21/12/2025
Não sei quem eu pensava que seria aos 38 anos. O que eu sei é que, se eu tivesse chutado, teria errado.
A vida me levou por caminhos que eu não planejei. Me tirou certezas, me convidou a soltar e me ensinou a confiar.
Ontem foi meu aniversário. E quando olho para a minha caminhada, vejo uma mulher que não fugiu. Que sentiu, caiu, se refez e seguiu, mesmo com medo algumas vezes, mas sempre com coragem.
Por muito tempo eu achei que sucesso era algo externo. Aquilo que se conquista, que se mostra, que se mede.
Hoje eu entendo que sucesso é individual, é relativo. Para mim, é viver alinhada com quem eu sou e ser um ser humano melhor a cada dia.
Eu me aceito, me perdoo e escolho me encantar com o simples, com a beleza da vida como ela é.
O que eu não quero é passar por esse mundo apenas sobrevivendo, cumprindo papéis, vivendo no automático.
Eu quero viver. consciência, com alma e com verdade.
Aprendi que viver como espírito em experiência humana exige entrega, humildade e honestidade comigo mesma. Exige sentir, atravessar e aceitar não controlar tudo.
Não quero passar por esse mundo do mesmo jeito que cheguei. Quero contribuir para que ele seja um pouco melhor porque eu estive aqui.
O que posso deixar como legado é o trabalho que faço comigo mesma, a cura que busco e o impacto positivo que gero nas pessoas, nas relações e no ambiente ao meu redor.
Hoje eu sinto orgulho de mim. Da mulher que escolheu profundidade em um mundo apressado e raso.
Que não tem medo de ser vulnerável, porque é a vulnerabilidade que me permite ser inteira, ser quem eu sou.
Sou profundamente grata pela minha história.
E sigo… confiando na vida, honrando quem eu sou e permitindo que o caminho continue me transformando.
Gratidão à Deus e à espiritualidade amiga por por tantas bênçãos, aprendizados e amparo 🤎