Sandra Azevedo - Psicóloga Clínica

Sandra Azevedo - Psicóloga Clínica Bem-vindo/a à minha página profissional! Uma página dedicada à psicologia e à promoção de bem-estar psicológico! Porque sem saúde mental, não há saúde! Olá!
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O meu nome é Sandra Azevedo e sou Psicóloga Clínica e da Saúde! Neste meu espaço virtual, irei partilhar diferentes conteúdos sobre psicologia; a ciência que para além de ser a minha profissão, é também uma das minhas grandes paixões. Contactos: psi.sandra.azevedo@gmail.com | 252 627 375

18/05/2026

A trend da “Jéssica” parece só engraçada… mas há neuropsicologia por trás disto e depois de saber qual, pode perder a sua piada
Durante uma birra, a amígdala cerebral — ligada à resposta emocional e ao stress — f**a altamente ativada.Ao mesmo tempo, o córtex pré-frontal, responsável pela regulação emocional e controlo dos impulsos, ainda é imaturo nas crianças pequenas.
Quando a mãe começa subitamente a chamar “Jéssica”, o cérebro da criança recebe um estímulo inesperado. Essa quebra de padrão ativa os sistemas de atenção e orientação para a novidade, interrompendo momentaneamente o foco emocional intenso.

Ou seja:a criança deixa de estar totalmente focada na emoção e passa a tentar perceber:“Quem é Jéssica?” É por isso que muitas param instantaneamente de chorar e f**am a olhar confusas.

Mas apesar de funcionar como distração momentânea, esta não é a melhor estratégia de regulação emocional a longo prazo.

Porque a emoção não foi regulada — foi apenas interrompida e pode ensinar muito sobre o que não devemos fazer se queremos um desenvolvimento emocional saudável

A verdadeira aprendizagem emocional acontece através da co-regulação: presença, segurança e validação emocional ajuda a criança a nomear o que sente

É assim que o cérebro infantil aprende, gradualmente, a regular emoções.

Faz sentido? 💭

# desenvolvimentoinfantil

12/05/2026

Hamnet é um livro sobre pessoas e a sua forma singular de viver! A vida, a morte e a dor!
Um filho que existiu na sombra da História.
Uma mãe que sente tudo antes de acontecer.
Uma família atravessada pelo amor, pela perda e pelo silêncio.
“Hamnet” não conta apenas a morte de uma criança — conta aquilo que f**a depois dela.
Maggie O’Farrell transforma o luto em presença, memória e linguagem emocional de uma forma profundamente humana
Fiquei muito tocada pela forma como cada personagem vive a dor de maneira diferente: uns calam, outros afastam-se, outros tentam sobreviver continuando a rotina. Gostei de notar como me ia eu própria relacionando com a dor de cada um. Como me zangava por momentos com uns, como compreendia profundamente outros para terminar a empatizar com todos!
Talvez seja este o lema deste livro: toda a die válida, toda a dor acontece da forma que acontece em cada um por alguma razão

Faz sentido?

08/05/2026

Ler com uma criança vai muito além de contar uma história
Os livros infantis têm um enorme poder na construção do pensamento, das emoções e da forma como a criança interpreta o mundo. E precisamente por isso, nem todas as mensagens devem ser absorvidas sem reflexão.
Há histórias que, mesmo sem intenção, podem transmitir ideias confusas, estereótipos ou mensagens que a criança ainda não consegue interpretar criticamente sozinha.
Quando lemos com elas, temos a oportunidade de:
- fazer perguntas
- estimular pensamento crítico
- explorar emoções
- clarif**ar mensagens
- ensinar que podemos pensar sobre aquilo que ouvimos e lemos
Mais importante do que “acabar o livro” é ajudar a criança a desenvolver capacidade de pensar, questionar e compreender.
Porque educar também é ensinar a interpretar o mundo!

Faz sentido?

01/05/2026

Falas sozinho/a com frequência?
Não é estranho! Chama-se fala privada!
É muito frequente enquanto trabalhamos mas também em outras tarefas do quotidiano como cozinhar, tarefas domésticas ou ate falarmos alto sobre interações que tivemos

E por aí? Quem também é do clube da Fala Privada? Quando é que a usam mais?

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Falar sozinho é muito mais do que parece

Faz sentido?

15/04/2026

Porque o Não tem de ser cumprido!
Em todos os timings
Em todas as circunstâncias
Em todos os contextos!
De forma independente às interpretações
O Não não é para se interpretar
O Não é para se cumprir
Para se acatar

Faz sentido, não?

27/03/2026

Depressão não é fraqueza.
Não é falta de força de vontade.
Não é “não tentar o suficiente”.
É também biologia
Existem alterações nos neurotransmissores, no funcionamento cerebral e na forma como o corpo responde ao stress. Não é só uma questão emocional: é neurológica, psicológica e humana.
Se fosse apenas “ser forte”, ninguém escolheria sentir-se assim certo?
Há depressões que precisam da ajuda da medicação, sobretudo os quadros mais graves (sim, a depressão tem diferentes níveis de severidade). E não é preciso por fraqueza! É preciso porque neuroquimicamente é preciso!
A terapia é mais um recurso! De força! De resiliência

Procurar ajuda, ativar todos os recursos possíveis para f**ar bem é, em si mesmo, sinal de força!

O estigma combate-se com informação
Com ciência
Com psicoeducação
Com Empatia
Com o coração!

Faz sentido

25/03/2026

Amor próprio!
Esse bem precioso que é tao difícil trabalhar e manter!
No universo dos afetos, é tão orgânica a necessidade de procurarmos criar laços afetivos com os outros que é fácil fixarmos-nos na ideia de que é no outro que está a fonte de sentirmos amor por nós!
E assim partimos do pressuposto errado. Partimos para o outro na busca daquilo que devemos ter em nós!
A boa notícia, e que podemos nutrir afeto por nós, mesmo quando não foi essa a semente com que crescemos!
Mas entao e os outros? Nao precisamos dos outros?
Sim! Mas os outros vêm depois! Nunca primeiro que nós!Vêm no momento em que ja conseguimos perceber a diferença entre precisar e querer. Entre pecisar e depender.
Tudo isto que vemos acontecer deve lembrar-nos de uma coisa:
O amor próprio é uma pedra em constante lapidação
Precisas de amar-te todos os dias, cuidar de ti todos os dias, nutrir-te todos os dias, passar tempo contigo, passar tempo com as tuas pessoas. Todas. Sem fazer do teu mundo uma pessoa só. Se assim for, quando a dependência emocional te bater à porta, podes abrir com segurança e dizer:
Não obrigada! Tenho o que preciso cá dentro!

Faz sentido?

15/03/2026

Às vezes não é um elogio.
Às vezes não é uma brincadeira!
Porque nunca é uma brincadeira quando um se diverte e o outro sofre.
Há elogios que são críticas mascaradas
Comentários que parecem brincadeira, humor ou até um “elogio”… mas que deixam um desconforto difícil de explicar.
Isto chama-se Negging.
Uma forma subtil de desvalorizar alguém para criar insegurança e ganhar poder e domínio na interação, gerando insegurança na vítima.
Muitas vezes vem acompanhado de frases como:
“Estava só a brincar.”
“Não sabes aceitar uma piada?”
“És demasiado sensível.”
Mas humor não deve diminuir quem o ouve.
Relações saudáveis não nos fazem sentir menores, confusos ou constantemente a tentar provar o nosso valor.
Se te faz sentir menor, talvez não seja um elogio.
Já te fizeram algum comentário assim?
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As emoções só precisam de colo!Todas! Mesmo aquelas que o pedem de forma desajeitada, trapalhona, inconveniente ou até r...
11/03/2026

As emoções só precisam de colo!
Todas! Mesmo aquelas que o pedem de forma desajeitada, trapalhona, inconveniente ou até rude!
Mas se as acolhermos e as escutarmos, elas ajustam-se e até acalmam!
Elas são como nós: cada uma com o seu perfil, o seu feitio, mas querem todas o nosso bem! Têm é um jeito muito particular de o demonstrar! Umas exageram, outras disfarçam, outras guardam demais, outras fogem!

Mas sabes uma coisa?
Elas estão a contar com o melhor professor que podem ter: nós mesmos!

Elas precisam de nós para as ensinar a modelar, gerir, tolerar.

Mas lembra-te, elas só nos querem bem! Preciso é que as ajudemos a faze-lo da melhor forma

Faz sentido?

22/02/2026

Feedback do Livro "A Educação da Tristeza"
Este livro é um ensaio sobre a tristeza!
Fala dela tal como ela é, dos seus contrastes e mensagens.
É um livro que fala sobre lugares que são meus. De lugares que eu achava que os via como via por serem meus, onde pertenço e sempre pertenci. Este livro mostra, até aí, que somos de onde nos sentimos e não de onde nascemos ou vivemos.

és Poveiro! Porque só (d)escreve assim a Póvoa quem é de cá! Somos dos lugares que sentimos. Gravei este video na praia da Póvoa em homenagem à homenagem feita neste livro a este lugar!

Maravilha de livro! Leiam por favor!

Está aqui tudo o que somos! Tudo o que a tristeza nos dá e nos tira, numa equação mágica que faz com que senti-la compense sempre!

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Às vezes, a mente é um oceano onde submergimos completamente.Os pensamentos acumulam-se, repetem-se, pesam e nós mergulh...
20/02/2026

Às vezes, a mente é um oceano onde submergimos completamente.
Os pensamentos acumulam-se, repetem-se, pesam e nós mergulhamos fundo neles!
E sem perceber, começamos a sentir-nos presos dentro da própria cabeça numa apneia que nos impede de ver que não somos o oceano de pensamentos que está na nossa mente.
Pensar é natural. Mas quando pensar se torna um lugar onde nos afundamos — e não onde encontramos clareza — pode ser um sinal de que algo dentro de nós precisa de atenção, cuidado e escuta.
É nesse momento que precisas de sair da água por uns instantes, sentares-te à beira da água e só observar as águas.
Aprender a observar os pensamentos, em vez de nos afundarmos neles, é um passo importante para o equilíbrio emocional.
Se sentes que estás em permanente apneia cognitiva e ou emocional, talvez seja o momento de cuidar de ti com a mesma atenção com que cuidas de tudo o resto. 🤍

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Praceta Orfeão Poveiro
Póvoa De Varzim
4490-447

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