12/05/2026
Há uma forma diferente de amar, mais estável, mais clara, mais gentil.
O problema é que, para muitas de nós, essa forma é desconhecida, e o cérebro, mesmo quando sofre no que é antigo, prefere o antigo ao novo.
Por isso, mudar padrões raramente acontece só por pensarmos neles.
Muitas vezes, o que faz diferença é começar a escrever o que notamos, os momentos, as reações, as repetições.
Porque o que não se anota, esquece-se, e o que se esquece, volta a acontecer! ✨🤎
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Hoje, vou fazer um encontro online e ao vivo para falarmos sobre isto: sobre os padrões que se repetem, sobretudo nos nossos vínculos, e sobre o que começa a mudar quando os reconhecemos.
Tenho andado a juntar estas reflexões com calma, e se também andas a pensar nisto, o link para estares comigo está na bio!