João Núncio Crispim

João Núncio Crispim Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de João Núncio Crispim, Pediatra, Rua Luís Sá, 1A/1º Esq, Setúbal.

10/11/2022

Pensem sempre duas, três vezes antes de ir para as Urgências, sejam do sistema público ou privado.
O foco das Urgências é e será o tratamento da doença grave, e é a assistência a essas crianças que não pode nunca ficar comprometida, mesmo em alturas de pico de afluência!
Os recursos são - em todo o lado - finitos, e não é possível almejar uma resposta rápida para todas as crianças que acorrem aos Serviços de Urgência.
Na dúvida falem com os médicos que acompanham as vossas crianças, ou em alternativa liguem para as linhas de apoio - a Luz24 tem algoritmos de triagem desenhados pela equipa específicos para as crianças - 217104424.
A Urgência é um local a evitar, para que possa continuar a responder ao seu desígnio: o cuidado às crianças gravemente doentes!!

SIC Notícias

Contra o ruído que se ouve, a evidência científica bem explicada - a vacina é inequivocamente segura e eficaz nas crianç...
31/01/2022

Contra o ruído que se ouve, a evidência científica bem explicada - a vacina é inequivocamente segura e eficaz nas crianças a partir dos 5 anos, e os benefícios são evidentes.

Artigo de opinião do pediatra Manuel Ferreira de Magalhães

Está dúvida tem voltado a surgir, e portanto vale a pena clarificar:Não há qualquer contraindicação para o uso de ibupro...
21/01/2022

Está dúvida tem voltado a surgir, e portanto vale a pena clarificar:
Não há qualquer contraindicação para o uso de ibuprofeno como analgésico ou antipirético na infeção COVID.
https://www.sns.gov.pt/noticias/2020/03/18/covid-19-e-ibuprofeno/
https://www.gskhealthpartner.com/en-us/pain-relief/brands/advil/covid19/

Infarmed reafirma que não há evidência que ibuprofeno agrave infeção. O Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde reitera, através de comunicado divulgado na terça-feira, dia 17 de março de 2020, que não existe evidência clínica que a toma de ibuprofeno esteja r...

Aquilo de que suspeitávamos confirma-se. A vacinação previne o MIS-C, a forma grave de doença pediátrica associada à inf...
08/01/2022

Aquilo de que suspeitávamos confirma-se. A vacinação previne o MIS-C, a forma grave de doença pediátrica associada à infeção COVID-19.
Não podem subsistir quaisquer dúvidas, vacinem as vossas crianças.

https://www.facebook.com/100064543430012/posts/294129309415181/

Multisystem inflammatory syndrome in children (MIS-C) is a rare but severe condition associated with COVID-19 in which different body parts can become inflamed, including the heart, skin, eyes, or other organs. Two doses of the Pfizer-BioNTech vaccine was 91% effective in preventing MIS-C, a new CDC study found. Vaccinating your child is the best way to prevent MIS-C. Learn more: bit.ly/MMWR7102e1.

12/12/2021

Como é natural, tenho recebido muitos pedidos de opinião a propósito da vacinação para o SARS-CoV-2 nas crianças entre os 5 e os 11 anos.

Antes do mais, compreendo perfeitamente as angústias dos pais, perante a discussão pública sobre o assunto em que vários pediatras vêm a público manifestar opiniões divergentes. E em relação a isso, de forma muito clara, todas as entidades com responsabilidade para emitir recomendações sobre o assunto, nacionais e internacionais, concluem que a vacina é segura e reconhecem benefícios individuais da mesma - especificamente no grupo entre os 5 e os 11 anos.
Compreendo que os pais valorizem, claro, a opinião dos seus pediatras, daí ter decidido expor aqui a minha opinião: Sou completamente favorável à vacinação universal das crianças entre os 5 e os 11 anos.

Analisando os argumentos:

1. *Há claros benefícios clínicos individuais*
A incidência de doença grave COVID-19 aguda é muito baixa nestas idades, de facto e felizmente, e é necessário vacinar centenas de milhares de crianças para evitar um caso de COVID-19 agudo grave.
No entanto, a incidência de MIS-C, uma forma grave de doença pós-COVID exclusiva das crianças entre os 5 e os 17 anos é francamente superior. Será inferior a 1%, provavelmente bastante inferior, mas é uma forma grave de doença, com elevada probabilidade de internamento em Cuidados Intensivos, e com possibilidade de morte e de sequelas a longo prazo, nomeadamente cardíacas. Felizmente a mortalidade por MIS-C é baixa, e a incidência de sequelas também, mas um internamento em Cuidados Intensivos não é em si próprio uma situação isenta de riscos e benigna - é claramente algo a evitar.
Argumenta-se que não está demonstrado que a vacina previna MIS-C. É verdade que não está demonstrado (apesar de parecer provável) que a vacina impeça que os já vacinados que sejam infectados pelo SARS-CoV-2 desenvolvam MIS-C, mas está demonstrado de forma muito clara que a vacinação diminui muito a incidência da infecção pelo SARS-CoV-2. Assim, consequentemente, diminuirá a incidência de MIS-C. Por outro lado, o receio inicial de que a vacina possa em si desencadear MIS-C claramente não se verificou.

2. *Há benefícios individuais não clínicos*
As consequências sociais, escolares, psicológicas, emocionais, etc, da pandemia neste grupo etário têm sido terríveis. A vacinação será certamente um passo para diminuir estes efeitos. E, claro, têm que se ajustar os procedimentos de isolamento, testagem, etc, para permitir que estes efeitos se façam sentir.

3. *A vacina é segura* (felizmente na comunidade científica este ponto é ABSOLUTAMENTE consensual)
Já todos ouviram falar do estudo de segurança com menos de 2000 crianças neste grupo etário. Já não estamos nessa fase sequer: nos Estados Unidos já se vacinaram mais de 4 milhões de crianças entre os 5 e os 11 anos, sem significativos reportes de efeitos adversos. Já temos dados populacionais de larga escala que nos permitem afirmar categoricamente que a vacina é muito segura.

4. *Vacinar este grupo etário ajuda no controlo da pandemia*
Tem-se evitado usar este argumento (evitando que se diga que se devem vacinar as crianças para proteger os adultos), mas eu acho muito importante que, havendo evidente relação favorável do risco-benefício individual, se conseguimos obter benefícios populacionais não os devemos desprezar. Não sabemos quantas centenas de crianças têm que ser vacinadas para prevenir a morte ou o internamento em Cuidados Intensivos ou uma sequela de COVID-19 num adulto. Mas se o podemos fazer, sem comprometer a saúde das nossas crianças, porque não? Esse adulto será uma avó, um avô, um tio de uma dessas crianças vacinadas.

5.*Podem haver benefícios económicos*
Mais um argumento que tem sido evitado, por motivos semelhantes aos do ponto 4. Não disponho de estudos de impacto económico (nem sei se existem), mas imagino que considerados os gastos em saúde, os impactos na abstinência laboral, os impactos no comércio, etc, a vacinação das crianças entre os 5 e os 11 anos será provavelmente custo-eficaz. Mas quando a este ponto só posso teorizar.

6.*A vacinação das crianças não impede a disponibilização de vacinas para os adultos*
A vacina é distinta, numa dose menor, e portanto não concorre com a disponibilidade de vacinas para os mais velhos. Pode concorrer na disponibilidade dos serviços de vacinação, sim, e é algo a ter em conta por quem organiza a logística da vacinação, mas se bem organizado não acredito que atrase significativamente a vacinação dos mais velhos.
Não entrará, na vacina pediátrica, pelo mesmo motivo, a consideração de que se deverá dar prioridade à distribuição de vacinas nos países com menos poder económico.

Por todos estes argumentos, sem hesitação, eu recomendo a vacinação de todas as crianças entre os 5 e os 11 anos!

Uma visão sensata, que explica de forma clara porque é que as principais academias e sociedades mundiais recomendam a va...
04/08/2021

Uma visão sensata, que explica de forma clara porque é que as principais academias e sociedades mundiais recomendam a vacinação contra a COVID-19 nos adolescentes a partir dos 12 anos.
Concordo em absoluto, e subscrevo o conselho:
"Por eles, mas também por todos nós, vacinemos os nossos adolescentes."

A vacinação universal dos adolescentes deverá ser, nesta fase da pandemia, uma prioridade em Portugal. Pela saúde global das crianças, mas também pelo controlo da pandemia, defendem os médicos pediatras João Farela Neves e Luís Varandas, expondo a sua argumentação

Subscrevo!!O encerramento das escolas teve um papel importante para controlar a pandemia, especialmente por ajudar a con...
02/03/2021

Subscrevo!!

O encerramento das escolas teve um papel importante para controlar a pandemia, especialmente por ajudar a controlar os comportamentos menos adequados dos adultos. No entanto, não é justo que continuemos a prejudicar as nossas crianças e o seu futuro por uma doença que, diretamente, os afeta de forma tão marginal.
Saibamos reabrir conscientemente e faseadamente as escolas. Saibamos consciencializar por outras vias os adultos a manter comportamentos adequados!!

Por todos estes motivos, é urgente que os decisores equacionem a reabertura das escolas e a integração das crianças em atividades adequadas às suas reais necessidades, permitindo-lhes reencontrar o seu equilíbrio e desenvolver todo o seu potencial.

Foi um grande prazer poder conversar um pouco com a Tânia Ribas de Oliveira e com o Dr. Mauro Paulino sobre algumas das ...
26/10/2020

Foi um grande prazer poder conversar um pouco com a Tânia Ribas de Oliveira e com o Dr. Mauro Paulino sobre algumas das consequências da pandemia , e sobre alguns aspetos relacionados com o regresso às escolas no contexto atual, a propósito do livro "A Psicologia da Pandemia".
São assuntos menos falados, mas importantes, quando assistimos a um necessário retrocesso a períodos de maior contenção social perante o significativo aumento de casos.
Obrigado pela oportunidade!
Podem assistir no link, a partir do minuto 22.

RTP RTP1 RTP Play

Pensado a partir da essência da apresentadora, Tânia Ribas de Oliveira, o programa 'A Nossa Tarde' tem, por isso, um lado mais emocional, com base em

17/10/2020

A LUZ 24 ajuda os pais em caso de suspeita de COVID-19 e outras doenças. O pediatra João Crispim explica no podcast HL.

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