18/05/2026
Quantas vezes dizes "está tudo bem" quando, na verdade, o que queres dizer é "não quero preocupar ninguém"? 🖤
A publicação de hoje é um espelho daquilo que muitos de nós fazemos diariamente. Engolimos a ansiedade, camuflamos o esgotamento com um "só ando cansada" e tentamos convencer o mundo (e a nós próprios) de que o ritmo frenético de sobrevivência é apenas a nossa personalidade.
Mas a verdade é que:
Nem todo o sofrimento é visível. Podes estar a sorrir numa esplanada ou a trabalhar focado/a no computador e, por dentro, o teu mundo estar em turbilhão.
O excesso de fazer, muitas vezes, serve para tapar o excesso de sentir. Usamos a distração para não termos de f**ar a sós com os nossos pensamentos.
Viver em modo de sobrevivência não é viver. É apenas resistir.
Passar por isto em silêncio torna o peso ainda maior. Queremos que saibas que não tens de explicar a tua dor na perfeição para que ela seja legítima. E, acima de tudo, não tens de carregar este peso sozinho/a.
Pedir ajuda é o primeiro passo para deixares de apenas sobreviver e começares, finalmente, a viver.
Agendas uma consulta quando sentes uma dor física persistente. Porque haveria de ser diferente com a tua saúde mental?