Psicomindcare - psicologia, terapia da fala & medicinas complementares

Psicomindcare - psicologia, terapia da fala & medicinas complementares Uma equipa multidisciplinar para o seu bem-estar físico e mental. Cuidar de si não é um luxo, é uma necessidade!

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www.psicomindcare.pt A Psicomindcare é organização de cariz não lucrativo que nasceu em Abril de 2012 com o objetivo de ser e fazer diferente. Tem como principal missão levar a psicologia e os cuidados de saúde a quem mais precisa. Com uma visão holística do ser humano, consideramos o bem-estar físico e psicológico na promoção da saúde, estando atentos à individualidade e às necessidades de cada pessoa. Atualmente é parceiro da Rede Social da Câmara Municipal de Odivelas, bem como de outras entidades públicas e privadas como, por exemplo, Associações de Pais e Encarregados de Educação, escolas e empresas. Realiza, de forma contínua, workshops e debates psicoformativos sobre várias temáticas. Promove, aos seus sócios e ao público em geral, despistes gratuitos sobre problemáticas específicos e dirigidos às várias faixas etárias. Existimos porque cuidar de si não é um luxo, é uma necessidade!

28/01/2026

Fechar os olhos para ver o caos, respirar para encontrar a calma. O barulho faz parte do caminho



28/01/2026

A misoginia, na psicologia, é entendida como um conjunto de crenças e atitudes aprendidas que desvalorizam as mulheres e se mantêm através de normas sociais, estereótipos e dinâmicas de poder. Não é uma característica inata nem um diagnóstico clínico, mas um padrão psicológico e social que pode ser reforçado por frustração, insegurança e dificuldades na gestão emocional. No contexto do celibato involuntário, estas crenças podem surgir como uma forma de externalizar a rejeição e o sentimento de perda de controlo, transformando a frustração relacional em hostilidade dirigida às mulheres, o que tende a agravar o isolamento, dificultar relações saudáveis e reforçar ciclos de ressentimento em vez de promover compreensão e mudança.


28/01/2026

E se a tua vida fosse a preto e branco?
A anedonia não é falta de força de vontade e não é apenas estar num dia mau, é como viver num mundo que de repente ficou sem cor, onde as coisas que antes nos faziam sorrir perdem o brilho e o prazer são um eco distante.

É como se o interruptor do prazer no teu cérebro tivesse encravado no sistema do prazer, transformando a vida numa passadeira cinzenta onde nada te consegue entusiasmar ou comover.

Não é o mesmo que tristeza, é uma incapacidade de sentir. Os sinais mais comuns são:

- perda de interesse: passas a ser indiferente a passatempos, desporto ou atividades que antes adoravas;

- isolamento social: sentes que estar com amigos ou família é uma obrigação e não encontras prazer na interação social;

- défice na recompensa: ganhar um prémio, receber um elogio ou atingir uma meta pessoal não te traz qualquer satisfação ou alegria.

- bloqueio sensorial: a comida parece insípida, a música soa a ruído e o contacto físico perdeu o conforto emocional.

- baixa motivação: como o teu cérebro não antecipa prazer, perdes a vontade de iniciar qualquer tarefa (como se fosse uma procrastinação severa).

A anedonia é muitas vezes um sintoma de depressão, ansiedade ou burnout. 

Resolver este estado exige paciência e ajuda profissional para reativar comportamentos e  desafiar os padrões de pensamento que mantêm o estado de vazio.

O que podes começar a fazer?

✅ Não esperes ter vontade para agir. Cria uma rotina curta e fazível (por exemplo caminhar 10 minutos) e procura cumpri-la, mesmo sem prazer inicial.
✅ Procura ter uma boa higiene do sono.
✅ Em vez de procurares grandes emoções foca-te em sensações físicas mínimas: o calor do café na mão, a textura de uma peça de roupa, o sol na pele. 

Isto é como fazeres fisioterapia para o teu sistema nervoso.

E lembra-te, a anedonia tem tratamento, não tens de passar por isto sozinho.

Helena Coelho 
Psicomindcare 





Esta não é uma publicação sobre ideologia politica. É um olhar humanista sobre uma sociedade doente, que  está a perder ...
28/01/2026

Esta não é uma publicação sobre ideologia politica. É um olhar humanista sobre uma sociedade doente, que  está a perder a capacidade de sentir empatia e de desenvolver pensamento crítico, que não exige tomar partido, mas sim questionar os efeitos psicológicos das práticas repetidas de violência que acontecem em vários pontos do mundo.

Independentemente das circunstâncias de cada caso, estamos perante vidas interrompidas, famílias desestruturadas e comunidades que ficam marcadas por uma perda difícil de integrar. Um enquadramento humanista convida-nos a deslocar o foco do debate político para a experiência subjectiva do sofrimento, onde o impacto psicológico se estende muito para além do momento da morte.

Não é apenas o luto pelas pessoas que morrem, é também o luto pela ideia de segurança em vida.
Que impacto tem na sociedade que certos grupos vivam sob ameaça constante? 

Do ponto de vista psicológico, estes contextos de coerção tem um efeito particular. Instala-se um estado de hipervigilância e medo crónico. A incerteza constante activa mecanismos de sofrimento prolongado, associados a ansiedade e sensação de desamparo.

Como exemplo, uma criança de nacionalidade americana, filha de pais emigrantes, foi hostilizada e ameaçada de ser deportada por outras crianças, os seus colegas de futebol.

Há ainda uma dimensão menos visível, mas igualmente relevante:a despersonalização. Quando uma morte ocorre num contexto burocrático ou operativo a vítima é reduzida a uma ocorrência. Este fenómeno afecta quem observa e quem actua dentro do sistema. 
A psicologia social mostra como estruturas rígidas e hierárquicas podem diluir a responsabilidade individual, tornando mais fácil emocionalmente executar decisões com consequências graves, precisamente porque o contacto com a dimensão humana é atenuado.

A banalização do sofrimento alheio é um mecanismo de defesa pessoal e colectivo, mas também um sinal de erosão empática.

Uma sociedade saudável é aquela que consegue manter consciência e sensibilidade perante estas perdas, reconhecendo que cada morte deixa um rasto duradouro no tecido emocional comum.

Helena Coelho
Psicomindcare



27/01/2026

A humilhação repetida na infância funciona como uma erosão silenciosa, destruindo os alicerces da autoestima e moldando uma identidade assente na insegurança e no sentimento de desvalor.

Acaba por se tornar na voz crítica interna que o adulto traz consigo ao longo da vida.




27/01/2026

A construção da autoestima enfrenta um desafio sem precedentes devido à cultura da perfeição inalcançável que impera nas redes sociais.

Ao sermos constantemente bombardeados por imagens filtradas, momentos de lazer encenados e sucessos meticulosamente editados, é quase inevitável cair na armadilha da comparação social.

Esta artificialidade digital cria uma distorção da realidade que nos faz sentir insuficientes, gerando um ciclo de ansiedade e autocrítica sempre que a nossa vida quotidiana, com as suas imperfeições e rotinas, não coincide com o "feed" idealizado que vamos construindo por comparação.



A construção da autoestima não acontece num grande evento isolado ou em grandes objetivos, mas sim no acumulado dos pequ...
26/01/2026

A construção da autoestima não acontece num grande evento isolado ou em grandes objetivos, mas sim no acumulado dos pequenos gestos diários. Especialmente na forma como escolhemos falar connosco próprios perante um erro e no respeito que damos aos nossos próprios limites.

Na realidade, o biofeedback não cria energia do nada. O corpo cria a energia a partir dos nutrientes e usa consoante as ...
26/01/2026

Na realidade, o biofeedback não cria energia do nada. O corpo cria a energia a partir dos nutrientes e usa consoante as necessidades.

Esta terapia vai é impedir que a energia seja desperdiçada, ao otimizar o funcionamento do corpo, o que na prática faz com que se sinta muito mais energizado.

Ao reduzir o gastro energético com o stress, melhorar a oxigenação e a respiração, diminuir a fadiga mental, melhorar o sono e aumentar a eficiência muscular, o biofeedback permite um equilibrio e uma eficiência que permite minimizar a energia mal gasta e libertá-la para si e para o seu uso diário.



26/01/2026

A maior gratidão que um filho pode demonstrar não é o pagamento de uma dívida, mas o sucesso da sua própria individualidade.

O papel dos pais é dar raízes para que o filho tenha asas para ser livre, e não refém da retribuição.

25/01/2026

Um discurso carregado de manipulação, culpa ou comparações depreciativas impede o desenvolvimento de uma identidade segura, substituindo-a por uma autocrítica severa e pela necessidade crónica de aprovação externa.

A longo prazo, este eco narcisista pode manifestar-se em dificuldades na imposição de limites, ansiedade social e uma sensação persistente de que nunca se é suficiente.



24/01/2026

As microexpressões são movimentos faciais involuntários e ultra-rápidos (durando menos de 1 segundo) que ocorrem como resposta imediata e automática a uma emoção intensa. Ao contrário das expressões faciais comuns, estas são quase impossíveis de reprimir ou falsificar conscientemente, uma vez que são processadas pelo sistema límbico antes que o córtex pré-frontal consiga exercer controlo social sobre o rosto.

Na prática clínica e forense, a sua análise é uma ferramenta valiosa para compreender a incongruência entre o discurso verbal e a experiência emocional subjacente, permitindo detetar sinais de dissimulação ou emoções recalcadas.



24/01/2026

Onde o respeito pelas diferenças mora, a ansiedade não entra. 

Muitas vezes, o desgaste emocional num relacionamento não nasce da falta de amor, mas da tentativa persistente de moldar o outro à nossa imagem.

Homens e mulheres costumam valorizar coisas diferentes. Enquanto um pode priorizar a segurança e a resolução prática, o outro pode valorizar a conexão emocional e a escuta ativa. O conflito começa quando estas necessidades são julgadas em vez de serem compreendidas.

Quando ignoras o que o teu parceiro ou parceira valoriza, emerge um ambiente de alerta constante. A sensação de não ser compreendido gera insegurança e é nesse terreno que a ansiedade cresce.

A saúde mental a dois floresce quando:

As diferenças deixam de ser "defeitos" e passam a ser características.

O diálogo não é para convencer, mas para acolher.

Existe o respeito pelo que é importante para o outro, mesmo que não o seja para si.

Um relacionamento saudável não é sobre ser igual, é sobre ser um lugar seguro para ser diferente.
Sentes que as suas diferenças são respeitadas ou são motivo de crítica?
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Rua Alves Redol, 3 Loja 3E
Odivelas
2675-285ODIVELAS

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Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 21:00
Quarta-feira 09:00 - 21:00
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A Psicomindcare nasceu em Abril de 2012 com o objetivo de ser e fazer diferente, tornando a psicologia ao alcance de todos.

Com uma visão holística do ser humano, Mente Sã em Corpo São é a nossa visão. Consideramos o bem-estar físico e psicológico na promoção da saúde, estando atentos à individualidade e às necessidades de cada pessoa.

Sendo uma organização de cariz não lucrativo a sua missão tem uma componente fortemente social. Atualmente é parceiro da Rede Social e do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado (SAASI) da Câmara Municipal de Odivelas.

Possui vários protocolos com entidades públicas e privadas, por exemplo, com Associações de Pais e Encarregados de Educação de várias escolas do concelho de Odivelas.