Clínica de Saúde Mental do Porto

Clínica de Saúde Mental do Porto Dirigida pelo Dr. Arantes Gonçalves, a clínica dispõe de um serviço de saúde mental moderno e atualizado, apostando no trabalho em equipa multidisciplinar.

A Clínica de Saúde Mental do Porto, dirigida pelo Dr. Arantes Gonçalves, disponibiliza um serviço de saúde mental moderno e atualizado. O objetivo é conseguir resolver os problemas emocionais dos pacientes, de um modo profundo, desde os mais simples aos mais complexos. Um dos pilares do modelo de funcionamento adotado é o trabalho em equipa multidisciplinar. Deste modo, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde, com larga experiência, trabalham em articulação e complementaridade.

A infertilidade não é apenas um diagnóstico médico.É uma experiência emocionalmente exigente que pode afetar identidade,...
14/03/2026

A infertilidade não é apenas um diagnóstico médico.

É uma experiência emocionalmente exigente que pode afetar identidade, autoestima e relação conjugal.

Em contexto de infertilidade, é frequente surgir ansiedade, tristeza persistente e stress com intensidade superior.

O sofrimento psicológico pode surgir como consequência do diagnóstico e dos tratamentos, mas também pode preceder dificuldades reprodutivas, influenciando a regulação hormonal.

O stress crónico pode interferir com a regulação hormonal e, em alguns casos, dificultar o percurso de fertilidade.

Além disso, a sobrecarga emocional é uma das razões que leva à interrupção de tratamentos de reprodução assistida antes do tempo, mesmo quando ainda existem hipóteses favoráveis.

Se está a atravessar um processo de infertilidade e sente impacto emocional significativo, envie-nos mensagem.

Conteúdo meramente informativo. Não substitui consulta individualizada. | ERS n.º 13325

Desde que começou um contracetivo hormonal, notou mudanças no humor?Em algumas mulheres, pode existir um aumento discret...
12/03/2026

Desde que começou um contracetivo hormonal, notou mudanças no humor?

Em algumas mulheres, pode existir um aumento discreto do risco de sintomas depressivos, sobretudo nos primeiros meses e em adolescentes, variando conforme o método e o perfil individual.

Não é igual para todas. A maioria não tem alterações clinicamente relevantes e, em alguns casos (com história prévia de depressão), o efeito pode ser neutro ou até benéfico. O importante é olhar para o todo - corpo, emoções e contexto.

➡️Se as alterações persistirem (tristeza, irritabilidade, ansiedade ou perda de energia), procure avaliação.

Conteúdo meramente informativo. Não substitui consulta individualizada. | ERS n.º 13325

Sente que, em períodos de stress prolongado, perde mais facilmente o controlo sobre a alimentação?A compulsão alimentar ...
10/03/2026

Sente que, em períodos de stress prolongado, perde mais facilmente o controlo sobre a alimentação?

A compulsão alimentar raramente é uma questão de “falta de disciplina”.
Na maioria das vezes, é um sinal de que o corpo e a mente estão sobrecarregados.

O stress crónico mantém o cortisol elevado, o que pode:

🧠 Dificultar a regulação emocional

😣 Aumentar a necessidade de alívio imediato

🍫 Levar ao uso da comida como estratégia de conforto

Quando se torna mais difícil reconhecer e gerir emoções positivas ou negativas, o risco de episódios de perda de controlo alimentar aumenta.

No cérebro, o stress:

➡️ Aumenta a procura por alimentos muito palatáveis (sensação de recompensa)

➡️ Reduz o controlo inibitório (o “travão” das escolhas)

📌 Resultado: maior vulnerabilidade à compulsão alimentar.

É importante lembrar: a compulsão é multifatorial. Envolve emoções, funcionamento cerebral e contexto de vida.

A intervenção psicológica pode ajudar a:

✔️ Regular emoções

✔️ Ajustar padrões de pensamento

✔️ Desenvolver estratégias de coping mais saudáveis

✔️ Melhorar a relação com a alimentação

Comece hoje a cuidar da sua relação com a alimentação. Procure apoio e dê o primeiro passo por si!

Quantas mulheres vivem com a sensação de que não podem falhar, não podem mostrar cansaço e não podem pedir ajuda?Hoje, 8...
08/03/2026

Quantas mulheres vivem com a sensação de que não podem falhar, não podem mostrar cansaço e não podem pedir ajuda?

Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, celebramos a força, as conquistas e a resiliência feminina.

Mas também é um momento para refletir sobre um fenómeno silencioso: o peso invisível de ter de ser sempre uma “Supermulher”.

Ao longo da vida, muitas mulheres sentem a exigência de “aguentar tudo”: trabalho, casa, maternidade, relações, responsabilidades familiares e o cuidado constante com os outros. Muitas vezes, sem espaço para parar e sem permissão para sentir.

Este padrão é descrito como "Síndrome de Supermulher" - um constructo psicossocial que reflete a pressão de:

• demonstrar força constante.

• suprimir emoções.

• evitar vulnerabilidade.

• assumir responsabilidade pelos outros.

• ter de “dar conta de tudo”, mesmo em circunstâncias adversas.

Ser resiliente pode ser uma força. Mas quando a força se transforma em obrigação, o custo pode surgir: stress crónico, exaustão emocional, alterações do sono e sintomas depressivos.

Neste Dia Internacional da Mulher, vale a pena lembrar: vulnerabilidade não é fraqueza. Permita-se ser menos "Supermulher". Cuide de si e da sua saúde mental.

Quando a relação com o corpo se torna difícil, a autoestima e o bem-estar emocional também sofrem.A satisfação com o nos...
04/03/2026

Quando a relação com o corpo se torna difícil, a autoestima e o bem-estar emocional também sofrem.

A satisfação com o nosso corpo está fortemente associada a níveis mais altos de autoestima, enquanto a insatisfação se relaciona com um maior risco de baixa autoestima e sintomas depressivos.

Em mulheres de meia-idade, 17,4% apresentam imagem corporal negativa e, nesse grupo, a probabilidade de baixa autoestima é mais de 5 vezes superior quando comparada com mulheres com perceção corporal positiva.

Em adolescentes, esta associação é forte e consistente. E, em meninas com excesso de peso, observa-se, em média, menor estima corporal do que em meninas com peso saudável.

Este fenómeno é influenciado por fatores psicológicos e sociais, como: comparação, pressão estética e estigma.

Trabalhar a autoestima ajuda na construção de uma relação mais equilibrada com o seu corpo e consigo própria.

Neste Dia Mundial da Obesidade, deixamos um convite: cuide do que sente, não apenas do que pesa.

Aplicações, relógios inteligentes e IA estão a entrar no seu dia a dia e também na área da saúde mental. Estas ferrament...
28/02/2026

Aplicações, relógios inteligentes e IA estão a entrar no seu dia a dia e também na área da saúde mental.

Estas ferramentas ajudam a identificar padrões, como o sono, atividade e variações de humor.

Mas, é fundamental manter o equilíbrio: tecnologia não é diagnóstico e não substitui a avaliação clínica.

Os dados podem gerar ruído, ansiedade ou interpretações precipitadas. Além disso, a validação científica de muitas ferramentas ainda está em evolução.

Outro ponto essencial é a privacidade: confirme sempre que dados recolhe, onde são guardados e com quem podem ser partilhados.

Na Clínica de Saúde Mental do Porto, integramos ferramentas inovadoras como apoio à intervenção, assegurando supervisão clínica contínua.

E se, no futuro, a saúde mental for cada vez mais personalizada, com mais contexto, menos rótulos e decisões mais inform...
26/02/2026

E se, no futuro, a saúde mental for cada vez mais personalizada, com mais contexto, menos rótulos e decisões mais informadas?

A psiquiatria está a evoluir no sentido de compreender melhor padrões em grupos, combinando diferentes “pistas”:

✅Genética, como o risco poligénico

✅Biomarcadores: marcadores inflamatórios e cortisol

✅Imagiologia cerebral

Em conjunto, os dados ajudam a clarificar tendências, a testar hipóteses e a orientar investigação, abrindo caminho a cuidados progressivamente mais ajustados.

Importa esclarecer: Nada substitui a avaliação clínica, a história de vida, os sintomas e o contexto.

Na Clínica de Saúde Mental do Porto, acompanhamos a ciência com prudência e foco nas pessoas.

Na passada quinta-feira, o Dr. José Arantes e a equipa da Clínica de Saúde Mental do Porto reuniram-se para aprofundar u...
25/02/2026

Na passada quinta-feira, o Dr. José Arantes e a equipa da Clínica de Saúde Mental do Porto reuniram-se para aprofundar um tema central na prática clínica: a Perturbação (Espectro) Borderline.

Uma reflexão técnica e multidisciplinar sobre os critérios diagnósticos, os mecanismos psicobiológicos subjacentes, os desafios na regulação emocional e as abordagens terapêuticas baseadas na evidência, sempre com uma perspetiva humanista, estruturada e centrada na pessoa.

Reforçamos assim o nosso compromisso com a atualização científica contínua e com uma intervenção cada vez mais rigorosa, integrada e diferenciada na área das perturbações da personalidade.

A ciência evolui. A prática clínica acompanha. E o cuidado torna-se mais sólido e consistente.

"Quando o bebé nascer, vai ser o nosso recomeço.” É uma expectativa comum, contudo a parentalidade não “cura” o que já e...
19/02/2026

"Quando o bebé nascer, vai ser o nosso recomeço.” É uma expectativa comum, contudo a parentalidade não “cura” o que já estava frágil. Muitas vezes, aumenta a pressão e deixa mais visíveis padrões antigos (silêncios, críticas e distância).

A satisfação conjugal tende a diminuir na transição para a parentalidade, com um declínio mais marcado em casais com filhos.

Fatores frequentes:

✅Privação de sono

✅Carga mental

✅Redistribuição de tarefas

✅Menos tempo a dois

✅Mudanças na intimidade

✅Dificuldades de comunicação

Com estratégias simples e apoio especializado, é possível reduzir o desgaste e alinhar expectativas sem perder a relação.
Na Clínica de Saúde Mental do Porto, apoiamos casais na transição para a parentalidade com intervenção focada na relação e na coparentalidade.

Discutir faz parte do dia a dia de uma relação. O que desgasta não é o conflito é a escalada: quando o objetivo passa a ...
16/02/2026

Discutir faz parte do dia a dia de uma relação. O que desgasta não é o conflito é a escalada: quando o objetivo passa a ser “ter razão” e não “resolver”.

Em muitos casais, repetem-se ciclos previsíveis: crítica ↔ defesa, insistência ↔ retração. Existem estratégias simples, alinhadas com boas práticas clínicas, que ajudam a regular o corpo e só depois comunicar.

Descubra neste post os passos que ajudam a reduzir o conflito e a transformá-lo num diálogo.

Sentem que a relação está “a funcionar”… mas a ligação emocional já não acompanha?Em muitos casais, a desconexão não aco...
14/02/2026

Sentem que a relação está “a funcionar”… mas a ligação emocional já não acompanha?

Em muitos casais, a desconexão não acontece por falta de amor. Acontece por excesso de exigência: trabalho, filhos, cansaço, stress e pouco tempo. Aos poucos, o casal entra em modo “gestão”: fala-se de tarefas, resolve-se o urgente, e sobra pouco espaço para o essencial.

Quando tentam conversar, é comum caírem no mesmo ciclo: crítica → defesa, silêncio → afastamento, discussão→ evitação. E, sem intenção, cada um protege-se, mas a distância cresce.

Recuperar os “tempos de namorado” não é voltar ao passado. É voltar a criar, no presente, segurança emocional, proximidade e intimidade, sem pressão e com respeito.

A terapia de casal, trabalha o padrão que se repete e o que está por detrás dele: necessidades, medos, expectativas e feridas acumuladas. O objetivo é construir formas mais seguras de comunicar - pedir sem atacar, ouvir sem se fechar, reparar sem culpas - para que o “nós” volte a ter espaço na rotina.

Não adie a procura de ajuda e reconquiste o "nós"!

Endereço

Avenida Da França N. º 352/5º Andar E 5. 8
Porto
4050-276

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 21:00
Quarta-feira 09:00 - 21:00
Quinta-feira 09:00 - 21:00
Sexta-feira 09:00 - 21:00

Telefone

+351228323333

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