11/03/2026
A resposta é dura: raramente.
O s**o não é tudo, mas ignorar a sua importância mina silenciosamente a relação.
Primeiro é a rotina, os filhos, o trabalho, o cansaço... E o s**o vai f**ando sempre para “depois”:
Depois do jantar.
Depois das crianças.
Depois do fim de semana.
Até que o “depois” se transforma em nunca.
E quando o s**o desaparece, não é só o corpo que se afasta. É a intimidade, a conexão, a linguagem do desejo que se perdem.
E o s**o não é apenas penetração. S**o também é toque, beijo, cheiro, olhar, arrepio. É a forma de continuar alimentar o “eu quero-te”.
E fingir que está tudo bem quando não está, é o atalho mais rápido para o que ainda resta, morrer.
Falar sobre isto incomoda? Sim.
Mas é pior fingir que está tudo bem, quando já não está.
Num casamento ou numa relação de longa duração, o desejo não se espera, cultiva-se.
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