Telma Serrão - Psicóloga Clínica

Telma Serrão - Psicóloga Clínica Psicóloga Clínica
Especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde
Membro Efectivo da OOP

11/01/2026

Invista alguns minutos, todos os dias, para dar valor a algo que realizou. Mesmo pequenas vitórias contribuem para aumentar a confiança em si próprio/a. 👏👍💪
©👉 World Health Organization (WHO)

11/01/2026

A gratidão é um sentimento positivo que reconhece as outras pessoas, mas também proporciona bem-estar a quem a pratica. Dizer “obrigado/a” é alimentar a empatia e fomentar relações mais harmoniosas.

11/01/2026
11/01/2026

A nossa tendência para projectar sobre os adolescentes muito das nossas desarrumações acontece desde sempre. Ou é porque são pouco focados. Ou porque são os campeões das respostas tortas. Ou porque não dão valor a nada. Ou porque procrastinam exageradamente. Ou porque têm doses para além do razoável de mau feitio. E não é que eles não sejam um bocadinho assim. Mas os adolescentes parecem servir um bocadinho como o papel absorvente em relação à gordura: é mais fácil vermos neles coisas fora do sítio do que nos perguntarmos até que ponto isso tem alguma coisa a ver com o que se passa connosco,

Vem isto a propósito da vontade que, hoje, eu tenho de vos falar da relação dos pais dos adolescentes com os telemóveis. Porque, muitas vezes mais do que os próprios filhos, os pais vivem dependentes deles. Ou porque estão sempre ao telefone. Ou porque percorrem dois quilômetros por dia a fazer scroll nas redes sociais. Ou porque, também para os pais, o telemóvel parece fazer parte do seu corpo, a ponto deles ficarem atordoados sempre que passam sem ele. Sem a particularidade de terem quem os castigue, de vez em quando, privando-os de telemóvel, como os pais fazem com os filhos.

Ora, a mim inquieta-me que se amamente a olhar para o telemóvel. E que, quando não fazem de helicópteros bondosos em redor dos filhos, os pais nunca se desliguem do telefone. E que o usem para adormecer e acordem agarrados a ele. E para irem à casa de banho. Ou, mesmo quando andam pela rua. Ao pequeno almoço e às refeições. E incomoda-me porque, da mesma forma que acontece com os adolescentes, os pais se distraem demais. E pessoas muito distraídas são menos empáticas, menos cuidadosas, mais silenciosas, mais cansadas e, até, mais impulsivas. Daí que, como resolução de ano novo, não me parecia mal que os pais passassem a usar o telemóvel com moderação. Para que, até com base nas suas próprias dificuldades, reunissem os créditos indispensáveis para exigir aos filhos que o façam também. A bem da saude mental de toda a família. E fazendo com que aquilo que serve para comunicar não nos vá dando empurrões para vivermos mais conformados nos nossos desamparo e mais distantes uns dos outros.

11/10/2025

A indiferença

É muito difícil ser-se pessoa! E pessoa crescida mais, ainda. E ter-se uma quantidade enorme de compromissos e de responsabilidades e acorrer a tudo isso sem comprometer aquilo que se sente, tudo o que se deseja e as relações que não dispensam os cuidados que temos de lhes dedicar, todos os dias.

Compreende-se que, muitas vezes, para as pessoas crescidas, o melhor do mundo sejam as crianças. Sobretudo quando dão conta de tudo o que perderam e passam a só acreditar no futuro quando olham para trás.
Mas a parte mais difícil de se ser uma pessoa crescida decorre duma tirania mais perigosa e mais silenciosa de entre todas as outras que se ancoram sobre princípios políticos ou religiosos: a tirania da indiferença.
A indiferença como antítese da sensibilidade. Ou como défice de atenção instituído. Com que nos rendemos à falta de inteligência, à má educação, à falsidade, ao narcisismo ou à fealdade dos tempos modernos, diante da qual nos tornamos submissos.
A indiferença da falsa igualdade. Como se a igualdade se construísse pela forma com que renegamos a singularidade e malbaratamos o engenho com que as diferenças nos levam a crescer, sempre que as dividimos uns aos outros.
E a indiferença com que a nossa necessidade de amor vive, em comunhão de insatisfeitos, com o desamor.

Quanto mais é difícil ser adulto e crescido mais fácil se torna escorregar para a indiferença
O problema é que a indiferença nunca manda totalmente em nós. Uma parte vai ficando dura, ressequida e indiferente. E outra, como a caixa negra dum avião, regista (ao segundo) sensibilidade, imaginação e empatia. Uma parte sente e a outra faz por iludir e por esquecer: uma parte é verdadeira; e a outra mascara.

Porque é que a nossa necessidade de empatia e de proximidade parece encarquilhar-se com a agitação, o desconsolo ou a mágoa, com que lidamos, em doses suaves, todos os dias?
Porque a indiferença torna as pessoas crescidas conformadas. Quando elas, livres do seu jugo, são pessoas mais velhas, sim; mas com o entusiasmo de quem torna a vida mais fácil. Sempre que a vive com sensibilidade, com escuta e empatia, para sempre.

10/10/2025

👉No Dia Mundial da Saúde Mental, a DGS recorda que esta é uma data que nos convida a refletir sobre o caminho percorrido na promoção da saúde mental e na luta contra o estigma, um obstáculo real que compromete a procura de ajuda e o acesso a um possível tratamento.

Mais do que um dia simbólico, é um apelo à ação e à responsabilidade coletiva de criar uma sociedade mais informada, e à relevância de um diagnóstico.

Por isso, hoje aconselhamos a:
✅ligar a um amigo e perguntar como ele está;
✅realizar uma atividade que promova o seu bem-estar, seja uma caminhada, meditação ou apenas um momento de pausa.

10/10/2025
10/10/2025

Lembrete: é ok aceitar pedir ajuda 🤍

10/10/2025

🧠💚 Dia Mundial da Saúde Mental 🌍✨

No dia 10 de outubro, celebramos a saúde mental e a importância de cuidar do nosso bem-estar emocional. 💖

A Aprendizagem Socioemocional (SEL) pode criar vários “fatores de proteção” que atuam como um escudo contra comportamentos de risco e problemas de saúde mental, ajudando a desenvolver competências essenciais, como a autoconfiança, a empatia e a resiliência. Ao fortalecer essas habilidades, estamos a criar ambientes mais saudáveis e positivos para todos, especialmente para as nossas crianças. Vamos promover um ambiente onde a saúde mental é uma prioridade, e as habilidades socioemocionais são a chave para o bem-estar de toda a comunidade. 🌈🤝

10/10/2025

📄 A Saúde Sexual é parte indissociável do direito humano à Saúde e uma dimensão central do bem-estar. Para a Organização Mundial da Saúde, não se trata apenas da ausência de doença ou disfunção, mas de uma vivência sexual segura, livre, satisfatória, informada e consentida, baseada na dignidade e nos direitos de cada pessoa.

✍ O documento, elaborado com a colaboração de Sónia Duarte Lopes (CP 1468) e Ana Carvalheira (CP 7998), está disponível para consulta em: https://bit.ly/4ocYadM

10/10/2025

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