Psicóloga Vera Silva Santos

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Votos de um bom descanso!
09/05/2026

Votos de um bom descanso!

09/05/2026

"Ando a pensar muito nisto e não consigo deixar de trazer a infância para esta conversa. Porque isto começa cedo. Começa quando uma criança cai
e há quem olhe, mas não se aproxime. Quando alguém f**a de fora e ninguém sente que é "comigo". Quando vemos, mas não intervimos. Quando sabemos, mas não nos envolvemos. E vamos ensinando (sem dizer nada), que o outro só importa quando nos toca diretamente.
Depois crescem... E tornam-se adultos cheios de opinião, de discurso, de certezas. Mas com pouca disponibilidade real para o outro e para compreender a realidade do outro. E isto acontece porque nunca foi verdadeiramente aprendido. E talvez seja isto que a Humanidade precisa de reaprender mesmo... Não mais teorias nem mais frases bonitas. Mas experiências reais (desde cedo), onde o outro conta. Onde o outro é visto. Onde o outro... é consigo." - Autoria: Desabadosdeducadora

09/05/2026
09/05/2026

"Se pudéssemos ter consciência do quanto a nossa vida é efémera, talvez pensássemos duas vezes antes de deitar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas nós não conseguimos adivinhar. Não sabemos durante quanto tempo estaremos a enfeitar este Éden e tão pouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Entristecemo-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosas. Perdemos dias, às vezes anos. Calamo-nos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos f**ar em silêncio. Não damos o abraço que tanto a nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos habituados a isso” e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos ou achamos que não temos o suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Consumimo-nos.
Costumamos comparar as nossas vidas com as daqueles que possuem mais do que nós. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa…
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos para trás. E então perguntamo-nos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para a frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de se voltar para dentro e agradecer pela vida, que mesmo efémera, ainda está em nós." - Autor desconhecido

09/05/2026

"Você já foi o porto seguro de alguém que ancorava em você mas navegava para outro lugar? Você era bom para ouvir. Bom para aconselhar. Bom para estar quando a outra pessoa precisava de presença. Bom de um jeito que as pessoas reconheciam, elogiavam, admiravam em voz alta. Mas na hora de escolher com quem f**ar de verdade, com quem construir, com quem se entregar, você f**ava de fora. Admirado e preterido ao mesmo tempo. Isso tem um sabor específico que quem viveu reconhece antes de terminar de ler essa frase. É a dor de ser visto mas não ser escolhido. De ser valorizado mas não ser prioridade. E você foi internalizando aos poucos uma dúvida sobre si mesmo que não tinha razão de existir porque o problema nunca foi o que você era. Foi que você estava oferecendo tudo que tinha para quem não estava pronto para receber. Ser escolhido pela pessoa errada seria pior do que não ter sido escolhido." - Autor: Marcos Adriano

Bom dia!
09/05/2026

Bom dia!

08/05/2026

Não tens que aguentar tudo!

08/05/2026

"Há pessoas que têm dificuldade em expressar o que sentem…
não porque não tenham nada a dizer,
mas porque têm medo do que pode acontecer se disserem.
Medo de que o outro se afaste.
Medo de criar conflito.
Medo de ser rejeitada.
Medo de não ser suficiente.
Medo de ser traída.
E então… retraem-se.
Engolem.
Adaptam-se.
Cedem mais do que deviam.
Mas o que parece “evitar problemas”…
na verdade está a criá-los em silêncio.
Porque aquilo que não é dito
não desaparece.
Acumula.
No corpo.
Na emoção.
E na forma como, pouco a pouco… deixas de ser quem és dentro da relação.
E sem te aperceberes, acontece algo subtil:
Para não perderes o outro…
afastas-te de ti.
E aqui entra o inconsciente.
Porque este padrão raramente começa na relação actual.
Começa muito antes.
Num tempo, quando eras pequena,
em que para manter ligação com quem era importante para ti
talvez tenhas aprendido que era mais seguro calar do que dizer o que sentias.
E hoje, sem te dares conta, repetes.
Não estás só a viver esta relação.
Estás a proteger uma memória antiga que ainda se activa.
Mas há um ponto importante que precisas de ver:
O silêncio não cria segurança.
Cria distância.
Porque o outro não se afasta só pelo que dizes…
afasta-se, muitas vezes, pelo que nunca chega a conhecer em ti.
Pelo que não partilhas.
Pelo que escondes.
Pelo que sentes… mas não comunicas.
E uma relação onde não há comunicação autêntica
não cresce.
Mantém-se… até deixar de fazer sentido.
Se queres uma ligação real…
não pode ser à custa de te abandonares.
Comunicar não destrói relações autênticas.
Revela-as.
E às vezes…
é precisamente aquilo que tens medo de dizer
que cria a proximidade que procuras.
Se sentes que te calas para não perder…
pergunta-te com honestidade:
Estás a proteger a relação…
ou a repetir um padrão que cria distância sem te aperceberes?" - Autora: Cláudia Madeira

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