Hugo MC Lopes Maranha, Psicoterapeuta

Hugo MC Lopes Maranha, Psicoterapeuta NeuroPsicologia Clínica: Avaliação e Reabilitação

https://www.facebook.com/share/p/1DoCR9F8Dr/
19/02/2026

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Sabia que a psicose não é um diagnóstico, mas sim um sintoma?

«Surge quando alguém vê ou ouve algo que não existe para os outros, num estado que pode ser estável, intermitente ou único ao longo da vida».

Embora muitas vezes associados à esquizofrenia, os episódios psicóticos integram um espetro mais vasto de doenças mentais e afetam uma em cada três mil pessoas por ano.

Em «Aquilo que vi no escuro», Margarida David Cardoso retrata vidas marcadas pela psicose, logo pela perplexidade e pelo estigma.

O livro está, a partir de hoje, disponível na livraria online da Fundação, com 10% de desconto e portes grátis para o continente e ilhas.

👉 https://ffms.pt/pt-pt/livraria/aquilo-que-vi-no-escuro-historias-sobre-psicose

A ínsula é uma região profunda do córtex cerebral envolvida no processamento de emoções, sensações internas e capacidade...
28/01/2026

A ínsula é uma região profunda do córtex cerebral envolvida no processamento de emoções, sensações internas e capacidade de compreender os estados emocionais dos outros. São as bases neurológicas para o que conhecemos como empatia e compaixão.

Algumas substâncias psicoativas de abuso são altamente nocivas por danificar estruturas neuronais dessa região, relacionada com as emoções e regulação afetiva. Exemplos comuns são a ketamina, o M**A (ecstasy) e a Co***na.

Alguns medicamentos, como os Antidepressivos, embora usados para fins terapêuticos, na tentativa de regular as emoções, tendem a inibir a recaptação da Serotonina, bloqueando os efeitos associados à empatia e compaixão.

Vendo bem, Portugal, tem-se mantido no Top 3 no consumo de Antidepressivos e no Top 5 no consumo de Co***na.

O que acham que isto quer dizer?

Olhar fora, o que afinal anda dentro de ti
24/01/2026

Olhar fora, o que afinal anda dentro de ti

Os Conceitos inadequados dentro das famílias
11/01/2026

Os Conceitos inadequados dentro das famílias

Há irmãos e há estranhos com quem se compartilha os pais. Mas “meio-irmão” devia ser uma expressão proibida. Porque é um mau exemplo de bondade. E porque, por isso mesmo, faz mal ao crescimento.

É muito difícil ter irmãos. Mas que não haja dúvidas sobre isso: é, também, muito bom. Mas é difícil. Porque se perde muito. Daí que aquela expressão “eles são muito amigos”, tenha uma “evolução natural” e saudável para: “são como o cão e o gato”. Entrecortada pelo já clássico “estão impossíveis”. Unicamente porque a “conta-corrente” que se estabelece entre dois irmãos, faz com que eles sejam capazes das maiores cumplicidades e dos maiores arrufos. Próprios, aliás, duma “relação de irmãos”. Aliás, para que é que se quer que dois irmãos sejam “muito amigos”? Não será isso um degrau abaixo deles serem “muito irmãos”?

Há, depois, os “meios-irmãos” que, de pequena fractura em pequena fractura, se foram afastando e, à conta de tudo o que ficou por dizer entre eles, se transformam em estranhos que partilham os mesmos pais. Que, de início, se evitam. Logo a seguir, se cumprimentam de maneira formal. A seguir, se desculpam com uma mulher ou um marido que possa ter chegado à vida deles aos quais se atribui toda a culpa pela fractura que assumem. E, finalmente, se incompatibilizam por uma “porcaria” sem sentido. Dois irmãos que se incompatibilizam começaram por ser, com a cumplicidade dos pais, “meios-irmãos”.

Para tudo se transformar num desafio de complexidade crescente para os pais há, nas famílias reconstruídas, muitos “meios-irmãos”. Para além daquela fórmula escorregadia “os meus, os teus e os nossos” que faz com que os filhos tenham, desde logo, mais hipóteses de se sentirem “meios-irmãos” do que, simplesmente, irmãos. É muito difícil gerir os cuidados, gerir os gestos de amor, gerir as repreensões e as zangas, e gerir os espaços (dos quartos, dos armários da roupa, da mesa ou do sofá), quando todos eles parecem prontos a reivindicar: “esse é o meu lugar!”. Nada do que se passa entre todos os nossos filhos é fácil! Mas enquanto não for claro o lugar de cada um dos nossos filhos, dentro de nós, estamos a transformá-los em “meios-irmãos”. E isso é mau!

Dormimos no escuro e acordamos com a Luz
11/01/2026

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Humanidade, Ação.
09/01/2026

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Os triângulos e as pirâmides dentro de cada um
06/01/2026

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Sensibilidade
05/01/2026

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01/01/2026
Aprender, conhecer e gerir, o "gostar" e o "ter"
09/05/2025

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Psico-informação
01/12/2024

Psico-informação

PORQUE É QUE OS CASAIS SE TRATAM TODOS POR AMOR?

Um diminutivo numa relação faz bem ou faz mal?
É razoável chamar um namorado pelo apelido?
E porque é que, depois de estarmos muito muito próximos da pessoa de quem namoramos acabamos todos a chamar-lhe… “bebé”?
E, já agora, chamar-lhe “Amor!?…” dá a entender que estamos perdidamente apaixonados por essa pessoa?

Na Rádio Observador
Link: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/porque-sim-n%C3%A3o-%C3%A9-resposta/id1471328998?i=1000655204678

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