18/03/2026
Nas redes sociais, vê recortes muito específicos da vida das outras pessoas: momentos felizes, conquistas, viagens, progresso.
🧠 O cérebro, porém, interpreta esses recortes como a realidade completa. Assim, ativa um mecanismo conhecido na psicologia como comparação social ascendente: a tendência para nos compararmos com quem parece estar melhor.
O resultado pode ser subtil, mas cumulativo:
* menor perceção de progresso pessoal
* sensação de estar “atrasad@“
* diminuição da autoestima
A comparação não é uma falha individual: é algo normal no ser humano, que em termos evolutivos contribuía para a sobrevivência em grupo.
Contudo, as redes sociais tornaram a exposição a conteúdos “perfeitos” e vidas inatingíveis numa constante, intensificando a comparação.
💭 O problema não está em comparar-se, mas sim em fazê-lo num contexto que distorce a realidade.
Por isso, mais do que tentar evitar a comparação, é importante desenvolver consciência sobre o que está a consumir - e o impacto que isso tem na forma como se vê.
Construir uma autoestima mais sólida e menos influenciada pelo exterior pode começar com apoio profissional - na Worthy, esse é um dos pontos de partida.
Saiba mais no link da bio.