Psicóloga Lívia Rolim

Psicóloga Lívia Rolim Sou Lívia Rolim, Brasileira morando em Portugal. Atuo há 12 anos como psicóloga clínica.

Sou especialista em psicologia clínica e mestra em saúde da mulher e da criança.

Nosso pacotinho fez 1 mês.E já temos tantas histórias para contar…Desde o seu nascimento, que foi carregado de muita emo...
11/01/2026

Nosso pacotinho fez 1 mês.
E já temos tantas histórias para contar…

Desde o seu nascimento, que foi carregado de muita emoção.
Você virando nos últimos momentos, e cada minuto sendo uma surpresa, uma mistura de medo, expectativa e amor que não cabe em palavras.

Tivemos também o inesperado: a cirurgia do nosso médico, que não pôde estar presente no parto. Mas nos presenteou com uma médica maravilhosa, que nos acolheu com tanto amor, carinho e humanidade.
Uma médica e uma equipe, que fez toda a diferença naquele momento tão único.

A amamentação também teve seus desafios ainda no hospital. Precisamos passar por dois dias de translactação (extrair o leite e complementar as mamadas com uma seringa).
No início, parecia um grande desafio.
Depois, percebi que tiramos de letra.
E claro, nada disso teria sido possível sem todo o suporte das enfermeiras, do papai e da vovó, que estiveram ali, sustentando e apoiando cada passo.

As noites oscilam.
Existem momentos difíceis, cansaço e aprendizado constante.

Mas, mesmo com tudo isso, só tenho a dizer: obrigada, João.
Obrigada por me tirar do eixo, por me fazer aprender todos os dias.
Você me transforma e eu sigo tentando ser, a cada dia, a melhor versão de mim.

Um mês de você.
Uma vida inteira de nós. 🤍✨

Nosso pacotinho fez 1 mês.E já temos tantas histórias para contar…Desde o seu nascimento, que foi carregado de muita emo...
11/01/2026

Nosso pacotinho fez 1 mês.
E já temos tantas histórias para contar…

Desde o seu nascimento, que foi carregado de muita emoção.
Você virando nos últimos momentos, e cada minuto sendo uma surpresa, uma mistura de medo, expectativa e amor que não cabe em palavras.

Tivemos também o inesperado: a cirurgia do nosso médico, que não pôde estar presente no parto. Mas, nos presenteou com uma médica maravilhosa, que nos acolheu com muito amor, carinho e humanidade.
Uma médica e uma equipe, que fez toda a diferença naquele momento tão único.

A amamentação também teve seus desafios ainda no hospital. Precisamos passar por dois dias de translactação (extrair o leite e complementar as mamadas com uma seringa).
No início, parecia um grande desafio.
Depois, percebi que tiramos de letra.
E claro, nada disso teria sido possível sem todo o suporte das enfermeiras, do papai e da vovó, que estiveram ali, sustentando e apoiando cada passo.

As noites oscilam.
Existem momentos difíceis, cansaço e aprendizado constante.

Mas, mesmo com tudo isso, só tenho a dizer: obrigada, João.
Obrigada por me tirar do eixo, por me fazer aprender todos os dias.
Você me transforma e eu sigo tentando ser, a cada dia, a melhor versão de mim.

Um mês de você.
Uma vida inteira de nós. 🤍✨

Devagarinho, vamos construindo um lugar de aconchego.Nos olhinhos atentos enquanto mama,no cheirinho da pele e no jeito ...
09/01/2026

Devagarinho, vamos construindo um lugar de aconchego.
Nos olhinhos atentos enquanto mama,
no cheirinho da pele e no jeito como o mundo começa a ganhar sentido.
E, junto com tudo isso, vêm o cansaço do dia a dia, os desafios silenciosos dessa relação e a sensação de estar sempre aprendendo.
Seguimos, então, nessa construção afetiva e verdadeira, com presença possível, com amor
e um dia de cada vez. 💙

Existe uma linha delicada entre falar da maternidade real e normalizar o cansaço extremo.Entre reconhecer o desafio e ac...
18/12/2025

Existe uma linha delicada entre falar da maternidade real e normalizar o cansaço extremo.
Entre reconhecer o desafio e aceitar que ele precise doer.

Quando tantas mães estão exaustas, quase nunca é falta de amor.
Na maioria das vezes, é falta de apoio.
É solidão.
É sentir que tudo recai sobre uma pessoa só.

A presença do pai não é ajuda.
É responsabilidade.
É vínculo.
É cuidado compartilhado.

Maternar sem rede ou com pouca presença pesa.
Não porque a maternidade seja o problema,
mas porque ninguém deveria atravessar isso sozinha.

Talvez a pergunta não seja “como dar conta”,
mas como podemos cuidar melhor, juntos.

Não ideal.
Não perfeito.

Mas humano.
E mais leve para quem materna.

Nas próximas semanas, começo um capítulo muito especial da minha vida: a chegada do meu filho, João. 🤍👶🏻Para viver esse ...
28/11/2025

Nas próximas semanas, começo um capítulo muito especial da minha vida: a chegada do meu filho, João. 🤍👶🏻
Para viver esse momento com calma, presença e cuidado, farei uma pausa nos atendimentos.

Quero deixar registrado o quanto foi significativo acompanhar cada processo até aqui. As sessões, as construções e o movimento de cada um fizeram parte da minha caminhada e seguem comigo nesse novo passo.

Durante minha ausência, minha equipe continuará atendendo e oferecendo todo o suporte necessário, garantindo a continuidade do cuidado e da escuta de vocês.

Agora, entro na maternidade com o coração aberto para tudo o que esse ciclo trará. E, quando for o momento certo, volto aos atendimentos com o mesmo compromisso e respeito de sempre.

Fiquem por perto. Seguimos conectados enquanto essa nova fase se desenha, e será uma alegria reencontrá-los mais adiante.
Com carinho, até breve. 🌿✨

Hoje inicio mais um ciclo e em breve me despeço do barrigão. 🌷Vivo a Matrescência, esse processo de nascer uma mãe e me ...
09/11/2025

Hoje inicio mais um ciclo e em breve me despeço do barrigão. 🌷

Vivo a Matrescência, esse processo de nascer uma mãe e me redescobrir mulher. É uma mistura de amor, entrega, medo e força, tudo junto, pulsando dentro e fora de mim.

Estou feliz. Fiz movimentos e escolhas que me amparam, e me sinto cercada de amor, escuta e presença. Isso me alimenta.

Chegar aos 40 assim, em movimento, com a vida em transformação, é o meu maior presente.

Essa é uma das falas que escuto muito no consultório: "Eu prometi que não faria igual à minha mãe. Mas às vezes… me pego...
03/11/2025

Essa é uma das falas que escuto muito no consultório: "Eu prometi que não faria igual à minha mãe. Mas às vezes… me pego fazendo.”

Não por falta de amor.
Mas porque há padrões que se internalizam de forma inconsciente.
E a matrescência não cria esses padrões, ela os revela.

Revela a rigidez.
O medo.
A ausência.
A sobrecarga.

Revela, também, a chance de parar o ciclo.

Você já percebeu algum padrão que começou a se repetir na sua história?

30/10/2025

Essa é uma pergunta que aparece com frequência no consultório dita em voz alta ou sentida no corpo.

Muitas mulheres decidem maternar fora do país.
Por desejo, por amor, por estrutura.
Mas junto com a maternidade…
nascem outras perguntas silenciosas:

• Será que consigo dar conta de tudo sozinha?
• Quem pode ser minha rede de apoio aqui?
• Como nós três vamos sustentar emocionalmente essa nova rotina ?

Esses questionamentos fazem parte da matrescência em outro país.

Porque a matrescência, não é só uma transição da mulher para a mãe.

É também uma reinvenção das relações, do corpo, dos afetos.

E tudo isso precisa de acolhimento.

Você sente isso também?

Endereço

R. Alexandre Herculano, 19
Santo António
1250-008

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