido levar connosco.

No Pausa Para Sentir, fazer terapia é esse espaço de escuta e reconstrução.
Onde nada é imposto.
Onde tudo é visto com contexto.
E onde mudar não significa ‘’romper’’, mas escolher com mais consciência 🤍

Nem sempre sabemos o que sentimos... nem sempre sabemos o que precisamos.Às vezes começamos com uma dúvida: “Será que is...
10/02/2026

Nem sempre sabemos o que sentimos... nem sempre sabemos o que precisamos.
Às vezes começamos com uma dúvida: “Será que isto que sinto tem espaço para ser cuidado?”

Aqui, o cuidado não é único nem genérico.
É pensado. É acompanhado. É humano.
De pessoas, para pessoas, sempre!

Se alguma destas áreas tocou em si, talvez seja por aí o caminho 🤍

Um telemóvel nas mãos de uma criança pode parecer apenas algo natural da evolução. Mas nunca é só isso.É acesso sem filt...
09/02/2026

Um telemóvel nas mãos de uma criança pode parecer apenas algo natural da evolução. Mas nunca é só isso.

É acesso sem filtros. É exposição antes da maturidade. É um mundo inteiro a entrar em casa sem pedir licença — muitas vezes com o nosso consentimento.

Vivemos tempos em que a infância é apressada, encurtada, adultizada. E, quando algo corre mal, a culpa chega tarde e a sensação de impotência instala-se.

No nosso novo artigo refletimos sobre a desproteção por detrás de um telemóvel e sobre aquilo de que crianças e adolescentes realmente precisam para crescer em segurança.

O artigo completo está no nosso blog. Link na bio.

Há coisas que muitas pessoas pensam antes de marcar uma consulta…Pensam que têm de estar “mesmo mal” para pedir ajuda. Q...
05/02/2026

Há coisas que muitas pessoas pensam antes de marcar uma consulta…
Pensam que têm de estar “mesmo mal” para pedir ajuda. Que se ainda conseguem trabalhar, cuidar, reagir… então talvez não seja assim tão grave.
Que falar não vai mudar nada.
Que há quem precise mais.

Mas o sofrimento não se mede por comparação.
E ‘’estar funcional’’ no dia a dia não é o mesmo que estar bem.

Na terapia, não vamos dar respostas prontas, nem dizer ‘’tem de fazer desta forma’’. Vamos sim criar espaço para pensar, sentir e ligar pontos que andam soltos há demasiado tempo. Vamos perceber padrões, aprender a escutar o que o corpo e a mente tentam dizer — antes de gritarem.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza.
É sinal de consciência.
E, muitas vezes, é o primeiro passo para deixar de carregar tudo sozinho/a 🤍

Ser empático/a nunca foi o problema. O problema começa quando a empatia nos faz esquecer de nós mesmos. Quando dizer “si...
29/01/2026

Ser empático/a nunca foi o problema. O problema começa quando a empatia nos faz esquecer de nós mesmos. Quando dizer “sim” aos outros significa dizer “não” a si, vezes demais.

Muitas pessoas aprenderam que ser ‘’boa pessoa’’ é aguentar. É explicar-se. Justificar-se de tudo. Estar sempre disponível.

Mesmo cansadas. Mesmo magoadas. Mesmo esgotadas.

Mas empatia não é autoabandono.
Não é perder-se para não incomodar.
Não é aceitar tudo para manter a paz.

Pode ser empático/a e ainda assim colocar os seus limites.
Pode ser sensível e proteger-se.
Pode cuidar dos outros sem se deixar sempre para depois.

Este é um dos nossos trabalhos mais profundos:
Aprender que dizer “não” é sobre limites, sobre congruência e honestidade com as suas próprias necessidades.

Se este post lhe tocou, não é porque é egoísta. Talvez seja porque andou demasiado tempo a ser tudo para todos…
Menos para si.

Endereço

Rua Augusto Simões, Número 1474, Rés Do Chão, Loja 0. 3
Maia
4470-147

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