Jorge Ribas: Porto Physio Center

Jorge Ribas: Porto Physio Center Queremos ser uma referência nacional na prestação de cuidados de saúde de qualidade, orientada para o utente.

Instituto de Fisioterapia Manual e Saúde Pélvica
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O pavimento pélvico tem influência em muito mais do que imaginamos.Dor menstrual, dor lombar, incontinência, dor durante...
24/03/2026

O pavimento pélvico tem influência em muito mais do que imaginamos.

Dor menstrual, dor lombar, incontinência, dor durante relações se***is, prolapso, diástase, até a forma como nos sentamos ou nos movemos, tudo pode estar relacionado com a forma como o pavimento pélvico está a funcionar.

Não porque seja a causa única de todos estes problemas, mas porque faz parte de um sistema integrado. Quando não funciona bem, tem impacto em cadeia noutras estruturas. E quando outras estruturas não funcionam bem, pode ser afetado em resposta.

É por isso que cuidar do pavimento pélvico é uma forma de auto cuidado tão importante. Não é apenas sobre evitar incontinência ou prolapso. É sobre manter o corpo a funcionar bem como sistema, prevenir disfunções antes que apareçam, ter qualidade de vida ao longo das várias fases da vida.

Pavimento pélvico saudável é um investimento em bem-estar a longo prazo. Vamos conversar?

Há o mito de que a cesariana poupa o pavimento pélvico.A ideia é que, se não houve parto vaginal, o pavimento pélvico nã...
23/03/2026

Há o mito de que a cesariana poupa o pavimento pélvico.

A ideia é que, se não houve parto vaginal, o pavimento pélvico não sofreu e por isso não precisa de cuidados. Mas isso ignora os nove meses de gravidez e o impacto que a cesariana tem na musculatura abdominal.

Durante a gravidez, o pavimento pélvico sustentou o peso crescente do útero e adaptou-se a mudanças posturais e hormonais. Essa pressão prolongada tem impacto, independentemente do tipo de parto que acontece depois.

Além disso, a cesariana é uma cirurgia abdominal que corta através de várias camadas de tecido, incluindo a musculatura abdominal. A recuperação dessa cirurgia, o tratamento da cicatriz e a reabilitação da musculatura abdominal coordenada com o pavimento pélvico são importantes para a função global, suporte dos órgãos pélvicos, continência e controle postural.

Mulheres que tiveram cesariana também podem desenvolver disfunções pélvicas no pós-parto. E podem beneficiar de avaliação e reabilitação adequada à sua situação específica.

Cesariana não dispensa cuidado pós-parto. Apenas significa um tipo diferente de recuperação.
Estamos aqui para ajudá-la.

Começou a ter perdas urinárias quando treina e agora tem receio de continuar?Evita correr. Deixou de ir às aulas de grup...
19/03/2026

Começou a ter perdas urinárias quando treina e agora tem receio de continuar?

Evita correr. Deixou de ir às aulas de grupo. Ou usa protecção "por precaução" e planeia o treino em função disso. Aos poucos, o desporto que lhe dava energia tornou-se fonte de ansiedade.

A tentação é parar completamente ou escolher apenas actividades de baixo impacto onde não há risco.
Mas o exercício é importante demais - para a saúde física e mental - para ser abandonado por causa de disfunção pélvica. E há formas de trabalhar isto.

Perdas urinárias durante o treino significam que o pavimento pélvico e a região abdominal não estão a gerir bem a pressão criada pelo movimento. Pode ser avaliado e trabalhado para que consiga voltar a treinar sem sintomas, ou pelo menos com sintomas suavizados.

Não desista do que lhe faz bem. Fale connosco.

Dor pélvica crónica altera a forma como se vive e vai corroendo aos poucos a qualidade de vida.Há dias em que se consegu...
18/03/2026

Dor pélvica crónica altera a forma como se vive e vai corroendo aos poucos a qualidade de vida.

Há dias em que se consegue funcionar quase normalmente. Outros em que cada movimento é consciente e pode desencadear dor.

Começa-se a planear a vida à volta da possibilidade de ter um dia mau: evitam-se compromissos, adia-se, desiste-se.

Nem sempre se consegue identificar o motivo em exames e consultas, e há a sensação de que talvez se esteja a exagerar. No entanto, a dor é real. O cansaço de viver assim também.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica pode fazer diferença. Não resolve todos os casos, mas quando há intervenção neuro- músculo-esquelética, pode melhorar significativamente a qualidade de vida.

Se vive com dor pélvica crónica ou conhece alguém que vive, procure ajuda.

Fale connosco.

13/03/2026

Temos vindo a falar sobre vários problemas de saúde que, quando começam, não se valorizam.

A bexiga hiperativa é um deles e atinge homens e mulheres em qualquer idade.

Pode manifestar-se através de aumento da frequência urinária, urgência súbita para urinar ou necessidade de acordar durante a noite para ir à casa de banho. São alterações que aparecem aos poucos e que no início se ignoram mas quando se mantêm, podem indicar disfunção na coordenação entre a bexiga e o pavimento pélvico, ou ser sinal de outras condições que merecem atenção médica.

O importante é não deixar arrastar sem perceber o que está a acontecer. Uma avaliação permite perceber a origem e identificar o que pode ser feito.

Se reconhece estes sintomas, vale a pena investigar.

Endometriose é uma condição crónica que afeta muitas mulheres.Acontece quando tecido semelhante ao endométrio (o revesti...
12/03/2026

Endometriose é uma condição crónica que afeta muitas mulheres.

Acontece quando tecido semelhante ao endométrio (o revestimento do útero) cresce fora do útero, nos ovários, trompas, intestino, bexiga ou noutras estruturas pélvicas. E esse tecido responde ao ciclo hormonal da mesma forma que o endométrio, causando inflamação, aderências e dor.

A dor pode ser intensa durante a menstruação, mas também pode manifestar-se durante a ovulação, durante relações se***is, ao urinar ou defecar. Pode ser constante ou cíclica. E em muitos casos, demora-se anos até haver diagnóstico porque a dor menstrual é normalizada.

A fisioterapia não trata a endometriose em si, essa é uma condição médica que requer acompanhamento ginecológico. Mas a fisioterapia especializada em saúde pélvica pode trabalhar as consequências músculo-esqueléticas da endometriose: alteração da função do pavimento pélvico, dor pélvica persistente, disfunções posturais que se desenvolveram como compensação à dor.

Muitas mulheres com endometriose desenvolvem disfunção do pavimento pélvico-por dificuldade em contrair e relaxar correctamente os músculos pélvicos desenvolvendo e agravando a dor crónica. A fisioterapia trabalha a acção muscular, ajuda a gerir a dor e melhora a qualidade de vida.

Endometriose é complexa, mas há formas de trabalhar o impacto que tem no corpo.

Não normalize a dor. Peça ajuda.

Será que ficou com diástase abdominal após a gravidez?Durante a gravidez há um afastamento da fáscia abdominal ao longo ...
09/03/2026

Será que ficou com diástase abdominal após a gravidez?

Durante a gravidez há um afastamento da fáscia abdominal ao longo da linha média para acomodar o útero e o feto em crescimento. Após o parto, esse afastamento tende a diminuir naturalmente, mas nem sempre fecha completamente.

Na maioria das vezes há uma preocupação estética com esta questão, mas esse é na verdade o menor dos problemas. Com o tempo pode afectar a função e até piorar com exercício físico.

Dores lombares e abdominais, prolapso ou incontinência urinária podem ser algumas das consequências a médio e longo prazo, sobretudo durante a menopausa.

O que reforça a importância de haver cuidado pós-parto em reabilitar as funções músculo-esqueléticas. Está a apostar na sua saúde e bem-estar a longo prazo.

Não deixe ao acaso a sua saúde pélvica no pós-parto. Agradecerá mais tarde.
Marque já a sua avaliação.

O pós-parto é muito mais do que as primeiras seis semanas.Passou por nove meses de transformação, pelo parto, pela amame...
06/03/2026

O pós-parto é muito mais do que as primeiras seis semanas.

Passou por nove meses de transformação, pelo parto, pela amamentação e por toda uma adaptação a uma nova etapa da vida. Tudo isto num turbilhão hormonal.

Há uma pressão social para recuperar rapidamente e voltar ao corpo de antes, de preferência de forma espontânea. Mas é um objectivo completamente irrealista.

Para além disso, há pouca informação para as novas mães sobre os desafios reais da recuperação pélvica. É aqui que a fisioterapia pode ajudar.

A fisioterapia no pós-parto avalia como o pavimento pélvico, a musculatura abdominal, o comportamento miccional e intestinal estão a funcionar após a gravidez e o parto. Trabalha o que precisa de ser trabalhado para que a recuperação seja funcional e para prevenir problemas e desconfortos a médio e longo prazo.

Cada corpo tem o seu ritmo. Pedir ajuda é saudável. E sobretudo, não exija de si objetivos irrealistas.
Esta nova realidade é uma fase que deve ser experienciada.

Sente peso na região pélvica, especialmente ao fim do dia?Uma sensação de pressão ou desconforto que piora quando está d...
05/03/2026

Sente peso na região pélvica, especialmente ao fim do dia?

Uma sensação de pressão ou desconforto que piora quando está de pé durante muito tempo, quando faz esforço ou quando tosse?

É possível que seja prolapso: quando os órgãos pélvicos (bexiga, útero, recto) descem da sua posição normal porque os músculos e tecidos que os sustentam enfraqueceram. Pode acontecer após partos vaginais, com alterações hormonais, ou depois de anos de pressão excessiva sobre o pavimento pélvico.

Há diferentes graus que variam entre ligeiro, sem sintomas significativos, até desconforto que afecta o dia a dia. Muitas mulheres nem sabem que têm, não sabem o que é, nem que existe tratamento.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica avalia o grau de prolapso e trabalha o fortalecimento do pavimento pélvico, coordenação muscular e postura para reduzir o desconforto.

Se reconheceu estes sintomas, não se resigne. Agende uma avaliação.

04/03/2026

O corpo feminino não vem com manual de instruções.

Ninguém nos avisa que certas mudanças vão acontecer. Nem porquê. Muito menos o que fazer em relação a elas.

Sensação de peso pélvico ao deitar que não existia antes. Urgência urinária que apareceu sem razão aparente. Peso que aumenta independentemente do que come. Cansaço profundo que dormir não resolve.

Muitas destas alterações acontecem durante transformações hormonais que afectam também o sistema músculo-esquelético.

A primeira falha está muitas vezes em não perceber que há formas de viver estas mudanças com menos desconforto. A segunda é cultural: estamos habituadas a recorrer a certas áreas de saúde ou bem-estar, mas raramente nos ocorre que a fisioterapia possa ajudar.

A fisioterapia especializada em saúde da mulher avalia e trata as sequelas das alterações físicas e hormonais ao longo da vida. Durante março vamos explorar estes temas.

Não se acomode no desconforto. Há ajuda disponível.

Março está quase aí!É o mês da mulher e também o mês mundial da consciencialização sobre a incontinência urinária. Apesa...
28/02/2026

Março está quase aí!

É o mês da mulher e também o mês mundial da consciencialização sobre a incontinência urinária. Apesar de não ser um tema exclusivo feminino, a incontinência afecta desproporcionalmente as mulheres, especialmente durante a gravidez, após o parto e menopausa.

Durante fevereiro falámos sobre pavimento pélvico, sobre como o corpo trabalha em conjunto, sobre sintomas que se normalizam quando poderiam ser tratados. Em março vamos aprofundar especificamente a saúde da mulher, não apenas incontinência, mas todas as disfunções pélvicas que afectam qualidade de vida.

Prolapso, dor pélvica, disfunção sexual, diástase abdominal, alterações na menopausa - temas que muitas mulheres vivem em silêncio porque não sabem que podem ser trabalhados, porque ouviram que é normal depois dos filhos, ou simplesmente porque não há espaço seguro para falar sobre isto de forma séria.

A fisioterapia especializada em saúde pélvica trabalha estas áreas com base em evidência científica, sem tabus e sem dramatismo. Avalia o que está a falhar, identifica causas específicas, trata de forma direccionada.

Março vai ser dedicado a desmistificar saúde da mulher e a mostrar que há soluções técnicas e eficazes para problemas que foram normalizados durante demasiado tempo.

Acompanhe-nos.

A fisioterapia ainda carrega o peso de ser vista como tratamento de doença.Procura-se quando há lesão ou dor e raramente...
27/02/2026

A fisioterapia ainda carrega o peso de ser vista como tratamento de doença.

Procura-se quando há lesão ou dor e raramente como aliada para manter o corpo funcional ao longo do tempo.

Mas a avaliação que se faz em fisioterapia especializada trabalha precisamente a forma como o corpo funciona como sistema integrado. Esta perspectiva sistémica identifica causas que não são óbvias quando se olha apenas para sintomas isolados. Permite trabalhar o corpo como um todo, sem fragmentar em partes que funcionam independentemente umas das outras.

As pessoas investem regularmente em bem-estar de várias formas: exercício, alimentação, tratamentos que as fazem sentir melhor. E fazem bem. Mas muitas vezes continuam a viver com desconfortos que poderiam ser resolvidos.

A fisioterapia especializada pode trabalhar essas causas de forma específica e pode ser uma aliada regular para quem quer manter função ao longo da vida.

Deixo-lhe o desafio: dê uma oportunidade à fisioterapia, valerá a pena. Conversamos?

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