Hipnose & Regressão

Hipnose & Regressão Dar a conhecer o meu trabalho como Terapeuta de Hipnose e Regressão, Cura de luz, Visioterapia, Cirurgia Psíquica. E realizo formação.

07/11/2015

Ultima parte da regressão « UM CASO INVULGAR »

É evidente, que Rita poderia acabar com a regressão na altura que muito bem entende-se, mas ela precisava de fazer a compreensão, por isso tentei mante-la no transe.
- Por favor, só mais um pouco, veja agora, quando a tiram daí.
- O sol já vai alto quando os homens começam a acordar e ouço o capitão a dar ordens para me descerem. Eu estou meio desmaiado, reanimo quando sinto a cara ser bombardeada com um balde de água, projectada com toda a violência. Agora estou a tentar levantar-me, mas não me consigo manter de pé, vejo-me encostado a amurada do navio, estou a puxar um pouco a perna da calça para cima e vejo a minha perna toda negra e muito inchada, a minha perna está gangrenada, nada nem ninguém me poderá valer, vejo os homens apontarem-me e a rirem de mim, sinto raiva, muita raiva por aquela gente tão selvagem. O meu sangue parece ferver com a raiva e o ódio que sinto, é esquisita esta emoção que sinto neste momento.
- O que é que acontece a seguir?
- Estou agarrar-me amurada, Creio que vou saltar para a água!... Sim eu estou a pendurar-me e a deixar-me cair; vejo-me agora na água e olho para cima, vejo aqueles animais a rirem à gargalhada e eu deixo-me afundar, mas por estranho que pareça, continuo a sentir raiva ao mesmo tempo que a água me vai entrando nos pulmões.
- Nesse exato momento em que a água lhe entra nos pulmões não sente aflição?
Rita f**a algum tempo em silêncio, depois responde.
- Não!... É muito estranho, mas não sinto qualquer tipo de aflição; apenas sinto raiva.
- Vá ao momento da sua morte.
-Vejo o meu corpo a boiar, creio que morri.
Rapidamente tirei-a do transe, e logo de seguida levei- a a fazer a compreensão do porquê do câncer; Rita, depois de morrer, subiu à luz apenas com sentimentos de raiva, talvez a pior emoção que o ser humano possa ter e, como tal, veio cumprir o mesmo padrão, ou seja o « Karma. » Porem, nesta vida, aceitação de Rita em relação à perda da perna, só por si fez com que tenha resolvido o padrão, mesmo sem ajuda desta terapia, porem, a compreensão resultante da mesma, fez dela uma mulher ainda mais feliz.
A história desta guerreira, serve perfeitamente para que o leitor compreenda, que nós não podemos viver e muito menos morrer com sentimentos de raiva.

06/11/2015

«REGRESSÃO» Continuação de Um caso invulgar.

- Acalme-se e veja o que se passa a seguir. – e volto-lhe a dizer.
– Não se envolva, veja de cima.
- Agora estou a ser desarmado fui ferido no braço direito e deixei cair a espada. Estou com medo, os homens preparam-se para acabar com a minha vida, sinto que vou morrer, fecho os olhos para me entregar a Deus.
- O que é que acontece a seguir? – pergunto-lhe, a fim de a estimular.
- Estou a ouvir o capitão dos piratas a gritar para os homens dele e a dizer-lhes para não me matarem. Abro de novo os olhos e vejo-o com um ar sinistro a olhar para mim, enquanto ordena para matarem todo o resto da tripulação. Agora estou a vê-los a lançarem os meus homens à água, são autênticos selvagens. – diz, ao mesmo tempo que se contorce na marquesa.
- Tente acalmar-se e procure o que acontece a seguir.
- Agarraram-me e estão a atar-me uma corda à minha coxa, eu não compreendo o que está a acontecer, mas estão apertar muito a corda. – bradou, com um esgar de sofrimento.
- Estou a ser içado para o alto do mastro, estou preso apenas pela perna, a dor é insuportável; agora vejo-os totalmente embriagados, exatamente a imagem que vi inicialmente.
- O que é que acontece a seguir?
- Creio que fico toda a noite pendurado, eles dançam e cantam, mas por favor as dores são insuportáveis, eu vou abrir os olhos e acabar, não quero ver mais.
É evidente, que Rita poderia acabar com a regressão na altura que muito bem entende-se, mas ela precisava de fazer a compreensão, por isso tentei mante-la no transe.
- Por favor, só mais um pouco, veja agora, quando a tiram daí.

05/11/2015

« A porta do tempo » continuação de Um caso invulgar.

Peço-lhe então para que se deite na marquesa o mais confortável possível; de imediato, faço-lhe um relaxamento profundo, seguido de uma visualização de luz com a sua cor preferida e, rapidamente entra num estado alterado de consciência. Porem por mais que eu tente faze-la regredir, Rita diz-me sempre não ver absolutamente nada, as imagens teimam em não lhe vir há mente, bloqueia e nem sequer consegue recordar. Isto acontece muito, quando não é o paciente a pedir, ou a sentir a necessidade de fazer a terapia.
Volto de novo a fazer-lhe uma visualização de luz, para ver se consegue vislumbrar algum LIXO ENERGÉTICO e tentar uma limpeza ÁURICA; pouco depois, Maria Rita está de novo num estado perfeito para qualquer tipo de terapia, depois pergunto -lhe.
- Olhe para si, qual a cor de luz que envolve o seu corpo?
- Azul. – responde maravilhada.
– Estou a ver o meu corpo todo em luz!... Isto é espectacular!... Só vejo luz… como é possível!..
- concentre-se nessa luz; agora deixe que ela se transforme em milhares e milhares de pontinhos de luz, como cabecinhas de alfinetes – sugestiono.
- Já está, mas é lindo! É lindo!... Repete eufórica.
- Procure agora no seu corpo de luz, se há algo que não deva estar ai.
- Não vejo nada, a não ser luz!
- Procure lentamente e explore todo o seu corpo luz, procure inteirar-se se há algo estranho dentro dessa luz, ou se pelo contrário, a sua aura está totalmente limpa. Voltei a insistir.
Rita, comportasse agora como uma verdadeira exploradora, nota-se claramente na sua fisionomia que está procurando algo. De súbito, responde franzindo a testa.
- Acho que vejo qualquer coisa dentro da luz! – Exclama.
- É uma corda! Estranho! Aliás, é a ponta de uma corda que sai de dentro da luz.
- Com as suas mãos vá puxando a corda e vá ao momento em que essa corda entrou ai.
Rita começa a puxar a corda, até que pára e comenta muito admirada.
- Está um homem pendurado por uma das pernas! Diz, muito emocionada.
– Está pendurado num mastro de um navio.
- Veja quem é esse homem, como se chama e vá ao momento em que foi pendurado no mastro.
Pouco depois diz muito admirada.
– Mas este homem sou eu! Chamo-me Smitte, tenho o cabelo grisalho, corpo atlético e cerca de cinquenta anos.
- Procure ver quem é você e quem o pendurou nesse mastro. – insisti.
- Sou o comandante de um navio de guerra, creio que inglês e, eu estou pendurado no alto do mastro, preso pela coxa esquerda, e vejo o convés cheio de piratas totalmente embriagados.
- Retroceda e vá ao momento em que o navio é atacado.
- Vejo o navio ancorado ao largo de uma ilha, é de noite e os marinheiros devem estar a dormir; eu saio para o convés e vejo vários botes cheios de homens muito próximo ao navio, começo a gritar a dar o alarme, mas já vejo piratas a saltarem a amurado do navio.
Rita parou um pouco e apercebi-me que estava assustada, mas de imediato a acalmei dizendo.
– Tranquilize-se e veja de cima, como se estivesse a ver um filme. – ela pareceu acalmar e continuou.
- Eu estou a lutar com vários piratas, enquanto outros trepam pelas cordas e saltam para o navio. Vejo os meus homens meio sonolentos a chegarem ao convés; eles saem aos poucos, atraídos pelos gritos, estão a ser mortos, uns trespassados pelas espadas e outros degolados, é uma autêntica chacina – diz quase a gritar.

30/10/2015

EXCERTO DE ----- A PORTTA DO TEMPO

Embora eu não visse razão para a necessidade de uma terapia, exatamente pela ausência de sentimentos de medo e, também por esta nada me ter pedido, eu senti uma grande curiosidade de explorar e tentar descobrir, o porquê do câncer de uma jovem desprovida de emoções negativas, que como já referi, são as principais causas do cancro; tais como a tristeza, a angústia, a ansiedade e a pior de todas, a raiva e o não perdão; todas elas, emoções que têm como base, o medo.
Pedi-lhe para que se deixasse guiar numa regressão, mas logo tive um não, como resposta.
- Não me estou a ver a ser hipnotizada, - responde-me a sorrir.
Este é um problema muito comum; erradamente, a grande maioria das pessoas pensam que terão de ser hipnotizadas para fazer uma regressão, outras há, que pensam que vão dormir e, como por magia irão acordar com todos os seus problemas resolvidos. Quero alertar o leitor, para quem estas técnicas são ainda desconhecidas, de que ninguém tem de ser hipnotizado para fazer uma terapia regressiva. Quando alguém lê um livro num café, decerto está num estado de hipnose, embora ligeira, claro, ou seja, um estado de concentração absoluta. É exatamente nesse estado de hipnose que o paciente tem de estar. A técnica consiste num relaxamento muito gratif**ante para o paciente, seguido de uma visualização de luz, a fim de ter acesso ao inconsciente; depois o paciente vai recordando vários momentos marcantes da sua vida e, à medida que vai regredindo, o seu inconsciente expande-se e, até mesmo as recordações já recalcadas no seu inconsciente, começam a fluir na sua mente, até se conseguir visualizar no ventre materno, para logo de seguida experienciar uma vida passada, através de visualização.
Depois de lhe ter explicado a técnica, Maria Rita ainda um pouco hesitante aceitou a regressão.
- Está bem. – anuiu. – será uma nova experiência.
Uma semana depois, Rita entra no meu gabinete; vem um pouco nervosa, mas disposta a conhecer algo mais sobre si mesma.
- Então, prontinha para a viagem? – pergunto em tom de brincadeira. E logo ela replica.
- Sim! Desde que não tenha nenhum acidente.
- Não!... tranquilizo-a. – Nada acontece por acaso e, se você está aqui, é porque tem algo para resolver, ou no mínimo, compreender.
- Bem, que seja; estou nas suas mãos. – responde, agora mais calma.

29/10/2015

Ela sorriu e respondeu-me. – Foi duro, algumas vezes me senti triste por ser rejeitada por muitas das minhas colegas de escola, mas rapidamente superei, colmatando essa tristeza com a amizade de várias amigas que fui conquistando ao longo do tempo, elas me foram ajudando a superar e até brincavam comigo apesar das minhas limitações. elas provaram serem verdadeiras amigas e foram muito importantes na minha recuperação e, até mesmo na minha auto estima. Depois habituei-me e já há muito, que para mim deixou de ser um problema.
- Rita, como foi a sua infância? – perguntei.
- Normal. – responde sem hesitação.
– Sempre fui muito mimada pela minha mãe e até mesmo pela minha irmã mais velha, o meu pai era vendedor e embora não fosse um pai muito presente, era muito querido e não tenho mágoas dele, aliás, apenas tenho boas recordações, nunca tive razões para me queixar.
- Como correram os seus estudos ao longo da sua vida académica? – insisti.
- Como é óbvio, de vez em quando havia risotas por parte de algumas colegas e até algumas piadas menos felizes, como por exemplo me chamarem de perneta. – diz-me a sorrir.
- Como é que isso a fazia sentir? – perguntei.
- Muito triste; mas sempre havia algumas amigas que logo lhes chamavam à atenção e, de imediato tinham para comigo algumas palavras de conforto; tive amigas tão queridas que quase me faziam sentir que eu, não tinha qualquer problema e que eu era igual a qualquer uma delas. Enfim, fui e sou muito feliz.
- Sente alguma raiva, tristeza ou angustia?
- Não! – responde-me Rita com um belo sorriso.
– Já lhe disse que sou uma mulher muito feliz e não tenho, nem quero ter espaço para essas emoções.
Achei Rita um caso raro; como é possível alguém, a quem a vida lhe roubou quase há nascença, algo tão precioso como a sua perna, algo que a impede de se movimentar como as outras crianças, de sentir a vida na sua plenitude, que não permite fazer aquilo que as crianças mais gostam; como correr, brincar e saltar. Como é possível não sentir tristeza, raiva ou revolta.

28/10/2015

Um caso invulgar

Maria Rita é uma jovem mulher com apenas trinta e cinco anos de idade; tem uns olhos grandes e castanhos, os cabelos negros, lisos e soltos, emolduram-lhe a cara bonita de feições arredondadas.
Os olhos, muito expressivos, transmitem alegria e boa disposição sempre acompanhada de um sorriso, no entanto Rita tem uma particularidade, desloca-se com duas canadianas, pois tem apenas uma perna. Porem esse facto não a condiciona… é casada, tem o seu emprego e desloca-se para este, todos os dias no seu automóvel.
Conheci a Rita já alguns anos num café do meu bairro, quando esta se encontrava a tomar chá acompanhado do marido; aproximei-me do simpático casal e rapidamente entabulei conversa com eles, pouco depois estava sentado na mesma mesa numa amena cavaqueira.
Eramos vizinhos e depressa nos tornamos amigos. Nunca lhe notei a mínima tristeza ou angustia pelo facto de não ter a perna esquerda, parecendo até que tudo isso lhe passava ao lado e eu, embora curioso não via chegado o momento para a interpelar.
Certo dia, Rita falou do seu problema muito normalmente e aproveitei.
- Rita, peço-lhe desculpa pela minha curiosidade, o que é que aconteceu com a sua perna?
- Oh! Não tem problema! – exclama com o seu habitual sorriso, depois continua. - Tive um cancro tinha nove anos e fui amputada junto à coxa, mas felizmente tudo correu bem, tirando o facto de ter f**ado sem a minha perna, claro. – arremata em tom de brincadeira.
- Como é que se sentiu emocionalmente, ainda tão jovenzinha?
- Bem, ao princípio confesso que foi tudo muito estranho, mas eu queria tanto viver, que me senti feliz e agradeci a Deus por ter sobrevivido.
- Como é que essa jovem que há em si, se sentiu com as suas limitações? – insisti.

27/10/2015

Agradecimentos

Quero aqui agradecer a todos os meus pacientes, especialmente aqueles que me permitiram entrar nos seus segredos mais preciosos, aqueles que me autorizaram a que as suas vidas fossem divulgadas, também aqueles que me deram os seus testemunhos, que tanto enriquecem o meu livro. Como eu estou grato ao Universo por ter posto no meu caminho estas almas maravilhosas, quantas coisas eu aprendi com cada um deles ao longo desta minha caminhada pela vida. Em todas as narrações apresentadas neste livro, nunca a confidencialidade entre mim e o meu paciente foi violada; todos os casos são reais, alguns já com vários anos poderão ter sido um pouco encurtados por mim, a fim de não se tornarem maçudos para o leitor.
Nós estamos em evolução, estamos no despertar da nossa consciência e, temos de aprender a viver e morrer, apenas com sentimentos de amor.

Seja feliz
viva sem raiva

26/10/2015

A Porta do tempo

Introdução
Do autor

Quase todo o ser humano tem medo da morte, mas a morte, é a caminhada natural para voltarmos à nossa essência, LUZ. E a morte liberta o espirito de toda a maldade acumulada ao longo da vida. Eu estou plenamente convencido, de que com a morte nós voltamos a nascer.
É por isso que a bíblia nos diz, que nós temos vida eterna, porque afinal nós não morremos, apenas evoluímos.
Quando em regressão o paciente experiencia a morte na sua vida passada, ele se vê sempre como luz, para logo de seguida se sentir a ser sugado por uma luz muito intensa, uma luz irresistível, onde vai experienciar uma paz e uma tranquilidade como nunca tinha sentido, sente-se como se nascesse de novo, compreende que faz dessa mesma luz e, funde-se com o todo tornando-se essência pura.
Após a regressão, perde todos os medos e todas as dúvidas se dissipam, sentindo-se capaz de mudar toda a sua vida, pois regressa com uma perspetiva totalmente diferente do mundo que o rodeia, passando a ter a certeza que a cura reside dentro de si.
Nós apenas temos de aprender a usar o imenso potencial da nossa mente inconsciente, essa força extraordinária que se mantem adormecida dentro de cada ser humano, à espera de despertar.
Em 2009, estive no canal televisivo T.V.I. com uma paciente minha chamada Luísa Marçal, ela confirmou perante o país inteiro as maravilhas de que foi capaz. Depois de ter feito três operações à coluna, Luísa ficou acamada mais de dois anos e sem esperança de voltar a andar, apenas se deslocava em cadeira de rodas e, após uma terapia que durou cerca de três horas, levantou-se e caminhou. Luísa apenas usou o maquinismo que o seu maravilhoso inconsciente lhe deu, “ o poder da cura “
Este livro, além das fantásticas experiências de vidas que contém, serve também para que o leitor compreenda que o medo, a raiva, a tristeza, a ansiedade e todas as emoções negativas acumuladas ao longo da vida, causa-nos muitos problemas de saúde, tais como, úlceras estomacais, fibromialgia e, o mais fatal de todos, o câncer.

25/10/2015

Prologo

Este livro, não é um manual de hipnose. Tão pouco um compêndio de terapêutica, nem garantidamente um livro cientifico, mas sim o relato da minha experiência ao longo da minha vida profissional.
Desde muito novo que comecei a observar e a interessar-me pela dor alheia e pelos problemas dos meus semelhantes, sobretudo pela angústia dos que sofrem, por vezes sem motivo aparente.
E é tão grande a vastidão e a complexidade daquilo a que chamamos doenças. O medo, a angústia, a tristeza, a raiva, as inseguranças e outras instabilidades emocionais e mentais.
Neste livro o leitor pode encontrar ajuda para muitos dos seus problemas, através de algumas técnicas de cura.
« Regressão, Cura de Luz, Cirurgia Psíquica, e Visioterapia. »
Com técnicas específ**as de regressão e não só, pode muito facilmente, com a orientação de um terapeuta experiente, remover as pedras que atravancam a sua vida.
O que terá acontecido na sua infância, ou mesmo numa vida passada, que ainda o magoa ou o faz sofrer?
Seguras técnicas de regressão e hipnose, dar-lhe-ão as pistas para a investigação das suas vidas passadas, que lhe farão compreender e eliminar as influências destas, na sua vida presente.
Os casos dramáticos, vulgares e inocentes, mas verdadeiros, de pessoas que passaram pelo meu consultório, são vivências de uma riqueza imensa, que me tocaram produzindo uma enorme fonte de amor.
Nós, passamos pela vida conhecendo uma pequena parte de nós mesmos e, portanto usufruímos apenas um pouquinho dos nossos recursos de capacidades, de confiança e de felicidade.
Grandes áreas da nossa inteligência, continuam adormecidas à espera de despertar. E por isso sofremos, porque somos estranhos a nós próprios.
Muitas pessoas que estiveram entre a vida e a morte, relatam terem vivido uma experiência fabulosa, dizem ter observado uma luz branca ou dourada a uma certa distancia, e sentiram sugados por um túnel de luz e, todas as pessoas que viveram essa experiência, são unânimes em dizer que sentiram uma sensação de bem estar, uma paz interior e uma tranquilidade, como nunca tinham experiência-do.
É exatamente por essa experiência, que todos nós passamos durante uma regressão, é uma emoção deslumbrante, que além de nos libertar dos nossos fantasmas, dá-nos um conhecimento muito profundo sobre a nossa essência e também sobre a nossa caminhada pela vida. E essa experiência vai proporcionar-nos a partir desse momento, uma paz e uma tranquilidade que fará mudar totalmente as nossas vidas.

25/10/2015

Quero apresentar o prologo do meu livro sobre terapias regressivas que em breve estará pronto, espero que gostem.

22/10/2015

Em Almada - Formação em Novembro de hipnose e regressão.
marcação pelo telm. 967051667

22/10/2015

Depressão

A ansiedade e suas origens

O estado de ansiedade é quase sempre originado por uma sensação muito grande de insegurança, pelo medo do futuro, ou de algo muito mau que possa vir a acontecer.
A maior parte das vezes é um medo inconsciente, medos por vezes muito subtis, tais como o medo da perda, o medo de falhar, o medo de se expor, o medo do escuro, e outros.
Essa ansiedade vai acabar por causar várias sensações físicas, tais como dores musculares, dores de cabeça, desarranjos intestinais, problemas de estômago, e muitos outros.
Mas se ela continuar, vai decerto originar situações a nível psicológico, assim como a tristeza, a angústia, a raiva e a revolta e, isso vai causar um desânimo total.
De seguida a pessoa irá com certeza começar a ter muita dificuldade em relaxar e, também muito pouca vontade de apreciar a vida, para logo de seguida perder mesmo a vontade de viver.
Está aqui criado o quadro a que chamamos DEPRESSÃO.
Pela minha experiência sempre baseada no meu trabalho, a maior parte das depressões tem a ver com os nossos medos, os tais medos muito subtis, que por norma o paciente não fala neles ao seu médico assistente, por vezes nem se apercebe que os tem, ou não lhes dá muita importância e, como tal o seu médico acaba por nunca saber o porquê da sua depressão.
Quase todas as pessoas que eu atendo, estão exactamente com este quadro clínico “DEPRESSÃO”, pessoas que chegam até mim num estado lastimoso, onde chegam a tomar 15 a 20 comprimidos por dia. Impressionante! Algumas delas com várias tentativas de suicídio.
Ainda não há muito tempo atendi uma paciente com uma depressão, eu tinha-lhe pedido que para não tomasse antidepressivos nem ansióliticos no dia da consulta e, como tal ela vinha muito ansiosa. Durante a anamenese perguntei-lhe se sentia medos como sempre faço, de imediato ela me responde… medo? Não! Não tenho medo de nada! Isto por norma é a resposta de toda a gente.
Depois pergunto se tem medo de falhar, ou se tem medo da perda, ou pergunto por exemplo se dorme com a porta do quarto aberta. Rara é a pessoa que não esbarra perante uma destas perguntas.
Por exemplo; se a paciente me responde que dorme com a porta do quarto aberta, eu faço-lhe a seguinte pergunta; Como é que se sente se fechar a porta?
Na maioria dos casos a paciente diz-me logo, com a porta fechada nem pensar! - O que é que sente, pergunto eu; a resposta é quase sempre, ansiedade ou medo. No entanto se a paciente só consegue dormir com a porta fechada e, tem medo de dormir com ela aberta, é exactamente a mesma coisa, algo está a bloquear essa pessoa e, o que há a fazer é ir á procura do momento desse bloqueio.
Respeito todos aqueles que não acreditam em vidas passadas, ou seja, na nossa reencarnação, mas mesmo que esse paciente não acredite na sua vida passada, isso não tem muita influência para a cura total da sua depressão, desde que se submeta á terapia.
Quase sempre os padrões se repetem e, quando nós vivemos e morremos com sentimentos de medo, que são a tristeza, a angústia, a raiva, a revolta e outros sentimentos negativos, vimos cumprir o mesmo padrão.
Por exemplo, o paciente tem medo de falhar; essa pessoa por norma sente muita insegurança, com mais incidência no seu emprego, ela vai decerto sentir-se muito ansiosa se lhe derem algo de novo para fazer, mesmo uma tarefa sem grande importância, tal como pôr em ordem um simples ficheiro.
Aqui temos duas situações, o padrão pode estar a ser criado nesta vida, ou pode vir de uma vida passada.
E como se consegue detectar de onde vem esse bloqueio?
Exemplo: Se o paciente foi sempre irrepreensível no seu trabalho, se nunca fez nada de grave que pudesse por em risco o seu emprego e, sente medo de falhar, então decerto que o seu bloqueio tem origem numa vida passada.
Mas, se essa pessoa fez asneira no seu emprego, se está ameaçado, com o seu lugar em risco, aí o padrão pode estar a formar-se nesta vida. Mesmo assim, não é de excluir levar o paciente a uma vida passada, visto que os padrões se repetem e por isso esse medo de falhar pode ser uma situação Karmica.
É na nossa mente inconsciente que temos de procurar o trauma, pois é nela que estão armazenadas todas as nossas recordações, é ela que contem toda a nossa inteligência, toda a nossa sabedoria e além disso é o núcleo da nossa criatividade. Ela regula todos os nossos movimentos, a própria respiração, consegue regenerar todos os nossos tecidos, portanto tem o poder de nos curar de qualquer ferida, qualquer infecção ou inflamação, consegue até libertar dores ou emoções em poucos minutos, sendo portanto, ela que faz a manutenção de todo o nosso corpo.
Sigmund Freud deixa-nos a mensagem, que só quando o ser humano aprende a aceder ao seu inconsciente consegue resolver os seus problemas a nível psicológico.
A hipnose é pois a porta de entrada para o ser humano poder aceder ao seu inconsciente. É portanto a ferramenta ideal para levar o paciente em busca dos seus bloqueios, acabando de vez com o seu sofrimento.

Muita Luz.

Endereço

Terrim – Pinhal Novo/Palmela
Pinhal Novo
2955-016

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 20:00
Terça-feira 09:00 - 20:00
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