Psicóloga Ana Paula Brito

Psicóloga Ana Paula Brito Psicologia clínica, Psicologia da Saúde, Psicodermatologia

19/04/2024

 

Se te sentes assim, sabe, desde já, que não estás sozinho(a). Infelizmente muitos doentes de Hidradenite Supurativa (HS)...
27/02/2024

Se te sentes assim, sabe, desde já, que não estás sozinho(a).

Infelizmente muitos doentes de Hidradenite Supurativa (HS) sentem essa frustração. A HS é crónica e recorrente e isso implica uma grande flexibilidade mental da parte do paciente.
A dor que a acompanha, que é ela própria angustiante, pode tornar as actividades diárias bastante limitadas. Se calhar tens dificuldades em dormir. Pode também fazer-te sentir limitado e estigmatizado por causa da doença e ver a tua autoestima diminuída. Algumas vezes, podes sentir que os tratamentos nao resultam ou são altamente invasivos ou podes sentir-te imcompreendido pelos profissionais de saúde. A falta de opções de tratamento adequadas pode também levar à frustração e à sensação de impotência em relação à condição.

É aqui que o acompanhamento psicológico do doente de HS faz sentido.

Na minha consulta especialmente dirigida a pessoas com Hidradenite Supurativa, esta frustração é compreendida e acolhida. São, por exemplo, exploradas estratégias de enfrentamento, promovida a autoaceitação, fortalecida a resiliência, trabalhada a autoestima, entre outras áreas que podem ser necessárias ser intervencionadas, tudo de acordo com as características individuais de cada um.

Se procuras esta ajuda específica, podes fazer a marcação de consulta através do site na bio ☝️

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Sabias que eu vivi 10 anos fora de Portugal e isso ajudou-me a ter maior sensibilidade intercultural?Sim, vivi na Aleman...
21/02/2024

Sabias que eu vivi 10 anos fora de Portugal e isso ajudou-me a ter maior sensibilidade intercultural?

Sim, vivi na Alemanha 10 anos e em 3 estados diferentes e é por isso que a minha prática clínica é marcada por uma profunda compreensão das nuances culturais e das influências que essas diferenças podem ter no bem-estar mental das pessoas.

Ter vivido fora do país e em contacto com diferentes contextos culturais permitiu-me desenvolver esta capacidade de perceber a complexidade do impacto intercultural e das dificuldades que surgem ao atravessar fronteiras. Não só através das minhas próprias experiências e dificuldades, como através do contacto que tive com pessoas das mais diversas culturas e histórias.

Considerar estas diferenças culturais é, para mim, essencial no acompanhamento psicológico:

1️⃣pelo respeito à diversidade. Isto promove um ambiente terapêutico seguro;

2️⃣pela maior precisão diagnóstica. Ser sensível às diferenças culturais ajuda a evitar equívocos decorrentes da falta de compreensão cultural;

3️⃣na eficácia terapêutica. Adaptar a intervenção de acordo com as nuances culturais ajuda na maior eficácia do processo terapêutico;

4️⃣na construção da confiança. Reconhecer e validar a identidade cultural dos clientes ajuda a construir uma relação de confiança;

5️⃣na promoção do empowerment. Incorporar as perspectivas culturais dos clientes no processo terapêutico, ajuda a que estes possam fortalecer a sua identidade cultural, promovendo o auto-conhecimento e o crescimento pessoal.

Quem me procura enquanto psicóloga, vai encontrar esta sensibilidade que me permite proporcionar um espaço clínico seguro e inclusivo.

Após uma ausência das redes sociais, aqui estou eu de volta.
02/02/2024

Após uma ausência das redes sociais, aqui estou eu de volta.

Por vezes, ter uma doença crónica de pele é tão desesperante que nos leva a ter alguns pensamentos que nos podem fazer e...
13/01/2023

Por vezes, ter uma doença crónica de pele é tão desesperante que nos leva a ter alguns pensamentos que nos podem fazer enveredar pelo caminho mentalmente menos saudável.

Aqui ☝️estão alguns exemplos desses pensamentos. Se num momento, alguns destes pensamentos podem ser úteis, pois podem preparar-nos para situações desafiantes, andar em constante preocupação e desespero, com este tipo de pensamentos, acaba por nos esgotar emocionalmente.

➡️ Na abordagem cognitivo-comportamental, são trabalhados estes pensamentos, de maneira a que o paciente reenquadre a sua visão e desenvolva ferramentas que o ajudem a lidar com os mesmos no futuro.

➡️Pensamento gera emoção e a emoção acaba por gerar comportamento. Exemplo: Pensamento ->"Eu, que gosto tanto de fazer desporto, tenho medo de fazer exercício pois temo piorar a minha condição e acabo por não fazer nada"; Emoção: medo; Comportamento: não faz nada.

É preciso questionar o pensamento. Será que vai piorar? Já perguntou ao médico? Não haverá algum tipo de exercício que possa fazer? Qual é o custo-benefício?

Quantas coisas de que gosta se impediu de fazer por ter uma doença dermatológica?

Se sente, que carrega um peso emocional por causa da sua doença de pele, procure ajuda. Ela existe 🤍

❗Você não é culpado pela sua doença de pele❗Na última publicação falei sobre stress e há, por exemplo, muitas pessoas qu...
16/11/2022

❗Você não é culpado pela sua doença de pele❗

Na última publicação falei sobre stress e há, por exemplo, muitas pessoas que acabam por se sentir culpadas porque não conseguem controlar o stress ou porque acabam por negligenciar o impacto do stress nas suas vidas. Mas que fique aqui um pequeno lembrete: você não tem doença de pele porque se sente stressado neste momento.

Nós não conseguimos controlar tudo na vida. Há coisas que estão fora do nosso alcance.

A culpa pode ser também vilã neste contexto. A culpa acaba por se enraizar dentro de nós e acaba por nos puxar ainda mais para baixo. Há obviamente outros factores, no desenvolvimento de uma doença dermatológica, por isso, respire fundo, tente repensar o quanto de culpa carrega e reflicta no que pode ou não controlar.

A relação entre a pele e a mente é já amplamente estudada, sabendo-se que o stress afecta de forma muito significativa a...
09/11/2022

A relação entre a pele e a mente é já amplamente estudada, sabendo-se que o stress afecta de forma muito significativa a nossa pele e tem o potencial de agravar as doenças dermatológicas.

Algumas terapias usadas na gestão do stress no nosso corpo no geral, podem também trazer benefícios na gestão do stress associado às doenças de pele. Destaco-vos nesta publicação algumas delas 👇.

📕Graubard, R., Perez-Sanchez, A, Katta, R. (2021). Stress and Skin: an Overview of Mind Body Therapies as a Treatment Strategy in Dermatology. Dermatology Practical & Conceptual: 11(4)


Um pouco sobre mim enquanto profissional.
05/11/2022

Um pouco sobre mim enquanto profissional.

A Psicodermatologia é a subespecialidade de Dermatologia que estuda a ligação entre os sintomas dermatológicos e a mente...
26/10/2022

A Psicodermatologia é a subespecialidade de Dermatologia que estuda a ligação entre os sintomas dermatológicos e a mente.

A doença dermatológica pode, por exemplo, impactar brutalmente na qualidade de vida do doente em muitos domínios da sua vida. O doente de Hidradenite Supurativa, por exemplo, pode ver os seus níveis de stress exacerbados devido à dor constante e debilitadora no seu dia-a-dia. Ou um doente de Vitiligo, pode sofrer em silêncio e desenvolver ansiedade social devido à estigmatização.

Um relatório de estudo da British Association of Dermatologists revelou que 3% dos pacientes dermatológicos têm uma doença psiquiátrica primária, 8% desenvolve doença psiquiátrica devido à doença de pele, 14% tem uma condição psicológica a exacerbar a sua dermatose, 17% necessita de intervenção psicológica para gestão psicossocial da sua vida e 85% dos doentes referiu que os aspectos psicológicos da sua dermatose eram de grande importância na sua vida.

A Psicologia intervém, por isso, nesta área, com o objectivo de ajudar o doente dermatológico a lidar com o seu dia-a-dia e com os seus sintomas, escolhendo para isso a forma de intervenção mais adequada a cada um.

Endereço

EStrada Da Costa Do Norte
Sines
7520

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