O Jardim das Terapias

O Jardim das Terapias Ajudo mulheres a mobilizar recursos internos em direção ao objetivo desejado. Método próprio. Personalização no atendimento.

Um exemplo dos desafios e escolhas difíceis que se colocam às mulheres. E como, por vezes, se abrem portas quando uma ja...
03/03/2026

Um exemplo dos desafios e escolhas difíceis que se colocam às mulheres. E como, por vezes, se abrem portas quando uma janela se fechou.

Tinha Hollywood aos seus pés.
E foi aí que ele tomou uma decisão que deixou todos de boca aberta.

No final dos anos 80, Laura San Giacomo era a nova promessa do cinema americano. Em 1989 desfilou pelo tapete vermelho de Cannes com seu filme de estreia premiado no festival. Um ano depois, ela estava ao lado de Julia Roberts em Mulher Pretty, interpretando Kit De Luca, a amiga irônica e leal que o público adorou.

O filme arrecadou mais de 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Nomeação para o Globe de Ouro. Riconhecimentos internacionais. Roteiros que chegavam por dezenas. Tinha 28 anos. A indústria estava pronta para consagrar.
Depois nasceu o filho Mason.

O diagnóstico chegou cedo: paralisia cerebral.
Os médicos falaram sobre limites. Do que eu não faria. Do que eu não teria alcançado. De uma vida "diferente".
Laura ouviu. Mas por dentro sentiu outra coisa.

Ela entendeu que na frente dela havia dois caminhos.
Continue perseguindo a corrida feita de sets distantes, turnês promocionais, ritmos imprevisíveis. Ou f**ar. Esteja presente. Construir um cotidiano sólido para o filho que precisaria de tempo, constância, atenção.

Mason foi salvo.
Non como renuncia.
Como prioridade.
Nel 1997 aceitou um papel na Sitcom Just Shoot Me! Um set estável em Los Angeles, horários previsíveis, nenhuma turnê interminável.

Durante sete temporadas e 148 episódios continuou trabalhando em alto nível, obtendo outras nomeações para o Globe Dourado, enquanto acompanhava seu filho às terapias, reuniões escolares, visitas médicas.

E esses "limites" anunciados não foram a última palavra.
Mason aprendeu a jogar basquete.
Aprendeu a se comunicar com a tecnologia.
Superou previsões que pareciam sentenças.
Laura também se tornou ativista. Falou em conferências sobre educação inclusiva. Colaborou com escolas e organizações.

Mudou a linguagem em torno da deficiência: "A deficiência é natural. " Sempre existiu. Faz parte da vida. ”
Depois do final da sitcom não desapareceu. Recitou durante quatro temporadas em Saving Grace. Permaneceu durante anos no cast do NCIS. Continuou trabalhando. Mas às suas condições.

Muitos falaram de compromisso.
Ela falou de equilíbrio.
Ele não deixou Hollywood.
Simplesmente se recusou a que Hollywood decidisse o que realmente importava.
Porque às vezes o papel mais importante não é aquele que te consagra no grande ecrã.
É aquele que você interpreta todos os dias, longe dos holofotes.

E Laura San Giacomo provou que se pode ser atriz e mãe sem se desculpar por nenhuma das duas coisas.
Que o sucesso não é apenas o que o mundo aplaude.
É o que você escolhe proteger.

"O verdadeiro heroísmo raramente é ruidoso." - frase retirada do corpo do texto original. Esta he***na escreveu a Histór...
01/03/2026

"O verdadeiro heroísmo raramente é ruidoso." - frase retirada do corpo do texto original. Esta he***na escreveu a História com coragem, sangue frio e abnegação. Era jovem, 22 anos. Tinha um cargo de responsabilidade.

Honrou ambos: a juventude e o cargo.🥇

Quer ler o post orginal e comentar a atitude da jovem comissária de bordo apenas numa palavra?🙏

Ela tinha apenas 22 anos. Estava de pé ao lado da porta aberta do avião, com balas cortando o ar ao seu redor — e foi nesse instante que tomou uma decisão que salvaria 359 vidas, mas custaria a sua própria.

5 de setembro de 1986.
O voo Pan Am 73 pousou em Karachi para uma rápida parada de reabastecimento.
Os passageiros se ajeitaram. Crianças dormiam no colo dos pais.
Ninguém imaginava o terror que estava prestes a começar.

Quatro homens armados invadiram o avião.
Gritos. Desespero. Caos absoluto.

Na cabine dianteira estava Neerja Bhanot, comissária-chefe, 22 anos.
Um sorriso calmo, postura firme.
Ela poderia ter congelado. Poderia ter fugido.
Mas escolheu agir.

Num movimento rápido, Neerja enviou um sinal aos pilotos — segundos preciosos que permitiram que eles escapassem pela escotilha de emergência. Isso arruinou completamente o plano dos sequestradores. Sem pilotos, eles não poderiam levar o avião para outro país nem usá-lo como arma.

Centenas de vidas estavam salvas… e o pesadelo só estava começando.

Durante 17 horas, Neerja manteve-se serena no centro do terror.
Passou pelos assentos escondendo passaportes americanos, evitando que os terroristas selecionassem suas vítimas.
Acalmou crianças, abraçou passageiros em pânico, colocou-se entre rifles e corpos indefesos.

Ela não pensou em si mesma.
Nem por um instante.

Quando a noite caiu, as luzes do avião apagaram.
O pânico explodiu.
Os terroristas abriram fogo.

Neerja estava ao lado da saída de emergência.
A porta estava destravada.
A liberdade — a centímetros.

Mas quando os passageiros correram, ela não se salvou.
Ela ficou onde estava.
Forçou a abertura da porta, empurrou pessoas para a saída, usando o próprio corpo como escudo.
E quando três crianças travaram de medo, incapazes de se mover, Neerja fez o impensável:

Ela se colocou sobre elas.

As balas a atingiram.
Ela recebeu todas.

Neerja Bhanot não sobreviveu.
Mas 359 pessoas voltaram para casa por causa dela.

Hoje, seu nome é dito com respeito em todo o mundo.
Ela recebeu a mais alta honraria de bravura em tempos de paz na Índia.
Um filme conta sua história.
E sua conduta virou referência nos treinamentos de comissários de bordo.

Mas, acima de títulos e homenagens, permanece uma verdade simples:

Quando precisou escolher — sua vida ou a vida de desconhecidos —
Neerja escolheu a deles.
Sem hesitar. Sem medo.

Uma jovem de 22 anos que se tornou eterna no momento em que decidiu que a vida dos outros valia mais que a própria.

O verdadeiro heroísmo raramente é ruidoso.
Às vezes, é apenas uma jovem diante de uma porta aberta, sussurrando:

“Vão. Eu fico.”

E ela ficou.

Quem somos? Como somos? Os dias de força? Os dias de fraqueza? Fortes e fracos? Há vitórias que apagam e insucessos que ...
01/03/2026

Quem somos? Como somos? Os dias de força? Os dias de fraqueza? Fortes e fracos? Há vitórias que apagam e insucessos que inspiram? Às vezes somos luz e outras escuridão?
Se calhar tudo isto. A complexidade da alma humana permanece - as respostas são hoje, felizmente, mais efetivas na gestão da "dor de alma".
Concorda? Discorda?

Ela foi indicada ao Oscar aos 22 anos. Aos 43, saltou de uma janela do quinto andar. O que aconteceu no meio vai partir seu coração.

A família a chamava de Biff.

A menina ruiva de Youngstown, Ohio, que não conseguia pronunciar o próprio nome quando era pequena. Filha de um empreiteiro, que se escondia em devaneios e evitava o olhar das pessoas. Uma criança tímida, frágil demais para este mundo.

Mas algo extraordinário acontecia quando Elizabeth Hartman subia ao palco.

A garota assustada desaparecia. Surgia alguém destemido. Alguém capaz de fazer estranhos acreditarem em qualquer coisa.

No ensino médio, ela ganhou o principal prêmio de atuação de Ohio interpretando Laura em The Glass Menagerie — uma personagem tão delicada que escapava da realidade para um mundo de pequenos animais de vidro.

Duas décadas depois, Elizabeth também tentaria escapar. Mas não haveria segundo ato.

Recém-formada pela Carnegie Mellon University, ela chegou a Nova York com talento bruto e uma ansiedade debilitante. Sua primeira peça na Broadway fracassou. Mas Hollywood estava observando.

Então veio a ligação que mudaria seu destino.

Sidney Poitier. Shelley Winters. Um filme inovador chamado A Patch of Blue.

Elizabeth interpretaria Selina — uma jovem cega que se apaixona por um homem negro na América de 1965, quando casamentos inter-raciais ainda eram ilegais em 21 estados.

Durante meses de filmagem, ela treinou para não fazer contato visual. Para não focar a visão. Para não “ver” o mundo ao redor.

Para alguém que já se sentia invisível, interpretar a cegueira parecia perigosamente real.

Seu pai morreu enquanto as câmeras ainda estavam rodando.

Quando o filme estreou, a crítica ficou atônita. Aquela atriz desconhecida de Ohio havia entregue algo inesquecível. Vulnerável. Devastador. Verdadeiro.

Veio o Globo de Ouro. Depois, a indicação ao Oscar de Melhor Atriz — aos 22 anos.

As portas de Hollywood se abriram. A fama bateu à porta. O futuro parecia ilimitado.

Mas quando Elizabeth se viu na tela pela primeira vez, disse algo ao marido que deveria ter alarmado todos:

“Todos estavam maravilhosos. Mas eu estava invisível.”

A mulher que havia emocionado milhões não conseguia enxergar o próprio brilho.

Os papéis principais que ela sonhava nunca vieram. Participou de filmes respeitados — como The Group, You're a Big Boy Now, de Francis Ford Coppola, e The Beguiled, com Clint Eastwood. Mas Hollywood já a havia rotulado: a frágil, a vítima, a que sofre, a que se quebra.

Ela fez teste para The Sterile Cuckoo. Foi rejeitada de forma direta: “Você simplesmente não é a Pookie.” O papel ficou com Liza Minnelli — que foi indicada ao Oscar.

Em 1969, Elizabeth parou de fingir.

“Aquele sucesso inicial me destruiu”, confessou ao New York Times. “Me colocou em um lugar ao qual eu não pertencia. Minha vida tem sido infeliz desde que fiz aquele filme.”

Ela tinha 25 anos.

A timidez que sempre viveu nela se transformou em algo mais sombrio: depressão, paranoia, episódios maníacos. Incapaz de dormir. De falar. De existir.

Vieram as internações.

Uma. Duas. Repetidas vezes.

Dezenove no total.

Sua irmã Janet a encontrou um dia quase irreconhecível — paranoica, sem conseguir dormir, sem conseguir falar.

Elizabeth passou um ano em uma instituição psiquiátrica em Connecticut, reaprendendo o básico da vida. Por um breve momento, a esperança voltou. Alugou um apartamento. Atuou em teatro comunitário. Sentiu-se viva novamente.

Em 1979, decidiu dar mais uma chance a Hollywood.

Durou dois anos.

Conseguiu um papel em uma peça itinerante. Mas a verdade era inegável.

“Ela estava muito suicida”, lembrou Janet. “Assim que cheguei, ela tomou uma overdose. Foi para a UTI. E na noite seguinte, subiu ao palco e foi maravilhosa.”

Cada apresentação era uma guerra.

Elizabeth fugia de restaurantes como se estivesse sendo perseguida. Tinha medo de tudo e de todos. Mas sob a luz do palco, algo mudava.

Ela se tornava forte.

Em 1982, fez sua última atuação — dando voz à Sra. Brisby no clássico animado The Secret of NIMH.

A ironia cruel: NIMH signif**a Instituto Nacional de Saúde Mental.

Elizabeth Hartman nunca mais atuou.

Divorciou-se em 1984. Mudou-se para um pequeno apartamento em Pittsburgh. Trabalhou em um museu. Viveu de auxílio e apoio familiar. Tornou-se uma sombra.

Mas nunca deixou de ser quem era.

Quando perguntavam sobre sua profissão, respondia:

“Eu sou atriz.”

Alguns terapeutas chamavam isso de delírio.

Não era.

Ela ERA Elizabeth Hartman.

Ela contracenou com Sidney Poitier. Com Clint Eastwood. Fez milhões de pessoas sentirem algo profundo.

Isso continuava sendo real — mesmo quando tudo o resto desmoronava.

Em 1971, disse a um repórter:

“Mal posso esperar para ter 45 anos e ganhar aqueles grandes papéis.”

Ela nunca chegou lá.

Em 10 de junho de 1987, Elizabeth ligou para seu psiquiatra. Disse que estava profundamente abatida.

Pouco antes do meio-dia, saltou da janela de seu apartamento no quinto andar.

Sem bilhete. Sem álcool. Sem dr**as.

Apenas uma mulher de 43 anos que havia lutado por tempo suficiente.

Sidney Poitier declarou:

“Ela era uma atriz maravilhosa e uma pessoa gentil. Perdemos uma artista extraordinária.”

A mídia quis uma narrativa simples: carreira fracassada, decepção, fim.

Sua irmã sabia que não era assim.

“Há muito mais nisso. É isso que as pessoas não entendem sobre doença mental. Ela queria desesperadamente voltar a atuar. Mas, no fim, era difícil demais.”

A verdadeira tragédia não é apenas que Elizabeth Hartman morreu jovem.

É que ela nasceu na época errada.

Os medicamentos que poderiam estabilizá-la ainda não existiam. O entendimento sobre a mente humana chegou tarde demais.

Mas ela lutou.

Com uma resistência incrível.

Aos 22, foi indicada ao Oscar.
Aos 43, encerrou a batalha.

No meio disso, deixou filmes inesquecíveis, personagens marcantes e a prova de que, às vezes, as almas mais frágeis criam as obras mais poderosas.

Ela queria uma vida comum.

Nunca teve essa chance.

Mas talvez a história real seja outra.

Talvez seja a de uma garota assustada que encontrou coragem toda vez que esteve diante de uma câmera.

Talvez seja a de alguém que nunca deixou de acreditar que era atriz — mesmo quando o mundo esqueceu.

E talvez seja por isso que, décadas depois…

Ainda lembramos seu nome.

Há uma história ao longo da História. E , essa história, tem nuances. Consoante as personalidades, consoante as circunst...
01/03/2026

Há uma história ao longo da História. E , essa história, tem nuances. Consoante as personalidades, consoante as circunstâncias. Com mais brilho, com menos brilho - sem brilho, digamos assim.

Comecei a viver aos 58 anos.
Até então, nunca pensei que a vida pudesse ser diferente, sem a rotina fixa da casa, as compras, as roupas para lavar, as refeições para preparar e os silêncios para suportar.
Desde criança me ensinaram que o mais importante para uma mulher era assentar, casar, ter filhos e f**ar com a família.
Não contradigas. Não discutas. Não te queixes.
E se você sonhar, faça em silêncio, porque sonhar não adianta.

Casei jovem e tive dois filhos.
Fui mãe, esposa, dona de casa. Lavava, engomava, cozinhava e corria o dia todo.
Meu marido trabalhava. Voltava cansado, comia silenciosamente e sentava-se em frente à TV. Depois começava a criticar-me: que eu era entediada, que me tinha deixado sozinha por muito tempo, que não tinha mais nada a dizer.
Dizia-me que com mulheres como eu não se vive, apenas se sobrevive.
E o que eu fazia?
Eu callaba.

Porque "a família é sagrada".
Porque "é preciso ter paciência".
Porque minha mãe sempre dizia: "Tenha paciência. Você é esposa, você é mãe.”
E assim eu tive paciência.
Esperei pelo dia em que meus filhos fossem mais velhos, independentes, e então talvez minha vida pudesse começar.

Então, um dia, ele se foi.
Sem cenas, sem explicações.
Ele fez uma mala e não voltou.
Fiquei sozinha.
E, estranhamente, a primeira coisa que senti não foi dor.
Foi silêncio.
Um silêncio verdadeiro, profundo e desconhecido; e, no entanto, nesse silêncio, pela primeira vez, ouvi a mim mesma.

No início, estava perdida.
Já não sabia quem era.
Não me lembrava do que gostava ou do que queria.
Caminhava pela minha própria casa como uma convidada.
Me perguntei quando foi a última vez que eu ri de verdade, ou que acordei sem correr para a cozinha para fazer café para todo mundo.

Uma manhã acordei e não fiz a cama.
Fiz café só para mim e sentei na varanda.
Vi a luz do sol entrar entre as cortinas.
Uma coisa pequena, simples... E ainda assim, olhei para ela com espanto.
Porque era minha.

Nesse dia algo mudou em mim.
Inscrevi-me para um curso de línguas, simplesmente porque queria.
Aprendi a usar o celular para comprar um bilhete de trem.
Fiz uma viagem. Sozinha. Pela primeira vez na minha vida.
Depois fui ainda mais longe.
Vi o mar no inverno, o mar de verdade, não o das fotos.
Cheirava a sal, intenso e vivo. Nesse dia eu entendi a liberdade.
Tirei os sapatos, sentei-me na areia molhada e pensei:
“Por que eu esperei tanto? ”

Uma vizinha me perguntou: "Você ficou louca? Viajar sozinha com quase 60 anos? ”
Sonreí.
Porque talvez eu finalmente não estivesse perdida. Tinha-me encontrado.

Agora vivo sozinha.
Não porque ninguém gosta de mim.
Mas porque, pela primeira vez, eu me amo.

Não tenho mais horários, só eleições.
Já não passo meus dias na cozinha.
Agora passo horas em museus, trens regionais, livrarias ou enrolada sob um cobertor com um romance que deixei intacto durante anos porque “nunca tive tempo”.

Às vezes eu me olho no espelho. As rugas ainda estão lá.
Mas meus olhos são diferentes.
Há uma nova luz neles.
Porque aos 58 anos parei de sobreviver.
E comecei a viver.

Fonte: OIT ("708 milhões de mulheres não podem participar no mercado de trabalho devido ao trabalho de cuidados não remunerados", 29 de outubro de 2024).

10/02/2026

Em tempos metetereológicos desafiadores veja 6 conselhos que podem salvar vidas.
A prevenção é relevante no verão e no inverno. Deixo alguns que se adaptam a uma e outra situação.
Fique bem.🌟

10/02/2026

🌧️ Sabia que em zonas inundadas o calçado mais seguro são ténis e não galochas?

Conheça estes conselhos divulgados pela Embaixada do Japão em Portugal:

👟 Ténis em vez de galochas — um conselho que salva vidas

Ao contrário do que muitos pensam, o calçado mais seguro em zonas inundadas não são as galochas, mas sim ténis bem ajustados ao pé.

Segundo os especialistas japoneses:

Quando a água entra nas botas, estas tornam-se pesadas e dificultam a locomoção em emergências.

Os ténis oferecem:
✔️ maior estabilidade
✔️ melhor controlo dos movimentos
✔️ menos risco de queda

🚨 A regra de ouro da água

Evacue antes que a água chegue ao nível do joelho.

Quando a água atinge esta altura:
❗ a força da corrente torna quase impossível caminhar
❗ o risco de queda e arrastamento aumenta drasticamente

Se a água já estiver alta dentro de casa:
➡️ procure o piso superior
➡️ não tente sair para zonas alagadas

🧹 Use um “terceiro pé”

Se precisar atravessar uma zona inundada:

✔️ use um cabo de vassoura ou guarda-chuva
✔️ sonde o chão à frente

Isto ajuda a evitar:
⚠️ tampas de esgoto abertas
⚠️ buracos invisíveis
⚠️ quedas perigosas

🚗 Nunca atravesse estradas alagadas

Apenas 30 cm de água em movimento podem arrastar um automóvel.

➡️ Se encontrar estrada inundada: volte para trás.

🩺 Conselhos de saúde em situações de tempestade

O médico de família Válter Alves dos Santos, em artigo publicado na VISÃO, reforça pontos essenciais:

📻 Informação sem pânico

✔️ acompanhe alertas da Proteção Civil
✔️ tenha um rádio a pilhas (internet pode falhar)

👵 Atenção aos idosos

* verifique presencialmente familiares e vizinhos
* o isolamento é um dos maiores perigos

🧥 Proteja o corpo

* mantenha-se quente e seco
* evite saídas desnecessárias

💊 Medicação segura

✔️ tenha medicamentos para 5 a 7 dias
✔️ guarde em local seco e elevado
✔️ mantenha lista escrita das doses

✅ Em resumo: prevenir é salvar

As cheias não são apenas um problema material — são um risco real para a vida e para a saúde.

Informação correta, calma e entreajuda fazem a diferença.

Fontes:
VISÃO — Sociedade e Opinião Médica (fevereiro 2026)

08/02/2026

Estar sempre disponível tem um custo.
Nem sempre se nota.
Mas sente-se.

Vê-se a mulher responsável, capaz, presente.
Nem sempre se vê o que f**a para trás:
o cansaço que se acumula, a irritabilidade que se silencia,
a distância que se cria em relação a si própria.

Durante muito tempo, isso foi normalizado.
Chamou-se “fase”.
Chamou-se “vida”.
Chamou-se “é assim mesmo”.

Mas o corpo regista tudo.
Mesmo aquilo que a mente tenta gerir.
Mesmo aquilo que se adia em nome de continuar.
Vai falando, enviando sintomas.
Primeiro “fala”. Depois “grita”.

Cuidar de si não é excesso.
É manutenção.

Quando uma mulher se inclui no que dá,
não se afasta dos outros.
Pelo contrário: quando está inteira,
oferece a si e aos outros o melhor de si.

Talvez hoje não seja preciso fazer mais.
Talvez baste olhar com honestidade
para onde está a dar além do que tem.

Priorizar-se não é egoísmo — é condição.🌻

Se este conteúdo ressoou consigo, goste, comente, partilhe.💐

Olá! 🌻Estou de volta com um tema que afeta muita gente - e, especialmente,  muitas mulheres: o Burnout. Talvez não conhe...
05/02/2026

Olá! 🌻
Estou de volta com um tema que afeta muita gente - e, especialmente, muitas mulheres: o Burnout.
Talvez não conheça o termo - mas, talvez, conheça bem os seus sintomas, pelo menos em parte.

Pode dizer-se que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), se trata de uma doença relacionada com a profissão.

Pode manifestar-se por ansiedade, exaustão física/mental, irritabilidade, sensação de culpa, desmotivação, dores de cabeça, choro fácil, transtornos gastrointestinais, insónia, alterações de apetite, irritabilidade, dificuldade de concentração, dores musculares, atitudes negativas face ao trabalho e aos colegas,... ter a sensação de estar no limite... "com a pilha gasta".

A prevalência é superior nas mulheres.
As responsabilidades pessoais, profissionais, familiares e sociais, vividos muitas vezes em simultâneo, são os principais fatores desencadeadores, aliados a fatores hormonais, a ter de "provar valor", sobretudo em cargos de responsabilidade.

Não vou, assim, dizer que "basta querer" ou que "um banho resolve" - embora possa ajudar a recentrar, em caso de pico de ansiedade, stress.

Vou dizer a verdade: burnout feminino é um problema sério. Lentamente. Silenciosamente. Vai avançando. Ganhando espaço e "voz".

Mas isto pode mudar.
Consulte o seu médico de família, o especialista que a segue. Um terapeuta - há momentos em que o peso pode parecer demasiado para os nossos ombros.
Não é fraqueza. É, realmente, excesso de "peso".
É preciso aliviá-lo, antes que o corpo tenha que nos acordar à força.

Este é um espaço em que farei partilhas semelhantes, temas que decorrem da sobrecarga que colocamos nos ombros, - por iniciativa própria ou alheia .

Recorrendo sempre a fontes fidedignas, se conveniente - este é um compromisso hoje. É um compromisso para o futuro.

Se ressoa consigo, continue por aqui.
Volte sempre.🌿

Goste, comente e compartilhe. Leve esta reflexão a quem pode precisar. 🙏

18/01/2026

31/12/2025

27/10/2025

💛 Partilhe esta mensagem com quem também está a reaprender o próprio ritmo. Sem pressa . Porque, sempre que há alterações, novos caminhos e novos desafios se criam - logo novas respostas se tornam necessárias.
É preciso percorrer o caminho até à autoconfiança e a tudo o que daí decorre. 👏🏻

O que é uma boa mãe? Pergunta com muitas respostas... Uma hipótese, para possível reflexão a caminho de um dia mais repo...
23/10/2025

O que é uma boa mãe?
Pergunta com muitas respostas...

Uma hipótese, para possível reflexão a caminho de um dia mais repousado - ou talvez não.

Endereço

Portalegre
7300

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 10:00 - 13:00
15:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 13:00
Sexta-feira 15:00 - 18:00

Website

http://linktr.ee/OJardimDasTerapias

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando O Jardim das Terapias publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para O Jardim das Terapias:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria