Andreia Lourador Psicóloga Clínica

Andreia Lourador Psicóloga Clínica CONSULTAS PORTO | LISBOA 913429774

A resposta é dura: raramente.O s**o não é tudo, mas ignorar a sua importância mina silenciosamente a relação.Primeiro é ...
11/03/2026

A resposta é dura: raramente.
O s**o não é tudo, mas ignorar a sua importância mina silenciosamente a relação.

Primeiro é a rotina, os filhos, o trabalho, o cansaço... E o s**o vai f**ando sempre para “depois”:
Depois do jantar.
Depois das crianças.
Depois do fim de semana.
Até que o “depois” se transforma em nunca.
E quando o s**o desaparece, não é só o corpo que se afasta. É a intimidade, a conexão, a linguagem do desejo que se perdem.

E o s**o não é apenas penetração. S**o também é toque, beijo, cheiro, olhar, arrepio. É a forma de continuar alimentar o “eu quero-te”.
E fingir que está tudo bem quando não está, é o atalho mais rápido para o que ainda resta, morrer.

Falar sobre isto incomoda? Sim.
Mas é pior fingir que está tudo bem, quando já não está.
Num casamento ou numa relação de longa duração, o desejo não se espera, cultiva-se.

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O silêncio numa relação, mata mais do que a discussão.Há pessoas que acreditam que evitar conflito é sinal de maturidade...
04/03/2026

O silêncio numa relação, mata mais do que a discussão.

Há pessoas que acreditam que evitar conflito é sinal de maturidade. Então engolem o incómodo. Mudam de assunto. Dizem “deixa estar”.
A relação f**a tranquila por fora.
Mas por dentro começa a ruir.

O problema não é discutir. É deixar de falar sobre o que realmente importa.
Quando o silêncio se instala, não há confronto, mas também não há reparação.
E sem reparação, a distância cresce.

Quanto mais tempo isto se prolonga, mais difícil se torna voltar a tocar nos temas que foram adiados. A “montanha” de sucessivos silêncios, vai aumentando dia a dia.
E o que era desconforto, vai-se transformando em indiferença.

Ignorar isto raramente melhora.
Normalmente apenas adia uma rutura que já começou em silêncio.

→ Consultas no link do perfil.

O problema raramente é, não ver os sinais.A maioria das pessoas vê.Percebe.Sente o desconforto logo no início.O que acon...
23/02/2026

O problema raramente é, não ver os sinais.
A maioria das pessoas vê.
Percebe.
Sente o desconforto logo no início.
O que acontece depois é mais subtil, e mais perigoso.
Começa a explicação:
“Ele só está numa fase difícil.”
“Ela teve um passado complicado.”
“Eu também não sou perfeita.”
“Se eu tiver mais paciência, isto melhora.”

E sem perceber, a pessoa deixa de observar a realidade... para a defender. As red flags não confundem ninguém. O que confunde é a necessidade emocional de que aquela relação resulte. Porque admitir o que está diante dos olhos implica escolher. E escolher implica perder, a ideia, a esperança, o investimento feito.

Em consulta, raramente trabalhamos a falta de lucidez.
Trabalhamos a dificuldade de agir quando a lucidez aparece. Ver é fácil.
Sustentar o que se vê é o verdadeiro ponto de viragem.

Há momentos em que compreender já não chega, e continuar sozinho(a) torna-se mais difícil do que pedir ajuda.

Consultas presenciais e online através do link no perfil.

Nem sempre é amor que mantém uma relação. Às vezes é medo.Medo de destruir a vida construída.Medo de ferir os filhos.Med...
20/02/2026

Nem sempre é amor que mantém uma relação. Às vezes é medo.
Medo de destruir a vida construída.
Medo de ferir os filhos.
Medo de descobrir que, do outro lado, existe apenas silêncio.
Há pessoas que passam meses, às vezes anos, a viver num estado suspenso: já não estão bem, mas também não conseguem sair.

Pensam em separar-se todos os dias.
E todos os dias encontram um motivo para adiar.

Porque partir exige enfrentar o desconhecido.
Mas f**ar exige algo mais silencioso: aprender a viver cada vez mais distante de si próprio. O conflito não está apenas na relação.
Está na luta interna entre aquilo que já se percebeu... e aquilo que ainda não se teve coragem de assumir.
E o tempo tem um efeito particular nestas situações:
não resolve, habitua. Até que um dia a pergunta deixa de ser “devo ir embora?” e, passa a ser “como é que fiquei tanto tempo?”

Em consulta, esta é uma das dores mais difíceis: não a ruptura, mas a permanência prolongada numa relação que já deixou de ser vivida por inteiro.

Se este lugar lhe é familiar, pode agendar consulta através do link no perfil.

Há pessoas que funcionam perteitamente durante o dia e colapsam quando chegam a casa. Não é falta de força. É ansiedade ...
19/02/2026

Há pessoas que funcionam perteitamente durante o dia e colapsam quando chegam a casa. Não é falta de força. É ansiedade sustentada durante demasiado tempo.

Cumpre responsabilidades.
Responde a todos.
Mantém tudo a funcionar como se estivesse bem.
Mas quando o ritmo abranda, surge o cansaço que não passa com descanso. A mente continua acelerada.
O corpo não desliga. Isto é ansiedade funcional. Não impede a pessoa de trabalhar ou cuidar dos outros, mas exige um esforço interno constante que quase ninguém vê.

O problema não é aguentar durante muito tempo. É o custo invisível sempre em esforço.
Porque, muitas vezes, só quando o corpo começa a falhar é que se percebe há quanto tempo já estava em excesso.
Nem sempre é falta de força. Às vezes é carga emocional sem espaço para parar.

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Há quem acredite que o problema está em escolher sempre a pessoa errada. Mas, muitas vezes, o momento decisivo acontece ...
19/02/2026

Há quem acredite que o problema está em escolher sempre a pessoa errada. Mas, muitas vezes, o momento decisivo acontece depois.

Quando os sinais já são claros.
Quando o desconforto começa a repetir-se.
Quando algo dentro de si já percebeu que aquela relação deixou de ser segura, recíproca ou suficiente.

E ainda assim permanece.

Não por falta de lucidez.
Mas porque sair implica enfrentar algo mais difícil do que a própria relação: o vazio, a quebra da expectativa, o medo de recomeçar, e padrões emocionais antigos que confundem familiaridade com amor.

Ficar torna-se, muitas vezes, uma tentativa silenciosa de reparar uma história antiga, como se insistir pudesse finalmente produzir um desfecho diferente.

O problema raramente é não perceber.
É conseguir agir depois de perceber.

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Comportamentos extremos não começam no crime.Começam na mente humana, nos vínculos, nas feridas e nas dinâmicas que rara...
13/02/2026

Comportamentos extremos não começam no crime.
Começam na mente humana, nos vínculos, nas feridas e nas dinâmicas que raramente são vistas a tempo.

Hoje, mais uma análise psicológica em televisão.
Porque compreender o funcionamento humano é sempre o primeiro passo para prevenir o sofrimento.

Psicoterapia não é um espaço para aliviar momentaneamente.É um processo clínico que exige implicação, método e estrutura...
06/02/2026

Psicoterapia não é um espaço para aliviar momentaneamente.
É um processo clínico que exige implicação, método e estrutura.

Trabalho com pessoas que querem mudança, não apenas compreensão.

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Pensar demais não é excesso de pensamento. É excesso de ativação cerebral. Quando a mente entra em ruminação, não está a...
04/02/2026

Pensar demais não é excesso de pensamento. É excesso de ativação cerebral. Quando a mente entra em ruminação, não está a “pensar melhor”.
Está presa num circuito automático de ameaça. E entra num sem fim de “e se...”, “mas...”.

O problema é que o cérebro não distingue um perigo real de um perigo pensado. Para o sistema nervoso, pensar é agir. E por isso que um pensamento “mau” gera um desconforto visceral no corpo.
Quanto mais o pensamento circula, mais ansiedade o corpo produz. E quanto mais ansiedade, mais o cérebro procura o mesmo pensamento. O ciclo fecha-se.

E aqui está a parte essencial que quase ninguém sabe: pensamentos não se travam com mais pensamentos. E também não se substituem por pensamentos “positivos”.
Não é discutir consigo.
Não é analisar melhor.
Não é encontrar a explicação perfeita.
Nem “entender mais um bocadinho”.

A ruminação não se desativa no plano cognitivo.
Desativa-se no corpo.
Porque o sistema nervoso aprende por experiência, não por argumento. A forma mais ef**az de travar a cabeça é através de ações físicas concretas:
lavar o rosto com água fria;
mudar de espaço;
tomar um banho quente;
sair para correr ou caminhar;
respirar de forma lenta e profunda.

Só quando o corpo descomprime é que o pensamento perde força. Bloquear pensamentos não é fingir que eles não existem. É não lhes dar combustível.
Tal como não se alimenta um fogo que se quer apagar, não se alimenta um pensamento que adoece e que não queremos ter.
E regular o corpo é o primeiro passo para libertar a mente.

→ Ruminação é um problema neurobiológico, não falta de controlo emocional.

Você sabe o que é um divórcio silencioso?Não há gritos, nem discussões.Não há traição, nem alvoroço.Há silêncio. Muito. ...
04/12/2025

Você sabe o que é um divórcio silencioso?

Não há gritos, nem discussões.
Não há traição, nem alvoroço.
Há silêncio. Muito.
Há dois corpos que vivem juntos, mas já não se encontram.

O divórcio silencioso acontece quando o vínculo emocional se desfaz... mas ninguém tem coragem de assumir.
Ainda há jantares juntos, mas sem conversa.
Camas partilhadas, mas sem toque.
Parceria, mas sem afeto.
É um fim que se arrasta.
É o adeus não dito.
É um cumprimento de formalidades diárias.
É quando o relacionamento morre, mas o casal continua ali, por medo, por hábito, por conveniência.

E o mais perigoso?
Muitos casais só dão conta quando já não há mais nada a recuperar.

Pais sabem o que é mesmo assustador?Uma infância sem espaço para pausas, sem silêncio, sem nada para fazer. Uma infância...
28/11/2025

Pais sabem o que é mesmo assustador?

Uma infância sem espaço para pausas, sem silêncio, sem nada para fazer. Uma infância sem espaço para “pensar” e “criar”.
Crescer sem tédio é crescer sem a oportunidade de aceder à criatividade, à autorregulação e à capacidade de estar consigo próprio.

O aborrecimento não é um problema.
É um território interno onde a criança aprende a imaginar, inventar, explorar e tolerar frustrações.
É onde o cérebro descansa da hiperestimulação constante, e onde nasce a autonomia emocional.

Quando os pais tentam ocupar cada minuto com atividades, ecrãs ou estímulos externos, não estão a proteger a criança…
Estão a impedir que ela desenvolva as ferramentas internas que vai precisar para a vida adulta.

Por isso, da próxima vez que ouvir “Estou aborrecido”, respire. Não é você que tem que resolver. Permita que o seu filho(a) preencha esse momento.
A criança precisa desse espaço.
E o tédio não é inimigo, é fundação.

A culpa parental é um dos sentimentos mais frequentes na parentalidade.Muitos pais vivem com a sensação constante de que...
10/11/2025

A culpa parental é um dos sentimentos mais frequentes na parentalidade.
Muitos pais vivem com a sensação constante de que “não fazem o suficiente”: por não terem mais tempo; por se irritarem; por precisarem de descanso; por não conseguirem estar sempre disponíveis…

Mas a ciência da vinculação é clara: não é a disponibilidade constante que cria uma relação segura, mas sim a responsividade consistente e sensível.
Ou seja: não precisa de estar sempre; precisa de estar de forma “suficientemente boa”!
As crianças não beneficiam de pais perfeitos. Beneficiam de pais reais, que erram, reconhecem, reparam e tentam de novo.
Pais que cuidam de si, modelam a autorregulação emocional.

A culpa parental diminui quando compreendemos que presença emocional é muito mais valiosa do que presença constante.
Os filhos não precisam que esteja sempre. Precisam que quando está, esteja bem.
E isso começa por cuidar de si, sem culpa.

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