Pausa Para Sentir

Pausa Para Sentir Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Pausa Para Sentir, Psicólogo/a, Rua Augusto Simões, número 1474, rés do chão, loja 0. 3, Maia.

A dúvida faz parte da experiência humana.Mas quando deixa de ser passageira e passa a ser constante, invasiva e difícil ...
13/04/2026

A dúvida faz parte da experiência humana.
Mas quando deixa de ser passageira e passa a ser constante, invasiva e difícil de controlar,
pode transformar-se num verdadeiro ciclo de angústia.

Há pensamentos que não se desligam.
Há certezas que nunca chegam.

No nosso novo artigo, a psicóloga Carla Branco explora o subtipo da dúvida na POC. Uma realidade muitas vezes silenciosa, mas profundamente desgastante.

→ Já disponível no blog https://www.pausaparasentir.pt/blog/um-polvo-de-mil-tentaculos-quando-a-duvida-nao-tem-fim-na-poc-
(link disponível na nossa bio)

A ideia de que a terapia serve apenas para momentos de crise continua muito presente.Mas nem sempre o mais importante ac...
09/04/2026

A ideia de que a terapia serve apenas para momentos de crise continua muito presente.
Mas nem sempre o mais importante acontece quando algo dói.

Na verdade, muitos processos só ganham consistência quando existe espaço para parar, observar e continuar — mesmo quando não há urgência.

Mas isso vai contra aquilo que aprendemos.
Aprendemos a agir quando algo aperta.
A resolver quando algo incomoda.
A procurar ajuda quando já não conseguimos mais.

E tudo o que não é urgente… tende a ser adiado.
Quantas vezes já desmarcou uma consulta apenas por sentir que não tinha nada para dizer?

O processo terapêutico não se constrói apenas nos momentos difíceis.
Constrói-se na continuidade, na presença e no compromisso com esse espaço.
Mesmo quando parece que não há nada a trabalhar.

A Páscoa nunca foi apenas sobre o recomeço. Antes disso, há a rotura, a dúvida, o silêncio, os momentos em que nada faz ...
05/04/2026

A Páscoa nunca foi apenas sobre o recomeço. Antes disso, há a rotura, a dúvida, o silêncio, os momentos em que nada faz sentido.

Mas é precisamente aí que muitas coisas começam a transformar-se.
Não quando tudo está resolvido.
Mas quando ainda está incerto.
Quando ainda não há respostas.
Quando ainda não conseguimos ver o “depois”.

Vivemos numa lógica de urgência: queremos resolver rápido, sentir-nos melhor rápido, perceber tudo rápido.

Mas há processos que não funcionam assim.
👉 relações que mudam sem aviso
👉 fases que parecem vazias mas não estão
👉 dores que não desaparecem, mas ganham outro significado
👉 transformações que só fazem sentido… mais tarde

E talvez a parte mais difícil seja esta: aceitar que nem tudo é imediato, nem tudo é controlável, e nem tudo volta a ser como era.

Ainda assim, seguimos. Porque, mesmo quando não é visível, há sempre algo a reorganizar-se dentro de nós.

Consegue respeitar o tempo dos seus próprios processos?

Uma Feliz Páscoa de toda a equipa Pausa Para Sentir 🤍

Quando um casal decide separar-se, muitas pessoas acreditam que o momento mais difícil é o próprio divórcio. Mas para mu...
02/04/2026

Quando um casal decide separar-se, muitas pessoas acreditam que o momento mais difícil é o próprio divórcio. Mas para muitos casais que são pais, o verdadeiro desafio começa depois.

Porque a relação de casal pode terminar, mas a relação parental tem de continuar.
Continuam as decisões que precisam ser tomadas.
Continuam as conversas difíceis.
Continuam as emoções que, muitas vezes, não estão resolvidas.

E quando o conflito entre os pais se prolonga, são muitas vezes os filhos que acabam por sentir diretamente essa tensão.

Não porque os pais não se preocupem com eles — mas porque reorganizar uma relação parental depois de uma separação pode ser profundamente desafiante.

A mediação familiar surge precisamente para apoiar esse processo.
Não para decidir quem tem razão.
Mas para criar um espaço estruturado onde é possível reconstruir o diálogo, tomar decisões com mais clareza e transformar o conflito em cooperação, mesmo quando já não existe casal.

Se este tema lhe é familiar, talvez valha a pena compreender melhor como funciona a mediação familiar.

No Pausa para Sentir acreditamos que o acompanhamento psicológico é muito mais do que uma intervenção técnica. É um espa...
28/03/2026

No Pausa para Sentir acreditamos que o acompanhamento psicológico é muito mais do que uma intervenção técnica. É um espaço de escuta, crescimento e construção de relações de confiança.

A nossa equipa está a crescer e estamos à procura de um/a Psicólogo/a com especialização em Infância e Adolescência para integrar o nosso projeto.

Procuramos alguém que se identifique com uma prática clínica séria, humana e comprometida com o desenvolvimento emocional das crianças, adolescentes e das suas famílias.

Se sente que este desafio pode fazer sentido para si, convidamo-lo/a a submeter a sua candidatura.

📩 A candidatura deve ser feita através do formulário disponível na nossa bio: https://forms.gle/AjmYs625RGN6TBds7

Há dias em que damos por nós a viver quase sem dar conta, as semanas passam a correr.Entre trabalho, responsabilidades, ...
24/03/2026

Há dias em que damos por nós a viver quase sem dar conta, as semanas passam a correr.
Entre trabalho, responsabilidades, notificações, decisões e preocupações constantes.
Estamos ocupados/as o tempo todo.

Mesmo no meio de tanta atividade, na maioria das vezes, sentimos que não estamos verdadeiramente presentes em quase nada.

A mente salta entre o que ficou por resolver, o que pode correr mal amanhã e tudo aquilo que ainda está pendente.

E no meio desse ritmo, raramente paramos para perceber como estamos realmente.

A prática de mindfulness surge muitas vezes associada a ideias simplistas ou até com algum preconceito. Como se fosse apenas “parar e respirar”, desligar do mundo à nossa volta ou viver numa calma permanente.

Mas, na verdade, o que esta prática procura não é nada disso… é algo muito mais concreto: desenvolver consciência, presença e clareza mental no meio da nossa correria diária.

Curiosamente, ainda é um tema pouco explorado no dia a dia de muitas pessoas.

E talvez por isso mesmo temos refletido bastante sobre como poderíamos criar mais espaço para falar sobre estas práticas — não como algo distante ou teórico, mas como ferramentas reais para viver com mais presença, mais equilíbrio e até melhorar a nossa forma de lidar com os desafios do quotidiano.

É um tema que queremos começar a trazer mais para a conversa.

Também sente que vive muitas vezes em piloto automático?
Gostava de aprender a viver o seu dia a dia com mais presença e equilíbrio?

A forma como se vive a paternidade tem vindo a mudar ao longo dos anos.Cada vez mais pais procuram envolver-se de forma ...
19/03/2026

A forma como se vive a paternidade tem vindo a mudar ao longo dos anos.

Cada vez mais pais procuram envolver-se de forma ativa na vida dos filhos, participar nas rotinas, nas decisões e nos momentos importantes do dia a dia.

Nem sempre é simples conciliar tudo: trabalho, responsabilidades e família. E muitas vezes esse esforço passa despercebido.

Neste Dia do Pai, também vale a pena reconhecer isso. O esforço, a dedicação e a vontade de tantos pais que procuram estar presentes e fazer o melhor que conseguem dentro das suas circunstâncias.

Se este post lhe fez lembrar um pai importante na sua vida, partilhe-o com ele hoje. Às vezes um gesto simples de reconhecimento pode significar muito 🤍

O síndrome do impostor raramente aparece como um pensamento claro. Ele instala-se nos intervalos.Na forma como minimizam...
16/03/2026

O síndrome do impostor raramente aparece como um pensamento claro. Ele instala-se nos intervalos.

Na forma como minimizamos o que fizemos.
Na dificuldade que temos em celebrar conquistas.
Na sensação persistente de que estamos sempre “um passo atrás”, mesmo quando tudo indica o contrário.

É aquela voz que diz:
“Qualquer pessoa faria isto.”
“Não foi assim tão especial.”
“Tive sorte.”

E isto vai corroendo devagar. E, com o tempo, transforma crescimento em ansiedade, reconhecimento em desconforto e sucesso em vigilância constante. Não raras vezes está relacionado com narrativas antigas, expectativas internas elevadíssimas e uma voz que grita silenciosamente, uma voz bem crítica — por vezes internalizada há bastante tempo.

Em terapia, não calamos essa voz. Muito pelo contrário, escutamos com presença, ganhando maior consciência e compreensão.
E aprendemos, pouco a pouco, a conviver em maior equilíbrio com essa parte de nós.
Porque não é preciso viver sempre a provar que merecemos estar aqui.

Endereço

Rua Augusto Simões, Número 1474, Rés Do Chão, Loja 0. 3
Maia
4470-147

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