Susana Cruz - Fisioterapia e Bem Estar

Susana Cruz - Fisioterapia e Bem Estar Medicina e saúde

01/02/2026
20/01/2026
🔎 A osteopatia visceral assenta numa abordagem holística e dispõe de técnicas manuais para a avaliação e tratamento dos ...
28/11/2025

🔎 A osteopatia visceral assenta numa abordagem holística e dispõe de técnicas manuais para a avaliação e tratamento dos órgãos internos, bem como, das suas conexões com o sistema musculoesquelético e nervoso.

🔎 Identifica e corrige as disfunções viscerais que podem causar sintomas ou desequilíbrios noutras áreas do corpo.

Tem como OBJETIVOS:
🖐 Melhorar a mobilidade e o funcionamento dos órgãos,
🖐 Libertar tensões fasciais;
🖐 Melhorar a circulação sanguínea;
🖐 Ajudar nos problemas digestivos (refluxo, obstipação, síndrome do intestino irritável...);
🖐 Aliviar dores abdominais e pélvicas persistentes;
🖐 Atenuar dores menstruais e alterações no ciclo menstrual;
🖐 Amenizar dores lombares ou torácicas com origem visceral;
🖐 Suavizar dores de cabeça e enxaquecas, relacionadas com tensão abdominal;
🖐 Corrigir distúrbios respiratórios;
🖐 Mitigar desconforto após cirurgias abdominais.

📞 Para agendar a sua sessão ligue: 914554288

Eguaras N, Rodríguez-López ES, Lopez-Dicastillo O, Franco-Sierra MÁ, Ricard F, Oliva-Pascual-Vaca Á. Effects of Osteopathic Visceral Treatment in Patients with Gastroesophageal Reflux: A Randomized Controlled Trial. J Clin Med. 2019 Oct 19;8(10):1738. doi: 10.3390/jcm8101738. PMID: 31635110; PMCID: PMC6832476.

Wójcik M, Kampioni M, Hudáková Z, Siatkowski I, Kędzia W, Jarząbek-Bielecka G. The Effect of Osteopathic Visceral Manipulation on Quality of Life and Postural Stability in Women with Endometriosis and Women with Pelvic Organ Prolapse: A Non-Controlled Before-After Clinical Study. J Clin Med. 2025 Jan 24;14(3):767. doi: 10.3390/jcm14030767. PMID: 39941438; PMCID: PMC11818518.

Lotfi C, Blair J, Jumrukovska A, Grubb M, Glidden E, Toldi J. Effectiveness of Osteopathic Manipulative Treatment in Treating Symptoms of Irritable Bowel Syndrome: A Literature Review. Cureus. 2023 Jul 24;15(7):e42393. doi: 10.7759/cureus.42393. PMID: 37621836; PMCID: PMC10446503.

25/11/2025

📞 Marque a sua sessão através do número 914554288

🔎 A fascite plantar resulta da degeneração do colagénio da fáscia plantar na sua origem (a tuberosidade calcânea), bem c...
14/11/2025

🔎 A fascite plantar resulta da degeneração do colagénio da fáscia plantar na sua origem (a tuberosidade calcânea), bem como das estruturas perifasciais circundantes.

🖋 Nota: Tradicionalmente, acreditava-se que a condição tinha um mecanismo inflamatório. No entanto, novas descobertas caracterizam-na como degenerativa e não uma condição inflamatória. “Fasciose” ou “fasciopatia” são cada vez mais usadas ​​para se referir a esta.

SINTOMAS:
💠Dor no calcanhar ao acordar, ao dar os primeiros passos pela manhã ou após longos períodos sem apoiar o pé no chão. Pode ainda ocorrer no início de um treino;
💠Sensibilidade na região ântero-medial do calcanhar;
💠Flexão dorsal limitada e tendão de Aquiles encurtado;
💠Marcha claudicante ou preferência por andar em ponta dos pés;
💠A dor geralmente piora ao andar descalço em superfícies duras e ao subir escadas.

CAUSAS:
🔴 Pronação ou supinação excessiva do pé de forma dinâmica;
🔴 Atividades de impacto/ sustentação de peso, como ficar em pé por longos períodos, correr, saltar, entre outras;
🔴 Calçado inadequado;
🔴 Presença de esporão subcalcâneo;
🔴 Diabetes Mellitus (e/ou outra condição metabólica);
🔴 Dismetria no comprimento dos membros inferiores;
🔴 Fraqueza do complexo gastrocnémio-sóleo, tendão de Aquiles e dos músculos intrínsecos do pé.

A FISIOTERAPIA pode ajudar:
✍ Com o prognóstico e esclarecimento desta condição, que pode levar semanas ou até meses para sentir melhoria, dependendo da natureza da lesão;
✍ Através de orientação para descanso em atividades que agravam a dor;
✍ No aconselhamento de aplicação de gelo na área dolorida e realização de alongamentos para os músculos do gastrocnémio e da planta do pé;
✍ Na ênfaze da importância de um plano de exercícios para casa ou ginásio.

📞 Para agendar a sua sessão ligue: 914554288.

Lemont H, Ammirati KM, Usen N. Plantar fasciitis: a degenerative process (fasciosis) without inflammation. Journal of the American Podiatric Medical Association. 2003 May 1;93(3):234-7.
Buchanan BK, Kushner D. Plantar fasciitis. Available from:https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK431073/ (last accessed 22.6.2020)

🔎 A paralisia de Bell, também conhecida como paralisia facial periférica idiopática, é causada pela disfunção do nervo f...
07/11/2025

🔎 A paralisia de Bell, também conhecida como paralisia facial periférica idiopática, é causada pela disfunção do nervo facial.
Nenhuma causa específica foi ainda descoberta, no entanto tem um potencial de recuperação positivo.
Normalmente, a paralisia desenvolve-se ao longo de 24 a 72 horas.
O stress pode exacerbar os sintomas, que são:

▶ Perda de controlo dos músculos de um lado da cara (principal manifestação física), com dificuldade em franzir a testa, fechar o olho, sorrir, etc.;
▶ Assimetria da cara;
▶ Dormência ou formigueiro na face e língua;
▶ Alterações do paladar;
▶ Dor ou zumbido no ouvido.

Fatores de risco
❗Diabetes;
❗Gravidez;
❗Aumento da pressão arterial;
❗Infeção no ouvido;
❗Infeção do trato respiratório.

A fisioterapia é um pilar importante na reabilitação, com foco na restauração da função facial através de:
⭐ Exercícios específicos;
⭐ Reeducação neuromuscular;
⭐ Técnicas manuais estimuladoras dos músculos afetados;
⭐ Facultar informações sobre os cuidados com os olhos e boca.

📞 Para agendar a sua sessão ligue 914554288.

Ahmed A. When is facial paralysis Bell palsy? Current diagnosis and treatment. Cleve Clin J Med. 2005;72(5):398-401, 405

Osmosis. Bell's Palsy - causes, symptoms, diagnosis, treatment, pathology. Available from: http://www.youtube.com/watch?v=ic1hKbk4CKc[last accessed 23/4/2020]

Khan AJ, Szczepura A, Palmer S, Bark C, Neville C, Thomson D, Martin H, Nduka C. Physical therapy for facial nerve paralysis (Bell's palsy): An updated and extended systematic review of the evidence for facial exercise therapy. Clin Rehabil. 2022 Nov;36(11):1424-1449. doi: 10.1177/02692155221110727. Epub 2022 Jul 5. PMID: 35787015; PMCID: PMC9510940.

Não adie mais o seu bem-estar!!!📞 Marque a sua sessão através do número 914554288
24/10/2025

Não adie mais o seu bem-estar!!!

📞 Marque a sua sessão através do número 914554288

🔎 A pata de ganso, ou tendinopatia anserina é uma causa comum de dor na face interna do joelho. Refere-se a uma condição...
15/10/2025

🔎 A pata de ganso, ou tendinopatia anserina é uma causa comum de dor na face interna do joelho. Refere-se a uma condição inflamatória da bursa na inserção tendinosa conjunta dos músculos sartório, grácil e semitendinoso na tíbia.

Os sintomas incluem:

➡ Dor na parte interna da coxa até ao joelho;
➡ Amplitude articular do joelho diminuída;
➡ Diminuição da força muscular;
➡ Alterações no padrão da marcha e em determindas atividades diárias.

A fisioterapia pode ajudar através de:

⭐ Diminuição da dor e inflamação local;
⭐ Alongamentos específicos de vários grupos musculares;
⭐ Exercícios de fortalecimento muscular;
⭐ Aconselhamento nos cuidades a ter nas atividades da vida diária, para acalmar a inflamação da bursa e a dor relacionada.

Nota: Os exercícios em cadeia cinética fechada são recomendados para prevenir o desenvolvimento de instabilidade do joelho, que revela ser um fator de risco para esta disfunção.

📞 Marque a sua sessão através do número 914554288.

Tschirch FTC, Schmid MR, Pfirrmann CWA, et al. Prevalence and size of meniscal cysts, ganglionic cysts, synovial cysts of the popliteal space, fluid filled bursae, and other fluid filled collections in asymptomatic knees on MR imaging. AJR Am J Roentgenol 2003; 180:1431–1436.

Matsumoto K, Sinusuke H, Ogata M. Juxta-articular bone cysts at the insertion of the pes anserinus. J Bone Joint Surg 1990; 72A:286-290.

‼ A capuslite adevisa (ombro congelado), uma condição de etiologia com pouco consenso entre investigadores, é caracteriz...
07/10/2025

‼ A capuslite adevisa (ombro congelado), uma condição de etiologia com pouco consenso entre investigadores, é caracterizada por restrição significativa do movimento ativo e passivo do ombro, que ocorre na ausência de um distúrbio intrínseco.

As pessoas com ombro congelado, tipicamente experienciam:
✴ Rigidez no ombro;
✴ Dor intensa que geralmente piora à noite;
✴ Perda quase completa da rotação externa passiva e ativa do ombro.

Normalmente não há evidência significativa no histórico da pessoa, no exame clínico ou na avaliação radiográfica para explicar a perda de movimento ou dor.

A fisioterapia consiste numa abordagem focada na:
➡ redução de dor;
➡ melhorar a amplitude de movimento;
➡ restaurar a força por meio de uma combinação de exercícios suaves e sem dor;
➡ Alongamento, mobilização articular e exercícios de fortalecimento com a progressão da reabilitação.

📞 Marque a sua sessão através do número 914554288.

Chan HBY, Pua PY, How CH. Physical therapy in the management of frozen shoulder. Singapore Med J. 2017 Dec;58(12):685-689. doi: 10.11622/smedj.2017107. PMID: 29242941; PMCID: PMC5917053.

Kelley M, Mcclure P, Leggin B. Frozen shoulder: Evidence and a proposed model guiding rehabilitation. J Orthop Sports Phys Ther 2009;39:135-148

Boyles RE, Flynn TW, Whitman JM. Manipulation following regional intrascalene anesthetic block for shoulder adhesive capsulitis: A case series. Man Ther 2005:10;164-171.

Endereço

Rua Principal, Nº 18/Reixida
Reixida
2410-856

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Terça-feira 09:00 - 12:00
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