Jorge Ribas: Porto Physio Center

Jorge Ribas: Porto Physio Center Queremos ser uma referência nacional na prestação de cuidados de saúde de qualidade, orientada para o utente.

Instituto de Fisioterapia Manual e Saúde Pélvica
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Clínica • Formação • Investigação
📍 Porto | portophysiocenter.pt Não vemos apenas a disfunção mas sim a “pessoa” como um todo. Prestamos serviços orientados para o utente, procurando sempre a resolução dos seus problemas e mantendo uma actualização científ**a permanente, para promover cuidados onde a eficiência e eficácia terapêutica, sejam os valores que procuramos implementar tendo em atenção a satisfação dos nossos utentes.

Janeiro é sempre assim.Frio, escuro às cinco da tarde, aquela sensação de que o mundo inteiro está em pausa mas a sua vi...
27/01/2026

Janeiro é sempre assim.

Frio, escuro às cinco da tarde, aquela sensação de que o mundo inteiro está em pausa mas a sua vida continua a correr. Trabalho, filhos, casa, contas. A lista não pára e o corpo f**a para depois. Sempre para depois.

Aquela tensão nas costas que não passa. O cansaço que o sono já não resolve. O desconforto pélvico que nem menciona porque parece demasiado pequeno, demasiado vago, ou simplesmente embaraçoso. A rigidez matinal que demora cada vez mais tempo a aliviar. Nada disto é urgente o suficiente para parar, por isso continua. Porque é o que se faz.

Mas há uma diferença entre continuar e estar bem. E algures pelo caminho, talvez há meses ou anos, perdeu essa diferença de vista. O corpo mudou tão devagar que nem reparou, e agora já nem sabe se isto é normal ou se simplesmente se habituou.

Vejo isto todos os dias em consultório. Pessoas que chegam meses ou anos depois de começarem a sentir que algo mudou, porque achavam que não era grave o suficiente, que ia passar sozinho, ou que não havia nada a fazer. Mas a verdade é que muitas destas condições podem ser identif**adas e trabalhadas. Não com urgência ou drama, apenas com atenção ao que o corpo está a dizer há tanto tempo.

Auto cuidado não tem de ser complicado. Às vezes é apenas começar. Dar esse primeiro passo e deixar que o resto se construa aos poucos. E daqui a uns meses, quando olhar para trás, pode ser a única coisa que realmente fez diferença num ano bom.

Quer começar?

"Já não consigo fazer o que fazia antes."Em consultório oiço isto muitas vezes. E há uma resignação na voz, como se foss...
23/01/2026

"Já não consigo fazer o que fazia antes."

Em consultório oiço isto muitas vezes. E há uma resignação na voz, como se fosse inevitável, como se não houvesse nada a fazer.

É verdade que o corpo muda, o envelhecimento acontece, doenças aparecem. Nem tudo está no nosso controlo.

Mas muitas vezes há mais margem de manobra do que pensamos. Há funções que podem ser recuperadas, dores que podem ser reduzidas e movimento que pode melhorar.

Em fisioterapia não prometemos milagres. Mas dentro das condições de cada corpo, há quase sempre algo que pode ser trabalhado.

E isso pode fazer diferença entre viver limitado ou viver com mais liberdade pois manter função é ter qualidade de vida.

Vamos conversar?

Cada corpo tem o seu ritmo.Há corpos que recuperam rápido de uma lesão. Outros precisam de mais tempo. Há quem ganhe mob...
21/01/2026

Cada corpo tem o seu ritmo.

Há corpos que recuperam rápido de uma lesão. Outros precisam de mais tempo. Há quem ganhe mobilidade em semanas. Outros levam meses.

E isso não signif**a que um corpo seja melhor ou pior que outro. Signif**a apenas que são diferentes.

A idade, o historial de movimento, a forma como o corpo compensou durante anos, o tipo de disfunção, tudo isto determina quanto tempo cada pessoa precisa.

Por isso, comparações não servem. "A minha amiga recuperou em três sessões" não diz nada sobre como o seu corpo vai responder.

Cada tratamento é único porque cada corpo é único. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar da mesma forma para outra.

Recuperação real não se mede em velocidade. Mede-se em resultado que se mantém.

Se quiser conhecer melhor a nossa abordagem, adoraríamos conhecê-lo(a).

Movimento não é apenas exercício.Quando pensamos em movimento, pensamos em ginásio, treino, desporto. Mas o corpo move-s...
19/01/2026

Movimento não é apenas exercício.

Quando pensamos em movimento, pensamos em ginásio, treino, desporto. Mas o corpo move-se o dia inteiro e é nesses movimentos do quotidiano que se revela se está a funcionar bem.

Levantar-se da cadeira sem apoiar as mãos. Subir escadas sem perder o fôlego. Pegar numa criança ao colo sem receio. Calçar os sapatos sem esforço. Virar-se na cama sem acordar com dor.

São movimentos simples. Automáticos. Até deixarem de o ser.

Quando estes pequenos gestos começam a custar, quando o corpo hesita antes de os fazer, é sinal de que algo mudou. Perdeu-se mobilidade, força, coordenação, ou as três coisas.

Manter função não é sobre correr maratonas. É sobre conseguir viver o dia a dia sem limitação, sem medo, sem compensar.

E isso constrói-se ou recupera-se com atenção ao movimento diário, não só no treino, mas na vida. A fisioterapia pode ajudar neste objetivo.

Agende uma avaliação para saber mais.

Às vezes não sabemos bem o que o corpo está a dizer.Não é dor. Não é nada que nos impeça de funcionar. Mas há algo difer...
16/01/2026

Às vezes não sabemos bem o que o corpo está a dizer.

Não é dor. Não é nada que nos impeça de funcionar. Mas há algo diferente.

Uma rigidez que não estava lá antes. Um desconforto vago que aparece e desaparece. Uma tensão que teima em não passar, mesmo quando descansamos.

E f**amos sem saber se é algo que merece atenção ou se estamos apenas a dramatizar. "Será que é grave? Ou é só cansaço?"

Muitas vezes não é nem uma coisa nem outra. É o corpo a avisar - de forma discreta, quase educada - que algo começou a mudar.

E como não dói muito, como ainda conseguimos fazer tudo, habituamo-nos. Passa a fazer parte do dia a dia. Nem nos lembramos de como era antes.

Mas há uma diferença entre funcionar e estar bem. Muitos destes desconfortos que já fazem parte da rotina podem ser identif**ados e trabalhados. Porque viver com um desconforto ou dor não é, nem precisa, ser normal!

Se reconhece algo aqui, esteja atento aos sinais do seu corpo e peça ajuda.

Ouvir o corpo não é o mesmo que sentir dor.Muitas pessoas só prestam atenção ao corpo quando ele grita - quando a dor é ...
16/01/2026

Ouvir o corpo não é o mesmo que sentir dor.

Muitas pessoas só prestam atenção ao corpo quando ele grita - quando a dor é intensa, quando o movimento f**a limitado, quando já não conseguem ignorar.

Mas o corpo avisa muito antes disso.

Avisa com rigidez matinal que demora cada vez mais a passar. Com cansaço que não melhora com descanso. Com pequenos desconfortos que surgem sempre no mesmo sítio. Com tensão que nunca relaxa completamente.

São sinais subtis. Fáceis de normalizar. "É do trabalho." "É da idade." "Hoje estou mais cansado."

E durante meses ou anos, ignoramos. Até que o corpo para de avisar e começa a falhar.

Ouvir o corpo é prestar atenção aos sinais antes da dor crónica se instalar. É perceber que algo mudou - mesmo que seja discreto - e procurar perceber porquê.

Não é hipocondria. É responsabilidade.

O corpo fala. A questão é: estamos a ouvir?

No mês passado um dos temas que gerou mais interesse foi sobre o sono. Nos posts falámos sobre o que impede o sono e por...
12/01/2026

No mês passado um dos temas que gerou mais interesse foi sobre o sono. Nos posts falámos sobre o que impede o sono e porquê isso é um problema. Muitos de vocês perguntaram-nos: "E se eu já durmo mal há anos? Ainda dá para mudar?"

A resposta é sim.

O corpo tem uma capacidade extraordinária de responder quando lhe damos as condições certas. Quando tratamos a tensão que estava a bloquear, quando corrigimos a compensação que se instalou, quando devolvemos mobilidade onde havia rigidez - o corpo aproveita.

Começa a relaxar durante a noite. Os ciclos de sono tornam-se mais profundos. A recuperação muscular volta a funcionar. E isto tem efeito em cadeia: mais energia durante o dia, menos dor crónica, melhor capacidade de movimento, maior tolerância ao esforço.

Não acontece de um dia para o outro. Mas acontece.

O nosso trabalho é perceber o que está a bloquear. Tratar com precisão. E acompanhar até o corpo voltar a fazer aquilo que sempre soube fazer: recuperar-se durante o sono.

Não é tarde demais. Mesmo que durma mal há anos, podemos ajudar a identif**ar porquê e a trabalhar isso de forma específ**a.

Pequenas decisões fazem diferença.Na prática clínica, é comum associar a dor ou o desconforto a eventos pontuais: um esf...
09/01/2026

Pequenas decisões fazem diferença.

Na prática clínica, é comum associar a dor ou o desconforto a eventos pontuais: um esforço maior, um movimento específico, um episódio isolado. No entanto, em muitos casos, o que está na origem do problema não é um único fator, mas a soma de pequenas decisões repetidas ao longo do tempo.

A forma como se passa grande parte do dia sentado, a ausência de pausas, a repetição constante dos mesmos gestos ou a adaptação progressiva para evitar desconforto vão moldando a forma como o corpo funciona. Estas decisões, aparentemente irrelevantes quando vistas de forma isolada, acabam por influenciar a distribuição de carga, os padrões de movimento e a capacidade de determinados tecidos tolerarem exigência.

O corpo adapta-se a essas escolhas. Compensa, reorganiza-se e continua a funcionar — até que essa adaptação deixa de ser suficiente e surge a dor. Nessa altura, o problema já não está apenas no sintoma, mas no conjunto de hábitos que foram sendo incorporados sem consciência.

É por isso que, em fisioterapia, a avaliação não se centra apenas no local da dor. Analisa-se o modo como o corpo está a ser utilizado no dia a dia, as decisões que se repetem e as compensações que se instalam ao longo do tempo. Pequenas alterações nesses padrões podem ter um impacto signif**ativo na forma como o corpo responde.

Quando o desconforto se torna recorrente, uma avaliação permite identif**ar que decisões estão a sobrecarregar o corpo e orientar uma abordagem mais ef**az.

No inverno, sente que o corpo não responde da mesma forma?Custa mais levantar da cama, as articulações parecem mais pres...
08/01/2026

No inverno, sente que o corpo não responde da mesma forma?

Custa mais levantar da cama, as articulações parecem mais presas e alguns movimentos f**am desconfortáveis logo de manhã. Muitas vezes, a primeira reação é culpar a idade.

Mas, na maioria dos casos, o frio aliado a menos movimento ao longo do dia é o verdadeiro responsável.

Levantamo-nos apressados, vestimo-nos à pressa e passamos grande parte do dia sentados. O corpo ainda está “frio” e as articulações e os músculos precisam de algum tempo para ganhar mobilidade.

Sentir-se mais confortável durante o dia pode passar por ajustes simples: levantar-se com mais tempo, mexer braços e pernas ainda na cama, dar alguns passos em casa e evitar longos períodos na mesma posição logo de manhã.

Quando o corpo é preparado antes de ser exigido, a rigidez diminui e o movimento torna-se mais fluido ao longo do dia.

Se este desconforto já faz parte da sua rotina, marque uma avaliação. Quanto mais cedo se percebe a causa, mais fácil é trabalhar sobre ela.

Janeiro costuma trazer vontade de recomeçar, com novos propósitos e objetivos.Mas o corpo nem sempre acompanha esse ritm...
07/01/2026

Janeiro costuma trazer vontade de recomeçar, com novos propósitos e objetivos.
Mas o corpo nem sempre acompanha esse ritmo.

Depois de um período diferente da rotina habitual, é natural sentir o corpo mais rígido, mais lento ou simplesmente a pedir descanso. Nada de anormal até aqui.

Se entrou em 2026 cheio de planos, permita ao seu corpo uma adaptação gradual à rotina.
A médio e longo prazo, essa atenção traduz-se em melhores resultados.

Em consultório, vemos diariamente que o corpo responde melhor quando é respeitado: quando o movimento e a exigência são ajustados com consciência.

Por isso, o melhor conselho que lhe deixamos é simples: retome com calma e cuide-se melhor.
O corpo agradece ao longo de todo o ano.

Bom Ano Novo! 2025 foi um ano de reflexão para nós. Olhámos para trás e vimos décadas de trabalho, de aprendizagem, de c...
31/12/2025

Bom Ano Novo!

2025 foi um ano de reflexão para nós. Olhámos para trás e vimos décadas de trabalho, de aprendizagem, de cuidado. Olhámos para a frente e percebemos que queremos fazer mais.

Não por ambição, mas por responsabilidade. Porque acreditamos que o conhecimento que construímos ao longo de todos estes anos pode, e deve, chegar mais longe.

2026 será diferente. Para nós e, esperamos, para muitos de vocês também.

Queremos agradecer a confiança que depositam em nós.
E desejar-vos um 2026 cheio de saúde, clareza e movimento.

Vemo-nos em 2026!

Algo está a mudar na Porto Physio Center. Durante anos, construímos a nossa prática clínica com base em rigor científico...
30/12/2025

Algo está a mudar na Porto Physio Center.

Durante anos, construímos a nossa prática clínica com base em rigor científico, escuta atenta e resultados duradouros. Tratámos pessoas, acompanhámos as suas recuperações, partilhámos conhecimento com quem nos procurava para aprender.

Ao longo deste tempo, percebemos que há lacunas no setor que podemos ajudar a preencher. Questões que precisam de ser discutidas. Profissionais que merecem formação com profundidade. Pessoas que precisam de compreender melhor o seu corpo.

2026 marca o início de uma nova fase para nós. Uma evolução natural do que sempre fizemos, mas agora com estrutura, método e um propósito ainda maior.

Vamos continuar a cuidar das pessoas que nos procuram. Mas também vamos fazer mais.
Brevemente partilhamos todos os detalhes.

Fique por aí, connosco!

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Porto
4100-131

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 19:00
Terça-feira 08:30 - 19:00
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