05/02/2026
Olá! 🌻
Estou de volta com um tema que afeta muita gente - e, especialmente, muitas mulheres: o Burnout.
Talvez não conheça o termo - mas, talvez, conheça bem os seus sintomas, pelo menos em parte.
Pode dizer-se que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), se trata de uma doença relacionada com a profissão.
Pode manifestar-se por ansiedade, exaustão física/mental, irritabilidade, sensação de culpa, desmotivação, dores de cabeça, choro fácil, transtornos gastrointestinais, insónia, alterações de apetite, irritabilidade, dificuldade de concentração, dores musculares, atitudes negativas face ao trabalho e aos colegas,... ter a sensação de estar no limite... "com a pilha gasta".
A prevalência é superior nas mulheres.
As responsabilidades pessoais, profissionais, familiares e sociais, vividos muitas vezes em simultâneo, são os principais fatores desencadeadores, aliados a fatores hormonais, a ter de "provar valor", sobretudo em cargos de responsabilidade.
Não vou, assim, dizer que "basta querer" ou que "um banho resolve" - embora possa ajudar a recentrar, em caso de pico de ansiedade, stress.
Vou dizer a verdade: burnout feminino é um problema sério. Lentamente. Silenciosamente. Vai avançando. Ganhando espaço e "voz".
Mas isto pode mudar.
Consulte o seu médico de família, o especialista que a segue. Um terapeuta - há momentos em que o peso pode parecer demasiado para os nossos ombros.
Não é fraqueza. É, realmente, excesso de "peso".
É preciso aliviá-lo, antes que o corpo tenha que nos acordar à força.
Este é um espaço em que farei partilhas semelhantes, temas que decorrem da sobrecarga que colocamos nos ombros, - por iniciativa própria ou alheia .
Recorrendo sempre a fontes fidedignas, se conveniente - este é um compromisso hoje. É um compromisso para o futuro.
Se ressoa consigo, continue por aqui.
Volte sempre.🌿
Goste, comente e compartilhe. Leve esta reflexão a quem pode precisar. 🙏