Carina Rodrigues Nave - Psicóloga Clínica

Carina Rodrigues Nave - Psicóloga Clínica Psicologia (+16 anos) | Psicoterapia | Terapia Familiar | Terapia de casal | Exclusivamente online

Às vezes uma pequena conversa resulta numa reação intensa. Para o outro pode parecer “demais”, mas nem sempre o é!A inte...
27/04/2026

Às vezes uma pequena conversa resulta numa reação intensa. Para o outro pode parecer “demais”, mas nem sempre o é!

A intensidade das tuas reações não surge do nada. Elas revelam a tua história, os teus traumas, os teus medos que ainda procuram segurança…

Nas relações, existem muitos pequenos momentos ou gestos que tocam em lugares muito sensíveis de cada um de nós.

Quando somos mais vulneráveis com quem amamos, expomo-nos e isso deixa-nos inseguros. O atraso, a crítica ou o plano cancelado não são o motivo… mas o que nos faz sentir algo quase inexplicável.

Talvez o teu desafio seja, parares e olhares para dentro de ti. Aí começa a transformação.

Com esse teu movimento, a relação transforma-se, num espaço onde já não precisas de te defender, porque te sentes seguro/a.

É a Mariana, psicoterapeuta e terapeuta familiar e de casal da nossa equipa que te traz estas palavras. Se esta mensagem ressoa contigo, faz o teu pedido de consulta através do link na bio 🤎

“Porque é que este processo não avança?””Porque é que esta pessoa bloqueia e não se permite sentir?”“O que é que me está...
21/04/2026

“Porque é que este processo não avança?”
”Porque é que esta pessoa bloqueia e não se permite sentir?”
“O que é que me está a escapar aqui?”

Se já te fizeste estas perguntas em sessão, quero que saibas que essa é uma experiência muito comum, mesmo em psis com muita experiência.

Há processos em que sabemos que algo não está a acontecer ao nível emocional, e precisa de acontecer.

Foi a partir desse lugar que criei o curso intensivo Entre o Saber e o Sentir: Compreender e intervir com clientes que evitam sentir.

Uma formação teórico-experiencialde 2 dias, online e ao vivo, focada no trabalho com o bloqueio emocional em psicoterapia, com integração de prática clínica, reflexão e trabalho sobre o posicionamento do terapeuta.

22 e 23 de maio
Entre as 10h e as 18h30
Acesso a plataforma de apoio e recursos complementares

As vagas são limitadas.Podes encontrar mais informações e inscrever-te através do link na bio. Encontramo-nos lá, entre o saber e o sentir 🤎

13/04/2026

Se trabalhas em clínica, provavelmente conheces este lugar.

Clientes que compreendem tudo. Que contam a sua história com detalhes, com insight, com clareza… mas quando tentas aproximar da experiência emocional, algo bloqueia. Ou que f**am, eles próprios, bloqueados em explicações vagas, que comunicam pouco e tudo tem de ser “puxado a ferros”.

E, sessão após sessão, f**as com a sensação de que estás sempre à volta do mesmo. De que sabes onde seria importante ir… mas não consegues chegar lá.

Muitas vezes, este impasse tem muito pouco a ver com falta de motivação, resistência do paciente ou défice de insight.

São estratégias de proteção de um sistema nervoso em estado de alerta, que vivem nestas pessoas com sistemas internos e relacionais que aprenderam, em algum momento, que sentir não era seguro, não era possível ou não tinha resposta.

E quando não conseguimos ler isto, é fácil cair em dois lugares:

Ou aumentamos a diretividade, explicamos mais, tentamos “abrir caminho”,
ou começamos a duvidar de nós, da intervenção e até do processo.

Foi precisamente a pensar neste tipo de processos que criei esta formação.

Um espaço para compreender o bloqueio emocional de forma mais profunda
mas, sobretudo, para aprender a trabalhar com ele na relação terapêutica, sem forçar ou invadir o paciente e sem que o terapeuta se sinta preso e estagnado no processo

Informações sobre a formação:

Curso Intensivo Entre o Saber e o Sentir - Compreender e intervir com clientes que evitam sentir

• 22 e 23 de maio, entre as 10h e as 18h30
• Online, ao vivo
• Valor especial de lançamento com possibilidade de pagamento em 2x

As inscrições já estão abertas. Podes ver todas as informações e garantir a tua vaga no link da bio.

Se este é um ponto onde a tua prática clínica f**a muitas vezes bloqueada, talvez este seja o próximo passo 🤎

08/04/2026

Muitas vezes, aquilo que mais nos magoa quando algo falha numa relação é a sensação de que essa mágoa ficou sem reparação.

Quando a dor não é reconhecida, quando não há espaço para compreender o impacto que teve no outro, a relação começa a organizar-se à volta dessa ferida. E é aí que a distância e a desconexão cresce.

Reparar não signif**a concordar com a posição do outro, nem tão pouco apagar o que aconteceu. Signif**a conseguir olhar para o que aconteceu com presença, responsabilidade e abertura suficiente para que a ligação possa ser reconstruída.

Se na tua relação sentes que há momentos e dores que f**aram por reparar e continuam a pesar entre vocês, a terapia de casal pode ser um espaço seguro para fazer esse caminho juntos.

Agenda consulta com uma das nossas terapeutas de casal através do link na bio. Estamos aqui para cuidar da relação convosco 🤎

O silêncio une. Através dele falamos. Nele nos protegemos. Não é indiferença, embora a tradução que dele fazemos seja, t...
06/04/2026

O silêncio une.

Através dele falamos. Nele nos protegemos.

Não é indiferença, embora a tradução que dele fazemos seja, tantas vezes, essa.

Aprendemos, nos modelos relacionais que observamos na infância, como nos relacionar, que lugar temos (e, também, o que não temos) para ser e estar.

O silêncio encontra-se similarmente aí. No signif**ado atribuído, no conforto encontrado, no colo sentido. O silêncio reside na vivência do conflito como rutura quando, na essência, é construção. É onde “partimos pedra” com o que cada “eu” traz para o “nós”, é onde se constrói o caminho partilhado da relação.

Mais uma vez, é a Nádia, terapeuta familiar da nossa equipa que nos brinda com esta reflexão. Se a mensagem da Nádia ressoa contigo, agenda uma consulta connosco através do link na bio 🤎

Algo  muda profundamente quando começamos a olhar para as dificuldades do casal desta forma: deixamos de interpretar a f...
02/04/2026

Algo muda profundamente quando começamos a olhar para as dificuldades do casal desta forma: deixamos de interpretar a falha como incapacidade e começamos a compreendê-la como um sinal de ativação emocional.

Muitos casais esforçam-se genuinamente para comunicar melhor. Tentam escolher as palavras certas, controlar o tom, evitam certos temas ou abordagens. E, ainda assim, sentem que nada resulta de forma consistente. Isto acontece não por falta de empenho, empatia pelo outro ou ausência de comunicação. Acontece porque estão a tentar comunicar num estado em que a ligação já está fragilizada.

Quando o nosso sistema nervoso entra em alerta, o que está em jogo deixa de ser apenas o conteúdo da conversa. Passa a ser o signif**ado relacional dessa interação. Estou a ser ouvido? Estou a ser criticado? Continuo a ser importante para ti?

E enquanto a resposta a estas perguntas não encontra segurança suficiente, a comunicação tende a falhar, independentemente da técnica.

Por isso, em terapia de casal com a nossa equipa, o trabalho terapêutico começa por criar condições onde a comunicação possa acontecer sem ser vivida como uma ameaça, ao próprio e à relação.

Se te reconheces neste padrão, onde falar parece não ser suficiente para resolver as dificuldades da tua relação, a terapia de casal pode ser um espaço seguro para compreender o que está a acontecer entre vocês e reconstruir essa base de segurança.

Agenda consulta com uma das nossas terapeutas de casal através do link na bio. Estamos aqui para cuidar da relação convosco 🤎

Muitas vezes, não damos por estes movimentos quando estão a acontecer. Não sentimos que nos estamos a afastar. Não pensa...
31/03/2026

Muitas vezes, não damos por estes movimentos quando estão a acontecer. Não sentimos que nos estamos a afastar. Não pensamos nisso dessa forma.

A sessão simplesmente começa a f**ar mais dirigida, mais controlada. Sem grande consciência, vamos ocupando mais espaço com intervenção e menos com presença.

E, por isso mesmo, é difícil de identif**ar sozinho.

Muitos destes movimentos só ganham forma quando são pensados à posteriori, quando alguém de fora ajuda a colocar palavras naquilo que foi sentido, mas não totalmente reconhecido.

É nesse espaço que começamos a perceber padrões: em que tipo de casos nos afastamos mais, em que momentos perdemos a disponibilidade emocional, o que é que o sistema terapêutico está a convocar em nós.

Este trabalho não tem como objetivo “corrigir” o terapeuta, mas ampliar a sua consciência dentro da relação. Porque quanto mais visíveis se tornam estes movimentos, menos automáticos eles são. E quanto menos automáticos, mais escolha o terapeuta tem sobre como se posicionar.

Se sentes que, por vezes, sais das sessões com a sensação de que estiveste mais a gerir o processo do que verdadeiramente em relação, talvez haja aqui algo importante para ser explorado em supervisão.

Por isso, faz o teu pedido de supervisão individual e em grupo através do link na bio. Encontro-te do lado de dentro 🤎

Esta reflexão foi escrita pela Nádia, psicóloga da nossa equipa, e convida-nos a olhar para a forma como aquilo que traz...
27/03/2026

Esta reflexão foi escrita pela Nádia, psicóloga da nossa equipa, e convida-nos a olhar para a forma como aquilo que trazemos connosco ganha expressão no encontro com o outro.

Muitas vezes acreditamos que certos temas estão resolvidos ou bem guardados. Mas é na relação, sobretudo nas mais íntimas, que essas partes emergem, por vezes de forma inesperada, noutras vezes através de padrões que não compreendemos totalmente.

Não porque haja algo de errado em nós, mas porque é precisamente na relação que nos vemos com mais clareza.

Se sentes que há dinâmicas que se repetem ou emoções que surgem na tua relação e não consegues compreender de onde vêm, a terapia pode ser um espaço seguro para explorar esses mapas internos e construir novas formas de te relacionares.

Agenda consulta com a Nádia através do link na bio. Ela vai receber-te de braços abertos 🤎

Há qualquer coisa que muda na prática clínica da psicoterapia quando deixamos de olhar para o que sentimos como algo a c...
24/03/2026

Há qualquer coisa que muda na prática clínica da psicoterapia quando deixamos de olhar para o que sentimos como algo a controlar e começamos a olhar como algo a compreender.

Este nem sempre é um movimento fácil.

Porque muitas destas experiências surgem ou de uma forma subtil, ou de uma forma avassaladora, em sessão. E a nossa tendência natural é afastar. Continuar e focar no que é “suposto”.

Mas, quando paramos para escutar o nossos sentir com mais atenção, começamos a perceber que essas reações não são aleatórias. Guardam um padrão. Têm contexto. Têm signif**ado dentro da relação terapêutica.

Aprender a trabalhar com ressonâncias não tem nada a ver com tornar a prática clínica mais confusa, menos cientif**a, mais pessoal, mas sim com torná-la mais consciente, mais inteira e, acima de tudo, mais ef**az.

É passar de uma intervenção baseada apenas no que é visível para uma intervenção que também integra aquilo que se sente e se vive na relação terapêutica.

Se sentes que este é um tema que ainda está difuso e confuso na tua prática, a supervisão pode ajudar-te a ganhar mais clareza, dar uma linguagem e trazer-te confiança para trabalhar a partir desse lugar.

Podes fazer o teu pedido de supervisão individual ou em grupo através do link na bio 🤎

Muitos conflitos de casal parecem seguir um padrão previsível e repetitivo: o ciclo crítica/defesa. Um critica; o outro ...
23/03/2026

Muitos conflitos de casal parecem seguir um padrão previsível e repetitivo: o ciclo crítica/defesa.

Um critica; o outro sente-se criticado e defende-se e o primeiro ataca novamente levanto o outro a defender-se. E assim sucessivamente, num ciclo que parece interminável.

As discussões podem começar porque alguém sente que faz mais tarefas domésticas do que o outro; ou porque têm visões diferentes sobre a educação dos filhos; ou ainda porque alguém costuma tomar a iniciativa para determinadas atividade. Independentemente do motivo da discussão, o padrão crítica/defesa repete-se.

Isso signif**a que a relação está preso num ciclo relacional.

Nas consultas de terapia de casal, num espaço neutro e seguro, é possível, com tempo, identif**ar o vosso padrão específico e único, para perceber o ciclo e alterá-lo.

Alguma vez estiveste ou sentes que estás neste momento presa num ciclo crítica-defesa?

Se sim, nós podemos ajudar-te. Agenda a tua consulta com a Mariana, Terapeuta Familiar da nossa equipa que tão carinhosamente escreveu este conteúdo para ti, através do link na bio 🤎

Ao longo do tempo, enquanto psicólogos desenvolvemos uma grande capacidade de estar com a dor do outro.Aprendemos a escu...
19/03/2026

Ao longo do tempo, enquanto psicólogos desenvolvemos uma grande capacidade de estar com a dor do outro.

Aprendemos a escutar sem interromper, a conter emoções intensas, a sustentar histórias difíceis sem nos perdermos nelas. Essa capacidade é parte essencial do nosso trabalho.

Mas, por vezes, essa mesma capacidade cria uma expectativa de que devemos conseguir lidar com tudo o que a prática clinica implica em nós, sozinhos.

Como se o facto de compreendermos o sofrimento humano signif**asse que ele nos deveria afetar menos.

A verdade é que compreender a dor não nos torna imunes. Pelo contrário. Muitas vezes torna-nos ainda mais sensíveis ao que está a acontecer na relação terapêutica.

Há momentos em que um processo nos toca mais fundo. Há histórias que permanecem connosco depois da sessão. Há sessões que despertam em nós emoções e reações, escolhas e decisões que também precisam de ser pensadas.

Reconhecer isso não diminui o terapeuta. Humaniza-o.

Se sentes que a tua prática também precisa de um lugar onde possas pensar sobre aquilo que o trabalho na prática clínica desperta em ti, os meu grupos de supervisão arrancam já em abril. Podes fazer o teu pedido através do link na bio e candidatar-te a um dos grupos disponíveis 🤎

O que nos é conhecido, produz um efeito de verdade, um sentimento de familiaridade, confundido com segurança. A mente pr...
18/03/2026

O que nos é conhecido, produz um efeito de verdade, um sentimento de familiaridade, confundido com segurança.

A mente procura profecias para as suas “verdades”, ao invés de reflexividade a seu respeito. Por isso, o nosso olhar para as vivências é turvo, procuramos somente provar os argumentos desse diálogo interno, provar a história que consideramos mais verdadeira, ao invés de criarmos a história que queremos que seja a verdadeira.

Associamos vulnerabilidade a rejeição, e esta última o regresso aos lugares em nós dos quais tanto procuramos fugir.

Encontramos formas de nos proteger disso, de o evitar, como a zanga, em última instância crença de que se não nos sentirmos dessa forma, estamos expostos, desprotegidos.

É memória emocional do que fora outrora protetor, mesmo que à data não o seja.

Esta reflexão foi escrita pela Nádia, Terapeuta Familiar da nossa equipa, a partir da forma como tantas vezes repetimos padrões emocionais que, apesar de dolorosos, nos parecem estranhamente familiares.

Quando crescemos a aprender que a vulnerabilidade traz rejeição, faz sentido que o corpo encontre outras formas de se proteger. Às vezes através da zanga, outras através do afastamento ou do controlo. Estratégias que em algum momento fizeram sentido, mesmo que hoje já não estejam a servir a relação da forma que gostaríamos.

Se sentem que estão presos em reações que se repetem e gostariam de compreender melhor o que está por trás delas, a terapia pode ser um espaço seguro para olhar para esses padrões com mais clareza e construir novas formas de se relacionarem.

Podem agendar consulta com a Nádia através do link na bio. Estamos aqui para cuidar da relação convosco 🤎

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