16/03/2026
Celebramos, este fim de semana, o 100º encontro de canto de mantra, sob a orientação da professora Ruth Huber. Estes encontros que decorrem atualmente no Dojo Zen em Lisboa, começaram em 2013. Foram-se mantendo, de forma mais ou menos regular, (com algumas interrupções como aconteceu na altura do COVID, por exemplo), com um grupo bastante fiel, ao qual se foram juntando novos elementos.
Um dos alunos regulares mais antigos do grupo, Manuel Filhó, considera ‘que o canto de mantra foi algo que completou um caminho já longo na prática de Yoga, sobretudo na sua versão mais espiritual ou introspectiva’.
Mário Moreira, frequentador do círculo de canto nos primeiros anos, diz-nos sobre a professora Ruth Huber, a sânscritista e yogi, que guia estas sessões: ‘Diz a tradiçâo do Yoga que aprender com um(a) mestre é a melhor forma de sentir os ensinamentos do Yoga, que assim são passados desde há tanto tempo. Sinto-me grato à professora Ruth por tudo o que nos tem dado: pelo rigor que põe em tudo, pela forma de viver o Yoga, pela prática tão longa, pela sabedoria de adaptar o mundo do Yoga ao mundo particular de cada um. E principalmente pelo gosto que é estar junto dela a ouvir e a aprender.’
O mesmo carinho demonstra Ana Pereira, aluna regular destes encontros: ‘A Ruth não é só minha professora, é também uma luz guia, uma mãe, é uma inspiração, pois muitas vezes é a ela que recorro para pedir conselhos, para partilhar dúvidas e para me orientar, não só sobre o yoga mas sobre a vida em geral. Por mim posso dizer que se tornou num dos pilares da minha vida, tenho a sorte de ter alguns, entre família, amigos e professores, a Ruth é sem dúvida um deles.
Obrigado querida professora, penso que sabe que estará sempre no meu coração’.
Uma prática que se integra no Universo do Yoga e é definida da seguinte forma por Graça Fosco, frequentadora assídua do grupo:
'Formular ou cantar mantras não é um processo mental, a sua repetição
impregna-nos de algo que deixa uma marca porque está carregado de energia, de vibração pranica. As ressonâncias são um balsamo ao nível celular. Têm um poder de abertura e libertação quando a prática é mantida com regularidade. As palavras também invocam determinadas qualidades espirituais, para além de pedirem proteção ao divino ou a divindades’.