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21/08/2020

GQ Radio presenta a dos medicos de la organizacion MEDICOS POR LA VERDAD representando Guatemala por el Dr. Wilfredo Stocks y Argentina por el Dr. Mariano Ar...

By Dr. Russell BlaylockGlobal Research, May 26, 2020 -
Technocracy 12 May 2020Url of this article: https://www.globalres...
16/06/2020

By Dr. Russell Blaylock

Global Research, May 26, 2020 -
Technocracy 12 May 2020

Url of this article: https://www.globalresearch.ca/face-masks-pose-serious-risks-healthy/5712649

Ao usar uma máscara, os vírus exalados não conseguirão escapar e se concentrarão nas passagens nasais, entrarão nos nervos olfativos e viajarão para o cérebro. ” - Russell Blaylock, MD.

Os pesquisadores descobriram que cerca de um terço dos trabalhadores desenvolveram dores de cabeça com o uso da máscara, a maioria apresentava dores de cabeça preexistentes que eram agravadas pelo uso da máscara e 60% necessitavam de analgésicos para alívio. Quanto à causa das dores de cabeça, enquanto as tiras e a pressão da máscara podem ser uma das causas, mas a maior parte das evidências aponta para hipóxia e/ou hipercapnia como causa. Ou seja, uma redução na oxigenação do sangue (hipóxia) ou uma elevação no C02 no sangue (hipercapnia).

Sabe-se que a máscara N95, se usada por horas, pode reduzir a oxigenação do sangue em até 20%, o que pode levar a uma perda de consciência, como aconteceu com o infeliz que, ao conduzir sozinho o seu carro (usando uma máscara N95), desmaiou e bateu com o mesmo sofrendo diversos traumatismos. Tenho a certeza de que temos vários casos de idosos ou de pessoas com insuficiência pulmonar a desmaiar e sofrer traumatismos na cabeça. Isso, é claro, pode causar morte.

Um estudo mais recente envolvendo 159 profissionais de saúde com idades entre 21 e 35 anos descobriu que 81% desenvolveram dores de cabeça ao usar uma máscara facial. Alguns sofriam já dores de cabeça que foram agravadas pelas máscaras. Todos sentiram que as dores de cabeça afetavam seu desempenho laboral.

Infelizmente, ninguém está a informar os idosos frágeis e com doenças pulmonares, como DPOC, enfisema ou fibrose pulmonar, sobre os perigos de usar qualquer tipo de máscara facial - o que pode causar um agravamento grave da função pulmonar. Isso também inclui pacientes com cancro de pulmão e pessoas submetidas a cirurgia pulmonar, especialmente com ressecção parcial ou até a remoção de um pulmão inteiro.

A importância desses achados é que uma queda nos níveis de oxigénio (hipóxia) está associada a uma diminuição da imunidade. Estudos demonstram que a hipóxia pode inibir o tipo de células imunes principais, usadas pelo organismo para combater infecções virais, chamadas linfócitos T CD4 +. Isso ocorre porque a hipóxia aumenta o nível de um composto chamado fator induzível por hipóxia-1 (HIF-1), que inibe os linfócitos T e estimula uma poderosa célula inibidora imunológica chamada Treg. Isso prepara o terreno para contrair qualquer infecção, incluindo o COVID-19 e tornar as consequências dessa infecção muito mais graves. Em essência, a sua máscara pode muito bem colocá-lo em risco de aumentar a sua susceptibilidade às infecções e, nesse caso, com resultados muito piores.

As pessoas com cancro, especialmente se este se espalhar, correm um risco maior de hipóxia prolongada, pois o cancro cresce melhor num microambiente com pouco oxigénio. Baixos níveis e oxigénio também promove o processo inflamatório que pode propiciar o crescimento, invasão e disseminação de doenças cancerosas. Episódios repetidos de hipóxia têm sido propostos como fator significativo de aterosclerose e, portanto, aumentam todas as doenças cardiovasculares (ataques cardíacos) e cerebrovasculares (acidentes vasculares cerebrais).

Há outro perigo em usar essas máscaras diariamente, especialmente se usadas por várias horas. Quando uma pessoa é infectada com um vírus respiratório, ela expulsa parte do vírus a cada respiração. Se eles estiverem a usar uma máscara, especialmente a N95 ou outra qualquer bem ajustada, estarão constantemente respirar os mesmos vírus (em circuito fechado), aumentando a concentração do vírus nos pulmões e nas vias nasais. Sabemos que as pessoas que têm as piores reações ao coronavírus têm as maiores concentrações do vírus desde o início. E isso leva a uma “tempestade” (em grande escala) mortal na articulação das citocinas no funcionamento do sistema imunitário.

F**a ainda mais assustador quando há evidências de carácter científico, patente em estudos mais recentes, que sugerem, em alguns casos, que o vírus pode entrar no cérebro. Na maioria dos casos, ele entra por meio dos nervos olfativos que se conectam diretamente à área do cérebro que lida com a memória recente e a consolidação da memória. Ao usar uma máscara, os vírus exalados não conseguirão escapar e vão concentrar-se nas passagens nasais e, através dos nervos olfativos, viajarão até ao cérebro. ”

Dr. Russell Blaylock: autor do boletim The Blaylock Wellness Report, é um neurocirurgião, profissional de saúde, autor e palestrante reconhecido nacionalmente pelo conselho de administração. Ele freqüentou a Faculdade de Medicina da Universidade Estadual da Louisiana e completou seu estágio e residência neurológica na Universidade Médica da Carolina do Sul. Durante 26 anos, praticou neurocirurgia, além de ter uma prática nutricional. Recentemente, ele se aposentou de seus deveres neurocirúrgicos para dedicar toda a sua atenção à pesquisa nutricional. O Dr. Blaylock é autor de quatro livros, Excitotoxins: The Sabor That Matter, Segredos de Saúde e Nutrição que Podem Salvar sua Vida, Estratégias Naturais para Pacientes com Câncer e seu trabalho mais recente, Biologia Celular e Molecular de Distúrbios do Espectro do Autismo.

“By wearing a mask, the exhaled viruses will not be able to escape and will concentrate in the nasal passages, enter the olfactory nerves and travel into the brain.” — Russell Blaylock, MD Researchers found that about a third of the workers developed headaches with use of the mask, most had pr...

Transcrevo aqui um diálogo "interessante" com um dos "grandes" contestadores das TNC (Terapias Não Covencionais") a prop...
16/08/2019

Transcrevo aqui um diálogo "interessante" com um dos "grandes" contestadores das TNC (Terapias Não Covencionais") a propósito duma declaração da bastonário da ordem dos enfermeiros, Ana Cavaco, quanto ao preconceito da OE quanto às medicinas alternativas . Não podia deixar passar o nível intelectual de alguns dos detractores das TNC

Scimed - Ciência Baseada na Evidência
11 de agosto às 17:32 ·
Ana Rita Cavaco, a representante da Ordem dos Enfermeiros, garante que os enfermeiros não são preconceituosos relativamente às terapias alternativas, ao contrário da Ordem dos Médicos. Espetáculo.
Ou seja, está-se bem a marimbar para a ciência e o método científico. Alguém que vive do populismo barato nem poderia ter outra posição que não esta.
E se há cada vez mais médicos e enfermeiros a enveredar por este nicho de mercado, só pode ser bom para os doentes, certo? Nem darão um complemento ao ordenado aos enfermeiros e médicos nas horas vagas.
F**amos à espera dos "bons indicadores da hipnose" no tratamento da dor crónica e fibromialgia para rirmos com a ignorância da Bastonária, no que diz respeito à forma como um tratamento deve ser validado quanto à sua eficácia.
Eu sou orgulhosamente preconceituoso a tudo o que são placebos e apenas servem para encher os bolsos dos iluminados que os oferecem aos doentes. Sou preconceituoso no que diz respeito à burla, mesmo que legal. Sou preconceituoso relativamente à charlatanice. Mas pelos vistos, o b***o sou eu.
Estes são os "espertos" que nos lideram.

Sérgio Candeias
Discutir com base na ciência para aferir a realidade que queremos descortinar só é possível se atendermos à consistência filosófica por detrás da própria ciência. Sendo esta, por definição filosófica, a verificação permanente das hipóteses contrárias, a autoridade de uma tese científica só pode ser meramente transitória. Portanto todas as "evidências" evocadas são forçosamente transitórias. A autoridade da ciência, médica ou outra qualquer, não pode nunca ter valor absoluto e requerer estatuto epistemológico especial. Evidência, no campo da lógica, é tudo aquilo que não necessita de um segundo elemento para ser demonstrado. Portanto não pode ter natureza transitória!!!

Scimed - Ciência Baseada na Evidência
Lol.

Sérgio Candeias
"Lol" ou a expressão máxima da ignorância e da incapacidade de argumentar intelectualmente é a mesma coisa!

Scimed - Ciência Baseada na Evidência
oh pós-moderno de meia tigela, vendedor de banha da cobra e de tratamentos "russos" inúteis para o cancro.
O tempo que tinha a perder com um alucinado do seu calibre já o perdi aqui:

https://www.scimed.pt/.../medicinas-alternativas-e.../

Deve pensar que é o único alucinado que encontro nas redes sociais, não? Já te conheço. Já te medi. Já sei que não vales um tusto furado. Agora desampara a loja com o teu discurso pós-moderno de vão de escada.
Oculta ou denuncia isto

Sérgio Candeias
O insulto e a má educação é de facto a saída mais curta para a falta de argumentos. Quando não se consegue melhor do que recorrer às formas rasteiras para responder ao contraditório e não se consegue melhor do que o insulto, o perfil está feito e não vale apena insistir. Como disse a Fátima Campos Ferreira no último debate do "Prós e Contras" sobre estes temas, o digníssimo médico deveria ter mais cuidado com as responsabilidades que lhe cabem enquanto tal!!!

Um novo estudo demonstra que a utilização de medicinas alternativas é altamente prejudicial para os doentes com cancro como primeira escolha de tratamento. No entanto, mesmo perante estas evidências, alguns proponentes das alternativas não se conformam com os resultados.

Para reflexão sobre a diabolização dos suplementos e não só!
07/06/2019

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Para quem ainda dúvida da bondade da "big pharma", deve meditar sobre este texto.
04/05/2019

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Un jurado de Boston ha declarado culpable al fundador de Insys Therapeutics por sobornar a médicos y estafar a las aseguradoras. El fentanilo presente en su medicamento contribuyó a la epidemia de opiáceosLa agresiva técnica de comercialización funcionó: las...

07/04/2019

CARTA ABERTA AO PROF. DR. ANTÓNIO VAZ CARNEIRO Mafra, 06 de Abril de 2019 Exmº Senhor Prof. Dr. António Vaz Carneiro Perante a sua entrevista ao “jornal i” de hoje não consegui evitar escrever-lhe esta carta face ao que o senhor ali diz sobre a homeopatia, enquanto ciência, e acerca das “...

http://www.medicosypacientes.com/articulo/las-organizaciones-medicas-colegiales-de-espana-y-portugal-firman-la-declaraci...
27/01/2019

http://www.medicosypacientes.com/articulo/las-organizaciones-medicas-colegiales-de-espana-y-portugal-firman-la-declaracion-madrid

Sempre que sai uma notícia de estudo, investigação ou douto pronunciamento (de autoridade académica e/ou científica), que ponha em causa as medicinas alternativas, lá tenho um amigo, médico, farmacêutico ou de outra militância profissional do SNS, a diligentemente fazer-me chegar o documento. Parece que esse acto divulgatório os exorciza das culpas subconscientes do exercício de uma arte curativa ferida de legitimidade ética e moral ou, pelo contrário, vai reforçar as suas convicções cartesianas numa ciência que, ao invés de procurar verificar, permanentemente, a validade das hipóteses contrárias (como filosoficamente lhe compete!), arroga-se duma licitude absoluta na afirmação da realidade que diz, genuinamente, representar. A “evidência científica” deixa de ser isso mesmo (uma hipótese, naquele momento, altamente provável no quadro dos limites impostos à experiência que a originou) para passar a ser uma verdade absoluta e universal. Como Carl Popper dizia, nunca a ciência poderá apresentar conclusões definitivas.
Este introito tem a ver com a notícia do “conluio” estabelecido entre a Ordem dos Médicos portugueses e a Conselho Geral dos Colégios Médicos de Espanha, para banir as medicinas alternativas do panorama legislativo ibérico. Objectivamente, pretende-se anular toda e qualquer prática clínica que não esteja subordinada aos médicos com o argumento de que as chamadas medicinas alternativas não reúnem práticas cientificamente válidas, ou seja, não apresentam “evidência científica” quanto à sua validade curativa. Além disso evocam, entre outros argumentos estranhos, estudos (mas não os identificam!) nos quais se prova que mais de um milhar de pacientes em Espanha foram altamente prejudicados na sua saúde pelo atraso e mascaramento dos seus casos clínicos pela intervenção das medicinas alternativas.
Torna-se difícil manter a serenidade com este tipo de narrativas pois elas, além de conterem um pronunciado enviesamento filosófico, encerram elevada desonestidade intelectual quando, propositadamente, induzem no público utente uma percepção equivocada da realidade. No mesmo “saco” metem-se todos os eventuais casos de má prática e os decorrentes de falsa actividade terapêutica, não se distinguindo, intencionalmente, o “trigo do joio”.
Indaguemos agora o que é uma “evidência científica”. Ciência é, por definição, a organização racional do conhecimento em que este carece permanentemente de ser confrontado com as teses e hipóteses contrárias. Evidência, por sua vez, será tudo aquilo que está por si mesmo demonstrado sem a necessidade de uma segunda entidade que comprove a sua veracidade. Portanto, “evidência científica” será algo que confirma a natureza científica de um objecto, ou seja, algo que garante que aquele facto carece ser permanentemente confirmado pela verificação permanente das hipótese contrárias para ver assegurada sua validade relativa. Daqui não se poderá, de modo algum, concluir pela verdade absoluta de uma qualquer terapia, ou medicamento, só porque passaram pela satisfação de atenderem positivamente aos critérios estatísticos dos ensaios a que foram sujeitos. O que se pode garantir é que, dentro das “fronteiras” em que decorreu a experiência, casuisticamente, uma determinada tendência está assegurada. Amanhã, uma nova experiência, arquitectada em novas “fronteiras” e com outros pressupostos experimentais, poderá deitar por terra as teses anteriores. Isto acontece, permanentemente, no mundo científico – o que ontem era adquirido como a realidade mais plausível, no dia seguinte um qualquer cientista descobriu que, afinal, não era assim! A isto é que podemos chamar ciência experimental.
Não pode assim a medicina convencional, só pela simples circunstância de ver as suas teses terapêuticas validadas em ensaios baseadas em protocolos experimentais com controlo estatístico, arrogar-se de maior legitimidade face a outras formas de medicina alternativa só porque estas últimas não trataram os resultados das suas práticas e procedimentos clínicos de forma estatística. Não equacionar actos clínicos em bases e regras da ciência experimental não confere aos mesmos menor consistência em termos de realidade. Esta não é apanágio apenas do método cartesiano e da visão positivista do mundo.
Em Portugal as medicinas alternativas estão legalmente reguladas e designam-se por terapias não convencionais (tnc). O seu ensino segue um curriculum académico que compreende o estudo aturado de ciência médica tal como noutras formações da área da saúde. Não parece que a fisiologia, anatomia, bioquímica, biologia, patologia, imunologia, etc. que ali se estuda não sejam as mesmas ciências que se estudam nos cursos de medicina! Então porque é que uns são pseudociência e os outros ciência legítima? Porque é que os médicos estão habilitados a fazer diagnóstico e os terapeutas não convencionais não?
Há perguntas que provocam um silêncio ensurdecedor quando tocam privilégios e poderes instalados. Quando a verdade é inconveniente a surdez e a demagogia tornam-se os melhores remédios.

O preço da "cura". Contudo é difícil as pessoas aceitarem essa triste realidade é passarem a tratar-se pela medicina nat...
19/12/2018

O preço da "cura". Contudo é difícil as pessoas aceitarem essa triste realidade é passarem a tratar-se pela medicina natural. Em nome da verdade se deve salvaguardar os casos de emergência médica que só serão resolvidos com esses "venenos"

Lair Ribeiro viveu por dezessete anos nos Estados Unidos e fez pesquisa voluntária na Harvard Medical School, fellow clínico na Baylor College of Medicine

13/04/2018

Critical info for cancer patients. Please share this video with anyone you know who is newly diagnosed with cancer. http://www.chrisbeatcancer.com Why I didn...

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