Centro Psicologia Formação Dialógicos

Centro Psicologia Formação Dialógicos Centro de Psicologia e Formação - desde 2001 a dedicar-nos a fazer chegar a psicologia à população

Locais de atendimento:

Rua Rio da Azenha, Nº 49A, Loja 3 - 2725-434 Mem Martins - Sintra
e
Avenida Duque d'Ávila, Nº 64 - 7º C - 1050-053 Lisboa

SUGESTÃO DO MÊS: FAZER UMA PAUSADesde o início do ano, os dias têm decorrido numa azáfama significativa, acentuada pelas...
27/02/2026

SUGESTÃO DO MÊS: FAZER UMA PAUSA

Desde o início do ano, os dias têm decorrido numa azáfama significativa, acentuada pelas recentes intempéries naturais e respectivas consequências, que nos exigem um esforço adicional de adaptação e reorganização. Perante este cenário, é fundamental que nos possamos permitir fazer pausas.

São estes momentos que abrem espaço ao ócio e à possibilidade de acedermos ao nosso mundo interior e ao modo como vamos integrando as experiências (muitas vezes desafiantes) do dia-a-dia. Fazer uma pausa não é apenas interromper o trabalho ou as tarefas domésticas; é silenciar os estímulos externos para que o ruído não abafe a nossa voz interna.

Esta pausa deve ser ajustada ao que a sua realidade possibilita. A consciência desta necessidade levar-nos-á a integrar pequenos momentos de paragem que, gradualmente, poderão ser aumentados. É no vazio da pausa que o pensamento se organiza e que a saúde mental encontra fôlego para novas respostas. Trata-se, no fundo, de criar um espaço de escuta para o próprio sentir.

Quando foi a última vez que fez uma verdadeira pausa?



A CONSULTA DA CRIANÇA COMO ESPAÇO POTENCIALNa clínica com crianças, o consultório transforma-se num espaço que é muito m...
25/02/2026

A CONSULTA DA CRIANÇA COMO ESPAÇO POTENCIAL

Na clínica com crianças, o consultório transforma-se num espaço que é muito mais do que quatro paredes e um conjunto de brinquedos. É o que Winnicott designou como Espaço Potencial.
Mas qual é, afinal, o papel do psicólogo neste cenário?

Muitas vezes, a criança chega à consulta com fragmentos de vivências que ainda não consegue nomear. O nosso papel não é apenas observar o brincar, mas sim oferecer uma função de holding. Somos o suporte que permite à criança expressar a sua angústia sem ser inundada por ela.

Neste espaço, o psicólogo funciona como um espelho e um tradutor:
1. Acolhe o que é trazido (muitas vezes de forma caótica ou agressiva);
2. Contém a carga emocional envolvida;
3. Devolve à criança uma compreensão sobre o seu próprio sentir, de uma forma que ela consiga integrar.
É nesta dança entre o brincar e o sentir que o processo terapêutico vai acontecendo. Não interpretamos apenas o símbolo; vivemos a relação.

E por aí, como sente o desafio de ser “contentor” nas suas sessões?



23/02/2026

CURSO DE LUDOTERAPIA

O curso de Ludoterapia – Intervenção Psicológica com Crianças iniciará no próximo sábado, dia 28 de Fevereiro. As sessões serão ricas no aprofundar dos referenciais teóricos e práticos inerentes à intervenção psicológica com crianças.

Invista em si e na sua prática clínica!

Formação aberta a psicólogos e psicólogos juniores.

Garanta já a sua vaga – link na bio para mais detalhes



CURSO LUDOTERAPIA - Temas abordadosEncontramo-nos a (re)estruturar a nova edição do curso de Ludoterapia – Intervenção P...
20/02/2026

CURSO LUDOTERAPIA - Temas abordados

Encontramo-nos a (re)estruturar a nova edição do curso de Ludoterapia – Intervenção Psicológica com Crianças.

O trabalho clínico com a criança reveste-se de uma particularidade única, pela sua natural dificuldade de expressão directa. É por isso que a consulta acontece de uma forma lúdica: a partir do brincar. No entanto, da nossa parte, não estamos “apenas” a brincar.

A nossa atitude clínica sustenta-se em diversas premissas, nomeadamente os vectores psicológicos da criança, a sua fase de desenvolvimento e os conteúdos latentes da brincadeira. Esta prática ancora-se nas teorias psicodinâmicas e nas relações de objecto, com especial enfoque na perspectiva Winnicottiana, que nos permite compreender o brincar como um espaço de maturação e constituição do self.

Nesta formação, aprofundaremos pontos essenciais como:
• O papel do brincar no desenvolvimento infantil;
• Teorias psicodinâmicas (com enfoque na obra de Winnicott);
• Ludodiagnóstico e o setting em ludoterapia;
• A linguagem verbal e não-verbal no espaço lúdico;
• Características da personalidade em desenvolvimento;
• Conteúdos manifestos e latentes;
• Métodos e técnicas de intervenção;
• O papel fundamental dos pais no processo clínico.

A formação garante uma interligação constante entre a componente teórica e a prática, através do estudo de casos clínicos e de role-plays.

Contacte-nos para conhecer melhor o nosso projecto e a forma como olhamos para a intervenção em Ludoterapia.



CAPACIDADE DE AUTO-REGULAÇÃOA forma como somos cuidados, olhados, tocados e desejados nas nossas primeiras relações, inf...
18/02/2026

CAPACIDADE DE AUTO-REGULAÇÃO

A forma como somos cuidados, olhados, tocados e desejados nas nossas primeiras relações, influencia profundamente quem nos tornamos. De algum modo, os primeiros cuidadores apresentam-nos o mundo e vão “traduzindo” o que sentimos, funcionando como reguladores do nosso funcionamento psíquico.

Gradualmente, vamos desenvolvendo a nossa própria capacidade de auto-regulação emocional. Integramos competências para gerir sentimentos como o medo, quando não percebemos o que nos envolve ou o que nos espera; a frustração quando a realidade se apresenta diferente do que desejávamos/ esperávamos; a tristeza perante uma perda; ou mesmo a culpa quando causamos algum dano (emocional ou físico) a alguém que amamos.

A auto-regulação emocional implica conhecermo-nos e conseguirmos conter — que é diferente de controlar — as nossas angústias. No fundo, é a possibilidade de nos “darmos colo”, cuidando do nosso sentir, mas também de desenvolvermos a capacidade de responsabilização perante os nossos actos. É esta maturidade que nos permite fazer escolhas maduras e seguir o nosso caminho.

É nessa medida que abrimos espaço para a relação e para o reconhecimento da alteridade: o outro enquanto ser diferente de nós. É no sentimento de ser amado e de poder amar o outro que nos desenvolvemos plenamente como seres bio-psico-sociais.



AMORES E DESAMORESCelebra-se amanhã o dia de São Valentim, tido como padroeiro do amor. Como vemos, afinal, o amor e as ...
13/02/2026

AMORES E DESAMORES

Celebra-se amanhã o dia de São Valentim, tido como padroeiro do amor. Como vemos, afinal, o amor e as relações?

A ideia que temos sobre o que é amar vai sendo edificada ao longo do desenvolvimento, consciente e inconscientemente. Mas como se vê a si próprio nas suas relações? Propomos três fórmulas de reflexão:

1 + 1 = 1 — Apesar da ideia romântica que abre espaço a podermos ser “um só”, esta visão implicaria, na verdade, a anulação de um dos elementos.
1 + 1 = 2 — Há o reconhecimento da individualidade de cada um. Corre-se, no entanto, o risco de um excessivo autocentramento e, logo, de um possível distanciamento. Na verdade, aqui há pouco espaço para a conjugação.
1 + 1 = 3 — Esta fórmula implica a consciência de mim e do outro (a noção do outro real, não fantasiado ou ajustado às minhas necessidades). Pressupõe o reconhecimento do impacto que tenho no outro e que o outro tem em mim. O “3” é o espaço conjunto: o espaço da relação.

Que tipo de amor se encontra disponível para desenvolver?



INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA COM CRIANÇASNa intervenção psicológica com crianças, a brincadeira integra o próprio setting. É ...
11/02/2026

INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA COM CRIANÇAS

Na intervenção psicológica com crianças, a brincadeira integra o próprio setting. É na brincadeira (por vezes nos desenhos ou mesmo em palavras soltas) que a criança externaliza o seu mundo interno e comunica o que ainda não é passível de ser verbalizado.
Tendo como base as teorias psicodinâmicas, nomeadamente a Teoria do Brincar, de Winnicott, sabemos que o foco não reside apenas no conteúdo manifesto do brinquedo, mas na capacidade de aceder ao simbolismo e à transferência que se estabelece no espaço terapêutico.

Brincar é usar o corpo e a imaginação de modo a expressar, simbolicamente, o seu mundo interno.

O psicólogo disponibiliza-se respeitando a livre iniciativa da criança e seguindo o seu ritmo. Apresenta-se como uma “mãe suficientemente boa”, proporcionando-lhe um espaço seguro, contentor e previsível. Considera também a base relacional da criança, respeitando os seus referenciais.
A criança expressa-se na medida em que lhe é possível, tendo em conta a sua idade e maturidade emocional e relacional.

Ambos se encontram no espaço da brincadeira, num “espaço potencial”, onde esta nova relação (de objecto) permite a expressão do self e a elaboração das vivências, internas e externas.

A articulação com as figuras parentais é, para nós, indissociável do sucesso clínico, promovendo uma tradução dos processos psíquicos da criança que permita mudanças estruturais no seio familiar.
É este o olhar que partilhamos no nosso Curso de Ludoterapia – Intervenção Psicológica com Crianças. Se se identifica com esta abordagem clínica e deseja aprofundar os seus conhecimentos técnicos nesta área, as inscrições continuam abertas.

🔗 Toda a informação sobre o curso disponível no link da bio.



É comum ouvirmos falar do sentimento de culpa. Este sentimento pode surgir em situações em que o próprio se sente culpad...
09/02/2026

É comum ouvirmos falar do sentimento de culpa. Este sentimento pode surgir em situações em que o próprio se sente culpado (no geral, por sentir que causou dano, de alguma forma, a uma relação ou pessoa) ou quando culpabiliza o outro pelo sofrimento que possa ter sido despoletado. No entanto, quando focamos as relações nos vectores da culpabilização vs desculpabilização, nada mudamos e acabamos por perpetuar o sofrimento (nosso e dos outros).

Na culpa, caminha-se de olhos e cabeça baixa, a par da vergonha pelo comportamento tido. Tentamos desculpas, justificações ou reparos. Por outro lado, quando olhamos directamente para o nosso comportamento, responsabilizando-nos por ele e reconhecendo que é uma parte de nós da qual não temos orgulho, disponibilizamo-nos para a mudança. Reconhecemos que não somos seres perfeitos; que há comportamentos dos quais nos orgulhamos e outros que, por não sentirmos esse orgulho, pretendemos transformar.

Esta, sim, é uma perspectiva de crescimento e de desenvolvimento pessoal. De respeito pelo próprio e pelo outro, na aceitação de que somos seres imperfeitos, mas sempre com a possibilidade de nos conhecermos um pouco melhor e assim darmos continuidade ao nosso desenvolvimento pessoal.

CICLO DE CONVERSAS –  PSICOLOGIA E LITERACIA FINANCEIRA E IMOBILIÁRIAOnde se juntam a psicologia e a literacia financeir...
06/02/2026

CICLO DE CONVERSAS – PSICOLOGIA E LITERACIA FINANCEIRA E IMOBILIÁRIA

Onde se juntam a psicologia e a literacia financeira e imobiliária?

A dada altura da nossa vida, deparamo-nos com uma decisão: ter (ou mudar de) casa própria. Compramos ou arrendamos? Como avançar com os processos burocráticos?

Estas questões podem acontecer em diferentes idades, nomeadamente quando nos deparamos com o desejo de ter um espaço próprio, ou mesmo mudar para um novo que seja, à partida, mais acolhedor e confortável.

Há que ir ao mercado ver o que existe e como se processam os diferentes passos. Há também que, internamente, ir gerindo as diferentes expectativas entre aquilo que se deseja e o que se encontra na realidade.

É fundamental gerir a frustração de um percurso onde o que procuramos não surge de modo imediato ou mágico. Pelo contrário, faz parte de um processo onde avançamos passo a passo, um pouco de cada vez, e na medida em que a realidade o permite.

Venha connosco conversar sobre estes temas, na companhia da Patrícia Roseiro (psicóloga clínica) e da Margarida Ruivo (fundadora da Casa Ideal®️). Partilhe as suas experiências e pontos de vista. Contamos consigo!

🗓 Data: 15 de Fevereiro de 2026 (Domingo)
🕙 Horário: das 10h30 às 12h00
📍 Local: Dialógicos – Mem-Martins
Rua Rio da Azenha, n.º 49-A, loja 3 – 2725-434 Mem-Martins
👥 N.º de participantes: 10
💻 Caso não possa estar presencialmente, abriremos a sessão para assistência online.
Garanta já a sua vaga! 🔗 [Mais informações no nosso site – link na bio]



DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA O CANCRONo dia em que se assinala o Dia Mundial da Luta contra o Cancro, recordamos a importâ...
04/02/2026

DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA O CANCRO

No dia em que se assinala o Dia Mundial da Luta contra o Cancro, recordamos a importância da prevenção, não apenas a nível físico, mas também psicológico.

Muito se tem falado do impacto psicológico de receber um diagnóstico de cancro e dos posteriores tratamentos, quer para o próprio, quer para a família. Sabemos que existem implicações significativas a nível físico, psicológico e social.

No entanto, consideramos ser também importante abrir espaço à reflexão sobre os diversos factores que “despertam” as células cancerígenas que todos temos, em geral. Qual o impacto da predisposição genética? E dos hábitos de vida? E do ponto de vista psicológico, há algo a fazer?

Neste campo, ressaltamos a importância de cada pessoa se conhecer nos seus processos psicológicos e na influência dos padrões relacionais que foi desenvolvendo ao longo da vida. As emoções em que não tocamos, ou que não expressamos, vão ficando aprisionadas no corpo. Na interligação inquestionável entre o corpo e a mente, é importante considerar que, por vezes, o adoecer do primeiro pode ser a tradução de uma mente cheia (de vivências não elaboradas emocionalmente) ou vazia (pelo controlo excessivo do que se sente, que não dá espaço a mais nada, restando apenas uma representação de vazio).

Assim, quer tenha passado por uma situação de cancro, quer não, é sempre altura de se escutar no seu sentir, no impacto que as relações têm em si e no impacto que as suas acções têm nas pessoas com quem se relaciona.

Se necessário, consulte um psicólogo. Ele ajudá-lo-á a conhecer-se melhor, internamente e nas suas relações.
Permita-se a essas reflexões, também o corpo agradece.



A 12.ª edição do nosso curso LUDOTERAPIA – INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA COM CRIANÇAS prepara-o(a) para compreender o desenvol...
02/02/2026

A 12.ª edição do nosso curso LUDOTERAPIA – INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA COM CRIANÇAS prepara-o(a) para compreender o desenvolvimento infantil, da personalidade; e para intervir com crianças, tendo por base modelos teóricos psicodinâmicos, nomeadamente as referências winnicottianas.
Inclui treino prático, com role-play, e tutoria individualizada.

Datas: 28 Fevereiro a 27 Junho de 2026

Horário: Sábados (quinzenais), das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30

Local: Online + sessões presenciais

Datas - online:
Fevereiro: 28
Março: 14, 28
Abril: 11
Maio: 16
Junho: 27

Datas - presencial:
Maio: 30
Junho: 13

*A data de 13 de Junho poderá ser alterada, na eventualidade de alterações da formação

Veja as nossas campanhas de redução do valor: “formando Dialógicos” e “Traz um colega”

Garanta já a sua vaga!
🔗 [Mais informações no nosso site – link na bio]



Endereço

Rua Rio Da Azenha 49A Loja 3
Sintra
2725-486

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 20:00
Terça-feira 10:00 - 20:00
Quarta-feira 10:00 - 20:00
Quinta-feira 10:00 - 20:00
Sexta-feira 10:00 - 20:00
Sábado 10:00 - 20:00

Telefone

+351938451944

Website

https://www.instagram.com/dialogicos.psicologia?igsh=MTZvcm9jbTk4MmUyNA%3D%3D

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Centro Psicologia Formação Dialógicos publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria

Our Story

Locais de atendimento: Rua Rio da Azenha, Nº 49A - Loja 3 - 2725-434 Mem Martins - Sintra e Avenida Duque d'Ávila, Nº 64 - 7º C - 1050-053 Lisboa