16/01/2026
O despertar de consciência não é um caminho linear, nem harmonioso, apesar do que muitas vezes é anunciado.
Também não é reservado a seres “especiais” ou a quem nasceu com dons espirituais.
É um caminho que surge da necessidade de questionar, quando as respostas da sociedade já não chegam.
É um processo de desconstrução:
das máscaras sociais,
das crenças limitantes,
das expectativas e ilusões criadas pelo ego.
Uma consciência que ignora a própria sombra torna-se frágil.
Uma consciência que a reconhece torna-se estável.
A sombra nunca anula a luz — ela só existe porque a luz existe.
Neste percurso, desenvolvem-se autoresponsabilidade, resiliência e persistência, mesmo quando tudo parece confuso ou pesado.
Um terapeuta pode acompanhar, apoiar e orientar, mas não dar respostas prontas nem criar dependência.
O despertar é um caminho interno…
mas não precisa de ser solitário.
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